31 de agosto de 2016

COMEMOREMOS

Não sou ingênuo a ponto de acreditar que o objetivo do poder (seja lá qual for sua ideologia ou forma), não é o poder. A manutenção do poder.

Mas quando este objetivo é colocado em frontal oposição aos interesses e necessidades da sociedade, então tem que ser defenestrado.

O que este maldito governo agora apeado do poder fez com a economia do país é caso de lesa-pátria. E seu alinhamento com o bolivarianismo, conjunto retrógrado  de doutrinas que pretendem que se alastre aqui no continente sul-americano, o que seria inteiramente contrário as nossas tradições e vocações políticas, merece nosso repúdio veemente.

Por isso o clima deve ser de alegria e consequentemente de comemoração.









Tenho todo o direito de comemorar. Cumpri minha parte neste momento histórico.Fui para as ruas portando cartazes, soprei apito, repeti palavras de ordem. Ajudei a distribuir adesivos.

Em casa, fui para a janela e bati panelas, soprei apito e badalei sino.

Escrevi para todas as seções de cartas dos maiores jornais e revistas do país, manifestando minha opinião.

Agora me sinto recompensado por ter trocado o comodismo das manhãs de domingo em desfrute do banho de mar, pelas caminhadas debaixo de sol, e eventualmente chuva, acompanhando a enorme marcha de insatisfeitos com o governo, principalmente a corrupção e o desvio de verbas públicas.

Estive presente em todas as manifestações públicas ocorridas em Niterói.

Agora comemoro, com esperança que doravante recuperaremos o otimismo, a confiança e a fé de que o Brasil reencontrará o caminho do crescimento econômico com verdadeira justiça social, não a praticada através de políticas populistas de bolsas indiscriminadas de fins eleitoreiros.

30 de agosto de 2016

Nem tudo é impeachment ou olimpíada

Há uma tradicional pesquisa, feita pelo IBOPE, que tem como objetivo medir o nível de confiança da sociedade nas instituições.
Algumas são frequentadoras assíduas no ranking das mais prestigiadas e confiáveis. Por exemplo, igreja e bombeiros.


Na última, entretanto, uma instituição que não figurava entre as mais confiáveis  apareceu, e bem cotada, entre as primeiras: a Polícia Federal. O Ministério Público também teve boa votação, tudo por conta, imagino, da operação Lava-Jato.

E, cá para nós, com toda justiça (sem trocadilho) ficaram a PF e o MP acima da Justiça (Judiciário).

A antiga moda de se levar os cascos de cerveja para compra de outras, prática abandonada há alguns anos, mas que barateia o custo da bebida, voltou a ser utilizada, e com bons resultados.


Só aconselho a que não perguntem, em São Paulo, no supermercado, onde poderão ser trocados os cascos, porque a resposta malcriada será que deve ser no curral.

Eles não conhecem as garrafas como  cascos e sim vasilhames.


A ministra Carmem Lucia está em vias de assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal. Indagada como gostaria de ser tratada respondeu com convicção que será presidente e não presidente, pois entende que esta é a forma correta. Ponto para a ministra, quase presidente do STF.

Li que a senadora Vanessa Grazziotin, que defende Dilma (só podia ser) teria dito que a presidenta é inocenta.

Não ouvi, mas não duvido porque nada do que vem de petralhas e seus cúmplices me surpreende mais.

Ontem, segunda-feira, às 11:30 h, vários táxis estavam estacionados diante da estação das barcas. O mesmo na parada na Rua da Conceição, onde pelo menos 4 estavam esperando passageiros. Os taxistas do lado de fora mexiam em seus celulares, fumavam ou conversavam. Com a economia funcionando normalmente isto seria impensável.

Temo que pela primeira vez na história das copas do mundo de futebol o Brasil fique fora da disputa. Não será fácil conseguir a classificação. O estágio atual do futebol brasileiro é pouco menos do que medíocre.

29 de agosto de 2016

Passando a régua e fechando a conta

Nosso complexo de colonizados, que há anos é alimentado pelos discursos rançosos da esquerda caviar, acabaram por fazer com que a torcida brasileira hostilizasse as equipes americanas nas disputas dos jogos olímpicos.

