31 de maio de 2015

Hoje é domingo, pede cachimbo...

Hoje é domingo
Pede cachimbo
O cachimbo é de barro
Que bate no jarro
O jarro é de ouro
Que bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente  é fraco
E cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo!

Que bobagem, não? Entretanto as crianças que memorizavam isto eram incentivadas a recitar para os padrinhos, tios e outros visitantes.

Por que me lembrei disto? Simples. Hoje é domingo.

É dia, voltando a hoje, 30 de maio, de caminhar no calçadão na esperança de ver as tartarugas na curva da Itapuca. A garça solitária na Pedra do Índio e desfrutar da brisa marítima propiciando temperatura amena, civilizada.

Vamos comer feijoada feita pela Wanda, que desde ontem já frequentou o fogão (a feijoada, não a cozinheira) para ficar bem encorpada, e naquela cor marrom que o feijão de boa qualidade assume quando cozido com as carnes mais tradicionais.

Para quem está pensando que foi sacanagem minha botar a mulher na cozinha num domingo fazendo feijoada para filhos e noras, alerto que está muito enganado. Foi sugestão dela, dizendo-se com saudade do prato. Mas sei que o que pesa mesmo é ter os filhos a sua volta. Fica como pinto no lixo.

Ontem tivemos decisão de algumas copas nacionais na Europa:
A Juventus já conquistara a italiana semana passada (já conquistara o título italiano da temporada).

O PSG levou o título da Copa da França ao vencer o Auxerre (da segunda divisão) por 1X0 (também já conquistara o campeonato francês de 2014/2015).

Na Espanha deu Barcelona, tambérm campeão espanhol edição 2014/2015. Ganhou do Athletic Bilbao, por 3X1, sendo que um dos gols do Messi (que fez dois) foi uma obra de arte, cujo filme deveria ser exibido no Louvre.

E na Inglaterra deu Arsenal pelo segundo ano consecutivo (bicampeão da FA Cup). Foi terceiro colocado na Premier League 2014/21015. 

Na Alemanha os lobos do Wolfsburg vencendo o Borussia Dortmund por 3X1, conquistaram a Copa da Alemanha. Decepcionante temporada do Borussia.

No próximo sábado será jogada a final da Champions. De um lado Barcelona, do outro a Juventus. Ambas as equipes podem conquistar a tríplice coroa, porque ganharam os campeonatos nacionais e as copas de seus respectivos países.

Ontem, nas decisões de Copas, brilharam jogadores sul-americanos, que fizeram gols por suas equipes europeias: Alexis Sánchez (chileno, do Arsenal); Cavani (uruguaio do PSG); Luis Gustavo (brasileiro, do Wofsburg); Neymar e Messi (brasileiro e argentino, do Barcelona).

Uma pena acabar a temporada de futebol. Agora só mesmo em agosto, porque para mim, futebol se joga, atualmente, na Inglaterra, na Espanha, na Alemanha, na França e na Itália.

Um pouco melhor e mais disputado num ou outro destes países, mas de qualquer sorte o pior deles é melhor do que o nosso.

30 de maio de 2015

Comida tem moda?

Tem sim senhor.  Na minha infância, feijão com arroz, bife e batata frita era o que havia de mais gostoso e, ao mesmo tempo, nutritivo. Combinava tudo, proteína, carboidrato, ferro, vitaminas, etc. E sabia bem ao paladar, mesmo das criança, por causa da batata frita.


Aos domingos, com meu pai em casa, não era dispensada a tradicional macarronada com frango ou lagarto recheado e assado. Não era uma massa qualquer, era o talharim fresco, comprado ou na "Esportiva" ou na "Loja Central", ambas no centro da cidade.

A massa estava ainda mole e era posta a endurecer ao sol.

A sobremesa, então nossa preferida, era compota de pêssego com creme chantilly. Era moda.

Quando comecei a trabalhar e comer fora de casa,  o salario curto levava-me, como regra geral, ao trivial do cardápio. A variação dos pratos dependia mais do clima. No inverno eram uns,  no verão outros. E tinha o Bob’s com seus  “Salada de atum” e “Presunto com ovos” que os atendentes pronunciavam algo como romanegue.

Quem não lembra (se tiver mais de 65) do surgimento do "galeto ao primo canto", que virou febre e me levou até São Conrado onde foi aberto um restaurante especializado na iguaria (na época). E nós, os casais que fomos até lá, não tínhamos automóvel. Era uma maratona chegar ao local. 


Nos restaurantes mais populares, mas não os de  “prato feito”, as sobremesas eram, invariavelmente, as mesmas: pudinzinho de leite, goiabada com queijo, salada de frutas  e, eventualmente, sorvete.






Nas recepções e festas nas empresas os pratos eram ou coquetel de camarão ou médaillon de filet mignon.









E nos motéis, o prato mais solicitado, por escolha das damas, era camarão empanado com arroz a grega (rs).



