20 de fevereiro de 2013

Encalhe de frases


Muitas frases, mesmo com a promoção, ficaram encalhadas. Lembram da divulgação em http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/01/vendem-se-frases.html  ?

Também pudera, tem muita frase de camelô no mercado. Baratas e vulgares. Nem falo das chinesas, por duas razões: não conheço frases em chinês, e as coisas chinesas que chegam por aqui são vulgares e de baixa qualidade mesmo.

Muitas falsas, com assertivas não comprovadas. Querem um exemplo? “Time que está ganhando não se mexe”. Tem coisa mais mentirosa?
Algumas frases estão empoeiradas nas prateleiras, sendo que de algumas já até cairan as etiquetas com informações sobre autoria, contexto, etc.

Quem disse, e em que circunstâncias “Então combateremos á sombra”?
Ou quem, mentirosamente bradou “Meu reino por um cavalo” ?

Estas e muitas outras não são utilizadas há muitos anos.

Tenho frases de revide, de réplica, muito apropriadas para homens, que devem tê-las à mão para uso rápido. A coisa mais comum, neste mundo cada vez mais violento, são as pessoas fazendo ameaças o tempo todo, é bom ter frase pronta para algumas situações.

Por exemplo” Vou te dar uma porrada”.  Replique de imediato com “Quem dá muito fica largo!” 

Este exemplo é cortesia, não cobro nada, mas tenho outras melhores.

Tem uma que não criei, ouvi há muito tempo, e como a autoria é desconhecida, apoderei-me. Para a mesma situação de “Vou ter dar uma porrada”, você pode ironizar e responder calmamente “Cara, não vou dormir esta noite com medo de você”

Não use mais a desgastada “não vai doer nada”. As mulheres num processo  evolutivo incorporaram ao seu DNA a rejeição a esta frase. Na nova genética as mulheres já sabem que é mentira. Mas ainda assim fingem acreditar para fazer o jogo. Não use mais. Talvez seja menos mentiroso e tenha mais credibilidade dizer “se não gostar eu tiro”.

No caso da punição tipo olho-por-olho, não diga  lei de talião, porque não existe tal lei. Diga, classicamente,  lexis talionis. Como talionis não é um nome próprio, não há, no caso, um sr. ou dr. Talião, grafa-se com letra minúscula.

Não tenho a bula de uso desta frase, mas em http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_tali%C3%A3o tem uma boa explicação.

Acaba de chegar um email com encomenda de frases sobre o momento atual do Vasco. Tenho que parar com este post, porque é uma encomenda que me exigirá muita imaginação.

19 de fevereiro de 2013

ON ou UPON?


Depois da correção oportunissima feita  pela Erika em comentário ao post                     http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2013/02/almoco-na-segunda-feira-de-carnaval.html , no qual sem qualquer tipo de perdão, cometi um equívoco destes que não se consegue justificar e sequer explicar e que é melhor deixar p’ra lá, dar a volta por cima e tentar fazer uma limonada; venho contar o seguinte episódio real, acreditem, envolvendo o nome da cidade onde nasceu o Bill, autor teatral dos mais famosos do mundo.

Foi o seguinte: desde os folhetos e guias impressos turísticos que tive em mãos para preparar meu roteiro de passeios pelas cercanias de Londres, notei haver uma divergência na grafia do nome da cidade de Stratford-on-Avon. Ora escrita desta forma, ora escrita como sendo Stratford-upon-Avon.

Um pouco intrigado resolvi perguntar ao guia que nos conduzia no passeio, qual era o nome correto da cidade. Ah! P’ra quê! Ele fez uma cara de superioridade e me olhando do alto respondeu meio irônico,  : - “Tanto faz você dizer Stratford-on-Avon ou Stratford-upon-Avon porque dá no mesmo. A tradução é igual.”

Ora, a maneira como ele pretendeu explicitar minha ignorância da língua inglesa (e lá se fala inglês mesmo), deixou-me mordido porque não perguntei como se escrevia, ou se pronunciava, perguntei qual era o nome OFICIAL da cidade, constante de documentos históricos, por exemplo.