Aquela velha história das palavras de ordem mais velhas do que andar p’ra frente: Yankee go home. Li em algum lugar que esta frase de protesto teve origem no México, quando a população queria os americanos fora do território e empunhavam cartazes com a inscrição “Green go home”, por conta da cor dos uniformes verdes dos norte-americanos. O “green go” virou “gringo” e passou a designar estrangeiros em outros países.


Jordan, o  Pelé do basquete
As exceções, no caso das torcidas brasileiras, ficaram por conta de dois atletas que conquistaram o respeito por seus próprios méritos: Michael Phelps, da natação,  e Simone Biles, da ginástica. De minha parte assisti, também, com muito prazer, aos jogos do dream team que embora de nível um pouco inferior ao original de 1992, que disputou a edição de Barcelona, ainda assim um belo time.

Aquele dream team era realmente dos sonhos, tanto que até hoje, mesmo sem ser aficionado pelo esporte, lembro dos nomes de Michael Jordan, Magic  Johnson, Charles Barkley e Scottie Pippen, entre outros, que esqueci.

Programa bem-sucedido, a meu juízo, foi o da parceria firmada entre o Ministério dos Esportes e o da Defesa, para patrocínio de atletas de alta performance, de excelência. Na delegação brasileira, 145 dos atletas (cerca de 1/3) eram militares temporários, que recebiam (ou recebem) um soldo equivalente ao de 3º sargento (cerca de R$ 3.200,00) além de acompanhamento de instrutores militares, uso das instalações e assistência médica/fisioterápica, para poderem se dedicar aos treinamentos.

Thiago Braz
O resultado foi muito bom e minha torcida é para que haja verba para que seja dada continuidade ao programa, porque considero a prática de  esporte parte importante na formação do homem, e incluída na área de educação. E são os bons resultados obtidos por atletas que servem de incentivo para a garotada praticar algumas modalidades de pouca tradição no país.

Acho que o desempenho do Thiago Braz, por exemplo, acabará por incentivar meninos e meninas a prática do atletismo, seja ou não no salto com vara.

Há uma preocupação com o destino das instalações utilizadas durante a olimpíada. Elas são de cara manutenção e se não forem utilizadas restarão deterioradas, sucateadas e degradadas em pouco tempo.


O velódromo, por exemplo, segundo reportagem que ouvi no rádio, é um dos mais modernos do mundo e sua pista bem construída foi responsável pelas diferentes quebras de recordes e índices na modalidade.

Todo o ceticismo, a descrença de que seríamos capazes de organizar e sediar uma olimpíada, acabaram por se transformar em orgulho e prazer pelo que apresentamos ao mundo. Com efeito, no geral, tirante uma ou outra falha, que ocorreram em outras edições, em cidades mais ricas, tudo transcorreu segundo os padrões exigidos pelo COI.

O esquema de segurança funcionou, foram batidos vários recordes, índices superados, foram levadas ao mundo belas imagens da cidade, o que poderá render dividendos na área de turismo (vem aí Réveilllon, com a queima de fogos, e logo depois o Carnaval 2017).

Queima de fogos em Copacabana - réveillon
Não vamos falar de legado porque esta palavra pelo emprego excessivo ficou esvaziada e contestada, mas o fato é que algumas conquistas dos cariocas (e sou um deles, do Andaraí), como o Boulevard Olímpico, a linha 4 do metrô, algumas ótimas instalações desportivas, enfim a cidade recebeu uma boa repaginada.

Boulevard Olímpico, recuperação da zona portuária e da Praça Mauá.
E se vierem as prometidas escolas fruto do desmanche de instalações provisórias especialmente projetadas, melhor ainda.

Sabem o que mais? Gostei! Depois da experiência exitosa com a organização, em 1992, da “Cúpula da Terra”, quando chefes de estado e de governo (172 países representados) reuniram-se na cidade para debater questões relacionadas ao meio-ambiente, à sustentabilidade e especialmente ao aquecimento do planeta; e da Copa do Mundo de 2014, acho que mostramos que apesar de nosso complexo de vira-lata a que aludia o Nelson Rodrigues somos competentes (a nosso modo) desrecalcamos nossos complexos.

28 de agosto de 2016

Cuide da mente e da aparência

É muito importante cuidar da mente, mas é igualmente importante ter aparência  bem cuidada e saudável.

