30 de setembro de 2018

Fake News

Mas pode chamar de sátira, de gozação, sobre suspeição quanto a isenção e seriedade de parte da imprensa. 

Aliás que suspeição é menos verdade. "Veja" porque.




Circula na rede um pronunciamento de uma jornalista que acusa dois conhecidos veículos de comunicação que entraram num bolo de R$ 600 milhões que estão sendo empregados para comprar os que estejam a venda.

Veja ... e leia.













                            ASSISTAM:

Basta clicar.




A solução passa por aqui, assistam:








Todas as imagens, fotos e vídeos, chegaram ao meu notebook enviadas por amigos e parentes que frequentam as redes sociais, o que não é o meu caso.

29 de setembro de 2018

INVEJA


Invejo aos que afirmam não ter arrependimento das decisões que tomaram ao longo da vida. Fariam tudo do mesmo modo se pudessem recomeçar.

Eu não!!!

Muitas das decisões que tomei e principalmente às que não tomei no momento próprio, faria de modo diferente.

As que mais me incomodam são aquelas escolhas equivocadas e adotadas conscientemente.  Muitas  escolhas, leia-se de ação ou omissão, deixei de adotar por ignorância.

Se há um destino traçado, um enredo preestabelecido e que não temos parcela de autodeterminação, então fico mais aliviado e diminuo meu descontentamento comigo mesmo. Afinal não tive opções.

Se me foi dado o direito de escolher a vida que teria, do princípio ao fim, talvez não tivesse conhecimentos suficientes sobre as eventuais consequências.

Alguns caminhos que usei na vida não foram traçados por mim.  Cito, por exemplo, a escolha profissional.

Achava, aos 15 anos de idade, que queria ser militar. Fui reprovado na Marinha, por absoluta falta de empenho. Não levei a sério o estudo necessário.

Fui aprovado pela Aeronáutica, mas fui surpreendido por uma discromatopsia insuspeitada. O daltonismo era uma deficiência irrecorrível na aeronáutica nos anos 1950. Ainda é?





      Teste de discromatopsia







O exército estava descartado por uma razão bizarra, esdrúxula, absurda. Tinha um primo, mais velho, que já estava se formando na Academia das Agulhas Negras. Não esqueçam que eu não passava de um adolescente, inculto, ignorante. Bobo em suma.

No fim das contas, neste episódio, o destino que para mim traçaram foi cercado de muita prudência, de muito senso de responsabilidade. Eu não deveria ser militar, para o meu bem.

Já imaginaram eu militar graduado de uma das forças armadas? A esta altura da vida estaria de pijama, reformado, mas inconformado com a situação a que levaram o país. E, certamente, tramando nos bastidores.

O daltonismo livrou o país de mais um gorila fardado.

Se estivesse na ativa (seria possível?) estaria liderando movimentos, que seriam rotulados de ditatoriais, autoritários, pela esquerda perniciosa, nociva, para apear Temer do poder, e para fechar este congresso que aí está, fisiologista, corrupto e incompetente.

E o Judiciário teria que passar por uma outra peneira: ministros do STF nomeados por presidentes corruptos, cassados, perderiam suas vitaliciedades e inamovibilidades. Os que decidem por compromissos partidários, por gratidão ou por ideologia seriam cassados. Peremptoriamente.

Sorte do Lewandowski (Lula - 2006).

Essa composição atual do STF  - tsk, tsk, tsk – se iguala ao baixo clero do legislativo. Farinha do mesmo saco, impura. 


Nota:
1) https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/09/lewandowski-do-stf-autoriza-folha-a-entrevistar-lula-na-prisao.shtml

27 de setembro de 2018

Associação de ideias e fatos

Artur Xexéo fez, em sua crônica dominical, uma boa associação de ideias e fatos. Remontou aos tempos de governos militares aqui no Brasil e na Argentina (décadas de 1960/1970), para lembrar que corremos o risco de termos aqui o que aconteceu por lá, desastrosamente.

Juan Perón havia sido deposto, em 1955,  e vivia exilado na Espanha. Mas manteve prestígio e popularidade junto a parte da população.

Os militares instalados no poder desde os anos 1960  (antes da mesma realidade no Brasil), permitiram a volta dos partidos políticos, que estavam proscritos.

Em 1973, o general instalado no poder resolveu redemocratizar o país e convocou eleições gerais.

