O colegiado supremo do judiciário no Brasil e o organismo multilateral internacional, evidenciam perdas de prestígio, de respeito, de autoridade.
A relevância
intrínseca, os propósitos justificativos de suas constituições são inquestionáveis.
Em suas operações estes
órgãos têm a importância e a credibilidade que lhes conferem as pessoas físicas
e Estados autônomos filiados lhes conferem.
Nossa corte
constitucional está sendo contestada não pela sua competência inata, mas pelo nível
ético/moral de seus atuais integrantes, ou parte deles. Estes são os
responsáveis pelo desgaste, pelo descrédito dos órgãos plúrimos.
A FIFA tem autoridade, assim como a LIESA, porque embora congreguem adversários, opositores entre sí, há um bem de maior valor a preservar, no caso competições esportivas e artísticas de música e dança.
A LIESA estabelece regras que são acatadas por todos depois de debatidas internamente. A FIFA igualmente, regulamenta e se impõe no universo do futebol.
Ambas as entidades punem, suspendem, estabelecem multas que são cumpridas por todos os filiados. Sem necessidade de braço armado.
Nota: esta postagem foi motivada pelas críticas crescentes ao Supremo Tribunal Federal, e ao esvaziamento e desprestígio da ONU e da OMC. O mundo assiste a conflitos como entre Paquistão/Afeganistão; Rússia/Ucrânia; Israel/Irã e na ONU só vemos retórica. Trump impõe tarifas a seu bel prazer e a OMC nada pode fazer.


9 comentários:
Manifestações contra Lula e ministros do STF.
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/03/01/manifestantes-fazem-ato-contra-lula-e-ministros-do-stf-na-avenida-paulista.ghtml
https://www.gazetadopovo.com.br/republica/acorda-brasil-ato-na-paulista-reune-direita-contra-lula-stf-e-veto-da-dosimetria/
Lembro de ter aprendido sobre as corporações de ofício, que deram origem ao corporativismo que está minando a credibilidade e perda do respeito que deveria merecer o STF.
A ONU, sucessora da Liga das Nações, vem se esvaziando e igualmente se transformando num organismo inócuo, que não cumpre suas finalidades.
A Organização Mundial da Saúde, agência ligada à ONU, ainda cumpre seu papel social, inobstante o abandono dos USA.
https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/22/eua-deixam-oms-oficialmente-hoje-entenda-como-isso-pode-afetar-a-saude-global-e-as-ameacas-de-doencas.ghtml
Para quem não sabe, a LIESA é a Liga das Escolas e Samba do Rio de Janeiro.
Protagonismo do STF:
https://www.migalhas.com.br/quentes/450826/no-stf-pautas-populares-e-falas-simbolicas-abafam-caso-master?_SMSL=658896&U=CTA31A8A19E6D8D4FF6AE473D9EECF4C&utm_source=informativo_click&utm_medium=6366&utm_campaign=6366
Vem a FIFA agora com novas orientações segundo ela visando a "bola rolar".
Então 5 segndos pra bater lateral, 10 para substituir, 14,5 para atendimento médico, 18 para a torcida vaiar, 15,5 para a torcidar mandar o juiz tomar naquele lugar, 7 segundos para comemorações de gol sentado, pois em pé pode ser 9 segundos, enfim, uma esculhambação total.
O mais importante não faz ..... acabar com a Regra Maldita do Impedimento, que não existe em nenhum outro tipo de futebol, e implantar o Cartão Azul como já existe em outros esportes - expulsão do atleta por alguns minutos.
Saudade do Futebol Anos 70 !!
Ah, sim ......o STF ....... vergonha alheia ! Mas é o Braziu que a maioria deseja para as próximas gerações. Que assim seja !
Entre togas e exceções
Em toda a história dos Tribunais Superiores (STF, STJ, TST, TSE e STM), apenas 36 cadeiras foram ocupadas por mulheres. Os postos foram preenchidos por 29 ministras diferentes, já que algumas passaram por mais de um tribunal. O dado impressiona e revela que, mesmo no topo do Judiciário, a presença feminina ainda aparece mais como exceção do que como regra. É a balança da Justiça calibrada com pesos vetustos. (Clique aqui)
A Justiça é mulher. O tribunal, nem sempre.
Na mitologia e nas artes, a Justiça quase sempre tem rosto feminino: Têmis na Grécia, Iustitia em Roma, Ma'at no Egito. Vendada, coroada e equilibrando a balança, ela simboliza o ideal de equidade. O paradoxo surge quando saímos das esculturas e pinturas e entramos nas salas de julgamento: ali, como se viu na nota anterior, a presença física e real de mulheres ainda está longe de refletir a visão artística. (Clique aqui)
Detalhes que contam história
Se hoje parece trivial, nem sempre foi assim: até o ano 2000, mulheres não podiam entrar de calça no plenário do STF. A autorização veio naquele ano, mas o gesto simbólico só se concretizou em 2007, quando a ministra Cármen Lúcia decidiu aparecer de calça na Corte. Pequenos episódios revelam como as instituições de poder foram pensadas sem a presença feminina. No Senado, por exemplo, o banheiro feminino próximo ao plenário só foi construído em 2016, mais de meio século após a inauguração do prédio. A arquitetura do poder, como se vê, demorou a perceber que as mulheres também tinham mandato, e necessidades fisiológicas. (Clique aqui)
MIGALHAS n º 632
MIGALHAS
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