6 de outubro de 2013

EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA - FUTEBOL

Meus dois clubes empataram em 1X1: no Brasil (Vasco) e na Inglaterra (Arsenal). A diferença é que o o Arsenal mesmo com o empate de hoje continua líder na "Premier League" e o Vasco aqui está na zona de rebaixamento para a 2ª divisão.

Assisti ao jogo Fluminense e Internacional, vencido por este último, a meu juízo injustamente. O empate refletiria melhor o que foi o jogo.

Fiquei vivamente impressionado com o time praticamente reserva do Fluminense. Sobretudo os meninos mais jovens, alguns dos quais mostraram bastante talento e pegada.

Até o jovem goleiro - Clever - que me lembrou muito de antigo goleiro tricolor, chamado Veludo, parece ser muito promissor. No tempo do Veludo, que era reserva do legendário Castilho, quem jogava no gol era chamado de arqueiro.

Disse que achei injusto o resultado porque o goal do Inter só saiu porque o lateral Bruno, desnecessariamente, tentou fazer uma jogada de calcanhar. Perdeu a bola e no contra-ataque o adversário pegou a defesa toda desarrumada.

Assim, atribuo ao Bruno, que até é bom jogador, a derrota do tricolor carioca. E no meio da semana esta boa e jovem equipe do Fluminense joga contra o Vasco, moribundo e respirando por aparelhos.

Espero que o Bruno faça uma pixotada e nos permita arrancar pelo menos um empate.

A foto e a tela

Lamento muito que a Wanda tenha desistido da prática da pintura. Dom natural que desenvolveu com duas diferentes professoras. Uma aqui mesmo em Niterói, e outra em São Paulo quando lá residimos.

Interessante como as irmãs também tinham o mesmo dom e a vocação para pintar. A mais nova, já falecida, pintava muito bem; e a mais velha, agora já bem idosa, também começou a desenvolver, com treinamento, seu talento inato.

É bem verdade que não é, ou era, um hobby barato. Pinceis (idealmente importados), tintas e telas virgens custavam caro. E tinha o custo das aulas. Sem falar nas molduras, embora muitas delas não emoldurássemos.

Se você faz a tela e não vende, precisa presentear amigos e parentes, sob pena de não ter espaço em casa para acumular tanta pintura. E acumulamos muitas telas, a ponto de dar pena ve-las amontoadas. Não seria possível pendurar mais em nossa casa porque acabaríamos transformando-a em ambientes de museus.

Então bateu o desânimo e Wanda desistiu de continuar desenvolvendo sua arte.

A seguir, como prova de sua capacidade de percepção, coloco uma foto feita no castelo de Chambord, no Vale do Loire, e a tela que fez, a partir da foto, quando regressamos ao Brasil. Evidentemente que ela excluiu a figura humana da foto, no caso ela mesma.

A tela está no casa da Erika e do Ricardo, minha nora e meu filho.

 
 
 
 
 

Tem uns probleminhas de perspectiva, de luz e sombra, de mistura de tintas para encontrar o tom mais exato, mas devemos considerar que reproduzir as cores da natureza é uma tarefa quase impossível.
 
Para quem começou muito tarde, com mais de 40 anos, com pouco tempo para exercitar e professora (em Niterói) pouco interessada*, o resultado está bom. Ou não?
 

* Muito focada no negócio, com vário$ alunos no atelier.

5 de outubro de 2013

Antes que eu me chame saudade


Já ressaltei a importância e o grande valor musical e literário dos poetas populares. Está em http://jorgecarrano.blogspot.com.br/2011/03/poetas-populares.html

Hoje, num momento de reflexão sobre os destinos do país e o meu futuro, lembrei de um dos maiores poetas, autor de memoráveis versos, e responsável por um dos momentos de que mais me envergonho na vida.

E isto agora é uma confissão, pois acho que quando abordei o episódio, em outro momento do blog (vou pesquisar), faltei com a verdade (eufemismo para a mentira), por pura vergonha.

Deu-se que neguei ao poeta uma dose de pinga, por julgar absurdo alguém tomar cachaça as 8:00 h da manhã. Não paguei, não obstante a forma peculiar do pedido: “vai pagar a pinga do poeta?”.

