26 de março de 2017

COLEÇÕES

Como a maioria dos meninos de minha geração (anos 1940), colecionei de tudo um pouco, sem maior seriedade: flâmulas, selos, lápis de propaganda, caixinhas de fósforos de papelão (com propaganda) e  estampas do Eucalol.

E preenchia álbuns de figurinhas. Jogadores de futebol, animais do mundo inteiro, artistas de rádio e cinema, etc.

O tempo passou, acabei indo trabalhar na Fiat Lux. A incipiente coleção de caixinhas de fósforos, que estava abandonada  numa caixa de sapato foi revigorada.

E acabei por ter raridades, como algumas abaixo.

Tartan e psicodélico  (10 caixinhas por embalagem)

O Riva, nosso confrade, tem o goleiro Castilho como um de seus ídolos no futebol, e no amontoado aleatório abaixo aparece a imagem do ex-goleiro do Fluminense e da seleção brasileira. Observando bem na imagem, é possível identificar o Castilho, na caixinha comemorativa do título mundial de 1958.

Algumas das quase 1.000 unidades da coleção
Da série alusiva a conquista da Copa de 1962, tenho as caixinhas de varios jogadores: Vava,  Djalma Dias, Julinho, Jair, Laércio, Garrincha e Zito. Esta série foi patrocinada pela Erontex, fabricante de tecidos

Ainda com estampas alusivas ao futebol, em 1966 como a copa seria realizada na Inglaterra e a Fiat tinha capital inglês, a empresa resolveu patrocinar a seleção (CBD, atualmente CBF) e fabricou uma série especial  de fósforos de luxo com imagens da rainha Elizabeth e da seleção nacional.

E também caixinhas com imagens de cada um dos selecionados.

Vejam as fotos em seguida. O Brasil era apenas tri.

Em casa embalagem 10 caixinhas

Estes fósforos de luxo, eram fabricados com caixa de papelão, em tamanho menor, e os palitos eram de pinus selecionados, branquinhos.


Não confundir com caixinhas de propaganda, distribuídas gratuitamente, porque o que era vendido pela Fiat Lux era o espaço publicitário. Os palitos eram de papelão também.

Este tipo de caixinha de fósforo era a colecionada. Os anunciantes distribuíam aos seus cliente quando efetuavam compras em seus estabelecimentos.

Tempo depois foram lançados no comércio os fósforos de luxo e encomendadas ao Ziraldo as gravuras que estampariam as caixinhas.

Abaixo alguns exemplares, ainda na embalagem com 10 unidades, com os mais variados temas: signos do zodíaco, amuletos da sorte, tipos regionais, meses do ano, cartas do baralho, etc.


















Tenho hoje, já mofando por estarem tanto tempo guardadas, algumas centenas de caixinhas de fósforos. No passado remoto tive oferta para venda mas não me interessei. Imaginei que meus filhos, então adolescentes, pudessem se interessar em manter a coleção. Não foi o caso.



Outra coleção que ainda tenho guardada é a de lápis com propaganda. Alguns estabelecimentos comerciais mandavam fabricar lápis personalizados, veiculando propaganda de seus estabelecimentos. E distribuíam como brindes aos seus clientes.


Tenho alguns inclusive do exterior: hotéis, restaurantes, etc.

Na foto cerca da metade de toda a coleção

Se não aparecer algum interessado propondo a troca dos lápis por garrafa de vinho, provavelmente farei doação para uma escola pública ou creche, embora não tenha certeza se ainda se usa lápis e, pior, se o grafite utilizado é adequado.  

25 de março de 2017

Dois dedos de prosa sobre futebol

Anteontem, dia 23,  calamos as 50.000 mil pessoas presentes ao Estádio Centenário. Nem tanto porque devemos descontar os talvez 500 brasileiros presentes. Vá lá, 49.500 torcedores uruguaios.

