20 de junho de 2017

O bom observador


Faz algum tempo, levando ao pé da letra que seria necessário ser observador para constatar o que era interessante numa fotografia, o Riva logo classificou a mulher em primeiro plano, de costas, como sendo latina. Vide nota de rodapé.

Por causa de seu (her), digamos assim, derrière.


A foto é esta abaixo:





Com a mesma pegada publico este pequeno vídeo sobre acidentes de trânsito na Jamaica. Prestem bastante atenção e vejam se o conceito não é o mesmo.






Nota de rodapé  -  O comentário do Riva foi este: É uma via única com 3 pistas, mas carros que não existem por aqui, onde concluo ser "mão inglesa", porque a cachorra, ou cachorro, não está com o motorista, como eu fazia com meu cão antigamente. mas o mistério é ela, com esse porte latino, inexistente em países com "mão inglesa". Turista não é, tem toda a pinta de nativa ....

17 de junho de 2017

A esquerda brasileira chegada a caviar e festas


A ESQUERDA ACABOU. SAIBA POR QUÊ.

por Stephen Kanitz, publicado em 15.05.2017

Publicado originariamente em http://blog.kanitz.com.br/esquerda-acabou/



"A esquerda sempre precisou de dinheiro, de muito dinheiro para se sustentar. A direita por sua vez, não. Isso porque a direita é composta de adolescentes que estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens, pouparam quando adultos, e portanto se sustentar não é um grande problema.


A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e nos cafés filosóficos. esquerda sempre viveu do dinheiro dos outros. Karl Marx é o seu maior exemplo, sempre viveu às custas de amigos, heranças e do companheiro Friedrich Engels.

Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado, inclusive os empresários esquerdistas que votam no PT e PSDB e vivem às custas do BNDES. Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países inteiros. China, União Soviética, Cuba, por exemplo, onde a esquerda se locupletou anos a fio com Dachas e Caviar.

Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó. Foi essa a verdadeira razão do fim do muro de Berlim. A esquerda faliu os Governos que eles apoderaram.

No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e Municípios, e também conseguiu quebrá-los. Socialistas Fabianos como Delfim Netto, FHC, Maria da Conceição Tavares ainda vivem às custas do Estado com duas ou mais aposentadorias totalmente imorais. Só que o dinheiro grátis acabou.

Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia. Mas graças à Sergio Moro, até esse canal se fechou para a esquerda brasileira. Sem a Petrobras, as Estatais, o BNDES, o Ministério da Previdência, o Ministério da Educação, a esquerda brasileira não tem mais quem a sustente.

O problema da esquerda hoje é outro e muito mais sério. Como esquerdistas irão se sustentar daqui para a frente? Como artistas plásticos, professores de Filosofia e Estudos de Gênero da FFLCH, apadrinhados políticos, vão se sustentar sem saberem como produzir bens e produtos que a população queira comprar?

Que triste fim para todos vocês que se orgulhavam de pertencer à esquerda brasileira! "


Nota do blogueiro: recebi por e-mail e fui ao Google conferir. Confirmei no blog do autor. Publico sem autorização mas pronto a deletar se e quando recomendado pelo autor. 

Stephen Charles Kanitz é um consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo. (wikipédia)

16 de junho de 2017

Copa do Brasil Sub-20

O Galo pegou o Urubu. E créu!!!





                                                X                           




Flamengo vice campeão da Copa do Brasil Sub-20

Acabou ainda há pouco a partida final da competição.

E a mulambada ficou no cheirinho, de novo.






É de outro jogo, mas a gozação é a mesma.

Preguiça e/ou ócio

Êta coisas boas, sô!!!

Mas são coisas diferentes? Sei lá, vamos aos “aurélios”. E ao Google. Em apertadas definições, encontrei:

- ócio: folga, espaço de tempo em que se descansa;
- preguiça : estado de prostração e moleza; aversão ao trabalho.

Inventaram um “ócio criativo”. A monografia, o livro, é de Domenico Di Masi. Mas será dele a ideia de que a pausa na atividade diária, no estudo, no exercício da profissão, para descanso e lazer, é uma coisa importante e que se inclui no conceito de trabalho?

Não deve ser, é coisa dos romanos.

Eu deveria ter conhecimentos, rudimentares que fossem, da língua dos romanos, o latim. Tive alguns anos de estudo durante o ginasial e no vestibular era matéria que reprovava.

Falo do latim agora porque o nosso ócio vem da palavra latina otiu, que significava, para eles, lazer. Logo, nada condenável. Não é pecado querer momentos de lazer, folga do trabalho. O dolce far niente.


De meu ponto de vista entendo o ócio como um tempo livre, disponível, vago, para nada fazer mesmo, nem pensar (se é possível), apenas relaxar, vadiar, descansar, um momento de preguiça.

