30 de novembro de 2013

The books are always on the table !




 Por
RIVA

 
Terminei de ler mais um bom livro – The Lifeboat ( O barco salva-vidas), de Charlotte Rogan.
 
No início da 1ª Guerra Mundial (mais precisamente 1914), poucos anos depois do famoso e traumático naufrágio do Titanic, o navio civil Empress Alexandra explode e naufraga no Atlântico, deixando os poucos sobreviventes à deriva em seus barcos salva-vidas. Era também a viagem dos sonhos de quase todos a bordo, rumo à America.
A história é focada em um desses botes, superlotado com 40 sobreviventes, mas cuja capacidade máxima não deveria exceder os 30 passageiros. São homens, mulheres e crianças, pessoas de várias idades, diferentes nacionalidades européias, de diferentes camadas sociais.
Parece um pouco com As Aventuras de Pi ( li o livro e não vi o filme ), ou seja, uma incrível história de sobrevivência em alto mar, onde misturam-se elementos de conhecimento de navegação e localização, alimentação essencial, limites do nosso corpo, balanceamento de pesos a bordo, mas, principalmente, das forças a bordo, do jogo emocional dos sobreviventes.
Chega-se a um terrível ponto do episódio em que, devido às más condições do bote (com entrada de água do mar), decide-se que .... tem que aliviar o peso a bordo !
Meus caros, daí em diante é uma guerra a bordo pela sobrevivência, dramática, envolvente, e passa a ser bem mais parecido com As Aventuras de Pi ; só que ao invés de tigres, hienas e zebras a bordo, temos realmente seres humanos transformados em bestas .... é o Apocalipse mesmo !!
É um daqueles livros que carregamos para o chuveiro na hora do banho. Personagens interessantes, carismáticos (sempre tem ), em situações inimagináveis para todos nós.
Não vou contar mais detalhes, pois alguns de vocês podem adquiri-lo. Está publicado no Brasil com o título No Coração do Mar .... o link é :
Existe um outro livro, espetacular também, com tema muito parecido com esse (porém real), mas atenção : com o mesmo título aqui no Brasil. Não confundam ... o link é :
Já li os dois, e recomendo ambos ...sensacionais !
Outro ponto que me motiva a escrever esse post ( apesar de ainda estar muito desmotivado e em estado de depressão com o meu Fluminense, que joga sua sorte daqui a pouco no Maraca contra o Galo – quando vcs lerem esse post, já saberão o resultado do jogo ) é a analogia que imediatamente faço com diversas situações no meu dia a dia. Exemplos ?
- reuniões na minha empresa, geralmente envolvendo pessoas do Rio e de São Paulo, quase sempre divergentes em vários pontos, até culturais. Vejo exatamente o bote salva-vidas do Empress Alexandra dentro da sala de reuniões ! Cenários bizarros, às vezes.
- idem com os ônibus que pego diariamente entre a Praça XV e Botafogo, onde sempre vou em pé (pois quando entro o ônibus já está lotado vindo do subúrbio), apertado entre trocentos passageiros, e sou sempre um dos primeiros a saltar ....ou seja, tenho que atravessar o corredor inteiro do ônibus, pedindo licença, me esfregando e sendo esfregado, até a salvação, que é a porta de saída .....
- assembléias gerais no meu condomínio ...... muito parecido mesmo.
Dá para desenvolver vários case studies, para treinamentos de equipes.
Tudo isso, pessoal, me faz cada vez mais ....... andar devagar, porque já tive muita pressa !

28 de novembro de 2013

EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA - COPA DO BRASIL 2013

Aquele clube rubro-negro conquistou ontem, pela terceira vez, a Copa do Brasil.
Parabéns!!!
 
ÊPA! Que que houve Google? Eu pedi a camisa do rubro-negro, para prestar homenagem ao campeão,  e a tela me mostra a do extinto Tabajara? 

 
O QUÊ? Esta camisa é do Flamengo? Então tá!



 
 
 
 
 
 
 

Depoimento importante

Se uma imagem vale mais do que mil palavras, o que dizer de uma imagem com mil palavras.
Este depoimento foi gravado na Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional.
Trata-se de uma lúcido e corajoso médico cubano.


Cliquem e assistam:


video

New England - USA


Ontem relatei um caso real, ocorrido na região da Nova Inglaterra, nos Estados Unidos.
O lugar, por si, já justificaria um post, em face da beleza natural daquela região lá no nordeste americano, próxima do Canadá.

       Viviane pousando para a lente de seu marido Marco Antônio, na bela região da Nova Inglaterra
 
 
 
Mas o episódio narrado (ontem) contém um exemplo de que é possível construir um país civilizado, no qual as pessoas respeitam ao próximo e às leis vigentes.


