8 de novembro de 2014

Céu carrancudo? Que bom!!!

Os  cariocas sempre ironizamos os paulistanos por causa do céu sempre cinzento da capital  do estado.

Em face das circunstâncias acho que a paisagem abaixo, que em outros tempos seria objeto de chacota, de gozação, é uma miragem de arrepiar e comemorar:



Linda imagem de São Paulo 
Impressionante como a vazão do Rio Piracicaba melhorou em menos de trinta dias, apenas com algumas chuvas dos últimos dias. Vejam  diferença:

Em outubro

Início de novembro


Nota do editor: Matéria completa em http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/11/chuva-poe-bairros-de-sp-em-estado-de-atencao-e-trava-circulacao-de-trens.html

Imagem: Foto: André Lucas/Futura Press/Estadão Conteúdo)

7 de novembro de 2014

TAU VIRTUAL em São Paulo

Tau Virtual em São Paulo: viemos para ficar



TAU VIRTUAL SP










Em 2015, a Tau Virtual completa 18 anos. Para marcar essa nova fase, começamos nossa operação em São Paulo. Estar ainda mais presente no maior mercado de comunicação do país tem um duplo objetivo: atender melhor aos clientes que já temos na cidade, e desenvolver novas oportunidades de negócio.

Essa operação será gerenciada por Bia Simi (bia@tauvirtual.com.br), administradora de empresas com mais de 20 anos de experiência em agências digitais, tendo atendido clientes como Johnson & Johnson, Petrobras, Nestlé, Banco do Brasil, Mattel e Hospital Albert Einstein.

“Além de uma profissional competente e experiente, Bia carrega valores que a Tau Virtual compartilha, como ética, responsabilidade e atitude positiva diante dos desafios”, comentou Jorge Carrano, presidente da Agência.







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Aplicativo da Gypsum Drywall é sucesso!







Fácil de usar, objetivo e eficiente. Elaborado pela Tau Virtual, o aplicativo de cálculo de materiais da Gypsum Drywall tornou-se sucesso imediato. Nas primeiras 72 horas após o lançamento, foram aproximadamente 1.000 downloads. Disponível para iPhone, iPad e Android, ele calcula automaticamente a quantidade necessária dos materiais a serem utilizados nos projetos em drywall, sejam paredes, forros ou revestimentos.

Além disso, disponibiliza catálogos técnicos e manuais dos produtos drywall. E sabe o melhor? Funciona mesmo sem conexão com a Internet! Uma ferramenta eficiente para arquitetos, engenheiros e outros profissionais.

Veja o que os usuários estão falando:
“Muito bom! Prático, rápido e eficiente. Atende muito bem as nossas necessidades!”(Ramone Leite)
“Prático e fácil de usar. Funciona offline podendo ser utilizado em qualquer lugar.”(Leca Leca)
“Perfeito! Um grande facilitador!” (Marcio Romano Teixeira)
“Mão na roda! Prático e funcional, adorei.” (Frank Vosgerau)






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6 de novembro de 2014

Co co ró cóooooooo

Luiz Penido, com o estardalhaço que lhe é peculiar, pagou um mico histórico. Não é admissível que um radialista esportivo, locutor com tantos anos de estrada, não tenha aprendido que em futebol tudo pode acontecer. Favas contadas só após o apito do juiz.

É comum ouvirmos dos comentaristas mais experientes, quando provocados pelos locutores com a pergunta:" então, fulano, pode fechar o caixão?". Mesmo estando dois s zero para uma das equipes e faltarem cinco minutos para o final da partida, o comentarista escolado ira responder: "estou cansado de ver coisas incríveis no futebol até o apito final."

Mas o Penido (um chato de galocha,  pelo estilo exagerado, nada contido, nada discreto da narração), deu-se mal. Leiam a matéria e vejam e ouçam o vídeo que tem no endereço a seguir:


Eis a transcrição da narração que ele fez:

- Entrou na área Everton, apontou, atirou, guardou! É finalista! Gooooool do Flamengaço! É do Mengão queridão! Do Flamengaço! Queridaço! Classificadaço! A galera do Galo começa a cantar “eu acredito”. E eu afirmo daqui: eu duvido! Mengão vai para a final galera! Agora, só se o Galo fizer quatro. É ruim hein. Não vai fazer mesmo! Isso é Flamengo. Deixou chegar, hum! – bradou.

Bem, o galo depenou  o urubu e agora precisa apenas livrar-se da raposa para conquistar um título inédito, passaporte para disputar a próxima Libertadores da América, sonho de consumo dos clubes de elite no Brasil, pela grana que ganham (rendas e premiações) e pela possibilidade de disputar o titulo mundial interclubes.

Se o Cruzeiro tem o melhor time, como defendido por alguns, o Atlético tem uma garra e uma torcida que aliadas conseguem proezas como a de ontem.