29 de maio de 2015

Revolta e Confissão

Caminhando por ruas do centro da cidade, o que se constata, com certa tristeza e preocupação, é que nas portas das lojas, ora fechadas, no lugar dos letreiros com os nomes dos estabelecimentos ou anúncios dos produtos ou serviços oferecidos, o que se vê são cartazes e placas assim: “Passa-se o ponto”; Liquidação para entrega das chaves” ou “Aluga-se”

Em contrapartida, nas calçadas o número de ambulantes não para de crescer. Vendem de tudo, sem pagar impostos, e furtando energia fazendo os apelidados “gatos”. E vendem produtos furtados e contrabandeados, sem qualquer controle das autoridades.

Emporcalham a cidade e atravancam o livre trânsito nas calçadas, obrigando as pessoas a caminhar como caranguejos, meio de lado.

Até comida vendem impunemente. Vez ou outra uma "ôtoridade” aparece, não para fiscalizar ou coibir, mas para pegar uma graninha, um cala boca.

Acontece, até, de fazerem alarde pontualmente, para iludir a população. Os jornais noticiam blitzes (aportuguesado)*, fotografam os fiscais  agindo e, naquele dia, os camelôs somem.

Para reaparecerem no dia seguinte, nos mesmos pontos. Há quem diga que  é melhor  ter estes ambulantes do que assaltantes nas esquinas. Que tristeza, não é não? Lembro  do Paulo Maluf, governador de  São Paulo, em apelo aos estupradores que depois assassinavam suas vítimas: “Estupra, mas não mata”.

Temos a seguinte opção
1) Conviver com a venda de produtos contrabandeados, ou roubados, de qualidade duvidosa, sem garantia, que não geram impostos e reduzem o movimento no comércio legalizado. Que por sua vez ou fecha as portas, ou atrasa o pagamento de impostos, ou reduz o número de empregados.

2)  Proibir ou disciplinar o comércio ambulante (ambulante de lugar fixo?) e os camelôs não terem alternativa senão virarem traficantes, trombadinhas ou assaltantes mesmo.

O governo do PT é o único culpado deste estado de coisas? A resposta honesta é que não, eles agravaram o problema, aprofundaram as raízes do mal.

Precisamos tomar vergonha na cara e deixar de comprar em camelôs, e  escolher melhor os representantes do povo nas câmaras e assembleias. E mais critério ainda na escolha de parlamentares que integrarão o Congresso Nacional.

Vou fazer uma confissão. Dois velhos amigos, um do tempo de infância, da escola primária, e outro dos bancos universitários, os dois também amigos um do outro, em oportunidades diferentes candidataram-se a função de vereador em Niterói.

Só para situar, esclareço que ambos, em oportunidades distintas, ajudaram-me muito,  em nome da nossa camaradagem.

Quando um deles postulou a vereança coincidiu de eu me mudar para São Paulo. Assim fiquei livre de votar nele e, pior, se eleito, ter que declinar do cargo de “chefe de gabinete” que ele apregoava seria meu.

Quanto ao outro não tive escapatória. Votei nele e, pior, consegui mais três votos.  

É preciso deixar claro que quando nos conhecemos éramos crianças, que crescemos e viramos adolescentes que bebiam chopp juntos. Era um rapaz educado, cuidadoso com a aparência, namorador, enfim, normal para os padrões daquele tempo. Estou falando dos anos 1940/1960.

O tempo passou e nossas vidas tomaram rumos diferentes. Perdemo-nos nas brumas do tempo.

Reencontramo-nos quando retornei de São Paulo, para onde meu destino me levou. Já então casado e com filhos.

Ele apareceu candidato e pediu meu voto e dos familiares que eu conseguisse conquistar.

Estava me reinserindo nas coisas da cidade, reencontrando antigos amigos, e ouvi rumores que ele não era muito correto na função que então desempenhava. Parece que, servidor público, não resistiu à tentação do ganho fácil com fraudes.  Era o que constava.

Na minha história, na minha vida, fora um personagem diferente, que me ajudou quando precisei. E parecia honesto e responsável.

Não sem um certo mal-estar decidi votar nele e pedi aos meus filhos e mulher que o fizessem. Felizmente ele não se elegeu. Quitei meu débito de reconhecimento pela ajuda no passado e fiquei bem na fita.

Mas quando ele me telefonou, na eleição seguinte, convidando-me para um jantar em sua casa, em homenagem ao Roberto Jefferson (aquele mesmo), pude declinar do convite e até pilheriar : me deixa fora desta.

Estou confessando que votei de forma irresponsável uma vez, porque no fundo não queria acreditar que aquele meu amiguinho de infância tivesse se transformado num corrupto. Mas errei. E fui anistiado porque ele não se elegeu. Como o primeiro que aludi.