Isto foi na década de 1960, não posso precisar o ano, mas foi num bar  na Rua Visconde Inhaúma, no centro do Rio de Janeiro, nas proximidades da Praça Mauá. Na época eu trabalhava na Cia. Fiat Lux, de Fósforos de Segurança, cuja sede ficava no número 134 da citada rua.

O balconista me advertiu que ele não estava começando o dia, como eu, mas sim terminando o anterior. Era um boêmio inveterado.

Volto aos dias atuais dando pistas sobre minha reflexão. Aos 73 anos de idade, minhas chances de chegar aos 146 são  tão nulas  quanto o Vasco ganhar o campeonato nacional deste ano, na série A.
Logo, estou no trecho descendente da curva, perto do "point of no return". E a cada dia mais me aproximo.

Estou, também,  encerrando minhas atividades profissionais por desilusão e cansaço. Tenho ainda deveres a cumprir, por compromissos já assumidos, mas novas empreitadas estão fora de cogitação.

Aí lembrei dos versos do Nelson Antonio da Silva, ou simplesmente Nelson Cavaquinho.

Veja a letra inspiradíssima e tristemente realista, e vejam e ouçam na voz de Beth Carvalho, utilizando o link

Também quero aqui e agora, o que seja justo e de direito.

Não precisam fazer significativos depósitos em minha minguada conta bancária (se insistirem forneço o número) ou me mandar uma caixa de Mouton Rothschild, safra 1986, bastam e-mails ou telefonemas com manifestação de carinho, apreço e amizade, ou, ainda, comentários com cumprimentos aqui mesmo no blog, pelo conjunto de minha obra como filho, pai, amigo, profissional do Direito.

Os versos são um primor, ou não? 

Quando Eu Me Chamar Saudade


Sei que amanhã
Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão
Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora
Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora.

Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga,
Para aliviar meus ais.
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais

 

4 de outubro de 2013

Órgãos de imprensa


Nos últimos 4 domingos comprei, na banca diante do "Pão de Açúcar", na rua Paulo Alves, no Ingá, o jornal “O Estado de São Paulo”, apelidado pelos paulistas de  “Estadão”, acho que pelo enorme volume de sua edição dominical. No Rio chega reduzida, sem os cadernos de classificados.

E deixei de comprar “O Globo”, depois de muitos anos de fidelidade. Fiquei enojado com a atitude do jornal dos Marinho que fez pose  e papel de “Madalena arrependida”, muito provavelmente para agradar o poder.

O edital em que “O Globo” renega o apoio que afirma ter dado ao movimento militar de 1964, deixou-me decepcionado e a decepção se transformou em raiva e a raiva em ojeriza,  aversão.

Se os eventuais leitores estão pensando que acho que as pessoas, ou entidades públicas e privadas, não podem reconsiderar opiniões e posturas estão muito enganados.

Como disse o poeta popular,  é preferível ser uma metamorfose ambulante do que ter a velha opinião formada sobre tudo.

Só que, no caso que estamos comentando, não havia alternativa válida  e possível senão a intervenção dos militares. Ou os Marinho prefeririam uma  república sindicalista terceiromundista?

Aplaudi e não renego que gostei da intervenção militar naquele momento. Se depois eles se perderam e adotaram posturas condenáveis, com truculência, torturas, prepotência e autoritarismo, tem-se que lamentar e repudiar.

Mas os militares  agiram com coragem e no momento certo. E lembro que não houve o derramamento de uma só gota de sangue naquele  31 de Março  de 1964. E ficamos livres da ditadura do proletariado.

Já que falo deste tema, aproveito para comentar que lamento não haver clima, nas forças armadas, para nova ação saneadora, afastando a quadrilha de corruptos e mensaleiros de todos os matizes, inclusive peessedebistas.

Só que, desta feita, se possível fosse, sem que se embriagassem com o poder e o entregassem  à lideranças civis menos comprometidas com ideologias que não privilegiem o mérito individual,  a propriedade privada, a livre iniciativa, a alternância no poder e o respeito à dignidade humana.

Não é possível que um país que beira os 200 milhões de habitantes não tenha uma centena de homens de bem, mesmo sem formação politica, que possam exercer o poder de forma equilibrada, com justiça social e metas de crescimento econômico, porque é o emprego decente, com registro e direitos assegurados que tira o homem da marginalidade. Lógico que a educação é importante, mas quando me refiro à justiça social também ela e mais a saúde e a segurança estão abrangidos

Casuísmos, planos populistas, invasão de propriedade, e os “sem tudo” que se disseminaram (terra, teto, etc) que desrespeitam  a lei e a ordem,  invadindo e depredando repartições públicas precisam ter um paradeiro.