 


O casal, cujos nomes já posso revelar, fez  a gentileza de me enviar fotos do lugar e dos veículos. Agradeço ao Marco Antonio e a Viviane, pela autorização.
Portanto aí vai, para comprovar aos mais céticos e àqueles que imaginavam  se tratar  de “licença poética”,  a narrativa que fiz, a imagem do veículo acidentado.


Meus agradecimentos a Viviane,
 na foto durante a viagem







NOTAS DO EDITOR:

1) Sobre o tema civilidade, educação, respeito, vide o post http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/11/profissionalismo-eficiencia-preparo.html

2) Sobre as paisagens outonais vejam os posts http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/09/manhas-de-setembro.html  e
http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/10/a-foto-e-tela.html

27 de novembro de 2013

Profissionalismo, eficiência, preparo funcional, educação e civilidade


Infelizmente não estou falando do Brasil. Aqui, e há quem prefira, o que temos é o jeitinho brasileiro, o  trocado para a cervejinha, a necessidade de advogado e/ou despachante, o esperto.

A premissa, entre nós, é de que a pessoa está mentindo, por isso precisa provar que está de boa-fé, dizendo a verdade. Nos países civilizados, de primeiro mundo (e muita gente não sabe o que é isso), dá-se exatamente o inverso, de saída você está com a razão e postulando um direito que precisa ser respeitado.

A esta altura alguns  estão conjecturando de onde, quem sabe do nada, tirei estas elucubrações que iniciam o post?

Pois vou lhes contar.

Há dias enviei mensagem eletrônica para uma cliente reportando aspectos de um processo. Ela respondeu laconicamente, informando estar em viagem e que na volta faria contato.

O contato foi hoje cedo. Indagada que tal a viagem e aonde foi, respondeu que viajou para os Estados Unidos, para a região da Nova Inglaterra, em especial Vermont que tinha muita vontade de conhecer, mais especificamente no outono, quando a paisagem local é de tirar o fôlego.
 
 adianto que ela adorou a viagem e mesmo o contratempo de um acidente automobilístico, não comprometeu o resultado do passeio.

Vou contar desde o início tal qual ela me relatou.

Decidiram, ela e o marido, em férias, fazer esta viagem sem os filhos, às voltas com trabalho e estudos.

Decidiram ir e voltar por Nova Iorque para aproveitamento melhor de milhagens. E assim fizeram. Já na cidade que nunca dorme alugaram um carro para a viagem até a região de Nova Inglaterra, no nordeste do país.

Falou muito bem da região e em espacial de Vermont, o segundo  menor  estado em população. Confirmou que a paisagem é tipicamente rural, de vida tranquila, com estradas que são tapetes, margeadas por uma vegetação exuberante, do amarelo ao vermelhão no outono.



O acidente, que serve de exemplo para minhas considerações iniciais, deu-se no Maine, outro estado da mesma região. Ao chegarem a uma pequena cidade, numa estrada de três pistas para cada sentido, e movimentado comércio dos dois lados, um carro atravessou-lhes o caminho. O motorista pretendia atravessar para o outro lado e, muito afoito e calculando mal as velocidades, ao invés de ir até o próximo retorno, resolveu cortar e passar na frente do carro onde estava minha cliente, com seu marido ao volante.

O choque foi forte, pegando a frente do carro onde estavam, que como já contei foi alugado em NY. Amassou tanto que travou a roda na lataria. Felizmente ninguém se feriu. Em nenhum dos dois carros.

Recuperados do susto, verificaram que ao lado havia encostado um veículo dirigido por uma senhora de cerca de cinquenta anos, que abrindo o vidro lateral de seu carro indagou se alguém estava ferido e se oferecendo para testemunhar o caso.

Você que está lendo sem prestar muita atenção,  atente para ao fato de que a senhora estava se oferecendo como testemunha. Esta já é uma enorme diferença entre nossas culturas. Aqui ninguém quer testemunhar nada e se furta a fazê-lo mesmo quando solicitado. Imagine se oferecer.

Voltando a acidente. O motorista do carro que provocou o acidente também abriu o vidro lateral e resmungou alguma coisa que nem minha amiga e nem seu marido entenderam. Mas foram socorridos pela senhora que se oferecera para testemunhar, que explicou que ele apenas dissera que assumiria a culpa. Concordava que fora o responsável.

Enquanto conversavam aguardando a chegada da autoridade policial, o que levou "intermináveis" dez minutos, desde de que a mesma senhora solícita telefonara alertando sobre o ocorrido, ficaram sabendo que este gesto de assumir imediatamente a culpa, está ligada a diminuição das penas em cinquenta por cento.