Olha a preguiça aí, associada ao ócio.

Mas da preguiça eu me envergonho, reluto e reajo contra. O ócio é socialmente aceitável. Quem condena o desfrute de alguns momentos de ócio, de prazer?

Colocar uma coletânea do Ray Charles para tocar, fechar os olhos é deixar o pensamento livre, leve e solto, sem destino, easy rider, é muito prazeroso, é muito produtivo pois alimenta a alma.

A preguiça faz limite com a malandragem, que é diferente da vadiagem.

Agora explico o porquê de estar escrevendo sobre isto. Estava ontem deitado, à tarde, no pós almoço, agasalhadinho (devia fazer menos de 20 graus) e tirei uma pestana. Afinal um feriado de cunho religioso, num país laico, tem que servir para alguma coisa.

Despertei e comentei com minha mulher, que já estava acordada: a cama está uma delícia, não é que não tenha coisa alguma para fazer, sempre se tem, mas estou com preguiça.

Essa preguiça era falta de ânimo, de vontade, de levantar para dar sequência a uma empreitada que comecei há três anos: descartar inservíveis, incinerar papeis velhos, livrando-me de muitos ácaros que devem povoar meus arquivos de casa. E do cheiro, nada agradável, de papeis velhos quando se abre uma ou outra gaveta.

Mas o ócio, o estar ali deitado confortavelmente sem sentimento de culpa pois era feriado, acabou cedendo lugar ao estado de preguiça que me pareceu presente.

Não posso, não devo, ter preguiça. Afinal tenho tarefas, que eu mesmo me impus, para cumprir. Logo o momento de ócio (necessário, positivo) foi sucedido pela sensação de preguiça (negativa, censurável).

A conclusão a que chego (perdoem a bobagem) é que a preguiça é um ócio do mal, a preguiça é a face perversa do ócio.

Ontem acabei deixando a cama, rápido, não para me dedicar a arrumação e organização dos arquivos, mas para perpetrar este texto, que terei a ousadia de fazer publicar no blog.

Em suma. Quando ainda deitado pensando sobre uma eventual diferença fática entre ócio e preguiça, estava exercendo o ócio criativo, pois bem ou mal resultou neste post que você acaba de ler.

Notas do autor:

1) tenho enorme vocação para o ócio, por isso combato pertinazmente este impulso trabalhando duro e com responsabilidade.

2) passei toda a infância e pré-adolescência ouvindo que o latim era uma língua morta e por isso não fazia sentido estuda-la (apenas o suficiente ara não ser reprovado). Ledo engado, verifiquei mais tarde. Nos anos 1960 quando ingressei na faculdade e sabia muito pouco latim. E aí vieram os fundamentos básicos de nosso Direito, os institutos do direito romano (uma cadeira no curso de bacharelado) que são ainda o alicerce de nossa legislação. Sem contar que é a fonte da qual deriva nossa língua. Quem conhece latim tem mais qualificação para escrever em português.

3) imagens pinçadas no Google.


15 de junho de 2017

ALHEADO

Sou de fases. Acho que desde a infância. Não fui garoto de rua, mas brinquei muito na rua. E obedecia, assim como todos os demais vizinhos dos arredores: Morro da Penha, Vila Pereira Carneiro, Ponta D’areia, as fases de cada uma das nossas diversões preferidas.

Alguém poderá dizer, não sem um tantinho de razão, que sempre era época para soltar cafifa, para jogar bola de gude ou rodar peão. Verdade! Mas por alguma razão, fossem as condições climáticas, fosse a moda que ia e voltava, pular carniça, brincar de escambida (pique), guerra de mamona com atiradeira, as bolas de gude, as pipas, tinham fases mais agudas.

Dependia do sol, do vento, de estarmos ou não de férias. No colégio nem tudo era possível, então as férias ditavam normas.

Adulto, ou mais velho, continuei com as mudanças de amor, de paixão ou prazer com uma ou outra atividade cultural ou de puro lazer. Tive a fase cinematográfica. Ir ao cinema era a diversão preferida. A fase do entusiasmo pela leitura, em especial dos clássicos (graças a Biblioteca Pública Estadual agora reaberta com administração municipal); depois migrei para a literatura latino-americanos (Borges, Vargas Llosa, Garcia Marques, Cortázar, Sabato). Já havia, por necessidade (vestibular), passeado por literatura em língua portuguesa (Machado de Assis, José de Alencar, Cruz e Souza, Eça de Queiros, Antero de Quental) .

Vargas Lllosa
Garcia Marquez
Sabato





A música sempre me deu prazer. Como já mencionei ad nauseam, em muitos dos mais de dois mil posts publicados, por razão que não sei explicar sempre gostei do jazz, a começar pelas big bands e pelo estilo New Orleans. Anos 1940 e 1950.

