13 de abril de 2020

Bons tempos ... ou não


Nosso congresso já foi mais palatável. Acreditem que houve cassação de mandato por falta de decoro, não por corrupção mas por  fotografia de cueca. O deputado cassado (com ss) se chamava Barreto Pinto. O pinto estava dentro da cueca.


Barreto Pinto - deputado
https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/primeira-cassacao-de-politico-por-falta-de-decoro-nao-teve-nada-ver-com-corrupcao.html

Tivemos um outro deputado que usava uma capa  preta e sob ela uma metralhadora. Juro! Tenório Cavalcante, um alagoano,  tinha sua base eleitoral na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A metralhadora tinha nome : Lurdinha.


Leiam a matéria em:

Tínhamos uma revista semanal, chamada "O Cruzeiro", que durante um bom tempo estampava em seus números fotos de tribos indígenas, que jamais haviam tido contato com brancos civilizados, fruto das expedições dos irmãos Claudio, Leonardo e Orlando Villas Boas.


Orlando, Leonardo e Claudio

Foi um erro. Ou não foi? Não poderíamos deixa-los lá nas matas, com sua vidinha de caça e pesca?  Agora temos que demarcar reservas, uma espécie de devolução das terras, criar órgão de proteção como a FUNAI, e outros contratempos.





Índios mesmo, com idioma e estilo de vida próprios. Adoravam espelhinhos na trocas com os "brancos" civilizados.

Leiam em:




Essa ninguém com menos de 40 anos vai acreditar. O Vasco foi a base da seleção brasileira, na Copa de 1950. Tinha um elenco de primeira qualidade. Além dos 6 que eram titulares absolutos, ainda possuía outros tantos que poderiam muito bem estar no grupo.

Comparem nas fotos da equipe do Vasco e da seleção nacional no mesmo ano:
Todos poderiam vestir a camisa da seleção, em 1950

Até o massagista, além do técnico, era do Vasco
https://www.vasco.com.br/site/conteudo/detalhe/48/1950-o-vasco-e-base-da-selecao-brasileira-na-copa-do-mundo

https://vascoequipes.wordpress.com/vasco-1950/


E teve chocolate  na Páscoa:

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/atuacoes-do-vasco-no-chocolate-da-pascoa-de-protagonista-a-comentarista-pedrinho-da-nota-9-para-si-e-10-a-romario.ghtml

12 de abril de 2020

JAZZ, de novo, again, novamente?


Na literatura disponível é uníssona a opinião de que o improviso está na raiz e antecede o que está escrito sobre um gênero musical denominado ragtime, sincopado, que presumivelmente é o primeiro genuinamente norte-americano. Falta, claro, documentação sobre como era o ragtime antes das primeiras partituras. 

Mas afirmam os estudiosos, com boa chance de acerto, que o improviso era uma característica e o folclore negro berço do gênero. Como as work songs no delta do Mississippi e em Nova Orleans.

No blues, por exemplo, enraizado no gospel (profano e sagrado) o estilo pergunta e resposta estava na base do gênero.

Se o jazz é um veio d'água derivado do caudaloso ragtime, então o improviso, et pour cause, tão pouco apreciado por muita gente que torce o nariz para o jazz, é um componente importante na criação do ritmo.

Sou pelo swing, com contidas improvisações espaçadas, de sorte a não transformarem o tema em outra peça musical. 

Comecei, lá nos anos 1940, como já relatei em algum lugar, ouvindo big bands num programa que se chamava "Pelas esquinas de Beverly Hills, que era apresentado nos finais de tarde, na Rádio Metropolitana. 

E nestas grandes bandas/orquestras, havia somente brancos?
Benny Goodman

Glenn Miller
Algumas bandas lideradas por negros também fizeram sucesso e ganharam prestígio internacional, como as duas abaixo, meros exemplos.

