27 de novembro de 2015

BLACK FRIDAY

Meu orçamento está mais furado do que o do governo Dilma. Não sei como cobrir o rombo já que não posso aumentar imposto e nem criar taxas.

Como não sou filiado ao PT e nem tenho mandato parlamentar não tenho como participar de mamatas, fraudes, negociatas e desvios de verbas públicas.

Uma alternativa viável é aderir ao modismo da Black Friday.

Não percam, portanto, nesta sexta-feira, minhas promoções com descontos inacreditáveis (80% OFF):

- Entrego saco de carvão na região metropolitana;
- Coloco automóvel em vaga de idoso em shopping center;
- Forneço recibo para desconto no IR;
- Aceito testemunhar o que não vi nem ouvi;
- Aceito, também, afirmar em contrário;
- Levo cachorro para passear e fazer pipi;
- Faço "papai noel" no dia 24 de dezembro;
- Trabalho de porteiro noturno (pra que dormir?)

Outros serviços, legais ou ilegais, bizarrices, malfeitos e ridículos em geral, com preços sob consulta.

Topo qualquer coisa, exceto: vestir a camisa do time dos urubus ou aquela vermelha com a estrela do PT. Prefiro ficar insolvente e com o nome sujo no SPC.

Assumo o compromisso de não envolver o contratante em delação premiada se der zebra nos serviços com viés ilegais ou imorais.

Aproveitem!!!

26 de novembro de 2015

Na Venezuela está pior










Agora podem rir ... ou chorar.

Mas tem o seguinte, nós reclamamos, não sem razão, mas não olhamos  a vergonha e humilhação dos venezuelanos, povo governado por um demente, que disse (eu vi e ouvi), num pronunciamento público, que Hugo Chaves, seu padrinho político e mentor intelectual do socialismo bolivariano, incorporou num passarinho e sobrevoou sua cabeça dando três voltas completas antes de partir de novo para o além.

Disse, também, que o Homem Aranha é uma péssima influência para as crianças e deveria ser proibida a edição e circulação da revista.

Isto, perto da ideia de estocar vento, de nossa governante (ou governanta como ela prefere), é delírio, é demência ou alzheimer.

Coitados dos venezuelanos. Mas eles podem contar com o apoio irrestrito de Dilma que já disse que enfrentará o Mauricio Macri.

Será a segunda vez em minha vida que torcerei por um argentino. A primeira vez foi pela Gabriela Sabatine. Só que ela tinha um belo par de coxas e um rosto expressivo.

25 de novembro de 2015

Outro jabaculê

Se você precisa comprar aqueles presentinhos para sua sogra, cunhada, ou colega de trabalho.

Se você ainda tem que comprar o presente do "amigo oculto", na reunião da firma onde trabalha.

Se você quer presentear seu chefe, ou seu dentista, médico  ou advogado, e não sabe o que comprar, principalmente com a grana mais curta este ano.

Vou dar uma dica: vá até este bazar num dos próximos finais de semana. Certamente lá você encontrará alguma coisa interessante. 

E melhor de tudo, num ambiente tranquilo. Já me corrijo, o melhor de tudo não é o ambiente (que é bom), mas sim os preços das mercadorias, artigos, objetos à venda.

Vá até lá e confira!!!



23 de novembro de 2015

Da série nossos comerciais: YOGA

Se você  já faz e busca espaços, horários ou locais  alternativos. Se você  não faz mas pretende iniciar. Se você não tem informações suficientes e gostaria de experimentar, vou dar algumas dicas especiais. Mas pode espalhar.

ESPAÇO HERMÓGENES NITERÓI
Rua Otávio Carneiro, 100 sala sala 710
Meu professor predileto dá aula às segundas e quartas- feiras, das 7:00 às 8:00 horas


ESPAÇO ANA LUIZA TIMÓTEO
Rua Ministro Otávio Kelly, 337 sala 503
Aulas as terças e quintas-feiras, das 19h15min até às 20h30min.

Nos próximos dias 24 e 26 deste mês, aulas experimentais, às 19:15h,  gratuitas!


21 de novembro de 2015

Inglaterra X França em 2015

Adversários históricos, franceses e ingleses se unem quando há uma causa comum, um valor mais alto em jogo. Por exemplo,  a liberdade.

Se estes povos litigaram por anos, em guerras intermitentes que somaram 116 anos, entre os séculos XIV e XV (os historiadores arredondaram para cem anos), período que entrou para a história como “Guerra dos Cem anos”, se e quando estão em jogo valores como liberdade, igualdade e fraternidade, unem-se e brigam lado a lado.

Quando ginasiano acompanhava as aulas da professora Molca (não lembro se a grafia era Molka), que colocava no quadro negro a sinopse das diferentes batalhas, monarcas envolvidos, consequências, aliados, etc. não podia imaginar que um dia iria me lembrar disto por causa de atentados terroristas.

De Gaulle
Mas não é a primeira vez que os ingleses adotam causas dos franceses e se dispõem a lutar ombro a ombro. A atitude britânica, durante a II Guerra Mundial, acolhendo os partisans, membros da resistência, em solo londrino, onde foi instalado o Bureau Central, foi de vital importância para a vitória da resistência e consequente liberação da França do domínio nazista, em 1944.