E esta façanha não é inédita. Nesta mesma competição, numa situação de desvantagem idêntica, contra o Corinthians, o Galo Mineiro reverteu.

Nota do editor: Luiz Penido é locutor da Rádio Globo.

5 de novembro de 2014

Anedotas, lendas, fábulas e outras criações de domínio público

Volta e meia surge na minha caixa de entrada uma mensagem com piada (por vezes requentada), ou uma fábula, ou uma lenda, ou uma frase com verniz filosófico (de autor clássico) ou de um anônimo inspirado (aforismos).

Tipo assim: "A filosofia é tal que com a qual ou sem a qual o mundo permanece tal e qual".

Anedotas com tiradas supostamente inteligentes, criativas, são atribuídas a personalidades da história, das letras e das artes. Como esta abaixo atribuída a Churchill:

Numa recepção, Churchill (alcoolizado) teria dito a uma senhora castigada pelos anos vividos que ela era velha e feia. A senhora retrucou: "E o senhor é um bêbado". Consta que o Chanceler não perdeu a pose e respondeu, de improviso: "A diferença é que amanhã estarei curado do pileque e a senhora continuará feia."

Uma outra sobre um professor pouco apreciado pelos alunos. O Joãozinho (sempre ele), provocativo e insinuando que o professor era burro, numa manhã, antes do início da aula, colocou sobre a mesa do professor uma maço de capim. O professor ao chegar, deparando-se com o capim sobre sua mesa, dirigindo-se a turma proclamou: 'Um de vocês esqueceu a merenda sobre minha mesa".

Sei que ninguém está rindo porque são piadas antigas, e mesmo o senso de humor inteligente dos personagens, com tiradas criativas, já não sensibilizam.

Ontem recebi esta piada atribuída a Ghandi que envolveria sabedoria. Também já rodada.


Quando Gandhi estudava direito na  Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele. Mas Gandhi nunca baixou a cabeça, e eram vários os seus encontros.

Um dia o professor estava comendo no refeitório e Gandhi sentou-se à mesma mesa. O professor disse: Senhor Gandhi, você não sabe que um porco e um pássaro não comem juntos? Ok professor, já vou voando… - e Ghandi muda de mesa....

O professor, aborrecido, resolve vingar-se no exame seguinte, mas Gandhi responde brilhantemente a todas as perguntas. Então resolve fazer a seguinte pergunta:
Senhor Gandhi.....indo o senhor por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a sabedoria e muito dinheiro.... com qual deles ficava? Claro que com o dinheiro!.. professor...- Ah!... pois, eu no seu lugar ficaria com a sabedoria!…- Tem razão professor.... cada um ficaria com o que não tem!...

O professor, furioso, escreveu na prova “Idiota” e entregou-a. Gandhi recebeu a prova e sentou-se.... 

Alguns minutos depois, foi ter com o professor e disse:- Professor!!.... O Sr. assinou a prova, mas não pôs a nota…

2 de novembro de 2014

Tarde de domingo agradável, com chope e chorinho

Fui almoçar no Bar Itália, em Charitas, que apesar do nome é também restaurante. Com cardápio apoiado na cozinha italiana,  pois afinal é do grupo da Carmine. E uma feijoada, no bufê, cada qual se servindo. Gosto muito de feijoada mas hoje o clima estava mais para pratos leves e de fácil digestão.


O chope, da Brahma, bem geladinho e com colarinho certo. Honesto.

Nas tardes de domingo tem música ao vivo. Logo, hoje tinha. Chorinho dos bons. Silvério Pontes comanda e hoje o convidado era o Zé da Velha, um trombonista de respeito. Os diálogos trompete e trombone foram bem dosados e harmoniosos.


O couvert artístico é bem razoável, a R$ 15,00, se considerarmos o nível dos músicos e o repertório apresentado, na base do chorinho com tempero de maxixe em alguns casos. O Chico Batera na percussão.


Comi ravioli de abóbora com molho de shiitake. Estava bom, ao dente e o molho bem temperado.

O ambiente é familiar e alegre.

Duas piadas antigas e politicamente incorretas

Estas duas piadas são muito antigas, mas na falta de outras em meus arquivos digitais e por falta de tempo, publico-as para dar uma amenizada neste domingo de sol abrasador.

AQUECIMENTO DA ECONOMIA AMERICANA

O sujeito se chama Marc Faber, e é norte-americano, ele é Analista de Investimentos e empresário. Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana, Marc Faber encerrou seu clipping mensal com um comentário bem-humorado:

"O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00.


Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China.

Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.

Se comprarmos um computador, vai para a Índia.

Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.

Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão.

Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan....

E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui.