O blog dá duas dicas que poderão certamente ajudar no combate ao estresse e a aprender a técnica de relaxamento via meditação, com a prática do Yoga, sem contorcionismos físicos.
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O espaço "dharma bhumi", fica no Center IV, na Rua Gavião Peixoto, 182 sala 813. E-mail:

Vejam dias e horários.


E o blog também indica onde comprar os tradicionais produtos de make-up "Contém 1g", em Icaraí, no segundo piso do Icaraí Shopping,  na Rua Cel. Moreira Cesar, 229, elegante centro de compras.



Nota do editor: Roseli, sócia da loja da "Contém 1g" ; e Cris, sócia do "dharma bhumi" são amigas do blogueiro, o que justifica o nepotismo, a abertura da exceção de veiculação de publicidade no  blog.

27 de agosto de 2016

Vai Thiago ... vai Thiago ... vai Thiago!!!

E ele foi. Só que foi outro Thiago. O mais desconhecido, o menos cotado para medalha.

Thiago Braz, recordista com 6,03 metros

Thiago Braz, o que foi
Tirante os apaixonados pelo atletismo, que acompanham todas as competições nacionais e internacionais, mesmo das categorias juvemis, o que não é meu caso, muito pouca gente conhecia o Thiago Braz, medalha de ouro e recordista olímpico no salto com vara.

O pessoal do ramo, como a campeoníssima atleta  russa Yelena Isinbayeva, não ficou surpreso. A saltadora, impedida de participar pelas suspeitas de doping, senão pessoal, pelo menos de algumas categorias de atletas soviéticos, disse não se surpreender com o desempenho do Thiago. Como uma deferência à mulher e grande recordista da modalidade, vou fingir que acredito. O francês, aquele sim que nos comparou aos nazistas, era tido e havido como favorito ao ouro.

Yelena Isinbayeva

E exatamente por conta deste impedimento da Yelena é que supunha (eu e muitos outros brasileiros), que  Fabiana Murer estaria no pódio, senão com a medalha de ouro, pelo menos uma prata ou mesmo um bronze. Mas qual o quê. Três oportunidades, em diferentes edições,  e nada, ao contrário do Diego Hipólito, por exemplo, que desta vez não destoou, não decepcionou a não caiu de bunda no chão. Parabéns para ele pela perseverança e pela volta por cima.

Anunciando aposentadoria, após três olimpíadas

Fabiana Murer


Por falar em decepção lembro do nosso vôlei feminino de quadra. Bicampeã olímpica, a caminho de um tricampeonato que só a célebre equipe cubana conquistou, a seleção nacional desandou inexplicavelmente. A equipe chinesa é tão superior a nossa que seria impossível ganhar daquelas  magricelas? Diria que não enfaticamente. A técnica chinesa Lang Ping deu um nó no time do José Roberto Guimarães, a quem admiro por sua história esportiva. É um vencedor, mas não conseguiu tirar da equipe desta olimpíada a intensidade e foco necessários para vitória.

Esta ex-jogadora, considerada a melhor jogadora de voleibol do século, uma espécie de Pelé ou Michael Jordan do voleibol, conseguiu a vitória com uma equipe jovem, todavia muito determinada. Com uma defesa fantástica, à moda oriental. A bola não cai.

Lang com a camisa dos USA seleção que já dirigiu
Fiquei decepcionado com a derrota, pois era uma medalha quase certa, mas perdôo as meninas por seu passado vitorioso. Diferentemente das jogadoras de basquete que entraram e saíram da competição sem uma única e mísera vitória. Desempenho pífio, como sói acontecer desde que Hortênsia, Paula e Janeth, só para citar algumas, deixaram as quadras.

Os baianos Isaquias Queiroz, da canoagem de velocidade, e Ronaldo Conceição, do boxe, fizeram bonito e surpreenderam. A dupla masculina no vôlei de praia também fez o dever de casa e ganhou com méritos.

Muito bonito fez o vôlei masculino de quadra, cuja equipe permitiria destacar vários nomes, mas presto minha homenagens a todos (inclusive a comissão) na pessoa do técnico Bernardinho. Um personagem que merece destaque nas antologias do esporte. Alguém, com uma verve mais erudita e mais hábil no manejo das palavras, que não eu, certamente lhe fará justiça. 

Também surpreenderam, pelo menos a mim, as medalhas do futebol e do tiro. No futebol porque tínhamos um curriculum de vices, com equipes até tecnicamente superiores em edições passadas dos jogos olímpicos e morremos na praia perdendo para países com menos tradição. Esse time, agora vencedor, era muito chinfrim. A sorte ajudou.

E no tiro porque nossa tradição é de bala perdida e não direcionada a alvos específicos, se me permitem a piada pronta, mas inevitável. 

26 de agosto de 2016

Para não esquecer

Estes vídeos mostram os tempos que vivemos no país, com onze milhões e cem mil desempregados, duzentos mil estabelecimentos comerciais e de prestação de  serviços fechados, vinte e quatro mil leitos hospitalares desativados, inflação em alta, ou seja, temos diante de nós o rascunho do mapa do inferno.

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25 de agosto de 2016

Don't forget

Para não ser rotulado de alienado, ao invés de assistir aos repetitivos filmes dos canais telecine ou cinemax, ou ainda às nauseantes sessões da tarde, ou telas quentes, fico revendo alguns vídeos que estão em meus arquivos digitais.

Com isso realimento minha ojeriza, minha repugnância, minha abominação aos governos petistas, que levaram o país à falência, com total desarranjo da economia, e expuseram no âmbito internacional os escândalos de corrupção, falcatruas e malandragens de Lula e seus asseclas.

Os petralhas mais conhecidos estão sendo hostilizados em locais públicos, como aeroportos, restaurantes, etc. E alguns artistas expressamente ligados ao PT também têm sido alvo de vitupérios, ofensas a vaias.

De contrapeso o Judiciário que não se impõe pela independência, pela isenção política, está perdendo o respeito da sociedade.

Esse não é o Lewandowski? Notem a balança.
Alguns ministros estão sendo tachados de bonecos de ventríloquo do PT, Lula e Dilma. Vergonhoso!!!




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Momentos marcantes, para o bem e para o mal

Não sei se vocês acreditam em olho gordo (ou grande) e  em pé-frio e pé-quente, mas assim como as bruxas cuja existência também é contestada, os invejosos e os azarados andam à solta por aí.

No meio da madrugada, há cerca de vinte anos, uma prateleira de nossa cristaleira desabou  caindo sobre as outras, quebrando várias taças além da barulheira infernal e assustadora. Tudo porque uma certa senhora "amiga" de minha mulher foi visita-la, de surpresa, naquela tarde.

Um planta de meu escritório (tipo bonzai) secou de um dia para o outro depois de receber elogio de uma cliente.

Dizem que não é bom falar a palavra azar, é melhor dizer eufemisticamente falta de sorte. Seja como for, os azarados são poucos, mas são bastante nocivos. 

É só prestar atenção. Pé de pato mangalô três vezes (toc toc toc).




24 de agosto de 2016

CARRUAGENS DE FÔLEGO







Por
Átila Soares do Costa Filho






NOVO “BEN-HUR” NÃO SUPERA VERSÃO CLÁSSICA, MAS SE SAI BEM EM RENOVAR O GÊNERO.





UM BOM FILME, NOS MOLDES DE UM GRANDE ESPETÁCULO.

O que atrapalhou, entretanto, foi o onipresente tom de "produção para a TV" que permeou toda a história, já em sua quarta versão do clássico de Lew Wallace, entre telonas e telinhas. A própria conclusão do clímax (claro, a épica corrida das bigas) deverá decepcionar os saudosistas, ao substituir o necessário impacto dramático por algo muito próximo à franquia DEUS NÃO ESTÁ MORTO...

Muito compreensível, visto que a produção caiu nas mãos de Roma Downey, uma ativista midiática cristã bem conhecida nos States. Ora, dependendo do ponto de vista, o tempero poderá até ser uma boa pedida em dias onde "Game of Thrones" virou atração para a família.

Mas, ainda que seja válida a nova roupagem, o filme dificilmente deverá ficar pra História. O que não quer dizer também que não haja alguns méritos para o mais ou menos obscuro diretor Timur Bekmambetov na audaciosa tarefa de reerguer o gênero “aventura apostólica”, tão popular nas décadas de 50 e 60 com títulos como o próprio BEN-HUR de William Wyler, ou O MANTO SAGRADO, QUO VADIS (o primeiro filme da Metro em cores) e BARRABÁS.

Nesta via, atenção aos efeitos especiais que ajudaram a dar todo o realismo, sobretudo, nas tomadas finais, sensivelmente superiores, mesmo, aos de "Gladiador”, vencedor do Oscar 2001 nesta categoria.

Santoro está eficaz como Cristo, e Freeman, parecendo reprisar seu papel em ROBIN HOOD. Huston, o Judah Ben-Hur (curiosamente, quase "Heston"), é apenas tolerável. Inevitável imaginar como um Ridley Scott ou um Mel Gibson – controvérsias à parte, excelentes em épicos envolvendo temas fortes – não fariam com um argumento desse...



Dica: esqueçam o 3D. A única sequência capaz de fazer jus a seus trocados a mais é aquela decantada corrida no circo máximo. Entretanto, a mesma só vem pelo fim do filme - quando o efeito 3D já não é tão claro a nossos olhos. Completamente desnecessário o recurso, servindo melhor apenas para os trailers que o antecedem.


Assistido em 3D no UCI Kinoplex 8 - Shopping Recife.

23 de agosto de 2016

Outros confrontos célebres

Reais, ficcionais, lendários ou simplesmente imaginários, eis alguns confrontos famosos.

Qual a motivação do crime de Caim? David venceu Golias usando uma atiradeira? São Jorge combateu o dragão que no caso é uma alegoria. Em suas alucinações Quixote investia contra moinhos. Muhammad Ali venceu George Foreman, num duelo de titãs. Para quem torcer: Touro Sentado ou Gen. Custer ? Minha mãe foi a única pessoa que conheci que torcia para o Tom, pois achava que Jerry fazia muitas maldades com o pobre gato.










22 de agosto de 2016

CONFRONTOS

Positivos, salutares, estimulantes:

Fla X Flu
Rivalidade salutar entre dois clubes de mesmo DNA. Limitados às tiradas de sarro, gozações e brincadeiras, os confrontos são altamente positivos, estimulantes, diria mesmo essenciais, para manter vivo o futebol. Adversários sim, inimigos jamais.

Democratas X Republicanos (USA)

Lincoln
Kennedy
Dois partidos grandes que se alternam no poder. Ambos com nomes históricos, grandes estadistas e governantes bem-sucedidos. Entre os Democratas, além de outros: Roosevelt (Franklin), Truman, Kennedy, Clinton, Obama. No âmbito Republicano: Lincoln, Roosevel (Theodore), Eisenhower, Reagan.
Uma característica bem interessante, é que é comum o presidente de um partido ter que conviver com maioria do partido contrário no parlamento.



Trabalhistas X Conservadores (Inglaterra)

Churchill
Wilson
Igualmente na Inglaterra, Trabalhistas e Conservadores, partidos mais tradicionais, fizeram os primeiros- ministros ao longo da história. Entre outros Conservadores, recordo de Winston Churchill, Margaret Thatcher, David Cameron. Entre os Trabalhistas, Harold Wilson, Tony Blair e Gordon Brown.
A meu juízo, longe do Reino Unido, conhecendo pouco e como turista, acho que entre os conservadores são encontrados os nomes mais expressivos.


Negativos, despresíveis:


Jerusalém, sagrada para três religiões
Judeus X Palestinos

Os judeus se queixam , não sem razão, de perseguições ao longo dos anos. Já os palestinos têm parte de território ocupado por judeus. A OLP representa os palestinos nos organismos internacionais. A genética comprova que judeus e palestinos têm ascendentes remotos comuns. Mas não se entendem. É um Fla x Flu indesejável. Tem espaço para todo mundo no planeta,  por enquanto.

Capital X Trabalho

Marx, autor de "O Capital"
Nada mais rançoso do que contrapor capital trabalho. Démodé até não mais poder. Assim como o profano ajuda o divino,  este estimula aquele. O comércio de imagens e santinhos e as peregrinações aos santuários mais conhecidos, geram receitas, mas ao mesmo tempo mantém viva a religião católica, por exemplo.
Como as corporações prosperam gerando emprego e renda, senão com mão-de-obra? E pagam impostos que viabilizam os serviços públicos para aqueles que são o trabalho na equação. E sem mão-de-obra, e agora cada vez mais mentes-de-obra, não haveria avanço tecnológico e crescimento econômico.