Com isso, o motorista que admitiu ser culpado, iria reduzir o tempo de perda do direito de dirigir, de dois para um ano de impedimento. Notaram as  penas? Uma delas privativa do direito de dirigir por um ano. Seriam dois, mas com a assunção da culpa e um curso de reciclagem ficará impedido por apenas um ano. Tem o aspecto indenizatório que deixarei de lado porque o carro era alugado e este lado da questão não interessa ao meu discurso.

Na cidade onde ocorreu o acidente não havia agência da Alamo, onde alugaram o automóvel, mas bastou um contato telefônico para serem orientados de  que deveriam se dirigir a uma outra locadora (regional), com a qual a Alamo Rent a Car tem convênio de reciprocidade.

Esta outra agência era pertinho e levados pela mesma testemunha gentil chegaram em minutos. Ao cabo de menos de uma hora já estavam com outro veículo em direção ao destino que traçaram para aquele dia.

Não contei o que se passou quando da chegada da viatura policial. A primeira abordagem do guarda, depois dos cumprimentos de praxe, foi perguntar se havia feridos. Informado que não, pegou seu talonário e passou a fazer o relatório do caso. Era preciso uma testemunha para o motorista que admitiria a culpa. Um transeunte que parara para dar aquela espiadinha aceitou testemunhar.

Assim, com as duas testemunhas, o policial escreveu o que apurou. O motorista estava sóbrio, em seu juízo perfeito, apenas muito apressado e desrespeitou as regras de trânsito. Assinaram todos os envolvidos, com as testemunhas e estavam liberados para retirar os veículos e seguir a vida. O culpado compareceria a um tribunal municipal que imporia as sanções.

Tudo simples até aqui, mas o final é mais simples ainda.

Voltaram para Nova Iorque onde deveriam devolver o carro. E o marido de minha cliente já conjecturando sobre o que dizer a respeito do acidente. Explicações, etc.


Chegaram ao balcão da Alamo, e a atendente não queria saber da história, apresentada a cópia do contrato de locação, ela acessou o terminal e o histórico estava todo lá no computador.

A atendente não precisou, sequer, ir dar uma olhada no carro, que nem era o que fora locado. Pegou apenas as chaves e pronto. E não nos esqueçamos que estavam devolvendo outro carro. Levaram um preto e devolveram um vermelho de outra montadora.

Puxa! Civilização é isso, primeiro mundo mesmo. As pessoas acreditam em você como princípio, se você mentiu ou trapaceou depois responderá por isso, mas se estiver certo ninguém complica sua vida com burocracia, formalidade, cafezinhos, agrados, xerox disso e daquilo.

Quando acabou a narrativa eu já estava impressionado, pois embora tenha vivência de viagens ao exterior onde já presenciei casos semelhantes com lições de educação, cortesia, e profissionalismo, esta não é a minha realidade profissional no Brasil.

Já estava impressionado, como disse,  mas tinha mais. O Departamento Jurídico da Alamo Rent a Car, desde a Flórida, onde tem sua sede, telefonou para a casa deles, aqui no Brasil, perguntando se tinham algo mais a questionar ou pedir.

Meus clientes (não estou mencionando nomes porque não pedi autorização) responderam que não e mencionaram que haviam tirado fotos do local do acidente e dos veículos envolvidos.

Resposta do Jurídico: Se não for problema ou trabalhoso mandem-nos, por favor, as cópias. Só isso e nada mais.

Agora quem não sabe do que se está falando quando mencionamos primeiro mundo, civilização, é isso aí.

Esta história aconteceu neste lugar maravilhoso (vide abaixo). As imagens são do Google, mas se eu pedisse teria (talvez) fotos feitas pelos protagonistas da aventura.

 

25 de novembro de 2013

Captação de som e leitura labial provocam polêmicas

Foi em julho de 2003, que microfone usado por repórter em cobertura para a TV, captou a orientação dada pelo advogado Clóvis Murillo Sahione de Araújo, renomado advogado criminalista, ao ouvido de seu cliente, para que assinasse diferente, de preferência com  mão esquerda, ou fazendo letras diferentes, a fim de dificultar a análise grafotécnica dos peritos. Mencionou o pingo borrachinha da letra “i”.

Bem, o áudio foi divulgado e não havia como passar em branco. Deste modo o advogado foi suspenso, pela OAB,  do exercício de sua profissão pelo prazo de noventa dias.

Não fora o som capturado pela câmera de TV, esta orientação do advogado ao cliente não teria passado de mais um caso em que o profissional usa de truques e artifícios preparativos para suas teses de defesa. Não diria que é comum, mas acontece e o público não toma conhecimento.