Estou fazendo a minha parte...
Marc Faber
         
Resposta de um brasileiro igualmente bem humorado:

"Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior. Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev... portanto, restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo..
Abraços, de um brasileiro”


CASAMENTO ÁRABE

Uma moça árabe moderna está preparando seu casamento religioso e os noivos visitam um Mullah (dirigente religioso do Islã) para celebrar um matrimônio ao estilo muçulmano.

A futura esposa realiza a seguinte consulta:
- Nós sabemos que segundo a tradição do Islã, os homens dançam com homens e as mulheres com as mulheres. Porém, em nossa festa, gostaria de contar com sua permissão para que dancemos juntos?

- ABSOLUTAMENTE NÃO! diz o Mullah. Isso é imoral! Homens devem dançar com homens e mulheres com mulheres, segundo os preceitos do Islã!

- Então, depois da cerimônia, eu não poderei dançar com MINHA ESPOSA? Pergunta o aflito noivo.

- NÃO! Sabes que isso é proibido no Islã.

- Bom, se não posso dançar, que tal fazer sexo?

- Ahhhhh, isso pode sim! Alá é grande! No Islã, o sexo é muito bom, com ele se pode ter filhos.

- E podemos praticar em diversas posições?

- Alá é grande. Sem problemas responde o Mullah.

- A mulher por cima?

- Claro! diz o Mullah. Alá é Grande. Podem fazer!

- Sério!? De costas? De conchinha? 69? 96? Tartaruga manca? Pinto pastando? De cachorrinho? O peixe torto? Voo do condor? Canguru perneta? Frango assado? De quatro? Ela cavalgando? De ladinho? Como galo?

- Mas é claro! Alá é Grande!

- Na mesa? Na cômoda? No armário? Na pia? No tapete? Na janela? Na banheira? No sofá? No lustre? Na rede? Na cadeira? Na escrivaninha?

- Sim, sim, sim! Alá é Grande!

- Posso então fazer com minhas quatro esposas juntas, em colchão de água, com um vidro de óleo de amêndoas, morango com chantilly, acessórios diversos, vídeos degenerados?

- Você pode. Claro que sim! Alá é grande!

- Podemos fazer em pé?

- Não, não, não, não, não! De jeito nenhum em pé!!!

- E por que não? Pergunta surpreso o homem?

- Porque vocês podem se entusiasmar e vão acabar dançando!!! 

1 de novembro de 2014

Trânsito, Vasco, PT e outras mazelas

Riva vem se queixando, amargamente, do trânsito caótico no eixo Rio-Niterói. Não tenho esta experiência, mas tenho das Marginais, em São Paulo. Foram 7 anos morando no Brooklin Novo e trabalhando na Anhanguera (no Km. 13).

Trabalhava com pessoas de quem eu gostava, e gosto ainda (relaciono-me, via e-mail, com uma delas), ganhava relativamente bem, tinha os chamados fringe benefits (carro, plano de saúde TOP, passagens aéreas São Paulo-Rio, etc.) e um bom cargo (diretor). Morava razoavelmente bem, num apartamento alugado, já mobiliado, num bom local.

Por causa do trânsito deixei tudo para trás e voltei para Niterói onde não tinha nada, senão a família (claro que não é pouco) e um apartamento modesto. Bem, o trânsito levou a um estresse elevado e às consequências naturais.

O Vasco, bem o Vasco, é um caso patológico. Dirigido por um presidente que mais parece uma tartaruga paraplégica, com um técnico folclórico comandando uma equipe sem alma (duas ou três exceções), de jogadores emprestados, sem compromisso, sem futebol e sem pernas (muitos veteranos), faz um papel ridículo na série “B”.

Mas o elenco é de série  “C”. Não tem padrão de jogo, não tem disciplina tática e não tem disposição, gana, raça.

Nos meus cerca de 66 anos de torcedor (estou com 74 de idade), nunca vi um bando tão desqualificado tecnicamente e tão sem garra como este atual time, do que outrora foi o clube que tinha o Expresso da Vitória.

O PT, bem o PT, é o que todo mundo sabe. Alguns sabem, mas fingem que não porque não querem perder a boquinha, a mamata, que certamente têm.

Na caminhada matinal, hoje pela beira d’água, molhando os pés e fazendo “terra” para descarregar as energias negativas (existe isso engenheiros de plantão?) tinha que ter cuidado por onde andaria, dada a  grande quantidade de peixes morto, e não pisar em um deles.

Brinquei com minha mulher, que comentou que nunca vira tanto peixe morto assim, dizendo que não era verdade, pois que no Mercado São Pedro tem muito mais, e ela vez ou outra vai ao dito mercado.

O domingo está com um sol escaldante e as piadas são as de sempre: “um sol para cada um”, “maçarico ligado” e outras frases corriqueiras do gênero.

Nota do editor: depois colocarei imagens ilustrativas. Agora tenho compromisso fora de casa. Bom domingo para todos.