Embora com o partido regularizado, Perón ainda exilado não poderia concorrer nas eleições presidenciais.

O partido reabilitado escolheu um testa de ferro, um dentista de nome Héctor Cámpora que, eleito, assumiu o poder  e ato contínuo anistiou Perón. 

Cámpora convocou novas eleições gerais e renunciou.

Então Perón, já de volta ao país, acabou por se eleger para um terceiro mandato presidencial. Já havia presidido por dois períodos.

Héctor Cámpora
Juan Perón

 
 

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E assim terminou o cronista a sua história: "Vai dizer que não dá pra associar com as nossas eleições de agora?"







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26 de setembro de 2018

FUJAM DO PREDADOR!!!





Por
Átila Soares da Costa Filho











                               FUJAM DO PREDADOR !!!

E não se deixem enganar por essa foto bacana: o filme é uma bomba mesmo... A(s) criatura(s) aparece(m) pouco, é piadinha sem graça o tempo todo, e são quase duas horas debaixo de muita escuridão. O problema aí é que esta opção do diretor Shane Black compromete o uso dos óculos 3D e o próprio visual em geral, já que o interesse conceitual do personagem tende a render mais sob a luz do dia. Sem falar que inseriram umas novidades completamente sem-noção: Cachorro-predador?? Predador-supremo?? E mais uma vez, temos um pai desesperado (o protagonista, claro) atrás de pirralho sabe-tudo, e aquele papo manjado de hibridismos no intuito de dar "fôlego novo" a uma franquia sobre monstros. Tal recurso já havia sido usado, até, dentro de seu próprio universo, em “Alien versus Predador 2”, há 10 anos. E o ator principal (quem mesmo??- preguiça de olhar no Google), canastra sem o menor carisma (quanta saudade do canastra Arnold... este TEM carisma). Lamentável esperar tanto pra ver um novo produto com uma das criaturas mais fascinantes do Cinema, e virem com um desastre desse. É até o caso de correr para o Youtube mais próximo e se divertir (muito mais) com o que verdadeiros entendedores andaram fazendo com seus poucos dólares na carteira a fim de dar sobrevida ao bicharoco... ainda que de maneira apócrifa.


Átila Soares é designer, especialista em História, Filosofia e Antropologia. Também é grande fã do Predador, mas assistiu ao filme em 2D porque não havia sessão em 3D... e, no fim das contas, se deu bem.

25 de setembro de 2018

Iorubá, esperanto e tupi-guarani

Você fala quantas línguas? Sabe quais são as línguas apenas faladas e não escritas? Você sabe onde é falado o idioma jemer* e que ele tem o maior alfabeto do mundo, com 72 letras?

Îagûara e îakaré, respectivamente onça e jacaré, em tupi, dependendo da pronúncia seria até fácil saber o significado.

Para meus amigos paulistanos, ibirapuera quer dizer na língua indígena, pau podre. Mas o parque até que é legalzinho. 

E obrigado em esperanto? Sabe como é? Dankon.

Alias, sabe o que vem a ser o esperanto? É uma língua artificial, criada no século XIX, com o intuito de se transformar no idioma universal.

Discutia-se, quando eu estava no curso primário, se o estudo do idioma deveria ou não ser obrigatório.

O sânscrito e o aramaico têm valor litúrgico e histórico. E alfabetos bem complexos para nós outros:



Thank you, merci beaucoup, grazie, gracias, danke, arigatou gozaimasu. Todas estas palavras significam obrigado, ou muito obrigado, e será uma gentileza, uma deferência, se você as utilizar em cada um dos países onde a língua é falada.

Mesmo que, como o esperanto não vingou, você se dirija as pessoas, pedindo ajuda, em inglês. Agradeça na língua deles e ganhará pontos. Por vezes um sorriso maroto, irônico, amarelo, por causa da pronúncia nem sempre correta.

E o iorubá, para que serve? Não sei, mas há de ter alguma serventia posto que é estudado em universidades e também no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

Assim como o tupi, que mencionei alhures, tem sua importância histórica e religiosa.

Axé todo mundo fala e ouve. Significa força.

E bàbá, ègbón mi, aburo mi, ònà e oruko, sabem o significado? (respectivamente pai, irmão mais velho, irmão mais novo, caminho e nome)

Tem complicações, como no português falado. A variação sonora ou a pronúncia pode mudar por completo a tradução da palavra:
Okó é uma coisa; ókó outra coisa; e okò significa outra coisa diferente. (respectivamente: marido, lança e veículo)

Claro que "colei" tudo isso. O Google está aí mesmo e as matérias jornalísticas estimulam as pesquisas.

Notas:
* Camboja

23 de setembro de 2018

O Bendengó



Em 1959, uma rinoceronte, de nome Cacareco, recebeu  cerca de 100 mil votos numa eleição em São Paulo.

Os mais jovens hão de pensar que estou delirando. Mas como assim? O TRE homologou a candidatura do animal? Até poderia responder simplesmente: Ué! Não homologou a do Garotinho?

Mas vou explicar. Naquela época as cédulas eram de papel. E era possível, claro, escrever nelas antes de deposita-las nas urnas. 

Verifico que fatos inusitados, tristes, vergonhosos, podem dar a luz e transformar em celebridades um rinoceronte ou um meteorito.

Você mais jovem não sabia da história do Cacareco. O que é perdoável, você nem era nascido. Mas também ignorava a existência de um meteorito, batizado de Bendegó.

O nome atribuído à pedra que caiu do céu como uma bola de fogo, sabe-se lá há quantos anos, é uma referência ao riacho de mesmo nome, localizado entre as cidades de Uauá e Canudos, no norte da Bahia.


Quanta coisa nova para você ao mesmo tempo, pois não?

Este meteorito de ferro maciço e um pouco de níquel, que já foi celebridade internacional, chegou a ser visitado, no Rio de Janeiro, por gente do porte cultural/acadêmico de um Albert Einstein, em 1925 e, no ano seguinte por ninguém menos do que Marie Curie, depois caiu meio que no esquecimento.

Permaneceu senão na memória de astrônomos, cientistas e alguns poucos curiosos, e repousando no Museu Nacional.


Retornando as manchetes, esta pedra com cerca de 2 metros de diâmetro, mas pesando pouco mais de 5 toneladas, foi retirada em 1888, do leito do riacho, onde permaneceu por cem anos, em face de um desastre na primeira tentativa de resgata-lo. Ele foi encontrado em 1784.


Numa aventura de 126 dias, foi transportado de carroça, a uma velocidade de menos de um quilômetro por dia,  para percorrer os 113 quilômetros, através da caatinga.

Sabem porque estou escrevendo sobre este pedaço de pedra, na verdade de ferro, resultado da explosão de um planeta nos primórdios do nascimento de nosso Sistema Solar?

Por causa de um sonho, ou melhor, pesadelo. Nele (pesadelo) um bando de ladrões, aqueles mesmos sue roubaram 6 vigas de 40 metros cada uma, pesando 110 toneladas no total e que sobraram do desmanche do elevado da Perimetral, no Rio de Janeiro, tiveram suas atenções despertadas para o meteorito.

Acordei assustado. Peloamordedeus cuidem de proteger o valioso pedaço de um planeta que não vingou e que percorreu bilhões de anos pelo espaço até chegar a Bahia.

Marcaram bobeira e a taça Jules Rimet foi surrupiada e derretida.


Notas:
1) Matérias jornalisticas relacionadas ao tema da postagem em:





2) Imagens obtidas via Google.

3) Em 1922, os cearenses elegeram um bode Ioiô como vereador em Fortaleza. Portanto bem antes da eleição do Cacareco.

4) O Generalidades especializadas (ou Pub da Berê) também é cultura.

21 de setembro de 2018

Cinemas e arte cinematográfica

Já escrevi bastante sobre cinema (sala de exibição) neste espaço virtual. Exemplo:
https://jorgecarrano.blogspot.com/2016/05/cinemas-em-niteroi-no-passado.html

Assim como amigos convidados escreveram sobre a arte cinematográfica, meio de contar histórias, analisando direção, interpretação, trilha sonora, efeitos especiais,  etc.

É o caso de ÁTILA SOARES DA COSTA FILHO, professor de História da Arte, Filosofia e Sociologia, e autor de “A Jovem Mona Lisa" (Ed.Multifoco, Rio), que me honrou permitindo a publicação de percucientes análises de lançamentos.

Links abaixo, basta clicar:









Há muito não vou a um cinema. Acomodei-me às séries (algumas ótimas) televisivas e ao cardápio Netflix.

Tinha até mesmo esquecido da relevância do cinema (arte) para minha geração e da diversão barata.



Os heróis americanos nas guerras, a resistência de índios Cheyennes e Sioux, que enfrentavam o Gal. Custer, os musicais e as comédias românticas me encantaram. 


1942

1946














Foi também através do cinema e da revista Seleções do Reader's Digest que conheci o "american way of life".



Nunca comentei um dado importante. O quanto os cinemas uma das melhores, senão a melhor diversão para as classes "B" e "C", ficavam lotados em algumas oportunidades.

Nem vou falar da pré-estreia do Odeon (Niterói) às 10 da manhã aos domingos. Formava-se uma imensa fila na porta.

Refiro-me aos grandes lançamentos de uma maneira geral. Vou contar um caso pessoal, vivido com a hoje minha mulher (há 53 anos).

Antes porém, quero registrar que o que despertou minha memória foi uma crônica recente do Xexéo, na qual ela relata que por vezes só era possível assistir ao filme sentado no chão, isso mesmo, no chão dos cinemas, especialmente nos corredores laterais.

Mas vamos ao caso vivido com Wanda, minha mulher. Meu pai havia falecido há pouco mais de um mês. Ela veio, com a mãe, nos visitar. Eramos noivos e certamente a família dela queria se posicionar em relação as minhas intenções futuras, em face do novo fato.

Claro, morávamos há algumas centenas de quilômetros de distância. Ela em Cachoeiro de Itapemirim e eu em Niterói.


Estação das barcas, anos 1950
No cinema Central, localizado na Praça Araribóia (Martim Afonso), que chamávamos simplesmente de  "barcas", posto que lá ficava a estação do transporte marítimo que fazia a travessia da Guanabara, estava em exibição o filme "Candelabro italiano".



Um filme "água com açúcar", romântico, bem ao gosto de jovens apaixonados como nós dois, com idades em torno dos vinte anos.

Fomos a sessão das 20 horas. Mas qual o quê, impossível ter acesso à sala de projeções. A fila dobrava a esquina, contornando o bar Santa Cruz (ou seria o Sul América?) e adentrando a rua da Conceição.

Mesmo que, apenas para argumentar, quiséssemos assistir sentados no chão era impossível chegar próximo da bilheteria. Mas a hipótese morreu no nascedouro, nem pensar. Afinal era nossa primeira ida ao cinema em Niterói e sozinhos.

Em Cachoeiro quando íamos ao cinema, ou a mãe ou uma irmã sempre iam na mesma sessão. Coisas de meu futuro e depois sogro mesmo.

Bem, resolvemos arriscar assistir ao filme na sessão das 22 horas. Era um risco? Era. Seria penoso? Seria, pois afinal haveria muito tempo na fila. Além do risco de chegarmos muito tarde em casa na volta. Após meia-noite.

Indo direto ao ponto. A insatisfação de minha mãe era bem maior do que a da minha futura sogra. Aquela, quem sabe, influenciada por esta. E esta, certamente, pensando em como explicar ao marido (italianão brabo) se algo de mal acontecesse.

Algo de mal? Podem rir a vontade. Assim era na década de 1960 no século passado. Os namorados iam ao cinema acompanhados da mãe ou irmã da moça (em geral moça mesmo), os cinemas tinham filas na porta e podíamos ter que assistir ao filme sentados no chão.

E pasmem! No aludido cinema Central, os homens só podiam entrar trajando paletó ou blazer. O tempora o mores!

20 de setembro de 2018

Bolsonaro na veia


Tenho todos os medos explicitados no áudio a seguir. Talvez não devesse pois afinal estou no ocaso da vida.

Mas filhos e netos ainda têm muito a viver, realizar na vida terrena.

Ouvi atentamente quando recebi o link e superei todas as barreiras que até inconscientemente pudesse ter a respeito do Bolsonaro.

Agora sem dúvidas, com opinião sedimentada, sem me violentar, declaro meu voto nos militares: capitão e general.

OUÇAM:




ASSISTAM:






VOTEM:


Bolsonaro, presidente

Mourão, vice-presidente

Cuidado com a Globo. Eles mentem inclusive nos telejornais. Além de atentarem contra a moral e os bons costumes em sua dramaturgia.


19 de setembro de 2018

Bula do blog

Modo de usar: a partir de seu notebook, tablet ou celular.

Dosagem: Pelo menos uma visita diária. Em casos mais graves de falta do que fazer, acesse duas vezes ao dia.

Efeitos colaterais: em pessoa dotadas de QI acima de dois dígitos (a partir de 109) não foram identificados efeitos indesejáveis.

Contaminação: Quem dera houvesse a possibilidade de contaminação, com isso desapareceriam flamenguistas, petistas, noveleiros, e outras pragas que este blog contesta. Teríamos cada vez mais avessos a estas doenças.

Superdosagem: não há na literatura científica notícia de efeitos secundários nos casos de vários acessos diários ao blog. Quando muito um certo tédio, que logo passa.

Restrições: O Generalidades Especializadas é recomendado sem restrições, inclusive para gestantes e crianças. Ao contrário da Globo aqui não se atenta contra a moral, bons costumes e tradições.

Responsável técnico: aqui cada um é responsável pelo que escreve, comenta ou difunde. Tudo que seja contra o PT e o Flamengo conta com o aval do blogueiro.


17 de setembro de 2018

Prevendo o futuro ... torcendo para errar

Ciro Gomes será eleito presidente, no segundo turno das eleições.

Serão eleitos para o Senado (com ajuda do Seleme e apoiado em pesquisas), provocando a maior "renovação" jamais ocorrida: Eduardo Suplicy, por São Paulo, Cesar Maia, pelo Rio de Janeiro; Roberto Requião, pelo Paraná; Jader Barbalho, pelo Pará; Renan Calheiros por Alagoas; José Fogaça, pelo Rio Grande do Sul; Dilma Rousseff, por Minas Gerais; Edison Lobão, pelo Maranhão;  Marconi Perillo, por Goias e Jorge Viana, pelo Acre. KKKKKKK coitado do presidente eleito

O Vasco vai cair, uma vez mais, para a segunda divisão.



O Supremo Tribunal Federal, conduzido pelo ministro Dias Toffoli, vai piorar no que tange a decisões ideológicas.

Este blog será descontinuado por falta de talento/capacidade do blogueiro e desinteresse e ausência de leitores/seguidores.

Faustão continuará no ar, teremos a enésima temporada do BBB, e as novelas continuarão deseducando e deformando ética e moralmente os telespectadores incautos.

Vem aí o "horário de verão", que já não é uma unanimidade aqui no Rio. E os galos não entendem. Vejam a boa charge abaixo.


Ótima, muito bem sacada

O verão que terá início no ultimo mês do ano, trará com ele surtos de zica, dengue e chikungunya. 


Imagens no Google
Teremos novos incêndios destruidores de nossa história materializada, se não tomarem vergonha na cara.



Trump chegará ao final de seu mandato, em 20 de janeiro de 2021, com popularidade em alta e podendo se reeleger.

Outras previsões, sombrias ou não, ficam por conta dos poucos mas fieis e generosos seguidores, em seus comentários.




Imagens: Google.

16 de setembro de 2018

Assumindo o voto


É meu candidato ideal? Claro que não!


Mas dentre os postulantes, qual se aproxima mais do que aspiro: livre iniciativa, com economia de mercado; reconhecimento de mérito individual, inclusive para acesso à universidade; tolerância zero, em relação à segurança; repúdio a qualquer tentativa de implantação de socialismo bolivariano, ou de inspiração marxista; combate à degradação de valores morais e éticos patrocinado pela Rede Globo em sua dramaturgia; reafirmação das cores verde e amarelo como as representativas de nossos valores, armas e brasões; defesa da soberania nacional, contra interferências externas.

Que candidato tem o perfil mais próximo daquilo que quero para meu país? Que candidato tem uma proposta para o país e não para partido político que pretendia se perpetuar no poder?

O nome é Jair Bolsonaro, seu número é o 17, e seu lema é: BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.







15 de setembro de 2018

Idiossincrasias, implicâncias, criticas e aborrecimentos

Parei de implicar com os motoqueiros, mas continuo achando que 98% deles são mal-educados, idiotas ou pior, bandidos.

Os 2% que excetuo, são uma homenagem a dois amigos que são motociclistas.

Mas canso de ver, diariamente, no centro da cidade, motoqueiros montados, com o motor em funcionamento, trafegando nas calçadas em busca de vaga para estacionar. O máximo que se permitem para minimizar o risco de acidentes é manter os pés no chão, para terem equilíbrio.

Agora chegou a vez de malhar os ciclistas (alguns) que são igualmente desrespeitosos em relação as leis vigentes e aos pedestres.

