25 de outubro de 2015

Regras do céu



Obtive, com exclusividade, uma cópia do Regimento Interno do Céu. É um documento monocrático, elaborado singularmente pelo próprio Criador.

Não havia um plenário ao qual ele pudesse submeter o texto para referendo. Claro, ele não havia, com tantos afazeres (o mundo estava por fazer), elaborado o projeto Criaturas, o  que ocorreu a seu tempo.

A propósito, já antecipo, porque é publico e notório, tal projeto foi um fiasco. A obra, mal acabada, revelou-se imperfeita. No século XX, Millôr Fernandes sentenciou: o ser humano não deu certo.

Para não colocar a carroça adiante dos burros deixarei para outra oportunidade publicar um relato sobre a construção de Adão e Eva.

Sim, esta história será narrada em outra ocasião e haverá um enredo, para ser filmado em formato de minissérie, com produção da BBC, porque muita gente tem preguiça mental e não lê coisa alguma que não seja ricamente ilustrado. Historia em quadrinhos. Ou então livro escrito em corpo de letra (fonte) 18, e o com muitos parágrafos. Texto sem vários parágrafos ninguém lê.

No papel de Criador deverá atuar um destes cientistas clonadores, que fazem papel de Deus, trabalhando com células tronco. Ou um ministro do STF, porque consta que juiz pensa que é Deus.

Voltando ao fio da meada, assim como a Globo consegue, com exclusividade, segundo alardeia no JN, acesso a laudos, e-mails, depoimentos, delações e documentos os mais diversos, também eu, utilizando meios legítimos, mas ardilosos, consegui uma cópia manuscrita, ainda não digitalizada, das normas disciplinares que seriam de cumprimento obrigatório, no local que tinha o titulo provisório de Paraíso, mais tarde conhecido como Céu.

O Paraíso era o habitat do Criador, ali ele planejava sua obra maior, mais complexa, menos compreensível e inexplicável: o Universo. Sim, a expansão do Universo era ainda um sonho, um desejo do Criador. Parece que foi bem sucedido, a dúvida seria se Ele planejou a retração fazendo tudo se transformar em um bloco compacto, carregado de energia.

Abusando da ingenuidade dele, certo dia, acho que era o sétimo, dedicado ao descanso, entrei sorrateiramente em seu “office”, não, perdão, não era chegado ainda o dia do repouso, acho que foi num momento de distração enquanto lavava as mãos sujas de barro, pois estava esculpindo uma figura que viria a chamar de Adão (sim, eu disse que seria outra história, e será).

Mas o fato é que ele nesta época a qual me refiro já fazia ideia do que pretendia e já testara vários materiais até chegar ao barro, úmido, bem moldável, para seu boneco. Ele se baseou nos bonecos de neve que viriam a ser uma praga no futuro. Não esqueçam que ele era senhor também do futuro, cabendo a Ele decidir como seria.

O primeiro ficou ridículo, mais parecia um espantalho. Mas como na natureza nada se perde, milênios depois o boneco ridículo passou a ser utilizado na lavoura, como proteção contra os pássaros. Até o corvo, tido e havido como muito esperto, cai nesta de temer um espantalho.

Muita gente que chegou até aqui já se perdeu, de sorte que lembro que estava narrando como invadi o local de trabalho do Criador.

Bem, adentrei, pé ante pé, em seu atelier, que se encontrava em desarranjo, com várias folhas de papel rabiscadas, desenhos toscos, em folhas de papiro (anos depois os egípcios iriam cultivar a planta às margens do Nilo) amarrotadas e jogadas na sesta de lixo. Eram os esboços, projetos, de como seria o Universo.


Estes exercícios, muitos anos mais tarde, inspiraram Da Vinci em seus estudos de anatomia, e de invenções as mais variadas. Tudo rascunhado.



Muitas destas folhas amarrotadas encontradas no “office” do Criador caíram em mãos de oportunistas, pois foram surrupiadas por Adão antes dele deixar o Paraíso, expulso que foi.

Alguns destes rascunhos, projetos abandonados porque as ideias iniciais mostraram-se, na prática, defeituosas (e teria que fazer recall), acabaram por causar celeumas, controvérsias, inquisições e o diabo a quatro.