Clóvis Sahione é um advogado vitorioso nos tribunais e tem a pretensão de presidir o Flamengo.

Outra captação de som  inconveniente, que também teve consequências desagradáveis, deu-se em 2004, num treino do Vasco, às vésperas de mais uma decisão contra o Flamengo.

Geninho, técnico do Vasco,  foi flagrado pelo microfone,  durante treinamento, orientando a que o Coutinho, desse no tornozelo do Felipe, que tinha uma jogadinha mortal pela direita do ataque. Embora o Felipe fosse cria do Vasco naquela época defendia o Flamengo, então comandado pelo Abel Braga.

Bem, a Globo botou no ar, naquela noite, o som da instrução dada pelo Geninho durante o treino, e no dia do jogo, em 18 de abril de 2004, tal recomendação do Geninho para darem no tornozelo do Felipe estava na cabeça de todos.

Coutinho foi expulso (diga-se merecidamente) depois de uma falta violenta, e o Vasco perdeu o jogo por 3X1. O grande nome do jogo foi Jean, autor do 3 gols do Fla. 

Esta semana o episódio de captação de som e imagem, feita de novo por câmera de TV,  que permitiu a leitura labial de uma fala do jogador Julio Batista, do Cruzeiro, está provocando celeumas e irá parar no tribunal desportivo.

Não imagino que o jogador do Cruzeiro estivesse comprometido com falcatrua, com facilitação. Se fosse vai ser burro assim no mato. Por que em campo? Por que o Cris iria negociar com o Julio Batista que nem estava em campo quando o Vasco botou 2X0?

Ora, estas coisas são feitas na calada da noite, entre quatro paredes, como se diz. A história que maldosamente está sendo veiculada, precisa ser melhor explicada.

Se era um diálogo entre o Cris e o Julio Batista, cadê a fala do Cris?

Eu aposto que se houve má-fé, se houve fraude, se houve adoção de meio escuso, se houve mala preta, se houve “negociação”, então quem cometeu foi a Globo, que é especialista em trapaça,  em manipulação. O Brizola tinha razão (nesse ponto).
Quem sabe um dia a Globo vem a público arrependida e pede perdão como fez recentemente por ter colaborado com governos militares?

Essa imagem está editada e foi cortada segundo conveniência sensacionalista. A Globo tem pinima com o Vasco por causa do Eurico.


22 de novembro de 2013

Agosto de 2014

Acabei de receber de um amigo, através de e-mail.

Sem dúvida não deixa de ser uma curiosidade.

E para os que gostam de cerveja, uma maravilha. Afinal sexta-feira não é o dia  da cerveja? Pelo menos para os cariocas é.


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O mês de agosto do próximo ano terá 5 sextas, 5 sábados e 
5 domingos. Isso só acontece uma vez a cada 823 anos.
 
 
 

21 de novembro de 2013

Parece piada, mas é ignorância mesmo!

Vocês pensam que é piada, mas é ignorância mesmo.
É só clicar no link.

http://www.youtube.com/watch?v=6WVCZK0JDf0




E que tal este trecho de um pronunciamento de Graça Foster, presidente da Petrobras?
"(É natural que) uma empresa como a Petrobrás, pelo seu tamanho e pelo efeito que tem na economia, teria uma interface política bastante grande...Lidamos bem com a política e ela também nos ensina muito...No envolvimento com esse universo é preciso ter uma posição firme."

20 de novembro de 2013

Consciência negra

Para não dizer que não lembrei da data.






NOTAS DO BLOGUEIRO:
1) Estas imagens estiveram disponíveis na internet, durante protestos. As mulheres, negras ou não, como já comentado em outro post, querem é tirar a roupa, não importando a motivação. Tudo serve de pretexto.
2) Outros protestos em http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/09/nova-selecao-de-protestos.html

Sensacional !!! Mas para iniciados

Um dia, Deus, muito insatisfeito com a humanidade e os seus pecados, decidiu por fim a tudo.Reuniu então todos os líderes mundiais para comunicar-lhes pessoalmente aSua decisão de acabar com a humanidade em 24 horas.
    • Deus disse:"Reuni-vos aqui para comunicar que extinguirei a humanidade em 24 horas".

E eles diziam:"Mas, Senhor..."
    • Nada de MAS; este é o limite.A humanidade vai abandonar a Terra para todo o sempre!
Portanto, voltem aos seus respectivos países e digam ao povo que estejam preparados. Têm 24 horas!


