21 de setembro de 2018

Cinemas e arte cinematográfica

Já escrevi bastante sobre cinema (sala de exibição) neste espaço virtual. Exemplo:
https://jorgecarrano.blogspot.com/2016/05/cinemas-em-niteroi-no-passado.html

Assim como amigos convidados escreveram sobre a arte cinematográfica, meio de contar histórias, analisando direção, interpretação, trilha sonora, efeitos especiais,  etc.

É o caso de ÁTILA SOARES DA COSTA FILHO, professor de História da Arte, Filosofia e Sociologia, e autor de “A Jovem Mona Lisa" (Ed.Multifoco, Rio), que me honrou permitindo a publicação de percucientes análises de lançamentos.

Links abaixo, basta clicar:









Há muito não vou a um cinema. Acomodei-me às séries (algumas ótimas) televisivas e ao cardápio Netflix.

Tinha até mesmo esquecido da relevância do cinema (arte) para minha geração e da diversão barata.



Os heróis americanos nas guerras, a resistência de índios Cheyennes e Sioux, que enfrentavam o Gal. Custer, os musicais e as comédias românticas me encantaram. 


1942

1946














Foi também através do cinema e da revista Seleções do Reader's Digest que conheci o "american way of life".



Nunca comentei um dado importante. O quanto os cinemas uma das melhores, senão a melhor diversão para as classes "B" e "C", ficavam lotados em algumas oportunidades.

Nem vou falar da pré-estreia do Odeon (Niterói) às 10 da manhã aos domingos. Formava-se uma imensa fila na porta.

Refiro-me aos grandes lançamentos de uma maneira geral. Vou contar um caso pessoal, vivido com a hoje minha mulher (há 53 anos).

Antes porém, quero registrar que o que despertou minha memória foi uma crônica recente do Xexéo, na qual ela relata que por vezes só era possível assistir ao filme sentado no chão, isso mesmo, no chão dos cinemas, especialmente nos corredores laterais.

Mas vamos ao caso vivido com Wanda, minha mulher. Meu pai havia falecido há pouco mais de um mês. Ela veio, com a mãe, nos visitar. Eramos noivos e certamente a família dela queria se posicionar em relação as minhas intenções futuras, em face do novo fato.

Claro, morávamos há algumas centenas de quilômetros de distância. Ela em Cachoeiro de Itapemirim e eu em Niterói.


Estação das barcas, anos 1950
No cinema Central, localizado na Praça Araribóia (Martim Afonso), que chamávamos simplesmente de  "barcas", posto que lá ficava a estação do transporte marítimo que fazia a travessia da Guanabara, estava em exibição o filme "Candelabro italiano".



Um filme "água com açúcar", romântico, bem ao gosto de jovens apaixonados como nós dois, com idades em torno dos vinte anos.

Fomos a sessão das 20 horas. Mas qual o quê, impossível ter acesso à sala de projeções. A fila dobrava a esquina, contornando o bar Santa Cruz (ou seria o Sul América?) e adentrando a rua da Conceição.

Mesmo que, apenas para argumentar, quiséssemos assistir sentados no chão era impossível chegar próximo da bilheteria. Mas a hipótese morreu no nascedouro, nem pensar. Afinal era nossa primeira ida ao cinema em Niterói e sozinhos.

Em Cachoeiro quando íamos ao cinema, ou a mãe ou uma irmã sempre iam na mesma sessão. Coisas de meu futuro e depois sogro mesmo.

Bem, resolvemos arriscar assistir ao filme na sessão das 22 horas. Era um risco? Era. Seria penoso? Seria, pois afinal haveria muito tempo na fila. Além do risco de chegarmos muito tarde em casa na volta. Após meia-noite.

Indo direto ao ponto. A insatisfação de minha mãe era bem maior do que a da minha futura sogra. Aquela, quem sabe, influenciada por esta. E esta, certamente, pensando em como explicar ao marido (italianão brabo) se algo de mal acontecesse.

Algo de mal? Podem rir a vontade. Assim era na década de 1960 no século passado. Os namorados iam ao cinema acompanhados da mãe ou irmã da moça (em geral moça mesmo), os cinemas tinham filas na porta e podíamos ter que assistir ao filme sentados no chão.

E pasmem! No aludido cinema Central, os homens só podiam entrar trajando paletó ou blazer. O tempora o mores!

20 de setembro de 2018

Bolsonaro na veia


Tenho todos os medos explicitados no áudio a seguir. Talvez não devesse pois afinal estou no ocaso da vida.

Mas filhos e netos ainda têm muito a viver, realizar na vida terrena.