Outra aberração inaceitável  são as famigeradas greves no serviço público. Ora, o patrão  do servidor público é a sociedade, é a população que paga impostos. Logo, a greve feita contra o povo é uma coisa inconcebível.

Digo mais, até mesmo a greve dos bancários, que em princípio deveria penalizar, pressionar ou botar os banqueiros contra a parede, acaba por fazer o jogo deles. No escuro de seus quartos os acionistas e diretores das casas bancárias (agiotas com alvará de localização), ficam felizes com estas greves que trazem benefícios para as instituições financeiras. Eles não perdem coisa alguma. Todos os prazos correm a favor deles (acionistas) e o dinheiro continua rendendo de forma imoral.

Volto à imprensa, para dizer que nada perdi com a troca do jornal dominical. Com o Estadão continuo contando com a inteligência, a verve, a cultura e a fina ironia do Veríssimo  e do João Ubaldo. E ainda passei a ter contato com outros ilustres articulistas, que não acompanhava, e que nos brindam com análises bem estruturadas, fundamentadas, sobre assuntos nacionais e internacionais, nos campos político, econômico e científico.

“O Estado de São Paulo” é um ótimo veículo de informação.

“O Globo” foi para a cama com os petistas , e como “não há almoço de graça” tem caroço debaixo deste angu”. E não é só a veiculação nas várias mídias das “Organizações Globo” dos mentirosos anúncios de obras governamentais e dos feitos pífios das empresas estatais.

E não deixem de assistir ao vídeo profético produzido pelo Duda Mendonça para o PT:
 http://jorgeifraim.blogspot.com.br/2012/10/video-profetico.html

3 de outubro de 2013

Ainda os assuntos deprimentes


Muita agente não sabe, ou não lembra, que na data de hoje, 3 de outubro, nas décadas de 40 e 50, eram realizadas as eleições.

Há uma razão histórica, relacionada à revolução de 1930 que acabou por levar Getulio Vargas ao poder, e que teve início em 3 de outubro. A data ficou consagrada para os pleitos eleitorais.
Nós, estudantes, adorávamos ter mais um feriado em ano de eleição.

A outra razão que justificaria a manutenção desta  data, se o caso,  está na disposição constitucional que determina que as eleições para presidente e governadores,  se realizem até 90 dias antes da posse, que ocorre em 1º de janeiro. É só fazer a conta e verificar que entre 3 de outubro e 1º de janeiro transcorrem exatamente 90 dias.

Mas isso foi em outros tempos, quando havia candidatos  íntegros, honestos, dedicados  à causa pública. Acreditem. Conheci alguns.

A fraude, que havia, era facilitada pelo sistema de votação, em cédulas feitas de papel, com os nomes dos candidatos. Eram retângulos de pequenas  dimensões onde estava escrito o nome do candidato, o cargo eletivo a que se candidatava e o seu partido. Enfiava-se num envelope e depositava-se na urna.

A fraude hoje é mais sofisticada, é eletrônica.

A cédulas serviam para mandar mensagens aos políticos, pois você podia escrever nelas o que bem entendesse, o que tinha como consequência apenas a anulação do voto.

As mensagens endereçadas a alguns candidatos eram bastante claras: “vai tomar...... seu filho.....”, ou simplesmente, “safado”,  e em alguns casos, “ladrão”. Sim, porque falei que existiam honestos, mas também já existiam corruptos.

Nesta época alguns médicos clinicavam em farmácia, e atendiam a toda  família, idosos, crianças e jovens, munidos apenas de estetoscópio. Uma vez ou outra eram solicitados os exames de fezes e urina. Ou uma radiografia. É, isso mesmo, Rx que era o único exame de imagem disponível.

Nos dias de hoje importamos médicos. Desculpa para trazer cubanos que não têm o que comer na ilha e disseminar as rançosas ideias socialistas.

Ninguém denuncia o trabalho escravo a que estão submetidos. Vejam que a maior parte do que receberão pelos serviços, será retido pelo governo cubano, que repassará para eles algumas migalhas.