Voto é coisa séria. É preciso usar corretamente. E comprar em camelôs é tiro no pé. Nem vou falar do absurdo que são os "desmanches" (ferro velho) e "compra de ouro" que são receptadores de roubos. Ficará para outra oportunidade.

Nota do editor: Blitz é abreviação da palavra alemã blitzkrieg, que significa “guerra relâmpago”.

http://www.portuguesnarede.com/2008/07/qual-o-plural-de-blitz.html

28 de maio de 2015

Pena de morte é pouco

Passo pela cozinha, em direção à área de serviço, para acender o gás a fim de tomar meu banho matinal. São 7:30 h, aproximadamente.

Ouço o noticiário no rádio que minha mulher liga todas as manhãs, enquanto prepara nosso café.

Um animal (não há outro nome a dar), em São Gonçalo, estuprou um menina de 5 anos e depois ateou fogo na mesma. A repórter falava de 70% do corpo queimado.

Pena de morte é pouco para um verme (achei outra palavra) desta espécie. A pena, a meu juízo, seria amputar seu pênis, prepara-lo empanado e faze-lo comer inteirinho, a titulo de ultima refeição antes de executa-lo com tiro na nuca, forca, cadeira elétrica, o que tiver  custo mais baixo.

Hipócritas de vários matizes são contra a pena capital. Pergunto o que esperam de um desqualificado desta espécie? Perdão amigos que são contra a pena de morte, qualquer que seja a motivação, mas acho hipocrisia mesmo. Fazer o quê?

Podem, em contrapartida, dar-me o rótulo que bem entenderem.

Ah! Dirão que só Deus pode tirar o que deu, monocórdio  discurso de religiosos de vários credos. Se Deus estivesse metido nisto não deveria ter permitido a barbaridade cometida pelo animal. Deus assim eu dispenso.

Outros alertarão para o erro judiciário. Que erro? Este caso, e outros semelhantes,  prescinde de julgamento. Pena que aqui não possamos apedrejar o maldito, como em alguns países.

Estou escrevendo no dia 27, pela manhã. Desconheço, portanto, o desdobramento do caso. Se a menina faleceu ou não. Fico me perguntando se depois de um trauma deste, aos cinco anos, e com sequelas de queimadura em todo o corpo, esta criança tem chance de uma vida feliz?


Nota do editor: há um e-mail circulando com fotos do marginal que tem 15 anotações criminais, porque a hipocrisia não permite a divulgação das fotos na mídia tradicional porque o delinquente é menor de idade. Mas é preciso que todos vejamos a cara dele para podermos nos defender, já que ele estará a solta. A família é beneficiária do bolsa família.

27 de maio de 2015

Power Wall




Por
Carlos Frederico March
(Freddy)








Na coluna Vida Digital do Pedro Doria no Globo de 05/05/2015, foi noticiado que o empresário Elon Musk fez o que foi considerada a melhor apresentação já feita de um novo produto.  O elogio partiu do Vale do Silício, o que não é dizer pouco.



Elon Musk é dono e/ou co-fundador de importantíssimas empresas, tais como:
Tesla - fabricante de carros elétricos
SpaceX - mercado de foguetes espaciais
SolarCity - arrendamento de  painéis solares de baixo custo
PayPal - sistema de pagamento via internet
Tesla Energy - a nova companhia, que produzirá... baterias!

A coisa é visceral do ponto de vista estratégico. Como sabemos, produzir energia é assunto que leva os países produtores e consumidores a comportamento extremo como, por exemplo, guerras. A bola anterior nesse imenso jogo de interesses era (ou ainda é) o petróleo, tendo como coadjuvantes as hidrelétricas e usinas nucleares, mas a bola da vez tende a ser uma fonte qualquer ecologicamente correta e sustentável - e de preferência barata.

Fala-se de energia eólica, de aproveitamento das marés, do uso de biomassa... Todas são tentativas infrutíferas de esconder a verdade que está exposta ao mundo, só falta admitir: a ENERGIA SOLAR. Gratuita, inesgotável (do ponto de vista prático), disponível no mundo todo. Em alguns lugares mais que em outros, mas o ditado já avisa: o Sol nasce para todos!  

Geração alternativa de energia já foi tema de um post. Havendo interesse, favor consultar a referência 1 ao final deste texto.
A situação atual, contudo, não é das melhores... Mesmo que se invista na captação de energia solar, e as novidades vêm chegando velozmente com as pesquisas na área, um gargalo tem sido “como armazená-la para uso?” Quem tem celular, tablet, laptop, sabe o quão importante é uma bateria de vida longa.

O mercado de carros elétricos, outra bola da vez, tem caminhado mancando porque a autonomia atual das baterias é insuficiente. Para aumentá-la o carro fica extremamente pesado. Não bastasse,o preço ainda é elevado por conta da baixa demanda.

O que Elon Musk inventou, então, que virá revolucionar esse segmento? A “Power Wall” (Parede de Energia), uma bateria com imensa capacidade de armazenamento.  Pode ficar pendurada interna ou externamente, individualmente ou em grupo, podendo mesmo ser embutida numa parede.