Ouvi atentamente quando recebi o link e superei todas as barreiras que até inconscientemente pudesse ter a respeito do Bolsonaro.

Agora sem dúvidas, com opinião sedimentada, sem me violentar, declaro meu voto nos militares: capitão e general.

OUÇAM:




ASSISTAM:





VOTEM:


Bolsonaro, presidente

Mourão, vice-presidente



19 de setembro de 2018

Bula do blog

Modo de usar: a partir de seu notebook, tablet ou celular.

Dosagem: Pelo menos uma visita diária. Em casos mais graves de falta do que fazer, acesse duas vezes ao dia.

Efeitos colaterais: em pessoa dotadas de QI acima de dois dígitos (a partir de 109) não foram identificados efeitos indesejáveis.

Contaminação: Quem dera houvesse a possibilidade de contaminação, com isso desapareceriam flamenguistas, petistas, noveleiros, e outras pragas que este blog contesta. Teríamos cada vez mais avessos a estas doenças.

Superdosagem: não há na literatura científica notícia de efeitos secundários nos casos de vários acessos diários ao blog. Quando muito um certo tédio, que logo passa.

Restrições: O Generalidades Especializadas é recomendado sem restrições, inclusive para gestantes e crianças. Ao contrário da Globo aqui não se atenta contra a moral, bons costumes e tradições.

Responsável técnico: aqui cada um é responsável pelo que escreve, comenta ou difunde. Tudo que seja contra o PT e o Flamengo conta com o aval do blogueiro.


17 de setembro de 2018

Prevendo o futuro ... torcendo para errar

Ciro Gomes será eleito presidente, no segundo turno das eleições.

Serão eleitos para o Senado (com ajuda do Seleme e apoiado em pesquisas), provocando a maior "renovação" jamais ocorrida: Eduardo Suplicy, por São Paulo, Cesar Maia, pelo Rio de Janeiro; Roberto Requião, pelo Paraná; Jader Barbalho, pelo Pará; Renan Calheiros por Alagoas; José Fogaça, pelo Rio Grande do Sul; Dilma Rousseff, por Minas Gerais; Edison Lobão, pelo Maranhão;  Marconi Perillo, por Goias e Jorge Viana, pelo Acre. KKKKKKK coitado do presidente eleito

O Vasco vai cair, uma vez mais, para a segunda divisão.



O Supremo Tribunal Federal, conduzido pelo ministro Dias Toffoli, vai piorar no que tange a decisões ideológicas.

Este blog será descontinuado por falta de talento/capacidade do blogueiro e desinteresse e ausência de leitores/seguidores.

Faustão continuará no ar, teremos a enésima temporada do BBB, e as novelas continuarão deseducando e deformando ética e moralmente os telespectadores incautos.

Vem aí o "horário de verão", que já não é uma unanimidade aqui no Rio. E os galos não entendem. Vejam a boa charge abaixo.


Ótima, muito bem sacada

O verão que terá início no ultimo mês do ano, trará com ele surtos de zica, dengue e chikungunya. 


Imagens no Google
Teremos novos incêndios destruidores de nossa história materializada, se não tomarem vergonha na cara.



Trump chegará ao final de seu mandato, em 20 de janeiro de 2021, com popularidade em alta e podendo se reeleger.

Outras previsões, sombrias ou não, ficam por conta dos poucos mas fieis e generosos seguidores, em seus comentários.




Imagens: Google.

16 de setembro de 2018

Assumindo o voto


É meu candidato ideal? Claro que não!


Mas dentre os postulantes, qual se aproxima mais do que aspiro: livre iniciativa, com economia de mercado; reconhecimento de mérito individual, inclusive para acesso à universidade; tolerância zero, em relação à segurança; repúdio a qualquer tentativa de implantação de socialismo bolivariano, ou de inspiração marxista; combate à degradação de valores morais e éticos patrocinado pela Rede Globo em sua dramaturgia; reafirmação das cores verde e amarelo como as representativas de nossos valores, armas e brasões; defesa da soberania nacional, contra interferências externas.

Que candidato tem o perfil mais próximo daquilo que quero para meu país? Que candidato tem uma proposta para o país e não para partido político que pretendia se perpetuar no poder?

O nome é Jair Bolsonaro, seu número é o 17, e seu lema é: BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.







15 de setembro de 2018

Idiossincrasias, implicâncias, criticas e aborrecimentos

Parei de implicar com os motoqueiros, mas continuo achando que 98% deles são mal-educados, idiotas ou pior, bandidos.

Os 2% que excetuo, são uma homenagem a dois amigos que são motociclistas.