Foi da Inglaterra, onde esteve refugiado, que De Gaulle proferiu famoso discurso exortando os franceses a que reagissem à ocupação dos alemães.

Logo após os atentados da sexta-feira, dia 13, em Paris, as seleções de futebol dos dois países realizaram uma partida amistosa, preparativa das respectivas equipes para a disputa da Eurocopa a ser realizada no próximo ano na capital francesa.

O jogo já estava programado há muito tempo e não foi cancelado, como aconteceu em outros países onde haveria a disputa de outras partidas igualmente amistosas envolvendo seleções europeias.

Foi de arrepiar. A causa não era da França, era da humanidade que presa a paz, a liberdade,  a igualdade.

Quebrando o protocolo, a sequência de execução dos hinos das duas nações envolvidas no confronto esportivo foi alterada e o hino britânico foi tocado primeiro, por uma banda, ao vivo. A Marselhesa (La Marseillaise), belo hino nacional francês teve sua letra colocada nos telões do estádio (Wembley) a fim de que todos pudessem cantar. Formou-se um coral fantástico de 80.000 mil vozes, embora alguns sotaques soassem estranhos (rsrsrs).

Presente à cerimônia no estádio, o príncipe William, herdeiro da coroa britânica, depositou flores no gramado antes da partida. Estava presente também o primeiro ministro inglês  David Cameron.

William cantando a Marselhesa, tendo ao lado os técnicos da França e Inglaterra
Por essas e outras foi que noutro dia escrevi que nós, terráqueos , precisaríamos de um evento, um risco, que nos unisse em face de uma causa comum. Como por exemplo alienígenas querendo raptar nossas mulheres a fim de melhorar a raça no planeta deles, onde as mulheres têm   um só olho, no meio da testa. E são ruins de cama (rsrsrs).

Já que estou remontando as aulas de história geral, ginasiano que fui na primeira metade dos  anos 1950, mal comparando, seria algo como o “rapto da sabinas”, protagonizados pelos romanos nos primórdios da criação de Roma.



Voltando à união pontual França-Inglaterra, ainda hoje assisti, via TV, no pequeno estádio do Watford, as 21.500 pessoa presentes (capacidade máxima do estádio), em profundo respeito, ouvindo o hino francês e assim se mantendo, na sequência, durante o minuto de silêncio tradicional.

Vicarage Road, estádio do Watford
E assim foi em todas as partidas desta rodada da Premier League. A Marseillaise entoada nos estádios.

Meus Deus!!! Existe civilização ... pena que tão longe.

Tenho minhas razões para ter o respeito, a simpatia e a identidade que tenho com os ingleses. 

18 de novembro de 2015

Impressões de viajante: Natal - 5




Por
Carlos Frederico March
(Freddy)







Como podem ver pelo título, é o 5º post sobre o mesmo lugar. Nada demais, já que esta é a 4ª vez que passo dias na capital potiguar. A cada estada, novo hotel, novas impressões que reforçam ou desfazem impressões anteriores.

Qual o objetivo dessa viagem? Eu adoro montanha, neve, lugares altos e frios. Contudo, talvez por ter sido criado em Niterói - RJ com seu privilegiado litoral de praias internas e oceânicas, acontece de vez em quando comigo: uma saudade imensa do mar, das ondas batendo e me embalando na hora de dormir.

Poderia ser Búzios, Cabo Frio, Guarapari, Prado, Sauípe... Por que a escolha de Natal? Ora, porque gosto demais da orla que vai de Ponta Negra até o final da Via Costeira. Lá praticamente não chove, a temperatura é amena e com muito vento, que ajuda mais ainda a diminuir a sensação térmica. A temperatura do mar, dizem, é mediana - não posso dar meu testemunho, jamais entrei na água das praias quando em Natal.

O testemunho que ora dou é baseado no Esmeralda Praia Hotel, que foi minha casa durante esses 7 pernoites, e seus arredores. Situa-se na área do calçadão de Ponta Negra, bem ao lado de outra maravilha, que é o Coral Plaza Apart Hotel. Todas as unidades têm vista do mar, em maior ou menor escala.

Calçadão de Ponta Negra em frente ao Esmeralda Praia Hotel

AÉREO E TRASLADO LOCAL

As passagens foram compradas com bastante antecedência pelo programa Smiles/Gol. O traslado foi particular, pela agência Anauê, uma das indicadas pelo hotel. Vôos e serviço de traslado ocorreram sem maiores percalços.

É interessante observar que já está em operação o novo aeroporto no município de São Gonçalo do Amarante (Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves) e a distância a Ponta Negra é de cerca de 40km. Quase empata com o de Confins, que atualmente atende a Belo Horizonte (41km).

Antigamente usava-se o aeroporto Augusto Severo em Parnamirim, que agora está sob coordenação da Base Aérea de Natal. A partir dele chegava-se a Ponta Negra pelo sul da cidade. Esse trajeto cruzava uma parte mais desenvolvida de Natal, mas nada mostrava de pontos turísticos.