No momento, estão em linha de montagem (com fila de espera já entrando 2016 adentro) dois modelos caseiros com propostas diferentes:
- 7 kWh, suportando 5.000 recargas e custando US$ 3000
- 10 kWh, suportando entre 1.000 e 1.500 recargas e custando US$ 3500.
O modelo de 10kWh consegue abastecer uma residência americana média e está sendo testado num programa piloto em 500 casas na Califórnia.

A intenção inicial de Musk ao projetar a Power Wall era instalá-la em garagens para abastecer carros elétricos (não perca de vista que ele é proprietário Tesla, fabricante de carros elétricos), mas logo percebeu o alcance de seu invento.


Siga o raciocínio: instalada como parte de um sistema de captação e geração de energia através de células ou painéis solares, a alta capacidade de armazenagem da Power Wall tornaria virtualmente gratuito todo o futuro consumo de energia do feliz proprietário do sistema! Conta de energia zero! Iluminação, eletrodomésticos, equipamentos de comunicação e informática, automóveis, ciclomotores... Tudo oferecido gratuitamente pelo astro-rei!

Amplie o conceito para pequenas e médias empresas. Monte bancos de bateria Power Wall conjugados a sistemas de painéis solares e nunca mais precisaria pagar um centavo pelo consumo diário de energia, que hoje é vendido a peso de ouro por ser derivado de petróleo, hidrelétricas, vento, materiais radioativos, etc.

Com a disseminação do processo de fabricação em escala industrial, a natural disputa do mercado consumidor iria produzir soluções cada vez mais eficazes e baratas. Sim, ainda vejo um empecilho no uso da Power Wall, que é a relativamente baixa capacidade de recargas sucessivas, principalmente no modelo de 10 kWh, o que exigiria a reposição periódica dessas baterias - custos!

Outra evidente necessidade do mercado seria baterias capazes de alimentar não somente pequenas casas e negócios, mas empresas bem maiores. De fato, a Tesla  Energy também atacou esse segmento através do modelo chamado de “PowerPack”, com capacidade de armazenamento de 100kWh a um preço estimado em US$ 250 / kWh. Como de hábito, o crescimento da demanda fará esse preço cair.

Mas... Já perceberam quem esse homem está peitando? “Só” a atual economia mundial inteira! O que dizer da vida do nosso estimado Elon Musk? Na bolsa de apostas de Londres não valeria um centavo! Não demoraria e ele estaria conversando com as raízes das árvores. Ou servindo de alimento para os peixes.  

Mas há alternativas e Elon Musk tem uma inteligente maneira de se manter vivo. O conceito já foi abordado numa série de ficção científica escrita por Robert A. Heinlein e compilada pelos editores como “A História do Futuro”. Já até escrevi sobre um de seus livros: “Amor sem Limites”, mas não cheguei a comentar o uso de energia gratuita, que é cotidiano nessas histórias. Havendo interesse no livro, favor consultar as referências 2 e 3 ao final deste texto.

A solução: como já vem fazendo com os desenhos de seus carros elétricos Tesla, ele decidiu divulgar o projeto ao mundo no chamado padrão “open source”. Ou seja, qualquer empresa, pequena, média, grande, poderá fabricar sua Power Wall sem lhe pagar um tostão de royalties. A tecnologia está sendo deliberadamente divulgada como domínio público.

O futuro bate sorridente à nossa porta. Nossos filhos e netos usufruirão de um mundo sem poluição química por resíduos energéticos. Olharão para o passado e se perguntarão como é que conseguíamos viver num mundo tão primitivo, poluído  e dependente de cartéis de produção de energia.

P.S.: Elon Musk voltou a ser notícia por ter peitado o ensino escolar regular e criado uma escola experimental para seus filhos, com um público ainda restrito: a Ad Astra. O objetivo dessa escola é ter um currículo adaptável às aptidões individuais das crianças,  em contraste com formatá-los a uma grade de ensino pré-estabelecida. Coisa de bilionário excêntrico, mas faz sentido. E como!

Referências do texto:
(1) Energia Alternativa no Brasil
http://www.jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/02/energia-alternativa-no-brasil.html
(2) Amor sem Limites - I
http://www.jorgecarrano.blogspot.com.br/2014/05/time-enough-for-love-i-amor-sem-limites.html
(3) Amor sem Limites - II
http://www.jorgecarrano.blogspot.com.br/2014/05/time-enough-for-love-ii-amor-sem-limites.html


Imagens colhidas no Google

25 de maio de 2015

Os diamantes são eternos

Já deu até titulo de filme do agente 007. O titulo original é “Diamonds are forever”. O filme é de 1971, o último  em que o famoso agente que tinha licença para matar foi interpretado pelo bom ator Sean Connery (uma pena).

