25 de novembro de 2012

The Holiday Season (II)


Por
Ricardo W Carrano
Carolina do Sul - USA



Christmas in the Mountains 2010-2012.


By early December 2010, my son-in-law Eduardo came up with a very interesting idea. Eduardo is a very intelligent and successful young man, a PhD Chemical Engineer, born in the south of Brazil. His family and ours get along pretty well ever since he and my daughter Dani were only just friends at Clemson University, South Carolina.

So, it came about that Eduardo rented and invited us (I and my wife), his parents Vicente and Marisa and brother Victor Hugo to spend the Christmas holiday at a cabin in the mountains of North Carolina, a place located in the city of Saluda called “The Blackberry” (only about 50 minutes from our house). My wife Celia and I were off course delighted with such great Christmas present and started wondering about this weeks before. In fact there was among this unique group of individuals the common desire of having a “White Christmas” or a snow fall on Christmas Eve or during the day. For us or at least for me, a Brazilian from the beach, it was absolutely a lifetime first.


Marisa, Dani, Celia and Eduardo in front of the cabin
The excitement got bigger when by December 20th we learned from the news weather forecast that there was a big possibility of Snowing that Christmas Eve. In fact snow in the Appalachian Mountains is not uncommon in winter time; however it doesn’t happen all the time.

As we all know, be careful with what you want, because you might get it!

By December 23rd we packed our presents, food, lots of good wine and beer and gathered at the Blackberry. We were all having the a great time, and as predicted it started snowing by Christmas early morning.


White Christmas
Well, but there was just a little catch: That year we got the strongest snow storm since 1993 in South and North Carolina and the Mountains got about 25 to 30 centimeters of snow which pretty much made impossible for us to leave the Blackberry and drive home not only because of the snow itself but because the road to access the cabin is unpaved.

Snow fall starts
Well, it was not so bad, because we had plenty of food and supplies, so we all accepted the idea of staying there for another couple of days waiting the snow to melt. But trouble is, that we lost electrical power by the 26th of December and there was no fireplace at the house and the internal heating system was electrical. We never felt so cold in our entire lives. It was about -5c and it turns out the situation was then, complicated. So, we made the only possible choice: We abandoned our cars with most of our baggage inside and walked on that cold about 4 km to get to the main road where and from there, returned home in a rental car.



                                                                                      
The aftermath at the Blackberry.

But as I mentioned before, this unique group of individuals, has again accepted Eduardo’s idea of having another Christmas at the mountains this year. So my son-in-law has already rented another cabin in the Appalachians, North Carolina.

Therefore, since we all believe that everybody deserves a second chance, we are going this time to another place in North Carolina about 2 hours from our house a place named as “Eagle Ridge” close to a Cherokee reservation (very Indian!).

After fourteen years in the USA, we learned that Mother Nature is more aggressive here at the north then is on my birth place. I also believe the two major storms may not happen in such small interval of only 2 years. But as I mentioned, is not an uncommon event.

So, this time we are making the necessary preparations, not only taking with us things like tire chains, but this time the house has a wood and gas fireplace, and, there is the possibility of getting someone with a tractor to help us, just in case.

Well, in the end I promise to all the readers of this post that I will let y’all know about our new experience as soon as this Blog reopens after New Years. For now I must say that we are all excited again, because of the adventure and the possibly of this new get-together, and have a nice family holiday, so Merry Christmas to everybody!



PS: 1) Pictures source is myself ; 2) This post was written in English due to a suggestion of this Blog Manager, my beloved cousin Jorge Carrano. Thanks!

24 de novembro de 2012

Meu bar ideal




Por
Carlos Frederico  March
(Freddy)







Estou, de certa forma, plagiando o grande Luís Fernando Veríssimo, que já abordou esse tema em uma de suas crônicas e de maneira brilhante. No caso vou me permitir, humildemente, dar minha versão acerca do que acho que seria um bar ideal.

Para os que não sabem, eu tenho um piano-bar dentro de casa. Piano-bar? Sim, pela simples razão de que na sala específica, além do bar em si, tem um piano eletrônico e eu o toco eventualmente. Só que o que importa para o momento é que um bar caseiro não supre a necessidade de um local onde se possa espairecer a cabeça ou simplesmente pensar em paz, sem as interrupções normais decorrentes do cotidiano doméstico.