O novo trajeto vem pelo norte, atravessando a ponte Newton Navarro sobre o Rio Potengi. Passa-se por bairros bem modestos próximos ao aeroporto, mas assim que se alcança a ponte, já se vê o Forte dos Reis Magos. Depois passa-se pela Praia dos Artistas, Via Costeira e enfim chega-se a Ponta Negra. É bem mais longo, mas com uma ótima vista do lado turístico da cidade.

ACOMODAÇÕES

Ficamos num dos apartamentos classe Deluxe / frente mar, apesar de termos pago tarifa menor. Ganhamos o upgrade na conversa durante a aquisição do pacote por telefone. Bom apartamento (#312), vista total para o mar, praia de Ponta Negra e piscinas internas. Os salões de uso comum são bem decorados e amplos, sendo que o visual moderno é amenizado com a colocação aqui e ali de peças antigas, muitas delas de colecionadores. 

Vista à esquerda da varanda do apto 312

Vista à direita da varanda do apto 312

Salão interior do Esmeralda Praia Hotel

Obra de artesãos italianos

No apartamento, ar condicionado split que, curiosamente, desliga assim que você abre a porta da varanda. Ao fechá-la, ele religa automaticamente. Sem problemas quanto a friagem excessiva, você pode escolher a temperatura ou até desligá-lo totalmente. Não, não cheguei a esse ponto. Na madrugada, vez por outra, apenas abria ligeiramente a porta da varanda, desligando-o. Ganhava como bônus o barulho das ondas na praia, a carência que me levou a fazer essa viagem.

Meia panorâmica noturna, vista da varanda do 312

ALIMENTAÇÃO

O pacote de uma semana foi adquirido na modalidade meia pensão, ou seja, café da manhã e jantar. Das 17 às 18 era fornecido um lanchinho típico, do qual não gostamos. Depois de experimentá-lo, não voltamos a ele.

Café da manhã honesto. Totalmente polarizado para a cultura nordestina, tinha aquela famosa refeição com jabá, jerimum, macaxeira, inhame, cenoura, batata doce e mais alguns itens de que não lembro. Não costumo aderir a essa culinária. Pra mim bastava a omelete de queijo e presunto (com apenas um ovo), pãozinho francês, café, algumas frutas, eventualmente uma tapioca doce.

O almoço não sei, não entrei uma única vez no restaurante nesse horário. Normalmente estava na beira da piscina petiscando e bebendo, com esporádicas caídas na  água refrescante. Petiscos havia os básicos: carne de sol, camarão no alho, iscas de frango, peixe e filé com batata frita ou macaxeira frita.

Sanduíches também tinha e custavam mais que os petiscos em geral. Talvez por isso não vi em momento algum serem pedidos nas mesas em torno da piscina. Sim, tinha também pratos prontos tipo filé com fritas e arroz, lagosta bem acompanhada, camarões fritos ou no molho de queijo, massa com molhos, mas era para quem quisesse uma alternativa à la carte.

Todo um menu de drinques, bebidas alcoólicas ou não e os famosos sucos. Meus amigos... Eu adoro caju quando se trata de suco. Nunca em minha vida tomei suco de caju tão delicioso! Consumimos jarras e jarras de suco, mais caipivodkas de caju. Era caju de manhã, de tarde, de noite! Mary ainda experimentou pina colada, disse que estava boa.
 
Tomando caipivodka de caju
Uma sorveteria italiana (Classico gelato italiano) atende a hóspedes e a passantes no calçadão. Tomamos sorvete quase todos os dias, era muito saboroso.

JANTARES

À noite, o restaurante realiza jantares temáticos, no nosso caso incluídos na meia-pensão. São 7, um para cada dia da semana. E aí começam nossas críticas: o que o Esmeralda Praia Hotel teve de pior a nos oferecer foram os jantares. Não pelos ambientes, ótimos. O restaurante possui uma parte fechada com ar condicionado, uma área externa coberta e ainda havia algumas mesas num salão interno. Quem quisesse ainda podia comer na beira da piscina. Mas vamos às noites, pela ordem:

Sábado - noite tex-mex: boa, uma das melhores da estadia. O feijão com carne moída estava realmente gostoso.

Domingo - noite portuguesa: um fiasco. O único prato mais ou menos português que comi foi um estranho bacalhau a Gomes de Sá que vinha totalmente desfiado e sem gosto. Os doces... o pastel de Belém era visualmente bonito, mas o recheio parecia aquele do sonho de padaria.
 
Algumas sobremesas da noite portuguesa

2ª feira - noite italiana: a não ser pela bancada de massa que era feito à sua escolha, mas com poucas opções, e isso tinha todas as noites, o restante não agradou. A pizza era ruim, as sobremesas idem. Outros pratos da culinária italiana não me apeteceram.

3ª feira - noite nordestina: razoável, para minha surpresa (não costumo aderir à comida típica). O escondidinho estava muito bom. O que ela teve de melhor, contudo,  foi a música, uma banda regional simples (sanfona, zabumba e triângulo) mas de alta qualidade - execução instrumental, voz e repertório.