Um deles diz respeito a criação do Sol e da Terra. O primeiro esboço mostrava o Sol girando ao redor da Terra (vide acima). Eu ia dizer entorno, mas fiquei na dúvida como seria a grafia correta,  junto ou separado (em torno ou entorno?).

O sujeito, esperto, que ganhou de Adão, na porrinha (ou balufa, jogo de palitinhos) este papiro com o desenho (exercícios sobre posicionamento do sol), e se  chamava Ptolomeu, achou que poderia ganhar algum dinheiro com aqueles rabiscos engraçados e ininteligíveis.

Passando do pensamento a ação espalhou aos quatro ventos que o Sol girava ao redor da Terra, e ganhou até uma relativa notoriedade que durou todo o período da antiguidade e foi até os anos obscuros da idade média.


Quando os mouros desocuparam a Península Ibérica, ou foram devidamente desocupados, e teve início o Renascimento, um polaco meio nerd chamado Copérnico resolveu questionar Ptolomeu. E inverteu os papeis da estrela e do planeta. E criou o sistema heliocêntrico.

Mas Ptolomeu se deu bem durante muito tempo, com o seu geocentrismo. Dizem ser possível enganar muitos muito tempo, mas não todos todo o tempo.

Perdi-me na narrativa, misturando alhos com bugalhos e distanciando-me do mote da matéria que eram as regras do Céu. Nada de muito especial, e quase tudo dedicado a “deveres” e muito pouco a “direitos”, como em algumas convenções de condomínios.

As mais conhecidas eram: proibido pisar na grama, ou seja, aquelas vastas planícies verdejantes (como encontráveis hoje na Escócia) não poderiam ser utilizadas para piquenique.

Não se sabe o porquê, mas é presumível que o gramado estivesse destinado a partidas de futebol depois que todos os títulos de sócios estivessem com os seres que ele criaria, de barro, fibra de vidro ou de carbono (que já estava em fase de teste de durabilidade). Ou seja os herdeiros e sucessores de Adão e Eva & Cia. Ltda.

A mais discutida das regras era a da proibição de comer maçã. Podia chupar, mas o prazer não era completo e de mais a mais Eva e Adão (leia atentamente pois não é "éviadão"), já haviam chupado muita manga fiapuda e cana do brejo.

Notas explicativas:
1) Estou encerrando porque senão o post ficará muito grande.

2) Como eu já existia antes de Adão, que ainda era um amontoado de barro, e consegui entrar no atelier do Homem? Simples, eu era o protótipo do Pinochio, brinquedinho favorito Dele, e ganhei vida repentinamente na hora de um espirro d’Ele. Daí o acesso privilegiado.

3) O escritório era tratado de “office” porque olhando para o futuro o Criador viu o que daria na construção de Babel, ninguém se entendendo, e o  inglês viria a ser um idioma quase universal em virtude do fracasso do esperanto.

4) Quando Stanislaw Ponte Preta compôs o “Samba do Crioulo Doido”, foi festejado, aplaudido, foi gravado e ganhou disco de ouro.

5) Este texto é uma síntese de quantas bobagens a gente memoriza, sem ter necessidade. De que me serve saber que a Idade Média terminou com a expulsão dos turcos da península Ibérica? Que foi durante a Renascença que artistas como Michelangelo, Da Vinci e outros apareceram? Que Da Vinci foi, e é até hoje, uma das grandes personalidades da história da humanidade (pintor, escultor, inventor). Que consta que a Torre de Babel foi construída inclinada, por defeito, porque os trabalhadores, vindos de várias partes, falavam línguas diferentes? Que Ptolomeu era o autor da tese do geocentrismo e Copérnico corrigiu tudo pondo as coisas em seus devidos lugares. Que este Ptolomeu não é o que tem inscrito na Pedra de Roseta, um decreto seu, em três diferentes formas de escrita, o que permitiu a Jean-François Champollion decifrar os hieróglifos, que é uma das três formas usadas na pedra. Ela (pedra) está exposta no Museu Britânico.