O primeiro a reunir o povo foi OBAMA.
    • EmWashington, através de uma mensagem à nação,OBAMAdisse:
    • "Americanos, eu tenho uma boa notícia e uma má notícia para dar.
"A boa notícia é que Deus existe e que ele falou comigo".Mas, claro, já sabíamos disso.
    • A má notícia é que esta grande nação,o nosso "Grande Sonho", só tem 24 horas de existência. Este é o desejo de Deus".


Fidel Castro reuniu todos os cubanos e disse:
    • "Camaradas, povo cubano, tenho duas más notícias.
    • A primeira é que Deus existe... sim, eu O vi; estava mesmo à minha frente!!!
Estive enganado este tempo todo...
    • A segunda má notícia é que em 24 horas esta magnífica "Revolução" pela qual tanto temos lutado, vai deixar de existir."


Finalmente, no Brasil, Dilma  dá uma conferência de imprensa:
    • "Brasileiras e brasileiros, hoje é um dia muito especial para todos nós. Tenho duas boas notícias.

A primeira boa notícia é que eu sou uma enviada de Deus, uma mensageira, porque conversei com Ele pessoalmente.
    A segunda boa notícia é que, conforme constava do   Programa do Governo, em apenas 24 horas, serão erradicados para sempre o desemprego, o analfabetismo, o tráfico de drogas, a corrupção, a pedofilia, os problemas de transporte, água e luz, habitação, de burocracia, e, o mais espetacular de tudo: todos os impostos vão acabar, assim como a miséria e a pobreza neste País! É o Governo do PT cumprindo tudo o que prometeu!"



NOTAS do editor/blogueiro:
 1) Esta, tal como a grande maioria das piadas publicadas no blog, recebi por e-mail.
 2) Caso você não tenha entendido a piada, precisa ler mais sobre política internacional, conhecer a mentalidade dos americanos, a ditadura cubana e o discurso demagogo, populista e mentiroso do governo petista.

19 de novembro de 2013

Para descontrair

 Já viu $ 50 Reais amassado ?... 
A ESPOSA PERGUNTA PARA O MARIDAO: VOCÊ JÁ VIU CINQUENTA REAIS AMASSADO

– NÃO, RESPONDE O MARIDAO.

ELA DÁ UM SORRISO SEXY, DESABOTOA OS PRIMEIROS BOTÕES DA BLUSA, ABAIXA UM POUCO O SUTIÃ E TIRA UMA NOTA DE CINQUENTA REAIS AMASSADA.

ELE PEGA A NOTA E SORRI COM APROVAÇÃO. DAÍ ELA PERGUNTA NOVAMENTE:

- VOCÊ JÁ VIU CEM REAIS AMASSADO?

- UH ... NÃO, NUNCA VI, DISSE ELE COM UM TOM DE ANSIEDADE NA VOZ.

ELA DÁ OUTRO SORRISO SEXY, LEVANTA A SAIA SEDUTORAMENTE, ENFIA A MÃO NA CALCINHA APERTADA E TIRA UMA NOTA DE CEM REAIS TODA AMASSADA.

ELE TOMA A NOTA E COMEÇA A RESPIRAR UM POUCO MAIS RÁPIDO, ANTECIPANDO ALGUMA SACANAGEM.

– AGORA, ELA DIZ, VOCÊ JÁ VIU CEM MIL REAIS TODO AMASSADO?

– DE JEITO NENHUM! DIZ ELE ENFATICAMENTE.

– BEM -DIZ ELA,  ENTÃO 
DÁ UMA OLHADINHA LÁ NA GARAGEM..!!!.

Nota do blogueiro: se você conhecia a piada, perdão. Eu só recebi ontem, via email. Como não estou nas redes sociais as vezes fico defasado com as piadas correntes.


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Anedota Premiada
Barak Obama e Gordon Brown, 1º Ministro Britânico, estão num jantar na Casa Branca.

Um dos convidados aproxima-se deles e pergunta-lhes:

- De que é que estão conversando de forma tão animada?

- Estamos fazendo planos para a "Terceira Guerra Mundial", diz Obama.

- Uau!, exclama o convidado.
 
E quais são esses planos?

- No Brasil, vamos matar 14 milhões de
 petistas e um flamenguista, responde Obama.
 
O convidado parece confuso e pergunta:
 
- Um... flamenguista?
 
Por que é que vão matar um flamenguista?

Brown dá uma palmada nas costas de Obama e exclama:
 
- Não te disse?
 
Ninguém vai perguntar pelos 14 milhões de petistas!
          
 
 



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E para arrematar o dia, vejam o Jô numa piada antiga mas revista e atualizada muitíssimo engraçada , em
http://www.youtube.com/watch?v=IvOqBV84z28

18 de novembro de 2013

Viva o Bangu !

 
Eu e Wanda já estamos providenciando a mudança de casaca. Ainda se usa a expressão virar casaca para designar a troca do time do coração, para o qual se torce?


Pois é, se é para torcer para time sem expectativas de títulos nacionais importantes, ficaremos com o Bangu porque nas derrotas ninguém fica mangando da gente. 


E tem mais, o Vasco caminha seriamente para disputar com o Bangu espaço nas séries "B" e "C".


O uniforme é bonito e já temos algumas roupas nas cores do clube, no meu caso por serem as cores de meu santo de devoção.

 

O Bangu vive do passado de glórias. Time de Zizinho, Zózimo, de Paulo Borges, Fidelis,  Mario Tito, Cabralzinho, Ladeira e de tantos outros jogadores famosos, de títulos, quando era incluído entre os seis grandes do Rio, junto com o America e os ainda considerados grandes Botafogo, Fluminense, Vasco e Flamengo.

E tem mais, fica em Moça Bonita. E, assim como Vinicius, também acho que a beleza é fundamental.
 
Salve o Bangu!





17 de novembro de 2013

Vêm aí nossas próximas atrações


 

                                                  Clique e ouça
            
Vem ai VERÃO, já anunciado pelo canto das cigarras desde os últimos dias de outubro, pelo menos as da mangueira da casa vizinha ao prédio onde moramos.

Vem aí NATAL, um pouco diferente dos anteriores (foro íntimo), mas como entre nós, salvo minha falecida mãe e minha irmã espiritualizada, o que vale é a bacalhoada e uma justificativa para tomar (degustar que nada) vinho, comer castanhas (tipo europeias, importadas de Portugal) e umas duas rabanadas, comidas enquanto bem quentes, recém-tiradas da frigideira, então vamos em frente.

Não demora a mensagem de Natal da TV Globo entra no ar, informando que “hoje é um novo dia de um novo tempo...”

Papai Noel  está contratado pelas agências de publicidade, para estrelar os comerciais que poluirão nossas  casas. São vários que concluíram os cursos hoje existentes, porque a demanda aumentou. Além das famílias mais abastadas, que contratam um especial para chegar à meia-noite e enganar as crianças, muitas lojas contratam o seu e os shoppings outros pra as áreas comuns.

Aqui em casa eu já paguei este mico e, tendo imaginado que enganei minha neta (3/4 anos), feliz por minha performance, ouço-a pedir: “vovô faz de novo”. Gargalhada geral. Não posso publicar o vídeo (está gravado) por razão de direitos de imagem...

Wanda assume, eventualmente,  o bizarro papel, pelo menos entre nós dois só.

 
 O blog já publicou posts alusivos a data. Vejam alguns abaixo:
http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2012/12/primeiro-de-janeiro.html


No capítulo presentes o que tenho a dizer é que durante anos, antes de adotar suspensórios, ganhava cintos double face, daqueles cuja fivela é removível e é marrom de um lado e preto do outro; ou azul, numa face e branco na outra.

Ganhei muita sunga de praia (na época éramos praieiros). Meias e lenços fiquei cerca de 30 anos sem comprar, mas ainda tenho caixa fechada.

Ganhava todos os anos a nova fita cassete do Martinho da Vila e depois o CD anual. Wanda ganhava (primeiro a fita e depois o CD) o lançamento anual do Roberto Carlos.

Há muitos anos, filhos e sobrinhas ainda pequenos, nossa árvore natalina ficava cheia de presentes. Todo mundo presenteava todo mundo.

As vacas ficaram magras e passamos s adotar o indefectível “amigo oculto”. As coisas pioraram e a norma passou a ser a de presentes só para os netos.

Com a aposentadoria diminuindo a cada ano, os sinais de Natal aqui em casa serão o cartão que o casal João e a Telma nos envia todos os anos, e o livro (agora é uma urna) dos empregados do Condomínio, onde devo pingar um agrado para eles.

 

16 de novembro de 2013

Futebol: negócio, esporte e arte


Como sabem os poucos, mas fieis e valorosos seguidores do blog, acompanho com interesse o futebol na Europa.

Atualmente, mais especificamente os campeonatos inglês, alemão e espanhol. O alemão tem a maior média de público. É impressionante a presença e a vibração das torcidas. E agora com elencos recheados de africanos, latinos e de outras escolas europeias, evoluiu muito na parte técnica.

Mas dou uma espiada, se calhar, nos jogos dos campeonatos italiano e holandês. O francês está começando a melhorar, com o dinheiro que está chegando do mundo árabe e dos russos. Agora já são dois bons times, o PSG e o Monaco, com caro e famoso elenco.
O italiano está em baixa e continua muito calcado na defesa.