Forró na noite nordestina

4ª feira - noite árabe: putz, que decepção... Alguém já viu chamarem purê de aipim com batata de homus (tradicionalmente pasta de grão de bico amassado com alho, limão e tahine)?? Pois eles chamaram! Kibes mal feitos, esfihas que pareciam pizzas minúsculas sem molho, um horror. Só se salvaram os charutinhos de repolho. Teve música que chamaram do ventre mas que era apenas uma dança árabe.

5ª feira - noite chinesa: foi o dia que escolhemos para sair e comer fora. Depois das recentes experiências, ficamos imaginando o yakisoba nordestino...

6ª feira - noite brasileira: boa. Junto com a tex-mex, as melhores da semana. Churrasco gaúcho de verdade, com farofa, fritas portuguesas, molho à campanha. Até bobó de camarão tinha, mas passei ao largo. Repetiram o excelente quindim de bandeja na sobremesa (não me lembro quando foi o primeiro), coroou bem a noite.

RECREAÇÃO

O Esmeralda Praia Hotel tem uma área de jogos de salão, que inclui até sinuca oficial. Não tem sala de TV, apenas uma num canto da recepção. Pequena. Falando de TV nos quartos, pra quem gosta de esportes não tem os canais SporTV, apenas ESPN e Fox. Acho essa uma falha lamentável. De qualquer maneira, a TV do quarto só foi usada para ver o jogo Argentina 1 x 1 Brasil, que passou na Globo.
 
Relax após hidroginástica

As atividades recreativas começavam às 10h na piscina. O menu básico: alongamento, hidroginástica, aula de dança, jogos de adivinhação. A trilha sonora se mantinha até as 19h, quando começava o jantar. Então havia música ao vivo bem em frente à área descoberta do restaurante. Alternaram nordestina (sanfona, zabumba e triângulo), voz e violão (MPB), e pagode mal tocado e em alto volume!

De todas, as únicas que me prenderam atenção foram as apresentações nordestinas. Bem tocadas, boa voz, repertório muito bem escolhido, com clássicos da região. Aliás, o único jantar em que a música combinou com o tema foi na noite nordestina. Nos demais, nada combinava com nada... Exceção: meia hora de danças árabes.

O suplício, quero dizer, a música ao vivo nos jantares temáticos tocava de 19h até as 22h, quando finalmente o bem merecido silêncio baixava. Apenas o ruído das folhas ao vento e das ondas no mar eram ouvidos.

A recreação externa, não ligada ao hotel, era adequada a aficionados por esportes aquáticos. Boas ondas mais para o lado do Morro do Careca mantinham a praia de Ponta Negra cheia de surfistas nas horas de maré enchente. Observei a prática de kite-surf com parapente em determinados momentos de vento forte e estável.

EXTRAS

Não participamos do City Tour de cortesia do Esmeralda Hotel, seria um exagero fazê-lo pela 4ª vez. Ainda mais que a atração mais interessante dele, que é a visita ao Forte dos Reis Magos, estava temporariamente suspensa para reformas. Também declinamos de ofertas feitas pelas inúmeras operadoras de turismo, queríamos apenas permanecer no hotel.

Calçadão de Ponta Negra, Morro do Careca

Além de duas ou três voltas no calçadão, com compras de itens locais nos camelôs e tendas, nossos extras foram uma visita ao Shopping do Artesanato de Ponta Negra e uma saída noturna para comer fora.

No Shopping de Artesanato fizemos algumas compras. Não muitas, nossa vida agora é mais limitada em termos de espaço e a verdade é que já temos praticamente tudo. Um ou outro item para renovação e outros para presentear foram adquiridos.

No dia do jantar chinês escolhemos ir à Pizzaria e Creperia Cipó Brasil, muito conhecida e apreciada - já a conhecíamos de recente estada. Hoje em dia vários restaurantes aderiram à prática de traslado gratuito de clientes e assim foi com a Cipó Brasil. A pizza era bem recheada, saborosa, e as caipivodkas de cajá e kiwi estavam boas. Contudo, nenhuma delas superou a de caju do Esmeralda Hotel.

Pizza na Cipó Brasil

CONCLUSÃO

A expectativa foi alcançada: curtir um bom hotel de praia em Natal, vendo e ouvindo o mar dia e noite. Demos sorte com a meteorologia, choveu fraco apenas numa noite. Nuvens aqui e ali, complementando o vento incessante que amenizava o calor. Quando batia o sol... haja protetor! 

Um ponto alto a destacar - e importante - foi a qualidade do atendimento no hotel. Pessoal atencioso, solícito, bem treinado e com bom astral. Não houve um senão nas centenas de itens da conta semanal. Fantástico.

Posso dizer o mesmo nas lojas de artesanato que frequentamos e ambulantes. Todos atenciosos e de bem com a vida. Nenhum deles chato nem grudento.

Aí você pergunta: voltariam uma 5ª vez?
Não tão cedo, será nossa resposta.