Aprendi que o Egito é uma dádiva do Nilo, segundo Heródoto (pai da história) e nas suas margens, entre outras coisas, plantavam o papiro. Li e reverencio Millôr pela cultura, inteligência e humor cáustico (R.I.P). Falei dos corvos, aves espertas capazes de artifícios incríveis para comer. 

Pois é, aprendi tudo isto e, ao fim e ao cabo, não ganhei dinheiro no "Show dos Milhões" do Silvio Santos. Não pediria a ajuda dos universitários.

6) Muita gente está achando este texto ridículo, pobre de imaginação, herético, sem inspiração, mal redigido. Está certo, aceito o julgamento. Mas quero ponderar fazendo um desafio: tenta fazer algo melhor. Mais erudito, mais criativo e original.
Há anos ganhei um livro do Sidney Sheldon. Não passei da página 13. Quando meu filho em telefonema me perguntou se eu gostara respondi que não e não consegui ler até o final. E expliquei que seria fácil fazer sucesso e bater recordes de venda apelando para o inverossímil como o autor.
Explico: há uma passagem em que o personagem, em alto mar, num pequeno barco, vê-se  cercado de tubarões. Entre em pânico e o que faz? Pega uma lata de sardinha, abre e a tampa retirada fica com os bordos como uma faca. Ele corta o dorso de um dos tubarões que se aproximou do barco. O sangue jorrou e os outros tubarões  atraídos pelo sangue foram devorar o ferido deixando em paz o personagem até que chegasse a costa africana.
Quando disse para meu filho que assim era fácil escrever romances, ele me respondeu: tenta!

32 comentários:

Jorge Carrano disse...

O historiador, professor e escritor Leandro Karnal acha que Deus sofre do mal de Parkinson, porque escreve direito por linhas tortas.

Jorge Carrano disse...

O tenta, desfiador, de meu filho, significando dizer que até para escrever bobagens tem que ter talento, ficou registrado. Mas discordo.
O que é, para você, um bom romance, uma boa crônica, uma boa resenha, uma boa novela, um bom enredo?
Forma e conteúdo. Princípio, meio e fim.
E as frases consagradas: o estilo é o homem (conde de Buffon). O meio é a mensagem (Marshall McLuhan).

Recorro, de novo, a Lecrerc: “A natureza é racional e revelará seus segredos àqueles que aprenderem a ler e a entender sua linguagem.”

Jorge Carrano disse...

Atento leitor esclarece:
"no entorno" significa "próximo a"​, não tem conotação de "movimento". É "em torno" mesmo...

Não declinarei seu nome, porque ele sempre reivindica remuneração pelas correções que faz. Hoje fez algumas.
Obrigado, e lamba!

Anônimo disse...

O autor é ruim de texto, mas é bom de notas explicativas (he he he he)

Ana Maria disse...

Recordei do Samba do crioulo doido do Sérgio Porto. Excesso de informação faz mal à saúde mental, principalmente as informações mal digeridas.

Riva disse...

Você diz que se perdeu na narrativa algumas vezes, e eu me perdi na leitura .... na 3ª tentativa consegui acabar de ler o texto. Vou agora para as notas explicativas, para ver se o Anônimo tem razão.

Jorge Carrano disse...

Isso já é má vontade. Mais claro só o Ulysses, de Joyce.

Jorge Carrano disse...

Depois de um mês fora das quadras, Sharapova retorna em alto estilo, virando um partida difícil, que começou perdendo.
Sua plastica continua em forma, já o jogo dá sinais de fadiga, de fim de performance em alto nível.

http://espn.uol.com.br/noticia/552798_apos-quase-um-mes-sem-jogar-sharapova-vence-radwanska-em-estreia-no-finals

Riva disse...

Mais um excelente texto !

O que está havendo com você, amigo ? Não escrevia assim antes, pelo menos não lembro de ler textos tão bons assim sob sua pena, ou dedo ... é você mesmo, ou está rolando um "ghost writer" ? rsrsrsrs. Segue a mesma linha do "Recadastramento".

Eu ia te perguntar como vc conseguiu surgir antes do Adão, mas vc elucidou o mistério nas notas explicativas. Muito criativo.

