segunda-feira, agosto 31, 2026

S. E. Palmeiras - exemplo

 Há pouco mais de 10 anos, em 2015, através da postagem em  https://jorgecarrano.blogspot.com/2015/03/qual-e-o-segredo-do-palmeiras.html, enalteci as gestões do E.C. Palmeiras.

A par dos inúmeros títulos, nacionais e internacionais conquistados, no terreno esportivo, as recentes administrações estão obtendo resultados fantásticos. 

O Palmeiras atingiu recentemente a marca acumulada de  R$ 2,4 bilhões em transferências diretas de atletas. O que impulsionou esses bilhões foram as vendas de joias da base da equipe como Endrick (Real Madrid), Estêvão (Chelsea), Vitor Reis e Allan (ambos vendidos ao Manchester City). 

Considerando todas as fontes de receita do clube (transmissão de TV, patrocínios, bilheteria, etc.), o faturamento anual recorde do Palmeiras gira em torno de R$ 1,7 bilhão por temporada. Admirável.

Não por outras razões, os vascaínos estamos torcendo para que os Lamaccia assumam a SAF do clube, para agregar competência administrativa ao  dinheiro que prometem injetar.

E a interface ética? Ela pode ser ferida, ou não. Mundo afora fundos de investimento e milionários individuais controlam mais de um clube esportivo.

Mais do que controles externos, a autocensura pode inibir atitudes antiesportivas. Ultrapassar limites do fair play.

Mais abominável, é uma Associação Esportiva adversária invocar a ética para obstar o crescimento do co-irmão. Do Flamengo não se pode esperar outra atitude.  





2 comentários:

Jorge Carrano disse...

Mauro Cezar Pereira: Sobram vetos à compra da SAF do Vasco por Lamachia com Leila no Palmeiras.

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2026/08/30/saiba-por-que-lamachia-nao-pode-comprar-saf-do-vasco-com-leila-no-palmeiras.htm


Jorge Carrano disse...

O Esporte Clube Bahia pertence ao City Football Group desde maio de 2023, quando foi concluída a venda de 90% da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube para o conglomerado internacional. Os 10% restantes continuam com a associação civil do próprio Bahia.
O Red Bull Bragantino é gerido pela empresa multinacional Red Bull, formando uma rede multiclubes que também inclui o FC Red Bull Salzburg e o New York Red Bulls.
Está certo que disputam ligas diferentes. Mas e os outros interesses?