Na Inglaterra tenho até um time de preferência para o qual torço, desde quando não tinha televisão a cabo e acompanhava apenas pelas notícias nos jornais. Trata-se do Arsenal, sediado em Londres.

O futebol na Europa, seja como negócio, muito bem administrado, seja como esporte de competição, não encontra paralelo aqui na América do Sul e muito menos dn Ásia e na África.

A Liga do Campeões da Europa é, disparado, o melhor torneio de futebol interclubes do planeta.

Querem pequenos exemplos do que me encanta? Começo pela educação e disciplina do público (como regra geral e poucas exceções). Não há invasões de campo, volto a afirmar, com raríssimas exceções, porque existem punições severas.

Não há policiamento dentro dos estádios. São os stewarts, particulares, que fiscalizam o comportamento do público, retirando os que transgridem as regras. Em alguns países eles são sumariamente julgados e ficam impedidos de entrar nos estádios durante algum tempo. O controle é simples: são obrigados a comparecer ao Distrito Policial nos dias e horários do jogos de seus clubes, lá ficando um pequeno período. Se não comparecem, cana.

Emocionante o comportamento, sobretudo na Inglaterra, durante homenagens a atletas ou datas e acontecimentos nacionais. Nesta época do ano, por exemplo, durante todos os jogos, das três principais divisões, são enaltecidos os heróis da pátria, que lutaram pela liberdade.

O minuto de silêncio é tumular, na plateia e dentro do campo onde os atletas, mesmo os estrangeiros, se comportam como pessoas educadas e civilizadas. Imóveis e concentrados. E o minuto dura sessenta segundos, cronometrados.

São vendidas pequenas flores, feitas em cartolina adesiva, que jogadores e técnicos estampam, coladas, em seus uniformes. A renda deste símbolo é revertida para programas sociais. Isso há anos.

Os estádios estão sempre com suas lotações esgotadas e a venda de carnês, no início de cada temporada, é significativa.

Os clubes exploram muito bem todas as possíveis fontes de renda. A receita anual do Bayern, de Munique, por exemplo, divulgada esta semana, foi da ordem de um bilhão e trezentos milhões de reais. Vocês leram certo, 1 bilhão e 300 milhões.

Manchester United e Real Madrid têm receitas parecidas, neste patamar.

Os direitos de transmissão são vendidos para mais de oitenta países, inclusive o Brasil (através dos canais ESPN, FOX Sports e SportsTV). As pré-temporadas são feitas mundo a fora e rendem muito aos clubes. Na Ásia - Japão e Coreia  principalmente - vendem horrores de camisas. Seus ônibus são perseguidos nas ruas durante a permanência nas cidades. E os amistosos preparativos lotam as arenas.

Observem que, espertamente, os maiores clubes têm atletas orientais em seus elencos. Até na Alemanha. É evidente que alguns têm até certa habilidade, mas a jogada é de politica de marketing.

Naming rights rendem verdadeiras fortunas. E a empresa aérea Emirates é a campeã de estádios com seu nome. Aqui no Brasil o Corinthians estava negociando este patrocínio, batizando seu estádio novo, por enquanto chamado Itaquerão.

Os estádios, os maiores, têm lazer para toda a família, restaurantes, creches e lojas. Sim, têm estacionamento, mas a maioria vai mesmo é de metrô.

Os campos (gramados), salvo no rigoroso inverno, são impecáveis, e os estádios confortáveis. Mesmo os do século XIX, na Inglaterra, como o St. James’ Park, do Newcastle United, fundado em 9 de dezembro de 1892,  são muito charmosos, embora mais acanhados.

St. James' Park, localizado em Newcastle upon Tyne


O Aston Vila (estádio abaixo), time da predileção do príncipe William, futuro rei da Inglaterra (Harry torce pelo Arsenal), foi fundado em 1874.

Villa Park, em Birmingham
 
Termino, por hoje, este assunto, com um comentário de ordem técnica-tática. Impressionante como alguns jogadores impõem seus estilos aos clubes de tal sorte que fica difícil para os técnicos mudar a tática de jogo.

Exemplos: O Barcelona, com Neymar, que parte para cima com a bola, está alterando o toque de bola que o Barcelona priorizava. Já o Bayer de Munique, agora dirigido pelo Guadiola, que era técnico do Barcelona na era da posse de bola, tem o Ribéry (eleito o melhor da UEFA na temporada) de estilo parecido com o Neymar, que está dificultando ao técnico impor seu padrão.

Pessoalmente acho que o Bayer ficará com mais opções podendo jogar tanto em velocidade (com Ribéry e Robben),  como cadenciadamente como gosta o Pepe.
 
