Que diria hoje de certos membros do parlamento brasileiro, haja vista o desuso do vocabulário citado no parágrafo inicial.
Como adjetivaria Trump e Netanyahu, por exemplo? Talvez a "parelha", ou a "junta" formada pelo yankee e pelo hebreu.
Não certamente porque sejam equinos, mas por serem alinhados e aliados num nacionalismo exacerbado que tolda suas visões de sociedades humanas.
Nos dias que correm, aludindo a dois dos candidatos à presidência da República, formaria a dupla: Néscio & Torpe. Ou vice-versa.
Gostaria de ter herdado sua verve, sua retórica, seu desprendimento, seu ...
Melhor parar de enumerar seus dons ou aptidões para não chegar ao clube do coração: Flamengo.
Bem, ninguém é perfeito.
Nota: iria publicar no "Dia dos pais", mas falta muito tempo. E lembrei de minha mãe, que quando se falava no "Dia das mães", retrucava: mãe é todo.



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