Bem, tirante os diamantes, nada mais é eterno ou será eterno. Isso é um alívio, se vocês captaram minha intenção. As entrelinhas.

Nem mesmo o amor, na poesia de Vinicius, é imortal: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.”

Se até o infinito é finito, pois só é infinito enquanto dura, porque o PSDB não poderia mudar de opinião, já que opinião é coisa finita, não é  imortal, não  é eterna, como os diamantes. Só estes são eternos.

Logo, o PSDB, que inventou o “malsinado fator previdenciário”, pode perfeitamente mudar de opinião (que não é para sempre), e agora criticar sua cria e votar contra a manutenção do garrote aplicado nas aposentadorias.

Na minha opinião, e morrerei repetindo isto, a mais vergonhosa mudança de opinião ocorreu no “Grupo Globo” quando, em editorial publicado em seu veículo impresso, declarou arrependimento por ter prestigiado, apoiado, ajudado a sustentar a revolução militar de 1964.

Teve muito mais de 40 anos para manifestar esse “arrependimento”, mas só o fez quando teve certeza de que aqueles militares agora vestem pijamas e os mais novos estão na caserna sem intenção de interferir em política porque viram o preço alto que seus colegas de farda, aqueles mais antigos, estão pagando, sendo açoitados e acusados disso e daquilo.

A “Madalena arrependida”, agora cospe no prato que comeu e nos seus noticiários acusa os governos militares de ditaduras. Coisa que não dizia enquanto os militares estavam vivos. É mais ou menos como o que faço com Dilma, e você leitor, também. É impublicável o que digo dela à sorrelfa, no aconchego de meu lar, entre quatro paredes.

Mas quando ela passar para a história como um desastre, um pesadelo para o Brasil, pior do que fenômenos atmosféricos destruidores, como  tsunamis, terremotos ou vulcões, sairei as ruas para bradar aos quatro ventos tudo o que ela e sua gang estão fazendo. Mas, já então, fizeram, porque não sou trouxa.

Dirão aqueles poucos, mas fieis leitores deste blog, que já critico o PT, Lula e Dilma.  Sim, é verdade, mas o que não sabem é que sou capaz de  dizer muito mais.

A charge abaixo retrata muito bem o governo Dilma; seja pelo equívoco na política internacional, seja pela política de saúde de seu governo.





24 de maio de 2015

Tradição, requinte e elegância

Alguns lugares, eventos ou competições, são tidos e havidos como exemplos de tradição, de elegância dos frequentadores e do requinte da cerimônia.

Assim é, por exemplo, o Royal Ascot, grande prêmio de turfe disputado na Ascot Racecourse, inaugurada em 1717, na cidade de Ascot, na Inglaterra, próximo ao palácio de Windsor.





No Principado de Mônaco, outra tradicional competição desportiva, também de velocidade, só que sobre rodas, também reúne a nobreza e magnatas, na elegante e luxuosa cidade-estado.


Trecho da pista, na verdade via pública adaptada para a competição

Maior concentração de iates por metro quadrado
Em Paris, se você tem grana suficiente e quer desfrutar de conforto, sofisticação e tradição, hospede-se no Plaza Athénée. Fica próximo da Torre Eiffel e da Av. Champs-Elysées




Volto a Inglaterra, para fazer referência a troca de guarda no  Palácio de Buckinham. A tradicional cerimônia, que ocorre na principal residência da soberana, desde 1837, quando para lá se mudou a rainha Victória, acontece diariamente no mesmo horário. Mas a “The Queen’s Guard” existe desde 1660, com a missão de dar proteção à família real.

É programa obrigatório em Londres, assistir esta cerimônia impregnada de  pompa e circunstância. Realmente vale a pena. No verão a guarda está trajada de vermelho, no inverno de cinza.



Permanecendo na Inglaterra e voltando as competições esportivas, vale comentar o Torneio de Wimbledon, o mais antigo do mundo, criado em 1877, tradicional disputa  que reúne os maiores tenistas de cada época, e que me acostumei a acompanhar desde  Gabriela Sabatini, passando pela Maria Sharapova e, agora, com a canadense, musa do momento: Eugenie Bouchard.


Eugenie Bouchard

Gabriela Sabatini

Maria Sharapova
Os mais maldosos dirão que eu não gosto de tênis, gosto é de mulher bonita: errado e certo.

As regras do torneio, um dos 4 do Grand Slam, ainda exigem a predominância do branco nos uniformes do contendores. Fica mais chic mesmo. Tradição é tradição.



Tive oportunidade de fazer visita guiada ao Palácio Real de Madrid. Luxuoso, muito bem conservado, elegante, e pude ver o salão de refeições para recepções especiais.