Duke Ellington

Billy Ecksstine
Algumas eram especializadas no swing, no balanço. Ouvia muito Artie Shaw, Tommy Dorsey, Benny Goodman, Glenn Miller e outras. Alguns músicos, membros da banda, ganhavam espaço para seus improvisos e toda a orquestra depois voltava ao tema original, já então encontrável em partituras.

Grades arranjadores ganharam destaque. Então era possível ouvir roupagens diferentes para mesmas músicas.

Não, não sei isto de cor, senão um ou outro detalhe, mas disponho há muitos anos de alguma literatura a respeito, que me daria embasamento para escrever sobre este gênero musical que abriga tantos etilos. Como pretensiosamente planejei.

Atualmente, estas abaixo e outras obras impressas,  sobre jazz, tornaram-se obsoletas, pelo advento da internet. Agora está tudo lá, inclusive, com boa dose de chance, estes mesmos livros ou suas resenhas.




Recortes de jornais e revistas são duas grandes pastas abarrotadas de informações, detalhes e sugestões. Até quando as manterei? 

Provavelmente até o próximo espasmo de desapego.

11 de abril de 2020

Lugares para conhecer






Cataratas de Kravice na Bósnia e Herzegovina
As cataratas de Kravice (ou Kravica) são um conjunto de cerca de 20 cachoeiras que caem dos morros verdes da região de Herzegovina, na Bósnia e Herzegovina. Por vezes descritas com uma versão em escala menor das cataratas do Iguaçu, estas podem não ser tão grandes e estrondosas quanto as da América do Sul, mas formam uma das paisagens mais lindas dos Balcãs. As cachoeiras banham formações de tufa calcária cobertas de musgos e líquens e gramíneas verde-jade, e uma grande piscina coleta a água. Mas Kravice não é um espetáculo apenas para ser visto: você pode nadar nas águas frias e translúcidas desta piscina verde-azulada.






Castelo de Bojnice, Eslováquia
Esgrimistas, falcoeiros e até um grupo internacional de fanáticos por fantasmas organizam encontros no castelo de Bojnice todos os anos. Com muros e torreões neogóticos que se erguem de uma colina de travertino sobre a cidade homônima, o castelo é, de fato, um cenário impressionante que combina muito bem com essas atividades. Ele já assumiu muitas formas ao longo do tempo. O que começou no século 11 como um forte de madeira transformou-se gradualmente numa estrutura de pedra até a reforma completa que o tornou um castelo renascentista no início do século 16. A grande repaginação seguinte, em estilo neogótico, foi concluída em 1910. Portanto, se ele fizer você lembrar dos châteaux do vale do Loire, na França, o objetivo era justamente esse.








Vila de Berry Pomeroy, Devon, Inglaterra
As nuvens de chuva que pairam sobre a pitoresca paisagem de Berry Pomeroy não parecem um bom prenúncio. E, de fato, esta pequena vila da região de Devon, na Inglaterra, tem mesmo alguns mistérios. Listada no Domesday Book, censo finalizado na Inglaterra em 1086, como baronato feudal, ela retém alguns signos emblemáticos da dinastia Tudor, inclusive a igreja de St. Mary, cuja torre vemos na foto. 

Contudo, o que atrai a maioria dos visitantes é o castelo de Berry Pomeroy, apesar de ser tido como ponto de encontro de fantasmas (ou talvez por causa disso). Construído no fim do século 15, já na virada do século 18 este castelo se transformara em ruínas e, desde então, é considerado um dos castelos mais mal-assombrados da Grã-Bretanha.






Palácio de Westminster e rio Tâmisa, Londres, Inglaterra 
Embora o nome oficial deste emblemático monumento de Londres seja "palácio de Westminster", é provável que você o conheça pelo nome referente aos políticos que nele se reúnem: casas (ou câmaras) do Parlamento. Já imaginou como seria caminhar por esses salões históricos? Você vai precisar de sapatos confortáveis: são 1.100 salas, 100 escadarias e cerca de 2 quilômetros de corredores. Claro, muitos preferem conferir só aquela torre com um grande relógio, à direita na foto. A estrutura abriga o Big Ben, que não é o apelido do relógio em si, mas sim o do maior dos cinco sinos da torre.