Não chegou a ser uma desforra do Maracanazo porque naquele dia 16 de julho de 1950, tinha muita coisa mais em jogo. Até o público era maior. Diz a lenda que eram 200.000 presentes. E valia o título mundial.


Mal sabia que passados 64 anos eu acompanharia novo, e mais grave, vexame. Os 7X1 que entraram para os anais.

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Mas sobre este jogo de anteontem queria comentar a atuação do Neymar. Seja pelo belíssimo gol, mas seja principalmente pela atuação. E sem cai-cai.

Não sou um fã deste jogador. Vocês já leram aqui elogios ao Messi, ao Cristiano Ronaldo, e a outros excelentes jogadores do passado, como Zizinho e Romário.

Hoje incluo o Neymar na galeria dos fora de série. Já havia admirado a atuação dele na histórica virada do Barcelona sobre o PSG, pela Champions League. Parece que amadureceu mesmo.

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Em seu jogo de estreia dirigindo o Vasco, o técnico Milton Mendes  ao final do jogo fez o sinal da cruz.


Bem, como o Vasco ganhou o jogo, entendo que o gesto foi de agradecimento.

Mas fiquei confabulando com meus botões o que ele teria  feito em caso de derrota. Teria dado uma banana usando os braços?

Não me conformo com esse negócio de enfiar Deus ou Jesus nas disputas esportivas. Se fé e reza ganhassem jogos, o San Lorenzo, da Argentina, não perderia uma só partida. Afinal tem o Papa, o ser humano mais próximo de Deus que se saiba, como seu cabo eleitoral.

E na Bahia todos os jogos terminariam empatados porque torcedores de todas as equipes recorrem aos santos e orixás pedindo ajuda para seus clubes.

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As regras que poderiam ser alteradas no futebol, sem comprometer a essência do esporte, realmente melhoraram o ritmo das disputas. 

Ou corrigiram pequenas normas que não acrescentavam coisa algum, antes pelo contrário.

Algumas que me ocorrem: não poder atrasar a bola para o goleiro usando os pés. Cansei de ver bola para o beque, que devolvia para o goleiro, e ficavam nesta monotonia alguns segundos.

Poder, no início ou recomeço das partidas, jogar a bola para trás. No toque obrigatório para a frente, o segundo toque, excetuados raríssimos casos, era para atrasar a bola para um volante ou mesmo um zagueiro. Pura perda de tempo.

Algumas outras práticas adotadas foram bem interessantes, no sentido  de dar velocidade maior ao jogo e  evitar perda de tempo.

Colocar em campo, disponíveis para os jogos, sete bolas. Evita-se o chute forte para o alto, colocando a bola fora do estádio. Ou como se diz nas peladas, jogando a bola para o mato.  Assisti, no Caio Martins, num jogo do Vasco, o zagueiro do Canto do Rio enfiar um bico (daqueles usados nas antigas bombas de enchimento) na bola de jogo,  deixando-a praticamente murcha.

Grama cortada mais rente, bem curtinha, e de preferência molhada, fizeram com que o bola role mais rapidamente o que é bom para o jogo.

Considerar as linhas demarcatórias como parte do campo de jogo. Era chato o jogador ficar atento aos pés sobre a linha nos arremessos laterais.

O uso obrigatório de caneleiras evitou algumas fraturas.

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Faço uma comparação do estilo do jogador Thalles, com o de outros dois centroavantes do Vasco: Viola e Luizão. Precisa melhorar a mobilidade.

Deveria, também, cuidar mais do físico. E maneirar na vida fora de campo.

Já o Pedro, do Fluminense e o Vizeu, do Flamengo, estão quase prontos para o estrelato.

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Vou lançar um repto. Escalar o melhor time selecionando exclusivamente entre ex-jogadores ora comentarista de TV (aberta e fechada). Vai faltar, talvez, um goleiro.

Por falar em comentarista, fiquei irritado com o que comentava o jogo do Brasil contra o Uruguai, no SportTV (canal 39 - Sky) Ele insistiu que o responsável pelo gol do Uruguai foi o lateral Marcelo.