Já visitamos Natal por 4 vezes. Tivemos diversas experiências, desde a primeira quando fizemos os programas básicos do turismo local, incluindo passeio de buggy às dunas de Genipabu. Gostamos de visitar Pipa (em 2 das viagens) mas não do complemento desse passeio, que é ficar de 2 a 3 horas numa praia limitada por imensas falésias. Bonito de fotografar, mas chato para quem não curte entrar na água salgada.

Em termos de hotelaria, temos um ranking pessoal:
1º - Ocean Palace  (em 2002)
2º - Esmeralda Praia (em 2015)
3º - Rifóles  (em 2013) - estada prejudicada por obras
4º - Parque da Costeira  (em 2003) - 2 pernoites durante uma excursão CVC

Se lá voltássemos, experimentaríamos decerto o Coral Plaza Apart Hotel, que fica ao lado do Esmeralda Praia e, além de mais sofisticado, é mais calmo. Talvez mais aderente à nossa personalidade.

Contudo, o mais provável num retorno ao Nordeste será repetir Salinas de Maragogi (AL), de longe o melhor resort de praia que conhecemos até hoje. Tem um sistema All Inclusive irretocável! Poderíamos também arriscar voltar a um dos diversos do complexo Costa do Sauípe (BA) - apesar das críticas, podendo ainda escolher algum resort por nós desconhecido mas elogiado nas críticas no Trip Advisor.

Em que época? Bom, baterias recarregadas quanto ao fundo musical das ondas no mar, acho que só daqui a no mínimo um ano. Não antes. Exceção? Um eventual fim de semana em Búzios, para conhecê-la.



Créditos: fotos do acervo do autor

9 de novembro de 2015

Um fim de semana em Búzios (RJ)



Por
RIVA











Não íamos a Búzios há 20 anos. Nem dá para comentar as diferenças.

Nosso primogênito foi participar junto com sua esposa do evento XC RUN BúZIOS 2015. É uma espécie de maratona, 42 km, mas com um percurso punk, ou seja, piso em paralelepípedos, areia fofa, trilhas no mato, entre rochas dentro do mar, subidas e mais subidas, uma loucura.



Você pode participar sozinho (solo), em dupla ou em quarteto. Nosso filho foi em dupla (21 km cada um), e nossa nora em quarteto.

Bem, sem entrar em detalhes da maratona, foi emocionante como todas são. Esperamos a chegada dos 21 km na Praia de Tucuns, e depois fomos para a Rua das Pedras no centro aguardar a grande chegada, sensacional. Uma festa, música nos alto falantes da rua, gritos, emoção, superação, muitas palmas de incentivo na chegada, tem de tudo. Alguns chegam de mãos dadas, uns com seu cão de estimação, teve pedido de casamento na chegada, outros desabam em choro no chão, chegam com seu bebê no colo, com filhos, um caleidoscópio de atitudes e cores. Demais !!

Rodrigo, filho do autor, com o parceiro Jesus
O mais bacana nisso tudo é que todos se consideram e são considerados vencedores. É um time único com mais de 2.500 atletas. A confraternização é geral, e vai até à noite pelos bares e restaurantes da bela cidade de Búzios. Essa maratona parece que rola por lá desde 2012.

Como a largada foi no sábado às 7hs, chegamos todos na 6ª feira. E tudo isso terminou mais ou menos às 15hs, porque todos têm 8hs para fazer o percurso. Os primeiros colocados  fizeram em 3 horas e alguns minutos. Mas a maioria faz entre 4 e 6 horas .... correndo !!

Não saímos do Centro. No máximo fizemos uma caminhada pela Orla Bardot. Todo o restante de Búzios fica para outra oportunidade, que espero seja logo ... rsrs.


Nossa pousada era bem no Centro, a menos de 200 metros da Rua das Pedras. Que lugar mágico ! À noite então se transforma com suas luzes e iluminação colorida, ruas e bares e restaurantes lotados de gente alegre e bonita. Demais !!

Música ao vivo para quem gosta, ambientes intimistas ou não, e a Rua das Pedras e adjacências se transformam em uma grande festa popular, segura, bonita, esbanjando alegria.



Parvati - cardápio variado
Como sempre exploramos o veio gastronômico do Centro, e com certeza recomendamos pelo menos 4 ótimos restaurantes : PARVATI, RINCÓN, PRIMITIVO e DAVI. Degustamos excelentes carpaccio, croquetes de bacalhau e de camarão, inhoques, mignon, camarões, polvo, crepes doces e salgados, sundaes, ótimas cartas de vinhos ....... uma loucura gastronômica.


Comparações ? Sei lá, um mix de Floripa com Parati. Essa região do centro de Búzios é muito bonita, lembra até Carmel, na California, para quem já teve a felicidade de conhecer.



Enfim, a gente sai de lá bem, baterias recarregadas, pronto para o massacre de coisas ruins no Rio durante a semana. É como ir do Paraíso ao Inferno .... #simplesassim

Foram mais de 150 fotos, então colocamos umas poucas para tentar dar uma noção de quão agradável é estar em Búzios. Faz bem para a alma !