Mas canso de ver, diariamente, no centro da cidade, motoqueiros montados, com o motor em funcionamento, trafegando nas calçadas em busca de vaga para estacionar. O máximo que se permitem para minimizar o risco de acidentes é manter os pés no chão, para terem equilíbrio.

Agora chegou a vez de malhar os ciclistas (alguns) que são igualmente desrespeitosos em relação as leis vigentes e aos pedestres.

Acreditem que tem um ciclista, todo paramentado, com capacete, luvas e óculos, que trafega em alta velocidade no calçadão de Icaraí. Quase todo domingo lá está ele, como se estivesse num velódromo.

No outro dia havia um entregador de galões de água mineral ziguezagueando entre os caminhantes, pretendendo abrir caminho simulando buzina com a boca: fon fon fon fon.

Mães e pais deixam que seus filhos, ainda aprendendo a se  equilibrar e sem terem absoluto controle do veículo saiam correndo  sem amparo, com rumo desorientado atropelando transeuntes.



Bicicletas sem as rodinhas laterais que ajudam na fase de treinamento e a criança sem proteção pelo menos na cabeça.

A lei é clara, o ciclista, nas calçadas, deve estar apeado, andando ao lado de sua bicicleta, segurando o guidom. Só assim pode trafegar nas calçadas.

No trânsito nenhum obedece a sinalização. Observem que onde há ciclovia, eles entendem que podem passar pelos cruzamentos sem obedecer à sinalização.

E trafegam na contra-mão do trânsito pondo em risco as pessoas que confiam olhando apenas para um lado na travessia das vias públicas.

Em muitos condomínio as queixas são de que não obedecem as normas internas colocando suas bikes no bicicletário, ao contrário largando-as em todos os lugares das áreas comuns.

Isso quando não insistem em utilizar os elevadores para subir com elas para suas unidades habitacionais. Arranham as cabines e causam outros pequenos danos.

Desculpem, o problema não é apenas dos motoqueiros e dos ciclistas. O problema é nacional e de amplo espectro. Chama-se educação, ou falta de.

Para encerrar: acho melhor Jair se acostumando.

Imagem colhida via Google.

13 de setembro de 2018

As mulheres são solução?



Você aí, desavisado, há de achar estranha minha dúvida, porque está focado apenas num tipo de solução.

Um amigo, com o qual perdi contato, dos mais inteligentes que jamais tive - com meu pedido de vênia aos demais - certa feita em meio a uma conversa me surpreendeu com um comentário, em tom jocoso: “mulher é muito bom, mas tem peças demais”.

Machista, porco chauvinista? Não, não era não. Como não sei aferir e mensurar inteligência, troco inteligência por cultura. Cultura geral, poliglota e bom humor, eram seus traços mais marcantes. Você conhece alguém, não nativo nos países baixos, que fale neerlandês?  Pois é, ele falava (ou fala se vivo estiver).

Mas não é bem isso que quero abordar. Mulher é solução na política? Minha resposta é não necessariamente.

Lembro de Luiza Erundina, que eleita prefeita seu primeiro ato foi desapropriar a mansão dos Matarazzo, na Av. Paulista, em São Paulo.


Erundina
Pretendia transformar em museu dos operários. Nem vou aprofundar a conversa tão idiota foi a ideia. Inexecutável por razões que um dia contarei aqui, se calhar.

O que dizer de Dilma Rousseff que além de pretender devolver o creme dental para dentro do dentifrício (sic), achava que o ideal seria poder armazenar vento.

E Rosinha Garotinho, poço de virtudes, de retidão, íntegra, incorruptível ... bem, melhor acessar o link abaixo:
No cenário internacional são muitos os exemplos de incapacidade, improbidade e corrupção mesmo, na acepção da palavra.

O caso mais recente, talvez, foi o de Park Geun-hye, presidente da Coreia do Sul, que sofreu impeachment.
Está certo que o mundo conheceu – e conhece – Indira Ghandi, Margaret Thatcher e Angela Merkel, por exemplo. Mas isso configura uma regra?




Poderia citar, ainda, Golda Meir e Eva Perón que embora não tenha dirigido seu país, alcançou uma meteórica liderança política e  não fora sua morte prematura (morreu ao 33 anos de idade), quem sabe chegaria lá.


Golda Meir
Evita Perón















Por aqui corremos riscos com o sistema de cotas. As mulheres asseguraram direito a espaço nos partidos para candidatarem-se e asseguraram 30% da verba do Fundo Partidário. Cotas, é assim que resolvemos nossos "problemas".

Consta que Gleise Hoffmann estava articulando uma puxada de tapete, a fim de assumir o lugar de Lula na chapa do PT, mantido o Haddad como candidato a vice. Dessa nos livramos.