O episódio lembrado pelo guia, foi o “bolo” que Fernando Henrique Cardoso, então presidente do Brasil, deu no rei Juan Carlos, faltando a um jantar em sua homenagem. Acho que foi quando da morte de Luis Eduardo Magalhães,  filho de Antonio Carlos Magalhães, político baiano que exerceu vários cargos públicos

Palácio Real de Madrid - fachada

Palácio Real de Madrid - salão de refeições de cerimônia
Assim, com estas imagens bonitas de lugares sofisticados, colhidas através do Google, dou por cumprida a missão de deixar de lado, neste domingo, as agruras, as mazelas e os absurdos do dia-a-dia, relacionadas a insegurança reinante, a política nojenta e pegajosa, a inflação crescente, a falta de emprego e... chega.

                          BOM DOMINGO!

23 de maio de 2015

Imagens e sons

Este vídeo que poderá ser assistido usando o link a seguir, foi gravado na porta da casa do ex-marido da presidente, em Porto Alegre.

Recebi de duas fontes diferentes, no dia 14 e hoje,  e esperava a oportunidade de divulgar.

Como hoje publico apenas  imagens e sons, ficou oportuno. Esta opção de fazer um post só com imagens, foi de um visitante do blog, que me enviou a seguinte mensagem: "Há muitas palavras para um post que "dispensa palavras"...rs rs rs . Um só de imagens seria interessante.... "

Ele fez este comentário a propósito do post em http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2015/05/bill-maju.html

Vamos ao vídeo. Aumentem o volume do som.





Esta próxima imagem, abaixo, não fala por si. Faltou o autor (Pawel Kuczynski) ou o remetente (nome preservado), explicar de onde é esta tribuna. Câmara, Senado, Tribunal do Judiciário? Cartas para a redação.




Já esta outra imagem é bem significativa. Como eu sou parte das "zelite", porque ainda trabalho para sobreviver, senti-me atingido.


Sabem quem é? Presidente dos PTralhas

E, por fim, hoje, um vídeo que você somente irá acreditar porque estará vendo e ouvindo "com os próprios olhos e ouvidos". Se alguém contasse você não acreditaria por se tratar de empresa do Grupo Globo.
Aplausos para William Waack. Se já assistiu, desligue;  se não assistiu não perca. Aumente o som. E clique no link.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_74LoLS9uRI

22 de maio de 2015

BILL & MAJU

Confesso, tenho assistido ao Jornal Nacional. Assumirei as consequências: vitupérios, ameaças de abandono do blog,  pragas e xingamentos  (não vale a mãe).

Minha justificativa é que precisava me certificar que o teatrinho continua, para poder malhar.

Sei, portanto,  que o teatrinho continua malgrado o vexame. Bill diante do telão no qual aparece a Maju. E continuam mal ensaiados na representação. No dia 20, quarta-feira, a Maju emendou um "até amanhã" logo em seguida a última informação meteorológica. Sem respirar, sem pausa. Parecia entediada com aquela situação, e doida para acabar.

Que tal, Globo, já que é para fazer encenação, colocar Tony Ramos e Glória Pires. Eles têm mais experiência de representação, popularidade e boa dicção.

Por falar no Tony Ramos, que papelão hein? Tem um comercial da JBS, no qual ele encena uma chegada a um restaurante, escolhido de foma casual, aleatória, pede desculpa pela "invasão" e pergunta se eles têm carne no freezer.  Adivinhem! Ele vai até o refrigerador, abre a porta e aparecem nas prateleiras várias embalagens de carne da Friboi.

Tony pega uma das embalagens, virando para a câmera num gesto estudado e ensaiado e cumprimenta o proprietário: muito bem, é Friboi.

Ficamos todos surpresos com descoberta, não é? Coisas de publicitários. Nesse papel Tony ficou ridículo, canastrão. Mas é bom ator.

O Bonner, editor-chefe do jornalístico de maior audiência (ainda), não  sabe o poder que tem em mãos. Ou melhor, sabe mas quer ou não o deixam usar. E tem que obedecer aos patrões. Se me colocassem nesta função, com liberdade de pautar, investigar e colocar no ar, em 60 dias Dilma seria apeada da presidência e Lula responderia a um processo criminal.

No impeachment do Collor, a emissora foi na onda popular, abraçou a causa que tomou conta das ruas e deu no que deu. Leiam a resenha, para rememorar o episódio:
http://acervo.estadao.com.br/noticias/topicos,impeachment-de-collor,887,0.htm

É só fazer o mesmo, apurando os indícios (afinal eles não têm acesso a laudos e depoimentos com exclusividade, como apregoam?), exercendo o tal "jornalismo investigativo” e aparecerão provas robustas do envolvimento de Lula e Dilma no mensalão e no escândalo Petrobrás.

Caramba, Dilma presidiu por 8 anos o conselho de administração da estatal. O chefe da casa civil de Lula, condenado, era homem de confiança, guia espiritual, e ocupava sala ao lado do gabinete presidencial.


Confissão clara. Começou cedo.


No mínimo, Dilma e Lula deveriam perguntar: de onde vem tanto dinheiro pra o PT?