Lógico que há um modo oficial ou mais tradicional (no mínimo) de escrever o nome da pequena cidade.

Para me explicar, e mal comparando, seria como se um estrangeiro tendo visto escrito em algum lugar o nome de Niterói à moda antiga, e oficial, a partir de 1835 – Nicteroy – e me perguntasse qual era a maneira correta.

Eu não responderia que tanto fazia. Eu alertaria que Nicteroy era uma grafia antiga fora de uso, desde 1903  e que atualmente o nome da cidade é Niterói.

Então o cara, português que trabalhava como guia turístico numa agência londrina, me tirou por mais ignorante do que realmente eu sou a passo recibo quando o caso.

Acabei sem saber, e mesmo agora, ainda há pouco, quando lembrei deste episódio por causa do comentário da Erika, não encontrei em pesquisa na internet a resposta para  minha dúvida. OFICIALMENTE se escreve Stratford-on-Avon ou Stratford-upon-Avon.

Cartas para a redação do blog.

O tal guia – Tadeu – foi quem fez a foto na qual estamos eu e Wanda diante da casa do Shakespeare.


O blogueiro e sua mulher já com o souvenir comprado




A outra foto, feita por mim, mostra Wanda na rua principal de Stratford (existem muitas outras cidades de Startford qualquer coisa) revelando o quanto é pequena.

Wanda contrariada por ter que posar como modelo



17 de fevereiro de 2013

Caminhada na praia, com pombos e tartarugas


Faz tanto tempo que já  nem lembro quando consegui, pela última vez, caminhar seis dias consecutivos no calçadão da praia.

Neste carnaval foi possível.

Os pombos, cada vez mais, tomam conta da areia, onde vão buscar o alimento que lhes é negado agora nas praças e nos peitoris das janelas dos edifícios. A população está mais consciente e preocupada com os chamados ratos com asas.

Focos de atração em muitas cidades e com o epíteto de “ ave da paz”, por muitos anos foram alimentados por crianças e adultos que lhes atiravam milho e miolo de pão nos espaços públicos.


Praça de São Marcos - Veneza (foto obtida no Google)
Além das doenças que transmitem, os pombos são uma praga que emporcalha os monumentos e as torres das igrejas. Parece que agora acharam uma nova  fonte de alimentação: as areais de Icaraí. Se antes se limitavam à areia próxima do calçadão, fofa, agora já se aventuram na areia molhada junto ao mar.

Foto obtida no Google

Não demora estarão mergulhando e competindo com as gaivotas e as garças na captura de pequenos peixes.

Darwin explica.


O que mais chamou minha atenção nestes dias foi o aumento do número de tartarugas que habitam a praia,  próximo da pedra de Itapuca, na altura da grande curva que separa as praias das Flexas  (grafado assim mesmo, com xis) e de Icarai.

Oficialmente  estas praias se chamam João Caetano e Jornalista Alberto Francisco Torres, mas falar disso já seria uma outra história.

De volta às tartarugas, os mais atentos sabem que não faz tanto tempo eram apenas dois os indivíduos da espécie que  ficam por ali, neste trecho do mar,  esticando o pescoço e pondo a cabeça acima da superfície da água por alguns segundos.

Eu e Wanda temos sentado, por alguns breves instantes, num dos bancos voltados para o mar, exatamente no ponto onde o calçadão se alarga, ali na altura da grande curva. E constatamos que já existem mais exemplares de tartarugas  que dão o ar de sua graça.


Pedra de Itapuca
Nesta época de verão, do mesmo local, pode-se ver também uma boa quantidade de tainhas que saltam vez ou outra como se fossem golfinhos. Elas não saltam com a graça dos golfinhos mas de forma um tanto estabanada, batendo em cheio na água. 

E reluzem à luz solar.

Mas quem quiser ver as tartarugas tem que se apressar, pois acabando o verão irão por outros mares alhures como fazem há tempos.

16 de fevereiro de 2013

A leap of faith


Ou como comprar um apartamento confiando cegamente que ele tem jeito...