Por falar em retenção, sabiam que eles não podem, a exemplo de profissionais de outras nacionalidades, trazer suas famílias? Porque os familiares ficam retidos como reféns. Com isso asseguram que não pedirão abrigo político. Eles teriam receio da retaliação, da represália. E as famílias pagariam o pato.

Ouvi em entrevista, de um idiota cubano, travestido de médico, que a motivação  que o trouxe ao Brasil foi a questão humanitária.

Eu pergunto: e os haitianos, que estão mais próximos, quase vizinhos, não são muito mais carentes? Não inspiram gestos humanitários?

Perguntem se interessa a Cuba e aos seus “médicos” excedentes se querem ir para a Somália?

Como se dizia lá nas décadas de 40 e 50 do século passado,  já mencionadas lá no início “aí tem jacutinga”.

2 de outubro de 2013

Falta de assunto? Não!!!

Antes pelo contrário. Os assuntos abundam. Mas todos são deprimentes, vergonhosos, que nos deixam com o pneus arriados e os faróis baixos. Fico down com a leitura dos jornais e assistindo aos noticiários de TV.
 
A presidente da república é uma pilhéria só. Além de uma pobre e inocente criatura que não sabia da existência de espionagem, parece pretender que os espiões usem crachá.
Nunca leu John Le Carré, Ian Fleming ou Frederick Forsyth, para citar apenas 3 de uma infinidade de autores e obras sobre espionagem.
Acho que como seu analfabeto antecessor, nunca leu “O Dia do Chacal” “O Dossiê Odessa”, “Os Diamantes são Eternos”, “O Espião que Saiu do Frio”, para me limitar a obras dos autores citados.
Se tem preguiça de ler, como seu antecessor, os filmes estão disponíveis nas locadoras em VHS,  DVD e Blu-ray.
E depois de eleger como preferenciais as companhias de bizarros ditadores, filhotes de títeres dos conhecidos antiamericanistas, que proclamam aos quatro ventos serem inimigos dos USA, andando de braços dados com eles para lá e para cá, queria o quê?
É para desconfiar mesmo. Minha avó  materna já ensinava : “dize-me com quem andas e eu te direi quem tu és”, sabe-se lá de onde a provinciana portuguesa, pouco letrada mas muito vivida leu ou ouviu este sábio aforismo. 
Tenho um imenso rol de coisas que me incomodam, e provavelmente a muitos outros brasileiros, mas não tenho talento, vocação, carisma e a audácia necessária para ir as ruas e pregar uma revolução diferente das que hoje vemos, lideradas por baderneiros, saqueadores e bandidos a soldo de interesses mesquinhos, politiqueiros de vocês sabem quem.
Não tenho forças e coragem, sequer para brigar pelo afastamento do Bob Dinamite, um paspalho que saiu do gramado para o camarote de São Januário, levando o clube de mais bela história no futebol brasileiro a esta situação ridícula de não pagar salários, não pagar conta de consumo de água, virar uma equipe de aluguel (com 9  jogadores emprestados de outros clubes), e ficar à abeira de novo rebaixamento.
São muitos os fatos que me incomodam, mas estou com a preguiça cômoda dos septuagenários hipertensos.
Ademais, mesmo aqui neste espaço virtual, falo para poucas e as mesmas pessoas. Minhas palavras não repercutem. A história do beija-flor que acha ter feito seu papel carregando uma gotinha para apagar o incêndio não passa disto: uma boa fábula.

1 de outubro de 2013

Divirtam-se VI



Estas cinco piadas (?) abaixo chegaram de diferentes remetentes, por e-mails. Nem editei. Publico como chegaram:
PRIMEIRA:     Escolhas  
Uma senhora bem idosa estava no convés de
um navio de cruzeiro segurando seu chapéu firmemente
com as duas mãos para não ser levado  pelo
     vento. Um cavalheiro se aproxima e diz:
      - Me perdoe, senhora...não pretendo incomodar,
mas a senhora já notou que o
      vento está levantando bem alto o seu vestido?
  - Já, sim, mas é que eu preciso de ambas as mãos para
segurar o chapéu.
      - Mas, senhora....a senhora deve saber que suas partes íntimas

estão sendo expostas! - disse o cavalheiro.

A senhora olhou para baixo, depois para cima, e respondeu:

      - Cavalheiro, qualquer coisa que o Sr. esteja vendo aqui em baixo tem 85 anos...

.....O CHAPÉU EU COMPREI ONTEM!!!!!!