As imagens estão na Wikipedia

15 de novembro de 2013

A opinião dos outros

No caso dos leitores do prestigiado jornal "O Estado de São Paulo", através do Fórum dos Leitores, na sua edição do dia 13 último. 
 
 
Fórum dos Leitores 13 de novembro de 2013 | 2h 13
 
A DESOCUPAÇÃO DA USP
 
É vergonhoso e lamentável ver como ficou a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) após a ocupação do local por este bando de vândalos. Estudam numa das melhores escolas do País, gratuitamente, e vão lá para depredar e roubar equipamentos? Quem vai pagar por todo este estrago? Nós, como cidadãos de bem, que pagamos nossos impostos? Por que não cobrar desta corja ou de seus (ir)responsáveis legais?
Luiz Roberto Savoldelli
São Bernardo do Campo
 
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PERDERAM A RAZÃO
 
Uma pergunta para reflexão: esses alunos que foram "desocupados" do prédio administrativo da melhor universidade brasileira querem ter direito a voto direto para reitor?
João P. Mendes Parreira
São Caetano do Sul
 
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A CONTA DO ESTRAGO
 
Pergunto ao juiz Adriano Marcos Laroca, que negou a reintegração de posse da USP há um mês: para quem a USP manda a conta dos estragos? Para o s...?
Tania Tavares
São Paulo
 
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MAIS ÔNUS DO QUE BENEFÍCIOS
 
As fotos que foram publicadas, da reitoria da USP após a saída daqueles estudantes esquerdistas que diziam ter uma grande causa, mas que na verdade queria era só "causar", são de arrepiar. São fotos verdadeiramente revoltantes e pode-se dizer até pornográficas. A USP é de propriedade do Estado de São Paulo, sustentada por todos os seus cidadãos. Não é justo que nós paguemos por esta vergonha. Quando aquele juiz de direito chamado Laroca deu aquela sentença dizendo que "a ocupação de bem público, para deixar de ter legitimidade, tem de causar mais ônus que benefícios para a universidade ou à sociedade", e negou que se mandasse tirar de lá os estudantes, ele endossou a atitude desses alunos. Gostaria de lhe perguntar agora se ele acha que houve algum dano e se ele está disposto a arcar com o pagamento da reforma necessária. Ou se vai mandar que os rebentos atrevidos e seus pais paguem o prejuízo que causaram. Onde está a democracia, sr. juiz, o sr. poderia nos explicar? Onde está a Justiça?
Maria Tereza Murray
São Paulo
 
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POIS É...
 
Pois é, dr. juiz Laroca, da 12.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Eis, nas páginas dos jornais, o resultado mais que previsível do seu extremo progressismo, que o motivou a negar a reintegração de posse da reitoria da USP, tomada pelos "alunos" pela enésima vez. Veja: muita destruição, sujeira e roubo de equipamentos. Assim se deu a tal "liberdade para protestar" a que o senhor se referiu. Sabe o senhor responder quem pagará pelos estragos? Sim, é o cidadão ordeiro, que protesta, sim, mas com ordem, sem destruir nem roubar nada. A isso o senhor chama, certamente, de "justiça".
Maria Cristina Rocha Azevedo
Florianópolis
 
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SOLUÇÃO FINAL
 
Pelas fotografias dos escombros da reitoria da Universidade de São Paulo, dá nojo ver o que os marginais fizeram com o que o povo trabalhou para pagar e eles destruíram. A nós, obrigados a bancar a reconstrução, só resta exigir das autoridades que ainda restam no Estado os nomes e a condenação de cada bandido, a fim de que a sociedade lhes dê as costas para sempre. E para os que tentarem defendê-los.
Moacyr Castro
Ribeirão Preto
 
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PODER E AUTORIDADE
 
Qualquer manual acadêmico de liderança diz que, para ser líder, é necessário ter "poder e autoridade". O primeiro, uma mera qualificação fisiológica; o segundo, o saber pelo conhecimento. Universidades, principalmente públicas, se tornaram "cabides de emprego" de pistolões políticos e, quando há problemas, a saída é o uso da força, que significa o "poder", sem a mínima condição de "autoridade", que significa a sabedoria. Com as várias "imposições ditatoriais" sobre as universidades, inclusive da própria reitoria como gestão, não é de admirar que as universidades se tornem foco de protestos, tanto pela impunidade generalizada como pela incompetência dos dirigentes que se impõem às próprias instituições e às políticas de cotas e outras, típicas de politiqueiros muito mais "ocupados" com mensalões.
Ariovaldo Batista
São Bernardo do Campo