Algumas mulheres desfilam nas passarelas tal qual garças. Com andar cadenciado, garboso, charmoso.
Sou admirador de ambas. A ave, com as quais as musas são comparadas e, claro, as mulheres de logas pernas (ítem essencial) que desfilam com graça (sem trocadilho) e elegância.
Já me apresso em explicar porque razão trato hoje das garças, mas especialmente da ave, e mais especificamente de uma certa garça.
Esta da foto, tirada no sábado, 8 de setembro, é velha conhecida. Há pelo menos 4 anos ela aparece nas cercanias da Pedra do Índio e ali permanece por bom tempo.
Sempre solitária, por vezes encolhida, por vezes esbelta, pescoço ereto. Penas brancas e uma graciosidade incrível no caminhar. Parece ter preguiça de andar.
Nunca, durante estes anos, vi aparecerem outras, ou outra pelo menos, de sua espécie.
Como e porquê ela dotou a Pedra do Índio, em Icaraí, como seu habitat durante boa parte do ano é um mistério tão grande quanto a eleição das tartarugas pelas imediações da Pedra de Itapuca, ali vizinha.
O ponto branco nas fotos precárias, pela qualidade de resolução da câmera do celular e pela deficiência técnica do fotografo, é a ave em questão.
Não lhe lhe fazem justiça. Passam ao largo de sua elegância, classe, charme e, poque não, beleza.
Já as fotos destas outras garças abaixo, obtidas por profissionais com equipamentos adequados, são muito mais fiéis e revelam os atributos que atribuímos e admiramos nestas garças humanas, sem penas, ou sem pena de mim.
Gisele Bündchen, Ana Hickmann e Fernanda Lima, são boas representantes das garças que encantam com leveza e charme no caminhar.
Imagens obtidas via Google e a ave via celular do autor.