5 de novembro de 2015

Bardot e outras divas

As imagens dispensam comentários. Até porque seriam óbvios. E as senhoras presentes não aprovariam. 



Este filme foi considerado impróprio. Um escândalo na época. Acho que por causa do colesterol da manteiga. Se fosse margarina passava na censura.




Emmanuelle, com Sylvia Kristel.




Damage, com Jeremy Irons e Juliette Binoche. Por isso uso suspensório, quem sabe a Juliette aparece no escritório?



Atenção senhoras, não tentem fazer isto em casa. A cobra pode dar uma picada e a bebida escorrendo de sua perna irá manchar a toalha.







4 de novembro de 2015

Uma louca viagem




Por
Carlos Frederico March
(Freddy)







Sim, todos nós temos um pouco de médico e de louco.

Ou: olhado bem de perto, ninguém é normal.

Não me excluo, e pode ser que nem precisem olhar tão perto assim.

Às vezes, por conta de textos postados sobre vida no Universo,  religião, astronomia em geral, sou questionado quanto à minha visão do assunto: o que eu acho que somos ou o porquê de estarmos aqui. Meu irmão Paulo (o Riva do blog) cobrou direto no comentário do dia 19/10/15 no post KIC8462852:

“- Mas Freddy, qual a sua leitura disso tudo que você relatou? Em que você acredita, espiritualmente e racionalmente?”

Ah, se eu tivesse certeza de algo... Ninguém tem, creio que a verdade deve ter pinceladas de cada religião ou filosofia seguida pelos humanos. Quem sabe ainda falta percebermos algo mais determinante, alguma descoberta científica de alcance mais profundo...

Nascido católico e agora me enfronhando em espiritismo kardecista, luto para amansar minhas dúvidas e me agarrar em crenças. Como assim crenças, com tantas dúvidas? Contudo, como andei dizendo recentemente, não adianta estressar-me a respeito, já que é algo que estou prestes a saber, minha hora se aproxima. Quando? “Não sabeis nem o dia nem a hora”. 

Racionalmente... Ao estudar astronomia (mesmo que em nível de leigo) vivo lidando com os confins do universo.  Cosmologia é um dos temas. Interessa a mim e, pelo jeito, a grande parcela da humanidade. O que se gasta de bilhões de dólares na busca de uma resposta sobre a criação talvez nem faça sentido, com tantas outras coisas mundanas a tratar, mas...

Enfim... Que tal então embarcarmos numa louca viagem? Reservo-me agora o direito de mudar de dimensão, de enfoque a meu bel prazer. Ficar pequeno como um átomo ou grande como uma galáxia. Vamos lá?

A LOUCA VIAGEM

Começarei pedindo que lembrem de uma passagem do ano, um Réveillon lotado de fogos de artifício espocando. Concentrem-se numa única cabeça de morteiro. Lançada aos ares, segue uma parábola e, bem lá no alto, explode em cores e pontos fulgurantes.

Fogos de artifício

Por gentileza, dêem uma espécie de parada de cena nessa explosão. Concentrem-se num único dos múltiplos pontos que se desintegram naquela imensa esfera de luz, fogo e fumaça.

Pronto, assim procedendo mudamos totalmente nosso ponto de vista. Dali estamos vendo em torno uma multidão de outros pequenos pontos similares ao nosso, jorrando luz e queimando individualmente, formando pra quem vê de longe aquela imagem linda.

Podemos ver os demais morteiros em volta, aquela linda sequência pirotécnica? Difícil, perdidos que estamos dentro daquela confusão toda de luz, cor e fumaça geradas pelo nosso próprio morteiro.  

Entramos então dentro desse ponto efervescente que escolhemos e, diminuindo mais de tamanho, agora estamos dentro de uma das moléculas que a química prescreve para produzir aquela imensa fogueira controlada. Dentro da molécula, o que vemos em volta? Outras moléculas, algumas parecidas conosco, outras diferentes.

Conseguimos ter noção do todo? Hmmm... Difícil, estamos mais preocupados com o tempo que o combustível manterá nosso ponto de luz aceso. Quando queimar por inteiro, como sobreviveremos? Seremos apenas cinzas na escuridão?

Estão ainda comigo, leitores? Então, vamos em frente! Desculpem se faço agora a descrição em 1ª pessoa, é mais fácil de me expressar sem ter de perguntar aos amigos se estão me seguindo. Farei isso oportunamente, certo?

Olho pra dentro de mim, molécula que sou. Estudo mais a fundo minha composição e vejo uma expansão de universo ao contrário: sou formado de átomos. O núcleo de cada um deles é formado de partículas diversas: prótons, nêutrons e outras mais exóticas. Ao redor deles, minúsculos elétrons giram loucamente.

O espaço entre “eu molécula” e as demais que formam a peça efervescente do qual faço parte é, naquele ponto de vista, um imenso vazio. Tão longe uma das outras que tenho até dificuldade  de descobrir qual meu papel naquilo tudo.