Piano-bar caseiro do autor

Vamos lá. O meu bar ideal teria uma decoração interna toda em madeira com cortinas de pano discretas e não exatamente leves, remetendo a ambientes de serra. As janelas, caso o imóvel tivesse paredes viradas para o exterior, deveriam ter uma folha interna para cortar a luz excessiva durante o dia, que tem o poder de matar o clima de intimidade que eu acho que meu bar ideal deve ter.

Claro, esse bar deve ser bem pequeno, quase um bistrô. Digamos de 6 a 8 mesas de madeira, a maioria para apenas 2 ocupantes, cadeiras firmes com estofamento de couro. Abro exceção para uma ou duas de 4 lugares, mas o ambiente deve se pautar nas conversas intimistas e quase inaudíveis, porque a ideia não é trazer amigos para uma noitada regada a álcool. Para isso existem os grandes bares e botecos.

As luzes artificiais (esqueçam as janelas, em geral mantidas com as cortinas cerradas) teriam tonalidade quente e seriam reguladas numa intensidade mediana, suficiente para se enxergar o que se bebe ou come mas sem ofender nossas retinas. Música? Quase inaudível, de preferência "easy-listening" instrumental. TV? Nem pensar! OK, hoje em dia é indispensável ter wi-fi...

O barman ficaria atrás de um balcão de tamanho mediano, com tampo de mármore escuro e 3 ou 4 bancos altos, também pesadamente estofados de couro. Não sei porque gosto de couro verde escuro, acho que combina com a madeira e dá um pequeno toque de cor no ambiente. Ali poderíamos apoiar os cotovelos na bancada quando solitários e eventualmente trocar 2 ou 3 frases com o citado barman, que teria de ser a mais educada e reservada das pessoas. Sua maior virtude seria respeitar a necessidade de introspecção de seus estranhos (admito) frequentadores.

Em sendo um bar, seria desejável um bom acervo de bebidas e drinks, incluindo desde destilados até cervejas (especiais) e vinhos (alguns). Não acho necessário que tenha "tudo", mas ao menos o essencial.

Para tirar o gosto, já que não espero que o bar ideal sirva também como restaurante, o básico. Amendoins e similares, queijinhos, alguns frios e embutidos, uma pastinha ou outra com uma pequena variedade de pãezinhos e torradas. Para quem quiser algo quente, minha sugestão seria quiches ou pasteizinhos de forno, fáceis de armazenar e esquentar. Uma sopa-creme do dia não faria mal, apesar de não ser adepto. Pequenos crepes ou omeletes feitos na hora dariam talvez um toque de classe.

Esse bar deveria idealmente se situar num local de fácil acesso e estacionamento tranquilo, de preferência num lugar aprazível e sossegado. Com relação a preços, eu ficaria imensamente feliz se o proprietário praticasse o lucro contido, precificando os itens de uma maneira honesta e que me permitisse uma frequência relativamente assídua.

Pronto! Alguém conhece alguma pérola similar ao que acabo de descrever?

23 de novembro de 2012

AMOR TETRACOLOR





Por
Paulo March
(Riva)







Tudo começou em 1958 ou 59 (acho) quando ganhamos um jogo de Totó dos nossos pais, e os times eram Vasco e Fluminense.

Como eu não tinha direito de escolha em nada - pois não era o primogênito, coube a meu irmão fazer a 1ª escolha. E graças aos Céus, ele escolheu o Vasco (porque era o time de mamãe - nosso pai era América !). Fiquei com o Flu.

Aqui cabe uma observação sobre "escolhas" lá em casa : mais tarde, meu irmão decidiu que seria engenheiro, e eu fui "aconselhado" a ser médico, pois ele já tinha escolhido a Engenharia, e não sei porque, não podia ser igual .... rsrs. Mas eu já era bem grandinho, e exercitava minha rebeldia há pelo menos uns 4 anos, e resolvi ser engenheiro também (hehehe).

Mas voltemos ao Flu ... 

Castilho*, para o Autor o maior ídolo da história do clube

Acompanhei o Fluminense desde 1959, quando vibrei pela 1ª vez com seu título estadual, super valorizado na época. 

Atravessei a juventude indo a vários jogos no Maracanã, Ítalo del Cima (Campo Grande), Caio Martins (raras vezes o Flu jogou ali), Teixeira de Castro (Bonsucesso) e Rua Bariri (Olaria). Não me recordo de ter ido a outros estádios. Vibrava, acompanhava tudo pelo meu radinho de pilha, com muita euforia, mas nada que extrapolasse as comemorações convencionais. 