Civilização asteca. México. América do Norte.
Pirâmides de Teotihuacan, que  na língua nativa significa "local onde os homens se tornam  deuses".
Esta da foto acima é a pirâmide da lua.  Este território, - Teotihuacan - com 82 quilômetros quadrados, abriga várias pequenas pirâmides.



Nota do editor: reitero que tanto as imagens quanto os textos publicados são obtidos no laptop Samsung  quando o ligo.

10 de abril de 2020

ZION National Park - UTAH - USA





Riva e Isa
(nesta foto, em Las Vegas)





O lugar hoje visitado chegou qui por uma cortesia do casal Riva/Isa, juntos numa das fotos abaixo, e também em epígrafe, assíduos aqui no Pub da Berê.

Curtam as imagens. Em comentários o Riva dará mais detalhes e atenderá perguntas dos interessados em mais dados sobre este parque nacional.






9 de abril de 2020

Dia dos namorados é todo dia


O casal Isa e Riva é prova viva do título acima.

Aqui estão em diferentes lugares, em diferentes épocas, com quase a mesma pose, sempre abraçadinhos. Alguns anos separam as fotos.

Utah/USA - Zion National Park
Friburgo/RJ - Country 
Las Vegas/USA
Epcot Center - Orlando - USA

Veneza - Itália
Évora - Portugal
Cassino Venetian - Las Vegas - USA
Chegada de maratona - filho competindo
Deserto de Mojave - parte na Califórnia, parte em Nevada - USA
Santiago de Compostela - Espanha

Nota do blog manager/editor/amigo do casal: quando o Riva enviou fotos do passeio no Zion, parque localizado em Utah, USA, chamou-me a atenção a pose de uma das fotos, semelhante a outras já publicadas no blog. Pelo visto continuam apaixonados mesmo um pelo outro.
A postagem sobre o passeio no parque Zion fica para amanhã.

8 de abril de 2020

A Covid-19 associada à literatura e à filosofia







Nos últimos dias muitas citações e analogias com o livro “Ensaio sobre a cegueira”, do José Saramago. Eu mesmo o fiz aqui neste espaço.

Na internet circula trecho do livro “O amor em tempos de cólera”, do Gabriel Garcia Marquez”, porque tem tudo a ver com isolamento, quarentena.

Agora, por causa de citação do Dr. Mandetta, ministro da saúde,  a vez é de Platão e sua obra mais difundida “O Mito da Caverna”.

Bem, Platão, Sócrates e Aristóteles, devem ser lidos e na medida do possível interpretados. Estão na moda, aqui no Brasil, Pondé, Cortella e Karnal. Cada povo tem os filósofos que merecem. 

Aliás, não confio em quem se intitula filósofo. Desses que têm cartão de visita. 

Pincei na própria rede mundial um trecho de Platão, mantendo a narrativa da autora da matéria (Maria Fernanda Rodrigues), porque é seguramente dos três citados o menos lido nos dias que correm.

“O Mito da Caverna”, de Platão, alegoria que pode ser lida em  A República mostra o diálogo entre Sócrates e Glauco sobre ignorância e conhecimento - sobretudo sobre a importância de se ter acesso a conhecimento para sairmos da caverna (e para queremos ficar fora dela).

O mito começa com Sócrates pedindo para Glauco imaginar um grupo de pessoas vivendo acorrentadas numa caverna desde a infância, amarradas pelos pés e pescoço e impossibilitadas de mudar de lugar e até mesmo de olhar para o lado.

A luz que chega vem de um fogo que queima por trás deles, ao longe, e tudo o que veem é a sombra de objetos sendo carregados projetada na parede na frente deles - e essa sombra seria a única coisa verdadeira para esses prisioneiros.