Essas idéias para os posts surgem dormindo, no chuveiro, ou naquele momento de total concentração escatológica ? Sim, porque tem que haver uma LUZ, para a gente correr para a pena ou o teclado.

Quando eu tinha minha banda de rock, e compunha muito, deixava sempre um caderninho no "criado mudo", e a aparelhagem de gravação pronta para rodar a qqer hora da madrugada, porque a idéia ou inspiração não podia esperar.

E você ?

Carlos Frederico disse...

Desculpem-me, eu não bebi o suficiente para entender nem texto nem bula.
Vai daí, pus-me eu mesmo a escrever sandices, que serão publicadas em breve (rs rs).

Jorge Carrano disse...

Comecemos pelo Freddy,
Pela parte que me toca, obrigado pelas sandices. Confesso que este adjetivo foi além das minhas expectativas. Cheguei até e bobagens.

Riva,
Pecou pelo exagêro nos encômios. Como no personagem, pároco feito pelo Jô Soares: "menos Batista".
Respondendo sua pergunta: é diarreia mental mesmo. Tem cura (rsrsrs).

Jorge Carrano disse...

Riva, Volto ao seu generoso comentário para fazer justiça. A você. No passado, nos primórdios do blog (2009), tentei fazer posts bem-humorados, irreverentes, sobre crendices e religiosidade. Poderá ser constato utilizando o endereço ao final, como mero exemplo. Acontece que o blog não tinha seguidores/leitores, com boa cultura geral, bom nível de informação, disponibilidade mental para ler com atenção e poder formar juízo de valor. E bom-humor. Assim como, por exemplo, tenho você hoje. Levei muitos pneus e abandonei a ideia. http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2009/12/os-santos.html

Carlos Frederico disse...

Se trocar sandice por fantasia melhora?
<:o)

Jorge Carrano disse...

Freddy,
Fiquei surpreso porque você já foi mais tolerante e paciente com as sandices que perpetro aqui, valendo-me da gerência do espaço.
Revendo posts antigos localizei um que, através de comentário, você levou na esportiva. E até debateu.
Quem teria mudado? Eu ou você?

http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/10/mais-santos.html

Carlos Frederico disse...

Carrano,
Empenhado que estive em escrever minhas próprias loucuras para o futuro post, li e reli mas confesso que ainda não consegui juntar tico com teco.
=8-)

Anônimo disse...

A dificuldade não está no texto (he he he he).

Jorge Carrano disse...

Mas você mesmo gostou mais das notas explicativas, caro (a) Anônimo (a).

Kayla disse...

Rapaz!!! Só sendo muito lúcido para escrever essas sandices. ashuashuashua
Nota 10 para você. No meio de tantas verdades escancaradas na Veja e na internet, quando eu já estava pirando de frustração, você me aparece com esses textos deliciosamente irreverentes.
Viajei na maionese, querendo também invadir o escritório do boss e dar uma mexidinha na criação.
Como esperar coerência se a prova do ENEM é um exemplo de viajandão?
Se puder continue nessa linha pra deixar doidos os mais reacionários.
kisses.

Jorge Carrano disse...

Ah! Kayla. Você não avalia o bem que suas palavras me fazem. São reconfortantes.
Estava me sentindo péssimo, o último dos escribas, não conseguindo me fazer entender, escrevendo coisas ininteligíveis.
Ainda bem que para cada Freddy há uma Kayla e um Riva.
Obrigado, ambos acabam de ganhar uma assinatura anual do blog.

Carlos Frederico disse...

Sou muito cartesiano, isso atrapalha.
Porém, continuo tentando!

Por exemplo, no item 5 das notas explicativas, cheguei a pensar que o trem tivesse descarrilado. Tal negação das "bobagens" que a gente aprende em história só podia partir de um adepto do lulopetismo, para o qual cultura não serve pra nada. E o blog manager não é!
E aí? Deu nó no cérebro...
<:o)

Jorge Carrano disse...

Confessa Freddy. Quantas das bobagens enumeradas no item 5 você sabia de memoria?

Jorge Carrano disse...