Por
Erika France












E, depois de quase 3 meses de obras e muitas paredes derrubadas...










15 de fevereiro de 2013

Energia alternativa no Brasil




Por
Carlos Frederico March
(Freddy)






Com a recente reativação das poluentes usinas termoelétricas, de modo a complementar as necessidades de consumo num cenário de estiagem (por sinal previsível para quem faz uso da ciência em planejamento de médio e longo prazo), reabre-se a discussão sobre alternativas energéticas no Brasil.


Poluente usina termoelétrica

Aqui nós temos uma queda de braço desigual entre os interesses de grupos que auferem ganhos legítimos e/ou escusos pela implantação de usinas tradicionais, e o de grupos que defendem as soluções mais limpas, em franco crescimento no Primeiro Mundo e além.

Até a reativação do Programa Nuclear Brasileiro já renasceu das cinzas, enterrado que estava desde o acidente com a Usina da Fukushima no Japão. O maior problema com essa alternativa energética nem é a segurança das instalações, mas sim onde depositar os resíduos radioativos ao longo de sua vida útil. Problema para gerações à frente... (ref: *1)

Obviamente a construção de usinas hidrelétricas salta aos olhos como solução tupiniquim dada a abundância de recursos hídricos no Brasil, mas ultimamente o que está na berlinda é a alteração radical em ecossistemas por conta das imensas transformações ambientais ao redor das mesmas. Belo Monte não me deixa mentir.

Então, onde poderíamos investir sem afetar o meio ambiente? Em energias ditas hoje alternativas, como solar, eólica, de marés, etc. Em termos de realidade brasileira, vou me ater neste texto às modalidades eólica e solar.

O uso de energia eólica não seria uma solução de âmbito nacional, por ser uma solução particular de regiões pródigas em ventos constantes. Mesmo assim, porque não aproveitar essa fonte ecológica nos sítios favoráveis? O litoral nordestino é um deles. No Rio Grande do Sul temos o famoso Minuano.

Mesmo que não seja durante o ano todo, mesmo que sejam soluções pontuais, o alívio que traria à matriz energética nacional já seria uma grande ajuda.


Ecológica planta de geradores eólicos
Energia solar: as “gralhas e corvos” insistem em esquecer que o uso do Sol é a mais importante e ecologicamente correta forma de produzir energia no futuro próximo, dado que nossa estrela não
cobra pela energia que nos manda e, por mero acaso, o Brasil é o país com a segunda maior área de insolação contínua do mundo, perdendo apenas para o Deserto do Saara. (ref: *2)

Apenas em 2009 se percebeu (ou foi conveniente perceber) que o Brasil tem um potencial maior que a Europa para aproveitamento de energia solar. Até mesmo um estado como Santa Catarina, com
pouco sol, tem 60% mais potencial que a melhor região usada na Alemanha, país que é reconhecido como um dos maiores interessados nesse tipo de energia. (ref: *2)




A justificativa de que painéis solares ainda são volumosos e caros é mera questão de investimento (falo em âmbito mundial, não apenas Brasil). Não faz muito tempo celulares eram verdadeiros tijolos que precisavam de várias recargas diárias. Por pressão da demanda, que estimulou as pesquisas, hoje temos aparelhos quase que como cartões de crédito com carga para vários dias de uso. Portanto, basta haver uma necessidade real e logo as soluções práticas, eficazes e baratas irão florescer, tanto para uso doméstico como para fazer parte da matriz energética das nações.


Quanto a uma alegada feiura arquitetônica, em caso de uso residencial, com design cuidadoso se consegue um belo telhado misto de telhas e painéis. Soluções mais inventivas vem sendo tentadas e hoje já há painéis que emulam telhas comuns. Contudo, para mim, a busca dessa similaridade configura saudosismo, dificuldade de aceitar mudanças. O futuro será de telhados totalmente compostos de painéis solares, quando não também todas as paredes voltadas para o Sol. Questão de necessidade e bom senso.