Eu tenho certeza que a culpa foi do goleiro Alisson, que teve uma retardada reação no lance. Ele vacilou dois ou três segundos antes de sair de encontro à bola. Tempo suficiente para o Cavani chegar na frente. É só observar bem o lance. Era óbvio que o Marcelo iria recuar a bola para ele, ou de cabeça ou com o peito, como fez.

Duvido que o citado comentarista tenha um dia calçado uma chuteira. Se fizer três embaixadinhas pago o jantar. Comentaristas, bah!!! 

24 de março de 2017

KONG - A ILHA DA CAVEIRA: Um mico tamanho-família






Crítica do
Prof.Átila Soares da Costa Filho





















O que deveria ser uma obra a escapar o máximo possível de clichês facilmente encaixáveis, marcha na direção contrária. Tem espaço pra tudo ali em termos de “mais do mesmo”: um bando de militares com cara de poucos amigos, o afro-americano cômico, a lourinha politicamente correta à la Disney, o líder a dar uma de capitão Abraham sedento de vingança contra a Moby Dick, mensagens ecológicas de montão, uma tribo idílica vivendo em paz (sabe-se lá como...) em meio a um inferno que nem Bosch imaginaria. Nem é necessário dizer que tal comunidade milenar, claramente de procedência asiática, precisava que um americano branco caísse (literalmente) de pára-quedas para ensiná-los a ter mais prosperidade... na própria terra deles (!!!). Ah! Sim, e muito tiro e explosão.

Os efeitos são bons, mas nada que vá fazer deste filme algo que se compare às versões de 1933 e a de 2006 - cada qual, uma revolução em termos visuais à própria época. E, se tem Samuel L.Jackson no elenco, pode ir segurando os créditos finais que lá vem uma petiscada para mais uma sequência. Então... um renascimento do legado da Toho - a célebre produtora japonesa responsável pelos monstros mais danosos à prefeitura de Tóquio - já está a caminho pelas mãos da Warner. Só resta saber se um script mais inteligente será desenvolvido numa época em que criaturas com 60 metros de altura, por si só, não parecem mais assustar tanto. É o que acontece quando se abusa do CGI em detrimento de uma boa história. E, pra quem anda ávido em poupar umas moedas, bem que poderia dispensar a sessão em 3D: depois dos primeiros 15 minutos, o efeito é praticamente imperceptível.


O Prof.Átila Soares da Costa Filho é designer, especialista em Antropologia e História, e autor das obras A JOVEM MONA LISA e LEONARDO E O SUDÁRIO. Ele também teve a oportunidade de ver, ao vivo, o King Kong original (do filme de 1933) com seus 15 metros de altura, acorrentado e rugindo feito louco na Praça 11, Centro do Rio, em 1977. Aquilo, sim, foi uma experiência!..  

22 de março de 2017

Cruzada de pernas, manteiga e caixinha secreta


Alguns filmes, de viés erótico, sem apelação de sexo explícito, ficaram conhecidos por cenas ou situações correntes na vida real, mas encaixadas de fome sutil e inteligente na narrativa, de tal sorte que o que as identifica e faz-nos lembrar rapidamente do mesmo.

Se eu disser que a manteiga foi usada como lubrificante, e você tem mais de 50 anos, vai associar rapidamente a uma sequência de "Último tango em Paris" e ao ator Marlon Brando.

Vai ou não vai? 

Mais do filme e imagens em:

E uma caixinha cujo conteúdo não é mostrado ao expectador, mas provoca reações em algumas personagens?

Se eu perguntar se você descobriu o que aquele "cliente" oriental exibiu para a Séverine (Catherine Deneuve), você vai ligar a cena ao filme "Bela da tarde", ou "La Belle de Jour".





E a cruzada de pernas da Sharon Stone? É possível que você não lembre do título do filme (Instinto Selvagem), menos ainda do titulo original (Basic Instinct), mas saberá que estou falando de uma cena que entrou para a história do cinema.