E acreditem, só tive uma única camisa do Flu ; na época, não existia essa febre de uso das camisas dos clubes. As torcidas eram identificadas por suas bandeiras e pela localização dentro dos estádios.

Posso citar talvez apenas 2 casos, digamos, diferentes, da minha emoção torcendo pelo meu Fluminense :

- aquele 0x0 na final de 63 num Fla x Flu sensacional ... não sei porque, naquele domingo, tive que ir na missa, e claro, assisti-a com o radinho de pilha na orelha, sob os olhares fuzilantes de todos dentro da igreja. Pra sorte deles, não teve gol do Flu durante a missa ... rs

- derrota para o Fla (tenho que checar o ano), com um gol de falta do Leandro aos 46 do 2º tempo - atirei o radinho no chão, espatifando-o em mil pedaços.

Até antes da "era" atual, os jogos do FLU mais emocionantes na minha vida tinham sido 3 Fla-Flus :

-  Flu 3x2 em 1969, quando fomos campeões nesse jogo - fui ao Maracanã com meu querido professor Malker, do Instituto Abel, já falecido.

- Flu 1x0 em 1983, com gol de Assis aos 46 do 2º tempo - inesquecível .... a torcida do Flamengo toda girando as camisas sobre a cabeça, gritando "é campeão" e "está chegando a hora" ..... e a hora chegou mesmo ..... A BOLA PUNE !!!! rsrsrsrs

- Flu 3x2 em 1995, com o famoso gol de barriga do Renight (apelido do Renato Gaucho no Twitter) ... histórico ! Que jogo, com diversas diferentes situações de domínio em campo, expulsão, golaços, tudo que tem direito uma grande decisão.

Passei então uma boa fase da minha vida como um torcedor tranquilo do Flu. Muitos anos, na verdade. Dos nossos 3 filhos, dois  são tricolores e um não pude evitar : criado no playground, na época daquele timaço do Zico .... tirem suas conclusões rsrsrsrs. 

Mas pelo menos consegui impedir que a família da Isa cooptasse um deles para a torcida do Vasco ! A Isa não ligava para isso, nunca ligou, mas a família dela é daquelas que se hoje você pedir para escalarem uma seleção brasileira, até o Alecsandro vai estar lá com a 10 do Pelé !!!! É sério rsrsrs.

E os anos foram passando, passando, e não me perguntem porquê, surgiu uma paixão desenfreada, descontrolada em 2008, na Libertadores da América. O estranho é que isso não aconteceu somente comigo. Aconteceu praticamente com a torcida inteira. Aquele time tinha um carisma imenso, assim como seu treinador Renight, além de futebol. Na verdade, essa euforia foi alimentada pela conquista da Copa do Brasil em 2007, verdade seja dita.

Bom, acredito que todos, ou quase todos, sabem o desfecho. Final histórica no Maraca, e derrota nos penalties para a LDU do Equador. 

Para vocês terem uma ideia de como aquilo tudo nos marcou de todas as formas, até hoje revejo 3 jogos daquela competição, que tenho gravados integralmente : além da final, revejo 3x1 no São Paulo e 3x1 no Boca Juniors. As imagens da GLOBO na torcida são maravilhosas. Tem cenas super marcantes ! Que torcida linda a nossa !

Um fato muito marcante aqui em casa sobre essa Libertadores, é que meu filho caçula tricolor morava nos EUA, e, acreditem, ficávamos ligados o tempo todo, em tempo real, durante todos os jogos. Quando ele não conseguia transmissão ao vivo lá, eu colocava a câmera do laptop virada para a minha TV, pra ele ver o jogo via Skype !!!! Loucura total ......

E aí veio 2009. Foi um massacre emocional. 

A caminhada final do Flu para evitar o rebaixamento, dado como certo por todos os Cavaleiros do Apocalipse, essa caminhada transformou aquele grupo no Time de Guerreiros, marca registrada até hoje para o time do Fluminense.

Não sei como não morri naqueles 6 jogos finais do campeonato brasileiro de 2009. Talvez tenha morrido, e tudo que vivencio hoje é na verdade em outra dimensão !  

Isa, esposa, com a camisa do tricolor




A paixão pelas cores continuou crescendo em mim e em toda a torcida, contagiando até a Isa, devido à nossa intensa vibração e o envolvimento muito forte de todos daqui de casa em todos os jogos do Flu. 









João, neto, com Assis
Passamos a comprar camisas, ir a vários jogos, etc. Aqui uma observação que esqueci, e é importante : o meu filho mais velho casou com uma tricolor fanática (rs), e nosso neto de coração é super tricolor também. Então a Isa está, hoje, cercada por 5 tricolores, tendo em vista que o filho rubro-negro reside fora do Brasil.