Não descarto (parece até terreno da fantasia) que assim que soluções eficazes de aproveitamento da energia solar se tornar cotidiano, todos os automóveis, caminhões, ônibus, trens, em vez de serem pintados, terão uma cobertura especial para captação dessa energia. É mera questão de adaptação da sociedade. Ter carros que não fossem pretos foi uma quebra de paradigma, homens vestidos
com roupas coloridas idem, piercings em umbigos, tatuagens no corpo todo, mochilas nas costas de executivos de terno, etc etc...

Fechando... Estamos sob a ditadura de grupos poderosíssimos que ainda lucram com fontes antigas e poluentes. Petróleo, carvão, usinas nucleares, e até grandes hidrelétricas são o status quo. Mudar a mentalidade para o uso de uma energia que não tem custo de matéria prima (sol e vento) mexe com interesses político-econômicos internacionais.

Temos do outro lado a pressão ecológica. Não podemos perder o planeta por conta de interesses econômicos de poucos, mesmo que poderosos. A parcela esclarecida da população tem de pressionar pelas soluções científicas limpas. As gerações futuras (nossos filhos e netos) agradecerão.




Créditos de fotos:
Usina termoelétrica (www.baciariograndemp.blogspot.com.br)
Geradores eólicos (www.renovacaoenergetica1.blogspot.com.br)
Painéis solares em telhado (www.10decoracion.com)
Telhas solares (www.fc-solar.com)
Placas solares (Wikipedia, a enciclopédia livre)

Referências bibliográficas:
(*1) http://oglobo.globo.com/economia/governo-volta-discutir-instalacao-de-novas-usinas-nucleares-7539636)
(*2) http://oglobo.globo.com/economia/miriam/ (texto de 08.02.2013)

14 de fevereiro de 2013

Henrique VIII e Pedro I

Houve um tempo em que os enredos das escolas de samba tinham que estar relacionados a fatos e personagens da história do Brasil.

E foram compostos sambas antológicos, que serviam como dublagem contando o enredo que se desenvolvia diante de nossos olhos, nas fantasias, nos adereços, nas alegorias.


Numa crônica recente,  o Xexeo disse que aprendeu o nome completo de Tiradentes antes mesmo de entrar na escola, por causa do samba-enredo imperiano, de 1949, intitulado "Exaltação a Tiradentes". Claro que se trata de uma "licença poética", até porque, como o próprio autor admitiu no texto, não havia nascido.


Mas que nós tínhamos história brasileira contada em prosa e verso, tínhamos. E a coisa chegava a tal ponto que compositores inspiradíssimos, mas de poucas letras  e instrução formal, ou seja, com sabedoria mas pouco saber, por vezes misturavam épocas e personagens, o que levou o cronista Sergio Porto, com o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, com o qual se consagrou, haver composto o "Samba do Crioulo Doido".


O compositor pirou, confuso com tantos personagens e fatos históricos.


Acho que era proibido, em regulamento, abordar temas estrangeiros. Assim, para falar das minas do rei Salomão, o carnavalesco tinha que viajar muito dando asas a sua imaginação para poder achar links com fatos nacionais.


Lembrando disso, ou seja, vínculos com vultos históricos alienígenas, ocorreu-me que sem forçar muito, seria possível amarrar a monarquia pátria à inglesa, comparando, por exemplo, o rei Henrique VIII ao imperador D. Pedro I, do Brasil.


Senão vejamos. Ambos fizeram test drive com irmãs. Ou seja, D. Pedro I ciscou na horta de Maria Benedita de Castro do Canto e Melo, que virou Baronesa de Sorocaba, antes de adotar como teúda e manteúda sua irmã Domitila de Castro do Canto e Melo, mais conhecida e famosa como Marquesa de Santos.


Assim também Henrique VIII deu uns beliscos em Mary Boleyn (entre nós Maria Bolena), que era irmã mais velha de Anne Boleyn (Ana Bolena), que acabou rainha da Inglaterra e responsável  pelo rompimento de Henrique com a Igreja Católica.

Bem, Pedro I não casou tantas vezes quanto o Henrique VIII, mas também teve casamento arranjado através de emissários procuradores.