Vejam imagens em
Então temos relação direta entre cenas ou coisas que nos remetem de imediato aos filmes. 
- manteiga - Ultimo Tango em Paris
- caixinha de conteúdo oculto - Bala da Tarde
- pernas cruzadas - Instinto Selvagem

Cenas sensuais, eróticas, mas delicadas, inseridas num contexto. 

Diretores consagrados como Luiz Buñuel e Bernardo Bertolucci, ou nem tanto (para mim), como Paul Verhoeven souberam dosar as imagens de sorte a que não chocassem, não criassem constrangimentos pela crueza.

Não vimos violência sexual, estupro. Apenas saliência sugerida, provocante.

20 de março de 2017

Acabou o verão ... que bom!


Até o ano passado vocês jamais leriam esta frase escrita por mim. Ou a ouviriam de minha boca.

Desde menino o verão foi a minha estação preferida. Sol brilhando, céu azul, faziam minha alegria.

Afinal poderia ficar o dia todo na rua (morava numa vila, com um campinho na porta de casa). Bem, o dia todo é exagero pois afinal tinha as aulas.

Até as chuvas do verão eram apreciadas, seja porque riscando um sol sobre o calçamento com um pedaço de giz ou de carvão nossa estrela aquecedora voltaria a brilhar, seja porque ela deixava uma leve brisa, suficiente para empinar nossas pipas.

A chuva deixava, quando muito, além da brisa suave, um arco-iris lá por detrás do Morro da Penha. Conseguia divisar apenas uma parte do grande arco multicolorido. 

Os adultos diziam que aquela chuva forte, mas de pouca duração, piorava o calor pois fazia emanar o calor armazenado na rua. Mas era uma sensação breve. Nós, de calção e sem camisa, com os pés descalços, nem percebíamos a temperatura.

Pipas no alto, de novo. Correria atrás da cafifa tosada pelo cerol do outro moleque que nem eu. Cafifa torada flutuando ao sabor do vento, não tinha dono. Era de quem a pegasse.

A chuva atrapalhava um pouco a pelada de final da tarde, porque a rua São Diogo, ainda sem asfalto ou qualquer outro calçamento, empoçava em muitos pontos.

O campinho no interior da vila era de pequenas dimensões e nosso racha tinha muitas vezes oito de cada lado. As partidas eram de 10 virando em 5.

Não entendia porque certas vezes o sol não voltava logo assim que o desenhávamos na calçada. Assim como vampiros eram afugentados com um crucifixo. A chuva persistia, porque não era aquela de "casamento de viúva", ou seja, não caia junto com o sol voltando a dar o ar de sua graça.

O tempo passou, cresci, dizem meus detratores que apenas na altura do corpo, pois o cérebro permaneceu meio acanhado, e minha preferência pelo verão continuou. Por várias razões: praia, cerveja gelada, roupas frescas, sair sem capa ou guarda-chuva, não ter a calça molhada porque um carro passou sobre a poça d'água na rua, justo na hora em que eu ali transitava. E muitas outras coisas. Inclusive pelas cores do verão, em oposição ao cinza do inverno.

Primavera e outono são estações de transição, pouco perceptíveis no Rio de Janeiro, onde faz calor de setembro até março/abril, e esfria um pouco entre maio e agosto.

Mas este verão que hoje terminou, às 07:29 h da manhã, foi de lascar. Inumano, incivilizado. 

Sofri tanto que, até setembro, não quero saber de calor.

Bem, quando chegar a primavera e a temperatura começar a subir quem sabe volto a ser um apaixonado pelo verão, como sempre fui?

Paradoxos, descompassos

Publico em seguida texto recebido por e-mail. Reproduzo tal e qual chegou em minha caixa de entrada, inclusive o crédito de autoria ao final.