Sócrates sugere, então, imaginar esses prisioneiros sendo libertados e "curados de sua desrazão". "Se um desses homens fosse solto, forçado subitamente a levantar-se, a virar a cabeça, a andar, a olhar para o lado da luz, todos esses movimentos o fariam sofrer; ele ficaria ofuscado e não poderia distinguir os objetos, dos quais via apenas as sombras anteriormente." Ele continua: "O que ele poderia responder se lhe dissessem que, antes, ele só via coisas sem consistência, que agora ele está mais perto da realidade, voltado para objetos mais reais, e que está vendo melhor? O que ele responderia se lhe designassem cada um dos objetos que desfilam, obrigando-o com perguntas, a dizer o que são? Não acha que ele ficaria embaraçado e que as sombras que ele via antes lhe pareceriam mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?".

Sócrates questiona ainda: "E se o forçassem a olhar para a própria luz, não achas que os olhos lhe doeriam, que ele viraria as costas e voltaria para as coisas que pode olhar e que as consideraria verdadeiramente mais nítidas do que as coisas que lhe mostram?".

No caso de tirarem a pessoa à força da caverna e a obrigarem a subir, a sair, ele sofreria e se irritaria. "E, chegando à luz, com os olhos ofuscados pelo brilho, não seria capaz de ver nenhum desses objetos, que nós afirmamos agora serem verdadeiros."

É preciso que ele se habitue, para que possa ver as coisas do alto, explica Sócrates. Primeiro, ele distinguirá mais facilmente as sombras, depois, as imagens dos objetos refletidas na água e em seguida os próprios objetos. À noite, poderá contemplar as constelações e o próprio céu e, de dia, a luz do sol. "Depois disso, poderá raciocinar a respeito do sol, concluir que é ele que produz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível, e que é, de algum modo, a causa de tudo o que ele e seus companheiros viam na caverna."

Sócrates continua seu raciocínio. "Nesse momento, se ele se lembrar de sua primeira morada, da ciência que ali se possuía e de seus antigos companheiros, não acha que ficaria feliz com a mudança e teria pena deles?"

Imaginando que esse homem liberto volte à caverna, agora com a visão ofuscada pelas trevas, e não mais pela luz, e tente emitir um juízo sobre as sombras, ele poderia entrar em competição com os prisioneiros que continuaram acorrentados. "Os prisioneiros não diriam que, depois de ter ido até o alto, voltou com a vista perdida, que não vale mesmo a pena subir até lá? E se alguém tentasse retirar os seus laços, fazê-los subir, você acredita que, se pudessem agarrá-lo e executá-lo, não o matariam?"

Platão conclui dizendo que é preciso assimilar o mundo que apreendemos pela vista à estada na prisão, à luz do fogo que ilumina a caverna à ação do sol. Quanto à subida e à contemplação do que há no alto, ele escreve, considera que se trata da ascensão da alma até o lugar inteligível. "Nos últimos limites do mundo inteligível aparece-me a ideia do Bem, que se percebe com dificuldade, mas que não se pode ver sem concluir que ela é a causa de tudo o que há de reto e de belo. No mundo visível, ela gera a luz e o senhor da luz, no mundo inteligível ela própria é a soberana que dispensa a verdade e a inteligência." E finaliza: "Acrescento que é preciso vê-la se quer comportar-se com sabedoria, seja na vida privada, seja na vida pública".

Se você chegou até aqui lendo sem pular parágrafo, está tão de parabéns quanto o ministro Mandetta, leitor seletivo que, se não blefou (já foi deputado federal, né?), foi capaz de digerir Platão, e não satisfeito releu a obra. Toda, suponho, e não apenas um excerto.

7 de abril de 2020

Natureza






Fernando de Noronha

Fernando de Noronha é um arquipélago brasileiro do estado de Pernambuco. Formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica, ocupa uma área total de 26 km² — dos quais 17 km² são da ilha principal — e se situa no Oceano Atlântico a nordeste do Brasil continental, distando 545 km da capital pernambucana, Recife.




Parece favela em morro carioca, mas não é. A imagem é  de uma região da Turquia.