As mulheres do inglês parecem mais atraentes do que as do português. A menos que os retratistas não fizessem justiça aos encantos das princesas* que casaram com D. Pedro. E, pior, com os dotes físicos de suas amantes.


Fui pesquisar imagens disponíveis, e eis o que e encontrei aqui abaixo:



Marquesa de Santos
Baronesa de Sorocaba














* - Caroline Josepha Leopoldine Franziska Ferdinanda von Habsburg-Lothiringen (Princesa Leopoldina) - 1ª esposa de D. Pedro I.
- Amélie Auguste Eugénie Napoléone Beauhamais (Princesa Amélia) - 2ª esposa de D. Pedro I.


Nota do blogueiro: em março de 2011, publicamos uma série de posts sobre a literatura nos sambas-enredos. Literatura era um bom filão. Eis o link para o primeiro deles http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2011/03/literatura-no-samba-enredo-i.html

13 de fevereiro de 2013

Almoço na segunda-feira de carnaval


Fui almoçar na casa da Erika e do Ricardo, minha nora e meu filho.

Conversamos sobre a anunciada renúncia do Papa, primeiro à sério, como uma atitude sensata, consciente, que deveria ser imitada por outros mandatários, não só pelas limitações de ordem física, mas sobretudo pelas limitações e desvios morais.

Depois brincamos, fazendo paralelo com ex-presidentes brasileiros que, fora dos cargos, viraram consultores ou palestrantes. Será que  Bento XVI vai viver de palestras? Ou vai virar consultor?

Ricardo questiona se ele passa a ser falível, sem as vestes  e os símbolos papais. Deixa de ser Sua Santidade, e aí?

Esgotado o tema com especulações sobre se há precedentes históricos, e as possibilidades de latino-americanos, negros ou orientais virem a suceder o renunciante, mudamos de assunto.


Wanda às margens do Rio Avon
O outro assunto foi o rei Ricardo III.  Encontrada o que seria a sua ossada, começam os desmentidos sobre sua aparência física segundo a pena virulenta de Shakespeare. Embora o exame do esqueleto revele uma escoliose,  tal fato fica distante de uma corcunda, tal qual descrito pelo bardo de Bradford Upon Avon, que parece haver pretendido agradar aos Tudors, fazendo do rei Ricardo III, um deformado física e moralmente, um ser ignominioso.

Já que estávamos na Inglaterra, não fisicamente, mas falando de personagem da terra da rainha, comentamos a série Downton Abbey, que estamos, tanto eu e Wanda quanto eles, assistindo com muita atenção e interesse.

Trata-se de um seriado muito bem realizado, com todo esmero, com elenco afinadíssimo, com fotografia fantástica, tendo como principal locação um típico castelo inglês, que conta a história de um nobre que convive com problemas familiares e de seus serviçais, no período entre o naufrágio do Titanic e a deflagração da primeira guerra mundial.

Estão presentes todas as tradições, hábitos e costumes da Inglaterra nos primórdios do século XX. É imperdível, principalmente para quem gosta da história do Reino Unido.

Minha nora é suspeitissima pois seu sonho é voltar a viver na Inglaterra, onde já morou um período estudando. Eu, de minha parte, já confessei que, se pudesse, moraria em Londres, a melhor cidade do mundo.

Com o espumante já devidamente degustado, durante a sobremesa, feita com um pouco de suco de limão siciliano, cujo nome esqueci, mas muito gostosa,  já estávamos falando sobre TV por assinatura, eis que  a  VIVO (ex-TV A) anuncia o final de suas atividades e precisarei trocar de operadora. A sugestão dos anfitriões foi de que devo assinar a SKY.

Quem for a favor permaneça como está, quem for contra manifeste-se, por favor.

Além do prazer da companhia, da refeição excelente e do papo inteligente, consegui um feito e tanto convencendo Erika a escrever no blog, postando matérias sobre decoração de interiores (área onde atua profissionalmente), ou outros assuntos  quaisquer já que cultura não lhe falta, além de muito bom domínio do idioma.

Aguardem!