O motivo da negação ficou claro para quem leu atentamente:
Pois é, aprendi tudo isto e, ao fim e ao cabo, não ganhei dinheiro no "Show dos Milhões" do Silvio Santos. Não pediria a ajuda dos universitários.

Riva disse...

Reli Os Santos,de 2009, que confesso não me lembrava.

Realmente na mesma linha, e levaste um pneu ! rsrsrs. Um texto excelente também.

Kayla, vai lá ler esse também. Esse é o Carrano que queremos rsrsrsrsrs !

Carlos Frederico disse...

Ao reler "Os Santos" de 2009 me lembrei que cheguei a lê-lo alguma vez. Não me ocorreu fazer nenhum comentário, mas agora vi que ele resolveu uma dúvida minha, sobre o nome de um dos trabalhadores da Siemens que participaram da montagem da central de telex em que trabalhei: Jiri (com circunflexo ao contrário no r) significa Jorge! Falou!

No "Mais santos" de 2013 parece-me que Riva soltou uma pergunta que ficou no ar: "- Por que reencarnação passou a ser importante para alguns descrentes?"

Onde ele queria chegar ou quem ele pretendia cutucar?
Mistério...
<:o)

Anônimo disse...

Buffon é goleiro da Juvetus, de Turim (he he he he ).

Jorge Carrano disse...

Anônimo,
Lamento, mas você está no blog errado. Tente ESPN, FOX Sports, Sport TV.

Se é uma piada, é fraquinha. Já estava pronta.

Riva disse...

Carrano, não deve ser o mesmo Anônimo, porque entrou no anonimato errado, fora do contexto, ou foi tomar uma e descarrilou na volta à mesa da Berê. E eu não conheço nenhum time chamado Juvetus ..... rsrsrs.

Engraçado esse verbo descarrilar. A adolescência inteira ouvi falarem descarrilhar. Da mesma forma, basculante sempre soou como basculhante. Peças portuguesas .....

Freddy, boa percepção a sua na releitura de "Mais santos". Fiquei no vácuo com a minha cutucada rsrsrs.

PS : aquela ratazana ainda está na Câmara ?

Jorge Carrano disse...

Riva,
Nunca se sabe, esses Anônimos têm muitas legiões e combatem em todas as frentes, escudados exatamente no anonimato. Assim não são alcançados por nossas flechas (rsrsrs).
No caso específico, todavia, darei a este Anônimo (sendo ou não o mesmo), o crédito do acerto no alvo, com o nome do clube grafado errado.
Imagino que ele se refere a Juventus (a velha senhora) clube italiano e a seu veterano goleiro (também da seleção italiana), de nome Gianluigi_Buffon.
No segundo comentário lá acima, mencionei o conde de Buffon.
Depois mencionei o Lecrerc.

Riva disse...

Claro que é a Juve de Turim - são os famosos teclados traíras, como o meu.
Estou espetando o cara pra ver se ele reage.
Mas ele absorve bem as pancadas ... rs.

PS : está bombando no Twitter a hashtag #Lula70 .... bem de acordo com 70 anos de xadrez, que ele merece.

Anônimo disse...

Já avisei que sou anônimo e não anônima.
E não sou o que comentou em sistemas cognitivos ou coisa parecida. Não entendo chongas daquilo.
Vou passar a usar um sinal característico ao final de meus comentários para me diferenciar.

Jorge Carrano disse...

Chonga é de meu tempo de criança. Ou de guri, como diria a sumida Alessandra. Há anos não ouço ou leio.

Cuidado com o sinal que vais escolher (rsrsrs)

Carlos Frederico disse...

Antigamente eu usava muito patavina, chongas ou pirongas. Hoje em dia é porra nenhuma. É tão comum a expressão que já existe abreviatura reconhecida nacionalmente: PN.

Com relação a anonimato, até hoje não consegui entender porque a necessidade de se esconder. Decerto escritores costumam usar pseudônimos com receio de serem ridicularizados por seus toscos textos. Contudo, nesse espaço seria realmente necessário manter anonimato? Sei não...

Em tempo, há quem use pseudônimo no G. E. por mero diletantismo, mas sua identidade não é desconhecida...