Dilma e Lula abraçados pelo agente arrecadador

Ou os recursos desviados da Petrobrás, enormes somas de dinheiro, que os empreiteiros no programa de delação  afirmam ter repassado ao PT, foram para seus bolsos particulares ?


Estão rindo de nós
Um dia, tenho certeza, tudo virá à tona. E como diria meu antigo professor de química : “Haverá lágrimas e ranger de dentes”. Ele dizia isto em relação aos alunos desatentos, que não estudavam,  e que no final do ano teriam dificuldades para promoção de série. Chorariam e rangeriam os dentes.

Mas o castigo para estes marginais, assaltantes de cofres públicos, corruptores, fraudadores,  virá sem choro e nem vela.

AGUARDEM!


Nota do editor: no link abaixo você encontra teorias para a queda de audiência  do JN (de mais de 40, em 1996 para 20 pontos agora),  e das razões do afastamento da Patrícia Poeta.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/09/patricia-poeta-fora-do-jornal-nacional.html

21 de maio de 2015

VIAJANDO NA MAIONESE


Por
RIVA






Quem reside em Niterói e São Gonçalo sabe o sacrifício que é atravessar diariamente para o Rio a trabalho. Um caos !

Outro dia, na barca, ouvi duas mulheres ao meu lado conversando sobre isso, e uma delas disse que contabilizou as horas perdidas no ir e vir, se convertidas em cursos de aprimoramento profissional !

Que puta desperdício, insensível às “ortoridades”. Chega a dar revolta mesmo, asco, nojo disso tudo, sem exagero.

Estamos em 2015 e a xenofobia, aliada à politicagem, impedem a implementação de soluções inteligentes para um percurso Niterói-Rio, privilegiado por uma paisagem inigualável, tombada historicamente e mundialmente. É de chorar !!

Carapuça lançada. Caberia em várias cabeças.
Quando eu frequentava a linha de catamarãs Charitas-Praça XV no Rio, não me conformava com o estado precário das janelas das embarcações, deterioradas (por serem de plástico) e sujas, que nos impediam de admirar a fantástica paisagem. É muito desleixo e desprezo por nossos valores e riquezas. Imbecis !

E no trajeto tradicional, da Praça Araribóia (Nikity) até a Praça XV (Rio), ficava revoltado ao ver que construíram catamarãs com as janelas numa altura em que ninguém consegue admirar a paisagem na travessia ! Inacreditável !


Temos que nos levantar do assento para descortinar aquela beleza através das janelas ..... que imbecilidade !

Isso sem falar que estamos num país tropical, e sem ar condicionado nessas embarcações ( que estranhamente funcionaram bem no início da operação dos novos catamarãs).

No TWITTER temos debatido sobre isso tudo, sobre essa Via Crucis da classe trabalhadora (parafraseando o molusco), a ponto de muitas empresas do Rio não contratarem mais pessoas que moram em Niterói e São Gonçalo, porque chegam no trabalho e em casa estressadas demais pelo que passam no ir e vir.

As áreas de RH negam isso, porque não precisam dizer porque você não foi selecionado, MAS É A VERDADE !!

Aqui, uma crítica construtiva aos RHs : gostaríamos imensamente que nos dessem um feedback quando não somos selecionados em qualquer processo de contratação, única forma de sabermos onde precisamos atuar para melhorar nossos pontos fracos.

Obrigado, de nada !

Ok, mas voltando ao foco do post, no TWITTER surgem muitas idéias e soluções, estou falando de quase 600 pessoas, que acredito não é possível que não tenham sido discutidas por quem tem a responsabilidade no assunto. E chegamos à conclusão que nosso gargalo continua sendo uma equação com várias incógnitas, na verdade conhecidas : XENOFOBIA + POLITICAGEM + CORRUPÇÃO ... x + y + z = ESTAGNAÇÃO.

Então, esse grupo de visionários e imbecis do Twitter, como eu, chega-se a várias soluções para o problema de milhares e milhares de famílias da região, que não impacta a vida de políticos na zona de conforto, que desfilam em carros blindados, com gordos salários por nós pagos através de impostos escorchantes (é com X ou CH ?), que dormem sob proteção especial na porta de casa, ou seja, vivem em outro planeta .....

E não me venham com argumentos de que isso é impossível, etc, etc .... a Engenharia Civil está num estágio tal de quebra de paradigmas que eu diria que, quase nada é impossível !! Fora do Brasil, pelo menos ....

- Básico : linha marítima entre São Gonçalo e Rio de Janeiro (Pça XV, ou Ilha)
- Outra ponte entre Rio e Niterói, como existem em San Francisco e New York. Nitidamente o ideal seria entre Jurujuba e Flamengo ou Botafogo.
- Idem um teleférico entre Jurujuba e Flamengo ou Botafogo.
- Shuttles de helicópteros para 20 passageiros entre Niterói – Rio – São Gonçalo, como em Manhattan NY.