Acreditem que tem um ciclista, todo paramentado, com capacete, luvas e óculos, que trafega em alta velocidade no calçadão de Icaraí. Quase todo domingo lá está ele, como se estivesse num velódromo.

No outro dia havia um entregador de galões de água mineral ziguezagueando entre os caminhantes, pretendendo abrir caminho simulando buzina com a boca: fon fon fon fon.

Mães e pais deixam que seus filhos, ainda aprendendo a se  equilibrar e sem terem absoluto controle do veículo saiam correndo  sem amparo, com rumo desorientado atropelando transeuntes.



Bicicletas sem as rodinhas laterais que ajudam na fase de treinamento e a criança sem proteção pelo menos na cabeça.

A lei é clara, o ciclista, nas calçadas, deve estar apeado, andando ao lado de sua bicicleta, segurando o guidom. Só assim pode trafegar nas calçadas.

No trânsito nenhum obedece a sinalização. Observem que onde há ciclovia, eles entendem que podem passar pelos cruzamentos sem obedecer à sinalização.

E trafegam na contra-mão do trânsito pondo em risco as pessoas que confiam olhando apenas para um lado na travessia das vias públicas.

Em muitos condomínio as queixas são de que não obedecem as normas internas colocando suas bikes no bicicletário, ao contrário largando-as em todos os lugares das áreas comuns.

Isso quando não insistem em utilizar os elevadores para subir com elas para suas unidades habitacionais. Arranham as cabines e causam outros pequenos danos.

Desculpem, o problema não é apenas dos motoqueiros e dos ciclistas. O problema é nacional e de amplo espectro. Chama-se educação, ou falta de.

Para encerrar: acho melhor Jair se acostumando.

Imagem colhida via Google.

13 de setembro de 2018

As mulheres são solução?



Você aí, desavisado, há de achar estranha minha dúvida, porque está focado apenas num tipo de solução.

Um amigo, com o qual perdi contato, dos mais inteligentes que jamais tive - com meu pedido de vênia aos demais - certa feita em meio a uma conversa me surpreendeu com um comentário, em tom jocoso: “mulher é muito bom, mas tem peças demais”.

Machista, porco chauvinista? Não, não era não. Como não sei aferir e mensurar inteligência, troco inteligência por cultura. Cultura geral, poliglota e bom humor, eram seus traços mais marcantes. Você conhece alguém, não nativo nos países baixos, que fale neerlandês?  Pois é, ele falava (ou fala se vivo estiver).

Mas não é bem isso que quero abordar. Mulher é solução na política? Minha resposta é não necessariamente.

Lembro de Luiza Erundina, que eleita prefeita seu primeiro ato foi desapropriar a mansão dos Matarazzo, na Av. Paulista, em São Paulo.


Erundina
Pretendia transformar em museu dos operários. Nem vou aprofundar a conversa tão idiota foi a ideia. Inexecutável por razões que um dia contarei aqui, se calhar.

O que dizer de Dilma Rousseff que além de pretender devolver o creme dental para dentro do dentifrício (sic), achava que o ideal seria poder armazenar vento.

E Rosinha Garotinho, poço de virtudes, de retidão, íntegra, incorruptível ... bem, melhor acessar o link abaixo:
No cenário internacional são muitos os exemplos de incapacidade, improbidade e corrupção mesmo, na acepção da palavra.

O caso mais recente, talvez, foi o de Park Geun-hye, presidente da Coreia do Sul, que sofreu impeachment.
Está certo que o mundo conheceu – e conhece – Indira Ghandi, Margaret Thatcher e Angela Merkel, por exemplo. Mas isso configura uma regra?




Poderia citar, ainda, Golda Meir e Eva Perón que embora não tenha dirigido seu país, alcançou uma meteórica liderança política e  não fora sua morte prematura (morreu ao 33 anos de idade), quem sabe chegaria lá.


Golda Meir
Evita Perón















Por aqui corremos riscos com o sistema de cotas. As mulheres asseguraram direito a espaço nos partidos para candidatarem-se e asseguraram 30% da verba do Fundo Partidário. Cotas, é assim que resolvemos nossos "problemas".

Consta que Gleise Hoffmann estava articulando uma puxada de tapete, a fim de assumir o lugar de Lula na chapa do PT, mantido o Haddad como candidato a vice. Dessa nos livramos.