Muçulmanos X Católicos

Saladino, líder militar dos islâmicos,
contra os Cruzados
As disputas envolvendo católicos e muçulmanos só tem sentido  e proveito para roteiros cinematográficos. E romances históricos que focam as Cruzadas. Duas inúteis religiões, que geraram guerras e conflitos preconceituosos. Quando radicalizam então chegamos aos limites extremos de Estado Islâmico e Inquisições. Chegará o dia em que as religiões, todas elas, desaparecerão como os dinossauros. Com um sacolejo no planeta.


21 de agosto de 2016

Os treinadores

Durante muito tempo só tomava conhecimento de técnicos estrangeiros nas equipes de futebol  no Brasil.

Poucos foram bem-sucedidos. Lógico, a habilidade inata do jogador brasileiro compensava eventuais deficiências técnicas e a indisciplina tática. Não precisávamos de técnico. Mesmo o sonolento Feola, na seleção de 1958;  ou o treineiro Lula, no Santos de Pelé, Coutinho & Cia. resolviam o caso.

Os campos de peladas existentes em cada bairro e que foram berços de vários jogadores que se consagraram nos cenários nacional e internacional, e a grande quantidade de clubes (a maioria com campos próprios para treinamento e competição), que disputavam animados campeonatos municipais, tornaram o Brasil "o pais do futebol".

Só para exemplificar, lembro muito bem dos campeonatos de Niterói, disputado pelo Manufatura, pelo Niteroiense, pelo Fonseca, pelo Sepetiba, pelo Byron, pelo Ypiranga e outros, e o de São Gonçalo, com o Tamoio, o Carioca, o Metalúrgio, o Videira, o Mauá e outros. Todos tinham os seus "estádios".

Um caso isolado talvez tenha sido o do paraguaio Fleitas Solich que fez sucesso dirigindo o Flamengo.  Também pudera, o futebol daquele tempo privilegiava as características de um Evaristo, um Dida, um Henrique e um Babá, que vi atuando, em 1957,  contra o famoso esquadrão do Honved, da Hungria, que encantava o mundo com sua máquina comandada pelo lendário Puskas.

Em outros esportes, se houve técnicos estrangeiros que agregaram técnica e nos trouxeram suas experiências nunca tive notícia. 

Minto, houve um técnico sul-coreano que muito acrescentou ao nosso vôlei masculino, embora nosso xenofobismo, somado a reserva de mercado defendida por brasileiros não admitissem o fato.


O coreano Sohn
Young Wan Sohn, o citado coreano, introduziu muitos conceitos valiosos e defendeu uma tese que se revelou válida e por isso adotada em todo o mundo: o jogador de vôlei precisa ter boa estatura. Tirante o levantador, homens pequenos não irão se criar no esporte.

Saibam mais sobre ele em :

De um tempo a esta parte, entretanto, o país importou muitos técnicos especialistas em outros esportes e que estão trazendo suas experiências seus conhecimentos técnicos, sobretudo nos esportes olímpicos.

Só para pegar um caso concreto de êxito, menciono o técnico espanhol da canoagem. Não haveria Isaquias Queiróz sem um Jesús Morlán, técnico espanhol.


Jesús Morlán, técnico da canoagem

Outros técnicos estrangeiros atuando no Brasil:


Laura Flessel, francesa, da esgrima

Iryna Ilyashenko, ucraniana, da ginástica feminina

Morrten Soubak é dinamarquês, e treina o handbol feminino

Ratko Rudic, croata, do polo aquático

Ruben Magnano, argentino, do basquete
Jordi Ribera, do handbol masculino, é espanhol

Deve ter outros que não ouvi falar ou li a respeito.

Notas do autor:
1) Fui ao Maracanã para assistir o Honved, considerado um dos maiores times de futebol na época, base da seleção húngara, vice-campeã na Copa de 1954. Acabei vendo o Flamengo (homessa!).

2)Isaquias conquistou 3 medalhas olímpicas numa mesma edição, num esporte pouco divulgado: a canoagem de velocidade.

3) Em tempos mais recentes vários treinadores argentinos e uruguaios foram contratados, sobretudo no futebol paulista, mas sem grandes resultados. E o Paulo Bento, português, contratado pelo Cruzeiros (MG), nem esquentou o banco.