Mas a fase de surgimento dos talentos Tom Jobim, Chico Buarque, Edu Lobo, Francis Hime, Caetano e Gil,  e outros, muitos outros, e dos sambistas de bom nível que popularizaram o gênero Zé Keti, Monarco, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, também me levou a comprar discos e cassetes. E ouvir muuuinto. Meus filhos se lembram da fase até hoje.

Bem, o jazz me levou aos periféricos, as adjacências, blues, gospel. Tenho muita coisa em vinil, com os mais renomados bluesmen americanos.

Buddy Guy
John Lee Hooker

BB King

Aqui no Brasil alguns artistas nacionais tiveram êxito no jazz e no blues. A “Traditional Jazz Band” é muito boa, assim como a “Blues Etílicos”. E em carreira solo o Celso Blues Boy.

Ouçam, jazz e blues interpretados pelos versáteis e virtuosos músicos brasileiros. O Celso Blues Boy com a participação luxuosa do BB King (é mole?)







Ocorre que quando voltei de São Paulo fui morar na roça (São José de Imbassai) e afastei-me da literatura e do jazz. Virei um homem rude, do campo (rsrsrs).

Não, não há relação direta.  É que minha vida mudou muito. Quintal para varrer, plantas e jardim para molhar, banho no cachorro, lavar o varandão, consertar a casa (casa está permanentemente com reparos para fazer).

Voltei para a cidade e voltei a trabalhar. Com pouca grana, fui ficando alheado, sem frequentar shows ou comprar discos e CDs.

Estando por fora não conhecia a banda Blues Beatles, que o Paulo teve e gentileza de me apresentar enviando um link.

Ouvi, e tornei a ouvir com muita satisfação. Fui ao Google e  ao YouTube em busca de mais informações. Os caras são fenomenais, do vocalista ao baterista. Todos músicos de nível internacional, acreditem. Fariam bonito mesmo nos USA.

E eu pensava que apenas o Eric Clapton, branco e britânico iria me surpreender com voz e alma negra.




Aproveitem para admirar, se não conhecem, o talento destes brasileiros da banda Blues Beatles, uma harmonização do gênero blues com os Beatles. Fiquem com duas faixas para curtir:







Nota do autor: mais sobre a banda em https://www.bluesbeatles.com.br/

13 de junho de 2017

O preço de um deputado e de um vice-presidente

O deputado Rocha Loures fixou seu preço em R$ 500 mil por mês durante 20 anos. E olha que o cara parece que é apenas suplente.

A primeira parcela foi recebida numa mala. Vejam as imagens, se é que ainda não viram porque foram exibidas exaustivamente nos últimos dias.

Parece que neste preço estavam incluídos os favorecimentos que o vice-presidente Michel Temer poderia oferecer ao adquirente.

Coitadas das damas da noite, que cobram por favores quantias irrisórias. É bem verdade que os preços das tabelas abaixo, no Brasil ou na Itália,  são do bas-fond e o vice-presidente está na categoria de alto meretrício. 
























Minha curiosidade é conhecer os critérios para fixação de preços. Quais seriam os parâmetros considerados?

Por que tem deputado de 300 mil reais, em duas parcelas e tem alguns outros que custam milhões. Cada um deles não tem direito a um voto?

Suspeito que é problema de marketing. Alguns não sabem se vender. Ou estão como se diz com a corda no pescoço e qualquer graninha extra que entra é bom negócio.

Já as meninas têm critérios mais inteligíveis para estabelecerem seus preços. Os princípios básicos que norteiam são os da clássica relação custo/benefício.

A Cafetina Capixaba, mencionada pelo Veríssimo em recente crônica, agenciava acompanhantes de alto nível para autoridades do porte de um governador de Nova York. Cada programa, ou cada noite, deveria custar uma baba, mas certamente menos do que um deputado brasileiro.

Ela – a cafetina - recebia em dólares, mas nossos parlamentares também recebem na moeda americana. Alguns em malas com rodinhas, outros em “paraísos fiscais”.

Diziam que a prostituição era a mais antiga das profissões. Como o parlamento romano data de setecentos anos antes de Cristo, ou seja o Senado romano foi constituído no século VII c/C,  tenho dúvidas quanto a isso.


No Senado romano, não esqueçam, até assassinavam governantes. Sessenta senadores assassinaram Cesar, então ditador, mas importante  e vitorioso chefe militar.

E o ato de corrupção mais antigo de que se tem notícia aconteceu com Judas que, consta, levou trinta dinheiros para entregar Jesus.
  

