15 de setembro de 2018

Idiossincrasias, implicâncias, criticas e aborrecimentos

Parei de implicar com os motoqueiros, mas continuo achando que 98% deles são mal-educados, idiotas ou pior, bandidos.

Os 2% que excetuo, são uma homenagem a dois amigos que são motociclistas.

Mas canso de ver, diariamente, no centro da cidade, motoqueiros montados, com o motor em funcionamento, trafegando nas calçadas em busca de vaga para estacionar. O máximo que se permitem para minimizar o risco de acidentes é manter os pés no chão, para terem equilíbrio.

Agora chegou a vez de malhar os ciclistas (alguns) que são igualmente desrespeitosos em relação as leis vigentes e aos pedestres.

Acreditem que tem um ciclista, todo paramentado, com capacete, luvas e óculos, que trafega em alta velocidade no calçadão de Icaraí. Quase todo domingo lá está ele, como se estivesse num velódromo.

No outro dia havia um entregador de galões de água mineral ziguezagueando entre os caminhantes, pretendendo abrir caminho simulando buzina com a boca: fon fon fon fon.

Mães e pais deixam que seus filhos, ainda aprendendo a se  equilibrar e sem terem absoluto controle do veículo saiam correndo  sem amparo, com rumo desorientado atropelando transeuntes.



Bicicletas sem as rodinhas laterais que ajudam na fase de treinamento e a criança sem proteção pelo menos na cabeça.

A lei é clara, o ciclista, nas calçadas, deve estar apeado, andando ao lado de sua bicicleta, segurando o guidom. Só assim pode trafegar nas calçadas.

No trânsito nenhum obedece a sinalização. Observem que onde há ciclovia, eles entendem que podem passar pelos cruzamentos sem obedecer à sinalização.

E trafegam na contra-mão do trânsito pondo em risco as pessoas que confiam olhando apenas para um lado na travessia das vias públicas.

Em muitos condomínio as queixas são de que não obedecem as normas internas colocando suas bikes no bicicletário, ao contrário largando-as em todos os lugares das áreas comuns.

Isso quando não insistem em utilizar os elevadores para subir com elas para suas unidades habitacionais. Arranham as cabines e causam outros pequenos danos.

Desculpem, o problema não é apenas dos motoqueiros e dos ciclistas. O problema é nacional e de amplo espectro. Chama-se educação, ou falta de.

Para encerrar: acho melhor Jair se acostumando.

Imagem colhida via Google.

5 comentários:

Calfilho disse...

O que falta ao povo, Carrano, tem um nome: educação. As pessoas acham que podem fazer o que bem entendem sem respeitar o direito dos outros. Camelôs ocupando as calçadas, carros estacionando em lugares proibidos, ciclistas trafegando pelas calçadas, mitoristas dirigindo e trocando mensagens no celular, pedestres atravessando as ruas fora das faixas, etc..., etc... BRASIIIIILLLL...

Jorge Carrano disse...


Esta é a palavra chave, Carlinhos. Você a mencionou logo de início e eu encerrei o texto com ela: EDUCAÇÃO.

Bom final de semana!

Riva disse...

Repassando .... A Diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a Idade da Nação.

Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2000 anos e são países pobres ainda.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos atrás eram insignificantes, hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre a nação pobre e rica não depende também dos recursos naturais disponíveis.

Japão tem um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura ou agropecuária, mas é a segunda economia do mundo. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Segundo exemplo é a Suíça, onde não cresce cacau mas produz os melhores chocolates do mundo. Em seu pequeno território ela cuida de suas vacas e cultiva a terra apenas por quatro meses ao ano, não obstante, fabrica os melhores produtos de leite. Um pequeno país que é uma imagem de segurança que tornou-se o banco mais forte do mundo.

Executivos de países ricos que interagem com seus homólogos dos países pobres não mostram nenhuma diferença intelectual significativa.

Os fatores raciais ou de cor, também, não têm importância: imigrantes fortemente preguiçosos em seus países de origem, são altamente produtivos em países ricos da Europa.

Então, qual é a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas, moldadas durante muitos anos pela educação e cultura.
Quando analisamos o comportamento das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, observa-se que uma maioria respeita os seguintes princípios de vida:

1. Ética, como princípio básico.
2. Integridade.
3. Responsabilidade.
4. O respeito pela legislação e regulamentação.
5. O respeito da maioria dos cidadãos pelo direito do outro.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço para poupar e investir.
8. A vontade de ser produtivo.
9. A pontualidade.
10. O orgulho de cumprir com o seu dever.

Nos países pobres, uma pequena minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos falta recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.

Somos pobres porque nos falta atitude. Falta-nos vontade de seguir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE QUEREMOS LEVAR VANTAGEM SOBRE TUDO E TODOS.

ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE VEMOS ALGO FEITO DE FORMA ERRADA E DIZEMOS - "Não é meu problema"
DEVERÍAMOS LER MAIS E AGIR MAIS!

SÓ ENTÃO SEREMOS CAPAZES DE MUDAR NOSSO ESTADO PRESENTE.

Riva disse...

Insisto na diferenciação entre MOTOCICLISTAS e motoqueiros. É MUUUUITO diferente. Até em CILINDRADAS ....

#simplesassim

Jorge Carrano disse...


Segundo parágrafo:

"Os 2% que excetuo, são uma homenagem a dois amigos que são motociclistas."

Você é um deles.