Cappadocia, a dreamy slice of central Turkey dotted with ‘fairy chimneys’ (rock formations), has a history every bit as remarkable as its landscape. Volcanic eruptions created this surreal moonscape: the lava flows formed tuff rock, which wind and rain sculpted into sinuous valleys with curvy cliff faces and pointy fairy chimneys. Cappadocians chiselled homes in the soft rock, paving the way for cave-dwelling hippies and today’s boutique fairy-chimney hotels.




The Lewis River rises in the Cascades in northeastern Skamania County, high on the west flank of Mount Adams, approximately 75 miles (121 km) northeast of Portland, Oregon. It flows generally southwest through Gifford Pinchot National Forest, across central Skamania County, passing south of Mount St. Helens. It forms the boundary, along the Dark Divide on its north side, between Cowlitz County, to the north, and Clark County, to the south. Towns along the river include CougarAriel, and Woodland. In its lower 10 miles (16 km), it turns sharply south, then west, and enters the Columbia from the east, opposite St. Helens, Oregon, approximately 15 miles (24 km) north of Vancouver, Washington. The mouth of the Lewis River is at Columbia river mile (RM) 87 or river kilometer (RK) 140.


Fortaleza de Kaliakra, costa do mar Negro, Bulgária

Num penhasco íngreme da costabúlgara do mar Negro, ficam as ruínas da fortaleza medieval que pertenceu ao déspota Dobrotitsa. Para quem adora histórias de tesouros enterrados, a fortaleza de Kaliakra é um achado recente: quase mil artefatos de ouro, prata e bronze que remontam ao século 14 foram desenterrados aqui em 2018. As relíquias, encontradas num enorme caldeirão, consistiam em fivelas de cintos, botões e brincos a pilhas de moedas bizantinas, venezianas e tártaras. Porém o temperamental cabo Kaliakra tem mais a oferecer que riquezas materiais: a área é uma reserva natural visitada por golfinhos e aves raras que lá fazem escala durante seus longos voos migratórios.



Lago Superior, Pictured Rocks National Lakeshore, Michigan, EUA
As cores vivas e os contornos esculpidos destes antigos rochedos de arenito inspiram o nome desta reserva de proteção. Estendendo-se por 67 quilômetros ao longo da margem do lago Superior, Pictured Rocks National Lakeshore fica na península Superior do estado de Michigan. Em algumas de suas áreas, há lugares em que as ondas do lago são tão fortes quanto as do mar. Em alguns pontos da margem, as florestas avançam até a beira da costa rochosa; em outros, é a própria rocha que predomina. Algumas dessas formações rochosas gigantescas têm nomes pitorescos como castelo dos mineiros, cabeça do índio e rocha da capela. Este lugar poderia ter sido batizado também em homenagem às imensas dunas de areia amarronzada que recobrem oito quilômetros da parte leste do parque ou com o nome de uma das suas muitas cachoeiras.



Farol de Kallur em Kalsoy, uma das ilhas Faroé

Kalsoy é uma das mais setentrionais entre as ilhas Faroé. O litoral oeste é repleto de penhascos altos e íngremes, mas a costa leste de Kalsoy é mais suave e abriga quatro vilarejos. O farol de Kallur, que vemos na foto, fica na ponta norte da estreita ilha. Há outro farol na ponta sul. Kalsoy tem cerca de 100 habitantes, número bastante inferior ao das diversas aves marinhas que nidificam aqui, inclusive 40.000 casais de papagaios-do-mar.

Desde 1948, as ilhas Faroé são uma entidade autônoma dentro do Reino da Dinamarca. Funções como força militar e policial são supridas pela Dinamarca, porém a legislação comercial e outras ações cívicas ficam a cargo da população local.



Notas:
Cappadocia: 1) phoebettmh.blogspot.com/2012/02/turkey-cappadocia-land-of-fairy.html

                     2)  https://www.bing.com/images/search?q=göreme+turquia&FORM=wsbs01&filters=IsConversation:%22True%22+BTEPKey:%22Encyclo_WL_BuildingsCappadociaTurkey%22&trivia=1