20 de junho de 2018

UMA INCURSÃO NA ALEMANHA, BÉLGICA E HOLANDA - X




Por
RIVA







CAPÍTULO 10 – ZAANSE SCHANS (Holanda)

Se você quiser ter uma visão perfeita de como era a vida na Holanda nos séculos 17 e 18, visite Zaanse Schans.

Nessa região, você verá casas autênticas, moinhos de vento de várias utilizações ( corte de granitos, madeiras, moer grãos, etc), uma fábrica de barris, de tamancos tradicionais, uma fábrica de queijos e laticínios, entre outros estabelecimentos. É uma cidade-museu ... #simplesassim.

A apenas 30 minutos de carro de Haarlem, saímos com calma tipo 11h da manhã, uma viagem tranquila por belas paisagens de campos verdejantes com vaquinhas e cavalos por todos os lados ... assim é o interior da Holanda.






Aviso aos navegantes : é um lindo programa para chegar umas 11h e ficar por lá até umas 16h.

Estacionamos, entramos na loja principal onde compramos nosso mapa e ingressos para o Museu principal, com entrada pela loja.




Notável ! Imperdível ! Uma aula de História sobre a Holanda. Em seu interior você pode visitar a Verkade Experience para conhecer uma fábrica de chocolate do século 20. As máquinas originais ainda estão funcionando e produzem os melhores chocolates e biscoitos.

Como sempre, a saída do museu é por dentro da loja, mas deixamos as lembranças para o fim do programa.




Existem outros museus ao longo da caminhada pela cidade, mas citamos os principais :
- Por exemplo, o Museumwinkel: uma antiga mercearia da época anterior ao surgimento dos grandes supermercados.
- No Bakkerijmuseum (Museu da Padaria), você pode descobrir sobre a antiga panificação tradicional.
- O Honig Breethuis apresenta a casa da família de um comerciante do século 19.
- O Museu Zaanse Tijd exibe uma coleção de relógios originais, e a maioria deles ainda funciona – impressionante mesmo !
- O Museu Zaan contém uma coleção especial de utensílios, roupas e pinturas da região.




Em nosso tour pela pequena cidade, além dos museus acima, a visitação incluiu diversas modalidades de conhecimento da cultura da Holanda nos séculos citados, mas o principal mesmo é visitar um dos moinhos de vento, impressionante mesmo. O que fomos era específico para o corte e trabalho com madeiras, para utilizações diversas.



Fascinante também a “Cheese & More by Henri Willig”, com provinha de queijos, geléias e mostardas diversas ... o que levar ?? Tudo ? Sim, tudo ! rsrsrsrs. Voltamos para o Brasil com muitas amostras de queijos e mostardas/molhos maravilhosos.




Visitamos a fábrica de tecidos que revestiam as pás dos moinhos de vento, uma fábrica de barris de vinho e de cervejas, com detalhes bem especiais sobre a diferença entre os dois, a de tamancos típicos, com uma loja que é uma loucura de coisas legais para comprar de lembranças.


Fotografias ? Para onde você apontar a câmera/celular, com certeza será uma foto bonita. O lugar é muito lindo mesmo.

Algumas opções de visitação, que não utilizamos, mas informamos :

Zaanse Schans é banhada pelo canal de Zaan. Portanto, a área é particularmente adequada para ser explorada de barco. Diversas empresas oferecem passeios de barco. Entre a bordo do koeienboot (barco curral) que, como o nome sugere, era usado para transportar gado pelas águas antigamente. Ao longo do caminho, o guia contará histórias formidáveis sobre a vida em Zaanstreek no passado. Você também pode pegar a voetenveer (barca de pedestres), que o levará às duas margens de Zaan. Para quem tem seu próprio barco, há vários cais para atracar.

Se quiser passar a noite desfrutando do verdadeiro clima de Zaan, reserve um quarto no Heerlijck Slapen op de Zaanse Schans (reserva). Essa pousada é decorada à moda antiga de Zaan. Há mais hotéis na área, obviamente.

Aqui termina nesse capítulo a nossa viagem maravilhosa para conhecer a região por onde vive um dos nossos filhos. Depois disso seria falar sobre o aeroporto de Schipol, pertinho de Haarlem (10 minutos de carro), sua infraestrutura, mas acho que vou mesmo é pensar em escrever um capítulo sobre a culinária que experimentamos na viagem, com muitas fotografias, sem cheiro por enquanto.

Qualquer dúvida ou curiosidade, escrevam nos comentários. Valeu !

5 comentários:

Jorge Carrano disse...

Riva,

Sei que comparações nem sempre são possíveis. Cada cidade, cada país, tem seus atrativos e suas características positivas ou negativas.

De minha parte, por exemplo, se eu pudesse criar uma cidade ideal para meu gosto, valores e necessidades, faria uma mistura de Londres, Paris e Viena. Claro que limito-me ao universo das cidades que conheço.

Então pergunto, com a ressalva da dificuldade de comparar coisas diferentes em termos de história, idioma, religião, etc.

Qual destes países e cidades visitadas, você escolheria para viver?

Refiro-me aos países e cidades da série "UMA INCURSÃO NA ALEMANHA, BÉLGICA E HOLANDA"

Riva disse...

Ficamos muito impressionados com a qualidade de vida do cidadão que mora em Dietzenbach. Gostamos muito da Antuérpia, que na verdade superou as expectativas.

À exceção da modernidade de Frankfurt e de Rotterdam, todas as poucas cidades que visitamos nos agradaram muito, mas como visitantes. Muita cultura, muita mesmo.

Mas viver significa ter um trabalho para sobreviver (eu precisarei sempre), uma boa infraestrutura de transporte, de restaurantes, de mercados, e boa localização para visitar outras cidades sem grandes custos.

Dito isso .... Haarlem, na Holanda.
Sim, adoraria viver em Haarlem.

Jorge Carrano disse...

Também pudera:

"Um pouco de HAARLEM : às margens do rio Spaarne, é a charmosa capital financeira da Holanda do Norte. Não é grande, apesar ter sido uma poderosa província no passado. População de 160.000 habitantes."

Jorge Carrano disse...

Leonard,

Na primeira vez que você se manifestou aqui neste espaço, disse ter ficado bem impressionado com as narrativas do Riva, autor desta série sobre Alemanha, Bélgica e Holanda, e que como estava planejando uma viagem iria considerar a hipótese de incluir uma ou outra cidade descrita em seu roteiro.

Se você ainda nos visita, conte se viajou ou ainda está em fase de projeto.

Leonard disse...

Continuo acompanhando com atenção as narrativas do Dr. Riva e, confesso, me deliciando com a apresentação destas cidades.
Infelizmente minha viagem habitual de primavera (nossa) não poderá se extender a Europa. Teremos que nos contentar com o Cone Sul ou quiça, o território nacional.
Estou anotando as dicas e sugestões para o ano que vem.