Extraída do mural do Max Tolentino e que chegou via e-mail em minha caixa de entrada.
"Há quatro anos, numa tarde chuvosa, Moro sentia-se entediado com seu trabalho.
Ao invés de pedir uma remoção, resolveu engendrar uma grande operação, a pretexto de combater a corrupção no país, mas que na verdade teria o único objetivo de condenar e prender o ex Presidente Lula, alijando-o da disputa eleitoral.
Assim agindo, esperava obter um cargo no novo governo eleito. "Nem Aécio, nem Dilma", pensou ele, "o próximo Presidente será o deputado Jair Bolsonaro, mas para isso Lula não deve disputar a eleição!"
Procurou, então, a sede da Polícia Federal. Orientou centenas de agentes a forjarem provas, depoimentos, testemunhas e laudos para que o ex Presidente fosse condenado criminalmente.
“Mas por que faríamos isso?”, perguntaram os agentes em coro.
“Porque quero um cargo no novo governo a ser eleito”.
Achando justa a pretensão do magistrado, as centenas de agentes passaram a forjar as provas.
A seguir, Moro procurou o Ministério Público e orientou os procuradores a oferecerem denúncia sem provas, já que pretendia obter o tal cargo. Os procuradores acharam razoável a idéia do Juiz e ofereceram a denúncia, sem qualquer prova.
Não era suficiente. Moro sabia que a sentença condenatória deveria ser mantida em Segunda Instância. Há 27 desembargadores no TRF4, mas Moro sabia em qual Câmara o recurso contra sua sentença seria julgado.
Procurou os desembargadores e os avisou:
“Sei que minha sentença condenou o réu sem provas, mas os senhores devem mantê-la tal como está, porque quero um cargo político no próximo governo”.
Entusiasmados com a idéia, os desembargadores não apenas mantiveram a sentença condenatória sem provas, mas também exasperaram a penalidade imposta.
Mas.. não era suficiente.
Moro sabia que seria interposto recurso no STF.
Incansável, comprou passagens e rumou para Brasília. Reuniu todos os ministros e foi direto ao ponto:
“Os senhores deverão manter minha sentença e também alterar a jurisprudência da Corte, para que seja admitida a prisão após condenação em Segunda Instância, porque quero um cargo no próximo governo, quiçá o de Ministro da Justiça!”.
Os ministros pensaram consigo: “Lascou-se! Se esse juiz de Primeira Instância quer tanto o Ministério da Justiça, vai acabar conseguindo. Melhor fazermos logo o que ele quer, para não haver indisposição com o futuro Ministro da Justiça!”.
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Se você achou essa história plausível, a questão não é mais política, mas psiquiátrica.
Procure um médico. Teorias da conspiração em excesso podem acarretar sérios danos à saúde mental".
Nota do blogueiro: Estes petralhas são risíveis. Mas são também ridículos.
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