Notas do autor:
1) Estava reticente se poderia (deveria) tratar do tema "rendevu" neste espaço, coisa inédita no blog. Resolvi que sim pois estarei apenas me antecipando a uma nova e futura novela da Globo, que terá um núcleo ambientado num bordel. 

2)Outra coisa, se é possível colocar no ar o depoimento (delação) de um empresário inescrupuloso, dizendo que comprou juiz e paga mesada a deputado preso por corrupção, o o fez como maior desplante, cinismo, soberba, porque não posso falar de meretrício?
Certamente é menos obsceno, menos indecoroso, menos deprimente, do que saber que um patife travestido de empresário relata ao presidente da República suas falcatruas, seus crimes, e fica por isso mesmo. O delator sai premiado, vai para Nova York, livra leve e solto e o presidente, omisso, silente sobre os delitos que lhe foram relatados, nada afaz. E fica no cargo.

3) Imagens obtidas no Google.

12 de junho de 2017

Cuidado com avatares

Esta história, ocorrida no último domingo, obrigou-me a fazer uma reflexão profunda sobre relacionamentos virtuais, em especial com avatares.

Estávamos eu e Rick, meu caçula, a tomar uma água de coco quando  se aproximou  um senhor de meia-idade, boa presença, e indagou dirigindo-se e mim: você por acaso se chama Jorge e tem um blog? E  emendou : onde vez ou outra faço correções e por isso nada recebi até hoje?

- Sim, sou eu. E com quem estou tendo o prazer de falar? - Sou o Paulo Bouhid.

Enquanto ele falava - e ante de se anunciar -  estava conjecturando quem seria. Um cliente insatisfeito? Não! Logo descartei porque não tenho, que saiba, clientes ou ex-clientes descontentes. Seria um ex-liceísta como eu, e que as marcas do tempo metamorfoseou?

Poderia ser. Não faz muito tempo – dois ou três anos – marcamos um encontro para relembrar velhos tempos (mais de 40 anos) de amizade. Não reconheci ninguém de bate-pronto, senão o Irapuam que ainda guarda alguns traços de sua fisionomia. Mas o Carlos Lopes (Carlinhos), agora mais para rechonchudo e grisalho, não reconheceria cruzando na rua. Assim como o Bonvini, passaria transparente por mim.

Voltando ao domingo, não, nem de longe o semblante denunciava alguém que conheci um dia. Quando anunciou seu nome foi um alívio e uma alegria.

Ele me abordou e fez a pergunta por que minha foto no blog revela como sou. Mas ele é, no blog, um Avatar. Assim é desigual. Se fosse alguém que eu pretendesse evitar não teria como. Ao passo que ele teve e tem acesso a fotos minhas em diferentes ângulos, só o rosto, de pé por inteiro, em trajes esportivos e  mais formais.

É bem verdade que segundo me contou depois, no curso de nossa conversa, algumas outras abordagens foram infrutíferas. As pessoas não eram eu.

Agora imagina se fosse um desafeto. Se fosse o marido da ... ou da ... , ou o menino da Rua São Diogo de quem peguei uma cafifa toreada e não devolvi?

O Paulo apareceu no blog buscando informação sobre uma casa noturna de shows, meio por acaso, eis que estava rastreando na rede mundial de computadores.

Foi ficando, se arvorando em corrigir equívocos de grafia e concordância num ou outro texto, até que, tantos eram (quase diários) e sem contrapartida pois não tenho verba para remunerar revisores, foi desistindo e até sumiu do blog.

Quando aventamos, no início do ano, promover um encontro dos mais habituais frequentadores do blog, imaginei convidar o Paulo. Seria uma chance de conhecê-lo pessoalmente. Ele já relatara em e-mail (trocamos muitos) que numa das passeatas “fora Dilma”, ‘fora PT”, ficou tentando em meio aos quase 30.000 manifestantes me localizar. Em vão. Éramos muitos os idosos. A juventude está cada vez mais alienada, ou conformada, sei lá.

Não poderia fazer o mesmo, pois avatar não faz passeata de protesto (rsrsrs).

O fato é que quase íntimos, com algumas dezenas de mensagens trocadas, sobre assuntos jurídicos, políticos, de show business, de música, futebol, envio de  fotos, etc, não nos conhecíamos.

O encontro dos comentaristas do blog não aconteceu, em face de doença e posterior falecimento de um dos mais atuantes debatedores (Carlos March).

Estávamos condenados, talvez, a uma eterna camaradagem puramente virtual. Até que o acaso, sempre chamado de mero acaso, nos colocou frente-a-frente num quiosque de venda de coco, no calçadão.


Terei, doravante, muito mais cuidado com Avatares. Imagina se eu devesse alguma coisa para ele? Nem teria como me defender porque não fazia a menor ideia de como era.


 

Muito prazer!