Passei a usar o Twitter para comunicar-me com a torcida tricolor. Hoje tenho mais de 500 seguidores. É viciante rsrsrs. 

Fundei a FluSofá e criei o RIVA´s STADIUM, ambos famosos entre os seguidores no Twitter. 
O Riva´s Stadium é a minha sala, composta de Sofá Sul, Sofá Oeste e Cadeiras Norte Especiais hahahaha.

Veio 2010, e o time foi TRIcampeão brasileiro, num campeonato muito difícil até a rodada final. Chorei como criança quando acabou o último jogo.

Quase chegamos em 2011 (3º lugar), e veio 2012 .... meus amigos, só quem está no meio disso tudo pode testemunhar .... essa torcida do Fluminense é uma loucura ! Afirmo a vocês que desde o início do campeonato, a grande maioria sempre acreditou que seríamos Tetracampeões.

Eu fui um dos que não acreditou, principalmente naquela fase espetacular de performance do Vasco, e do próprio Atlético Mineiro.

Fomos encostando, encostando, e ultrapassamos. E aí, uma catarse na torcida, com 100% realmente dizendo que seríamos campeões por antecipação. Jogos acompanhados minuto a minuto. E chegamos ao título faltando 3 rodadas pra acabar o campeonato !!!!

Quem já foi campeão brasileiro sabe a alegria que sentimos. Sem desmerecer os outros títulos, mas essa torcida do FLU é algo muuuuuuito especial. E pra nós, aqui em casa, muito mais ainda. Explico ....

Meu filho mais velho, tricolor, trabalha no Fluminense, na assessoria de imprensa. E estava trabalhando há algum tempo, registrando o comportamento da torcida, nas arquibancadas, viajando com o time. 

Rodrigo, filho, segundo a partir da esquerda

Imaginem a experiência de um tricolor, a trabalho, vivenciando o dia a dia do seu time, que culmina com a conquista de um título histórico !!!! No jogo da conquista, contra o Palmeiras, foi e voltou no avião junto com o time. Quanta emoção, quanta coisa pra guardar no coração !!!!

Desfilou no carro aberto até as Laranjeiras com o time, documentando a reação da torcida em todo o trajeto do Galeão até o estádio ...... e nós, sem dormir, acompanhando tudo até 4h da manhã, ao vivo, pela internet !!!!

Enfim, o envolvimento está demais, esta bonito, conquistas, muita alegria, que espero continue, pois o momento é de muita alegria. Une, contagia, supera, arrebata ! 

Assim é o futebol, e sempre será. 
Na alegria e na tristeza. 
Tenho 2 grandes amigos palmeirenses, que estão vivenciando o oposto. 

É uma paixão muito forte .... só não esperava estar tão apaixonado aos 60 anos.

Saudações TETRAcolores, já planejando um upgrade para PENTAcolores.


Nota do editor: Sobre Castilho, leiam em http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Jos%C3%A9_Castilho

Enchendo linguiça


Já comentei sobre minha decepção com o “Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Morta”, de Alberto Villas. Não que seja ruim. Os verbetes estão bem explicados e os comentários estão conformes.

Minha decepção está na medida em que não tem uma palavra ou expressão  que esteja fora de meu vocabulário usual ou que já não lembrasse.

Essa expressão do título, por exemplo, uso rotineiramente. Para quem não lembra ou jamais ouviu, encher linguiça  é ”a arte de preencher espaços vazios com enrolação”, para utilizar o mesmo significado dado pelo autor.

Já “enrolação”, no sentido aqui empregado, não consta do dicionário em questão. E nem no Aurélio, não pelo menos na versão digital que tenho no computador.

Mas encontrei na rede, no dicionário informal que é encontrável no endereço  
http://www.dicionarioinformal.com.br/

Está lá, “enganar alguém com o passar do tempo”.

Então o que temos: “arte de preencher espaços vazios”, e  aqui o espaço vazio é a página do “word” onde escrevo.  Com enrolação: a enrolação no caso, não é só com o passar do tempo, mas também no escrever “abobrinhas” nada de concreto ou objetivo.

“Abobrinhas” no significado de besteiras, que encontrei no dicionário informal supracitado  (http://www.dicionarioinformal.com.br/abobrinha/) nem é tão fora de uso. Os paulistas usam muito: "fulano me cansa, fica falando abobrinhas o tempo todo".