Mas, curioso que sou, volto a olhar pra dentro. Cada partícula atômica que me constitui é formada de outro universo interior. Dentro de cada partícula (próton, nêutron) de cada núcleo atômico, mantido coeso por forças desconhecidas, há 3 quarks, em torno dos quais o espaço é de novo, relativamente, um vácuo imenso. Cada quark, por sua vez, é formado de cordas, também minúsculas em relação ao quark.

Se diminuo de tamanho em minha louca viagem (tudo é possível, condição inicial) e me vejo sendo uma corda, vou ter dificuldade em perceber que faço parte de um quark, tão imenso é o vazio que me cerca. Se sou um quark, a mesma sensação em relação ao próton, nêutron, etc. De repente, em sendo por exemplo um próton,  nem sei se faço parte de um átomo de oxigênio, hidrogênio, potássio... 

Putz, complicada minha formação, não? Ali estou, mera molécula no meio de um turbilhão, consciente apenas de que sou formada de minúsculas partículas cercadas de espaço vazio, com forças estranhas que as mantém unidas para que eu não não perca minha identidade físico-química, essas coisas todas. 

Ah! Olhei pra dentro e descobri um, não, vários universos complexos, cada qual com sua imensidão. E olhando pra fora, como era mesmo? Estamos ainda juntos, leitores?

Nós, modestas moléculas, quase nada vemos além. Contudo, “cientistas moleculares”, depois de muita pesquisa, chegaram à conclusão de que somos  parte de uma estrutura que arde ferozmente e tem um determinado tempo de vida.

E além? Sei lá, os “astrônomos moleculares” dizem que fazemos parte de uma imensa estrutura (de fogos de Réveillon, lembram ainda?) que é formada de grandes espirais de fogo espalhadas, que se consomem com o tempo, afastam-se umas das outras até a extinção pura e simples, e que essa imensa estrutura se formou a partir de uma grande explosão: um Big Bang!

Pausa para retomada de fôlego!

Vamos dar então um pulo na direção oposta. Estou, eu, ser minúsculo e pensativo, sabendo que vivo sobre uma partícula (a Terra) que gira em torno de um objeto que arde ferozmente (o Sol). Por quanto tempo? Não sei, mas sei que ele vai se extinguir um dia.

Onde estamos? Parece que eu, o lugar onde vivo e esse objeto ardente estamos numa grande espiral! Uma imensa fornalha recheada de estrelas como o meu Sol. Perto dela, outras. Meus astrônomos olham para longe e descobrem que há bilhões de outros pontos efervescentes de luz e energia espalhados até nem sabem onde! Chamam de infinito...

Aglomerado MACS 0717 em Auriga

Cada um desses redemoinhos apresenta um formato, tem um tamanho, emite mais ou menos energia, são mais ou menos coloridos. Coloridos? São, nós é que, dentro de nossas limitações de constituição física, não conseguimos enxergar a beleza das cores: nossos olhos só vêem uma parte do espectro. Mas os astrônomos garantem que são lindas, até tiram fotos com filtros que alteram a cor original para que possamos enxergar o que estamos perdendo...

Galáxia M101

Hmmm, parece que esses redemoinhos  estão se afastando uns dos outros com o tempo. Todas as medidas realizadas pelos astrônomos levam a essa conclusão. Significa que, quem sabe, um dia irão se apagar e depois? Cinzas e escuridão!

Como tudo isso começou? Bem, meus astrônomos e cientistas dizem que tudo isso nasceu de uma grande explosão, assim do nada: um Big Bang!

Segurem-se porque agora vamos acelerar! Todos juntos comigo!

Agora aumentamos de tamanho e estamos, bem de longe, olhando o nosso Universo. Conseguimos até identificar num canto o minúsculo pontinho que é nossa galáxia, onde arde um ponto de luz em torno do qual há partículas e todo um complexo ecológico vivendo sobre um deles.

Voltamos um tico no tempo (sim, podemos tudo nessa louca viagem) e até conseguimos ver a grande explosão que formou aquela imensa estrutura luminosa e esfumaçada, espalhando-se como uma grande esfera de fogos de artifício.

Esse artefato que explodiu e formou aquela miríade de espirais fulgurantes está sozinho? Hmmm, parece que não! Conseguimos testemunhar de nosso imenso e privilegiado ponto de vista externo que, aqui e ali, mais perto ou mais longe, outros artefatos explodem em Big Bangs similares.

E porque eles explodem?  Olhamos em torno com mais atenção e parece que está havendo uma festa! Ei, acho que tem gente! Tem prédios! Não apenas prédios, mas também grandes cidades! 

Deixamos passar um tempo (seriam bilhões de anos para os terráqueos) e chegamos à conclusão que essa celebração faz parte do cotidiano de uns seres (deuses?) que vivem numa grande cidade, que faz parte de um país, uma realidade muito maior. Só que jamais saberemos porque num determinado dia resolveram fazer a tal festa.

Festa essa na qual um determinado morteiro explodiu, produziu galáxias em espirais e esferas fulgurantes de cor e fogo, dentro de uma das quais um ponto arde, cercado de partícula menores, sobre uma das quais estamos... nós?