SEGUNDA: Advogado num puteiro 
- No que posso ajudá-lo? - perguntou a Madame.

- Gostaria de ver a Natalie - disse o homem.

- Senhor, Natalie é uma de nossas meninas mais caras... O senhor não quer ver outra de nossas garotas?

- Não, eu quero a Natalie - disse ele.

Minutos depois, apareceu Natalie para explicar ao homem que ela iria cobrar R$1.500,00 pela visita.

Sem pestanejar, o homem mete a mão no bolso e tira um maço de quinze notas de R$100,00 e entrega à moça.

Então, os dois subiram para um dos quartos e depois de uma hora o senhor saiu muito tranquilo e feliz.
Na noite seguinte, o mesmo senhor apareceu de novo querendo ver Natalie. Natalie então disse que era muito raro para qualquer visita duas noites seguidas e que nem iria pensar em desconto.

Novamente o homem enfiou a mão no bolso e tirou outras quinze notas de R$100,00 e, na companhia de Natalie, subiu para um dos quartos e depois de uma hora ele se foi. Quando apareceu pela terceira noite seguida, ninguém podia acreditar.
Novamente entregou R$1.500,00 a Natalie e foram os dois para um dos quartos, para mais uma hora.

Quando terminaram, não se contendo de curiosidade, Natalie comentou com o homem:

- Ninguém nunca requisitou meus serviços por três noites seguidas.  De onde você é?

- De Campinas - respondeu o homem.

- É sério? - disse ela - Minha família é de lá.

- Eu sei - disse o homem - Seu pai faleceu e sou o advogado de suas irmãs. Elas me pediram que lhe entregasse sua parte da herança, R$ 4.500,00... 
Moral história: Há três coisas no Mundo que não têm pena da gente: aMorte, a Receita Federal e um Advogado
TERCEIRA: EVANGÉLICOS
Manoel e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias... problemas graves nos motores, vamos tentar um pouso de emergência... há uma ilha não catalogada nos mapas... vamos aterrissar na praia.
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
- Isto aqui parece o fim do mundo - é improvável a possibilidade de resgate... talvez tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!
Nessa hora, Manoel pergunta para a mulher:
- Maria, você pagou o dízimo da IGREJA UNIVERSAL este mês?
> - Ai, me perdoa Manoel. Com essa história de viagem, esqueci completamente!
> Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca-lhe um beijão, o melhor de todo o casamento.
A Maria não entende e pergunta:
- Manoel por que você me beijou desse jeito?
E ele responde eufórico:
- ELES VÃO NOS ACHAR !..



QUA         Quarta: Mulheres
 Monge Tibetano acaba com a Lei Maria da Penha

 Monge: O que deseja?

Mulher: Senhor, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa "bêbado", ele me enche de pancada.

 Monge: Eu tenho um ótimo remédio pra isso. Assim que o seu marido
chegar em casa embriagado, basta pegar um copo de chá de erva cidreira  e começar a bochechar com o chá. Apenas faça bochecho egargareje continuamente por uns 10 minutos...... e nada mais.

Duas semanas depois, ela retorna ao monge e parecia ter nascido de novo.


Mulher: Senhor, seu conselho foi brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa "bêbado", eu gargarejei, fiz bochecho com o chá e meu
marido desmaiou na cama sem me bater!

Monge: Tá vendo como ficar de Boca Fechada resolve?

QUINTA: Embargos infringentes
"Pai, o que são Embargos Infringentes?
É o seguinte, imagine que  nossa casa seja um Tribunal e que qdo alguem erra, é julgado e todos podem votar! Por exemplo, o papai comete um deslize: É pego traindo sua mãe com 3 prostitutas. Eu irei a julgamento. Sua mãe, a mãe dela, o pai dela, sua irmã mais velha, você e seu irmão mais velho, votam pela minha condenação.
Meu pai, minha mãe, o Totó e a Mimi, votam pela minha absolvição.
Tá pai, mas aí você é condenado, não?
Sim, fui, aí é que entram os tais dos "Embargos Infringentes" meu filho. Como eu ganhei quatro votos a favor da minha absolvição, tenho direito a um novo julgamento.
Mas pai, no novo julgamento todos vão votar do mesmo jeito.
Não se eu tiver trocado a sua mãe, o pai dela e a mãe dela pelas três prostitutas."