A verdade é que falar abobrinha dá certo, assim como dá outro recurso muito usado por cronistas que têm que produzir textos semanais para publicação nos jornais mais importantes.  O tal recurso é começar a crônica escrevendo exatamente isto, que está sem assunto na cabeça, sem inspiração.


João Ubaldo
Pronto, já tem um início, um ponto de partida. Um dos cronistas de minha predileção, leitura dominical obrigatória, que já utilizou mais de uma vez este artifício, é o João Ubaldo Ribeiro.




L. F. Veríssimo

Ora, uma coisa puxa a outra e vou enchendo linguiça falando de meus cronistas prediletos. No momento o Veríssimo ocupa uma posição de destaque nas minhas preferências, mas o rol é bastante extenso, e cito assim de memória Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, Ivan Lessa e, entre as mulheres, Rachel de Queiroz e Lygia Fagundes Telles, as mais antigas e no tempo presente Martha Medeiros.

Já tenho aqui uma lauda e meia. Acrescento umas fotos ilustrativas e pronto: já tenho o post de hoje.

Se você leu até aqui, muito obrigado e desculpe pela enrolação. Enchi linguiça mas com boa literatura (Sabino, Braga, Lessa, Veríssimo e outros) e com informações úteis, tal como e existência no sitio     http://www.dicionarioinformal.com.br/ do dicionário informal da língua portuguesa.

Rachel de Queiroz
Martha Medeiros




22 de novembro de 2012

The Holiday Season (I)



 Thanksgiving Day (22/11/2012) : One of the best holidays of the year!



Por
Ricardo W Carrano
Carolina do Sul  - USA
    

    There are only 7 official federal holidays in the USA:
     January 1st:  New Year’s Day
     May 29th     :  Memorial Day
     July 4th        :  Independence Day
     The 1st Monday of September: Labor Day
     Thanksgiving Day and day after: The fourth Thursday and Friday of November
     December 25th: Christmas Day

     Depending on where you live or where you work, you might get a few more holidays but this isn’t mandatory.

     For instance: In Columbia, South Carolina where I worked for almost three years, January 17th is a city holiday because   is the MLK (Martin Luther King Day) but is considered an observed holiday, which means it depends on the   state or the city to decide, as opposed to Greenville SC where the MLK Day is celebrated but only schools have  the day-off and company employees go to work.

     Good Friday is another good example. The Company I work for (Trendset Information Systems, Project Coordinator)    grants it employees with this particular holiday in April, but just because the owners are probably good catholic folks   and want to be out of work as well as its employees in the day Jesus Christ passed.

      But Thanksgiving is for Americans as important as Christmas. Millions of people travelling to be with their families   and because that of willing to deal with the inevitable complications of travelling by car and/or by airplane in most places.

      This traditional day is a celebration that was established in the 1600’s when the first pilgrims, most of them coming from    the old Ireland to find in this land of America freedom of religion. And, I a given day in November, they gathered with  the Indians to have a big feast to celebrate friendship and prosperity for all.

      Well, just like Christmas this holliday is also used as well for many different reasons, despite the fact that    the initial intention was different, because this is also something that we all know : That initital idea it didn’t end    well neither for the pillgrims nor for the Indians. But, everybody cooks and eat a lot (that’s is the idea, I suppose)    the traditional foods.
     
       As of today, as see millions of people on the road and airports across the country there is also a lot of business going on.

        I mean… a lot of hot and big business!

       Thanksgiving Day is for families but the day after Thanksgiving which is called “Black Friday” is a day of shopping and spending.

     



 Just because starting at midnight until about 10 o’clock in the morning you may find big discounts in stores. But as time goes by   this is also another “tradition” that has been changed due to the fact that right now the stores may also advertise and sell its   products on line and, it really doesn’t matter whether you are in a hang over or even outside of the USA if you want to buy a   big TV set or a GPS or an I-bla-bla the day after thanksgiving. All you need is a credit card, that’s all.

      
      

  In this world of madness, tradition, shopping, travelling and whatever, there is the undisputable true fact that I and my beautiful wife will be at home, just like millions, enjoying the days off just like millions we will have our Thanksgiving dinner at a restaurant, because do not want to cook just like millions of ordinary americans, but we may buy a new     dishwasher machine online and some Cd’s, like many other americans. so… Happy Thanksgiving!       














P.S: This post was written in English due to a suggestion of this Blog Manager, my beloved cousin Jorge Carrano. Thanks!