Créditos das imagens, todas obtidas através do Google: 
Foto 1 - Fireworks - www.riesenberg.com
Foto 2 - NASA / Hubble
Foto 3 - NASA / Hubble Subaru / Robert Gender

3 de novembro de 2015

Cenas inesquecíveis - sétima arte

Um clássico. Ingrid Bergman linda como só ela. Humphrey Bogart no seu melhor estilo. E a música tema "As time goes by", caiu sob medida no filme.




Um dos melhores filmes sobre máfia, senão o melhor. Um clássico. Marlon Brando muito bem no papel e o resto do elenco também deu conta do recado. Da trilogia o segundo foi o de que menos gostei.


Uma peça oratória digna dos melhores estadistas. Excelente. Para reflexão. Este filme foi a despedida de Carlitos. A partir dele Chaplin assumiu sua genialidade com o próprio nome.




Recorrente cena no metrô. Marilyn Monroe linda de morrer, ou de viver. O filme é interessante.



O final de Shane, que coloco ao lado do final de Casablanca  como sendo o ponto alto de ambos os filmes, é surpreendente. Embora não pudesse ser diferente. Lembram de "As pontes de Madison" ? Na mesma linha: "Os sonhos são bons por terem simplesmente existido, independente de terem sido realizados."



A trilha deste file é uma da mais belas já compostas. Momento de grande inspiração de Michel Legrand. O filme também é bonito.


2 de novembro de 2015

Antologia do cinema

Comédia/musical/romântica, com os melhores cantores populares da época (Bing Crosby e Frank Sinatra) e o charme de Grace Kelly, uma das mais belas atrizes de todos os tempos. E tem Armastrong dando um tempero jazístico.



Essa dupla dispensa apresentações: Fred Astaire e Ginger Rogers. Eu os preferia no "fox  trotte", com sapateado. Mas esta sequência é clássica.


Carlitos e a dança dos pães. Criativo. Genial.



Homenagem, de novo, a Grace Kelly, num clássico de mistério do mestre  Hitchcock. 



Aqui o brilho, a exuberância,  é de Anita Ekberg. A sueca era um furacão.


1 de novembro de 2015

Uma liga que desliga. Desune, não soma.

Que coisa mais sem sentido esta liga que criaram, juntando clubes do Sul, de Minas e dois cariocas.

Os torcedores do Fluminense ficarão orgulhosos de conquistar o título desta liga, que contará com a participação das importantes equipes do Joinville, Chapecoense, Figueirense, Coritiba, Avaí?

A sala de troféus ficará mais valorizada? E o rol de títulos mais importante? 

Que rivalidade deverá ser alimentada e resultará em piadas, tiradas de sarro, zoações? Que tradição tem o encontro entre o Fluminense e Chapecoense?

Não estou falando do outro carioca porque o nome dele  é vetado aqui no blog. Mas é o time dos urubus que vocês conhecem.

Estes dirigentes almofadinhas, executivos, ao invés de se reunirem para fortalecer o campeonato carioca (que há muito passou a  ser estadual), que foi o berço de clubes de tradição, que acabaram por conquistar torcedores em todo o país, resolvem inventar uma liga sem nenhum sentido lógico.

Os famoso clássicos FLAXFLU;  vovô (Fluminense X Botafogo); dos milhões (Vasco  X  Fla), têm muito mais apelo, charme, do que Fluminense X Cruzeiro, para citar apenas um dos clássicos da tal liga.

Como sacanear,  no local de trabalho, um cruzeirense, após um domingo derrotado pelo Fluminense? Por e-mail?  No twitter?

Acho e até torço, que nem sob o ponto de vista financeiro deverá ser interessante. Já aparecerem patrocinadores? A Globo está interessada?

Um Vasco e Flamengo, ou um Fla X FLU, enchem o Maracanã.

Ademais, um título que envolve equipes da região Sudeste, sem participação dos paulistas, é o mesmo que ter relações sexuais com camisinha.

Bola fora! Cadê o Francisco Horta? Cadê o Marcio Braga? Esses caras gostavam de futebol e sabiam fazer marketing, com resultados financeiros. 

Cenas inesquecíveis - antologia do cinema

Ao som de Moonglow,  Kim Novak seduz William Holden. A cena é arrepiante. O filme não é uma maravilha, mas a música e a bela atriz valem o ingresso. Ou o custo da locação, ou a mensalidade do Netflix.



Esta sequência é ótima. O filme muito interessante. E a música, um clássico, ganhou o Oscar e o Grammy do ano.



Mais divertido impossível. Ninguém se aproximou em matéria de humor. E no cinema mudo.




Quem nunca viu esta cena, utilizada ad nauseam em comerciais e em documentários sobre musicais e cinema em geral? A música tembém é excelente. Gene Kelly, um dos dois grandes coreógrafos e dançarinos das telas do cinema. O outro seria Fred Astaire.




Ursula Andress, bela atriz suiça, exibe plástica impecável. Bond, claro, não resistirá aos seus encantos. E este foi o primeiro filme da vitoriosa franquia.




Nota do editor: claro que estas cenas não esgotam as marcantes na opinião do blogueiro. Outras sequências  aparecerão em futuros posts.