Teleférico
Não vou estar entre vocês para saber ou ver se isso tudo aconteceu.

I hope so, pra vocês terem uma qualidade de vida melhor para ir e vir entre Niterói e Rio.

E que vença o melhor, meu FLU, always !!


 O autor e seu clube de coração

Notas do editor:
1)  a foto do Riva, com a camisa tricolor, foi acrescentada pela editoria.
2) Houve uma grande coincidência. O post de ontem estava pronto e com publicação programada, quando chegou o e-mail do Riva com sua contribuição sempre bem-vinda. Visões e abordagens diferentes mas que não se anulam. 

20 de maio de 2015

Travessia da Guanabara

Ontem tive que ir ao centro do Rio de Janeiro, na Av. Erasmo Braga, onde fica o Forum.

Como há muito não fazia esta travessia, via barcas ou lanchas ou catamarãs, fiquei observando as pessoas, a estação de embarque, o mar, enfim, olhando as coisas ao meu redor, já que era uma das pouquíssimas pessoas que não estava com os olhos grudados em smartphones ou tablets.

As coisas mudaram um pouco, desde que eu fazia este percurso Niterói-Rio, diariamente, utilizando as lanchas, barcas e aerobarcos da Cantareira, da Frota Barreto e, eventualmente, em tempos de greves, nos pequenos navios (rebocadores, avisos) , colocados emergencialmente. Até na barcaça Valda, alternativa para travessia de veículos que atracava na Ponta D’Areia.

Na estação uma primeira norma que não havia e que me pareceu muito bem empregada. Há duas catracas de ingresso na estação, para uso dos idosos, deficientes físicos, etc. E, já no interior do recinto de espera, um corredor para embarque prioritário destas pessoas, que assim (como nos embarques aéreos) podem caminhar sem atropelos, no seu ritmo.

Os avisos  veiculados no sistema de som também mudaram na forma, mas mantiveram o conteúdo. Ouvi tanto, tão exaustivamente (afinal foram 13 anos viajando p’ra lá e p’ra cá) que até hoje lembro dos alertas e recomendações que então eram feitas:
“Senhores passageiros, certifiquem-se de que não esqueceram seus pertences no interior da estação”.

Ou ainda este outro, que recomendava que os passageiros não obstruíssem a proa, pois os mais afoitos postavam-se logo ali na frente para poderem viajar olhando o mar (jogando balufa ou palitinhos) e, mais importante, desembarcar primeiro do outro lado. Excetuando-se alguma antigas barcas, as embarcações precisavam manobrar para virar em direção ao seu destino.

Este outro aviso era assim: “ A permanência na proa dificulta o embarque dos demais passageiros e atrasa a saída da embarcação”. Realmente era difícil entrar na barca tal era a aglomeração na proa.

Outra coisa que me chamou atenção foi que não vi ninguém, talvez umas duas pessoas, numa lancha superlotada, lendo jornal impresso. As pessoas ficam nos seus tablets ou leitores eletrônicos de livros (e-Reader).

Uma das boas coisas, já que era inevitável a viagem de lancha, era poder continuar lendo o livro da vez, na ida, e na volta lendo o jornal para ficar inteirado das últimas notícias.

Outra boa diferença está nos assentos, agora estofados. Os antigos eram de madeira e nas primeiras embarcações eram bancos grandes e não, como mais tarde,  individuais.

Próximo ao cais de desembarque, uma gravação alerta que o recomendável é aguardar até a embarcação estar inteiramente parada. E ter cuidado com o espaço entre a embarcação e o flutuante. Ah! Sim. E que os passageiros que estejam com bicicletas deverão desembarcar por último, para segurança de todos e facilidade no desembarque.

E outra novidade. É proibido viajar nos degraus que levam ao piso superior. Muita gente, à falta de lugar, sentava nas escadas mesmo. E, claro, atravancavam o caminho.

A viagem continua sendo agradável, em especial nos dias de sol e céu limpo, como ontem. Aquela brisa, na medida certa, é muito gostosa.

Na volta notei uma coisa que nunca tinha observado. Há uma pequena praia, como a que existia na Rua Visconde de Rio Branco, defronte  as ruas Santa Clara e Silva Jardim. Esta pequena praia que nunca havia notado, fica bem defronte ao prédio dos Correios. E povoada de pombos, que ali buscam alimentos. Já disse e repito, os pombos como hoje os conhecemos, acabarão por virar aves marinhas.

Que bom que é cada vez menor o número de pessoas que alimentam pombos, que vivem de uma reputação positiva, fruto de marketing. Seriam aves símbolos da paz, quando na verdade acima e além disto, emporcalham templos e monumentos e transmitem doenças.

Lembram do slogan criado pelo Duda Mendonça para o candidato Lula? Foi “Lulinha paz e amor”. Puro marketing. Só marketing. Deu no que deu...