"Imagine um país onde é proibido ter saleiros em mesas de restaurante porque o governo está preocupado com a saúde dos cidadãos, mas cuja carne é podre com a anuência de agentes governamentais. 


Isto é muito mais que mera contradição ou piada fácil: é um símbolo da nossa condição. Construímos ciclovias para brincar de Holanda em cidades com esgoto a céu aberto.

Nosso sistema de saúde faz cirurgia de mudança de sexo enquanto temos epidemias de doenças para as quais há vacina barata e pessoas morrem por falta de atendimento médico. Somos recordistas mundiais de homicídio e estamos preocupados com uso de nome social de trans.

Temos a legislação trabalhista mais protetora do mundo e uma economia informal maior que a formal. Nossa constituição garante todos os direitos conhecidos pelo homem e o cidadão sai de manhã sem saber se voltará vivo de noite.

Os paralelos poderiam continuar indefinidamente. A inversão de prioridades, o comer angu e arrotar peru, o fazer tudo para inglês ver é um modo de vida para o Brasil.

É como se disséssemos: já que somos incapazes de resolver os problemas mais básicos da existência, pelo menos vamos vestir uma roupa chique para elevar os ânimos. Somos como quem deixasse de comprar comida para gastar o dinheiro em tranquilizantes. Somos o João Gostoso do poema de Manuel Bandeira, que bebe, canta, dança e depois se mata."

Texto de Eduardo Levy (Facebook)

19 de março de 2017

Jazz, clássico e pop

Nas décadas de 40 e 50, do século XX, além de ter sido coroinha, optado pelo Vasco da Gama como clube para  preencher meu coração, adotado  a Portela como Escola de Samba preferida, jogado pelada, brincado de pique  e pulado carniça, também ouvi muita música.

No rádio, como já mencionei ad nauseam neste blog, sintonizava a rádio Metropolitana para ouvir um programa intitulado “Pelas Esquinas de Beverly Hills”, que  tocava muito jazz e em especial as grandes bandas (big bands), como Tommy Dorsey,  Artie Shaw, Benny Goodman, Glenn Miller e outros.



E também Artie Shaw:


Até que meu pai comprou uma radio-vitrola, na época de boa qualidade e recursos técnicos, como poder empilhar os discos (78 rpm) e ouvi-los em sequência. Executava também os LPs e os compactos de 45 rpm.

Claro que, tendo a eletrola, era necessário comprar os discos. Então passei a ouvir, vez ou outra, nos finais de semana, com meu pai em casa, discos com gravações de  clássicos, em especial óperas.

Foi assim que aprendi a admirar Giacomo Puccini, sobretudo por causa de duas óperas: Turandot e Tosca.

Ouvi tanto o terceiro ato da Tosca, na interpretação de Mario Lanza, que até hoje sei de cor alguns versos.

Eram recorrentes as conversas entre meu pai e minha mãe sobre os melhores tenores. Ela muito fã do Mario Lanza, acho que por causa da exposição a que ele ficou submetido quando foi para Hollywood. Ficou popular.

Ouçam, da ópera Turandot, a ária “Nessun dorma”, na voz de Mario Lanza, preferido de minha mãe.

Tito Schipa
Já meu pai, mais velho, achava que ninguém chegaria aos pés de Enrico Caruso. Gostava muito, também, do Tito Schipa, mas a lenda de que Caruso era capaz de fazer vibrar o lustre de cristal impressionava bastante.

O terceiro ato da Tosca – E lucevan le Stelle – pode ser ouvido acessando o link a seguir, na voz de Luciano Pavarotti, que não era da geração acima mencionada, mas tornou-se muito popular neste século XXI, a ponto de meu filho Ricardo ir para São Paulo assisti-lo no Estádio do Pacaembu. Eu morava na capital paulista naquela época.

Conheci também, porque tínhamos um disco, a cantora lírica peruana, chamada Yma Sumac, ótima soprano mas  que cantava muita música folclórica e até mambos.

Para quem nunca ouviu falar coloco o link a seguir: