Nunca cortei ou arranquei as ervas chamadas parasitas que nascem, crescem e se desenvolvem em outras espécies tornando-as seu habitat natural. Gosto delas.
Por estranho que possa parecer acho que elas compõem, harmonizam e enriquecem.
Nunca atentei para aspectos acadêmicos, científicos, botânicos ou de competência da engenharia florestal. Para mim competência privativa dos profissionais das áreas. Posso até discordar das lições, mantendo meu gosto e respeito por tudo quanto a natureza cria, mas entendo a posição, os argumentos e lições daqueles profissionais.
Hoje, para escrever este post, recorri ao Google, que me respondeu: "Os parasitas desempenham um papel ecológico crucial na vida vegetal e nos ecossistemas em geral, atuando como agentes de controle populacional natural, promovendo a biodiversidade e influenciando a evolução das plantas hospedeiras."
Ademais coloco ao final um link que leva a artigo de caráter científico publicado, que tem o aval da UFMG.
Assim como no mundo animal a fêmea do Chopim, eventualmente, coloca seus ovos nos ninhos de Tico-Ticos para que sejam chocados, também pode uma Chifre-de-Veado (vide fotos abaixo) obter seiva para viver, alojada em uma árvore desenvolvida. Nunca soube de um ornitólogo se rebelando contra a natureza dos Chupins.
E as baleias jubarte não viajam sozinhas, costumam ter como "inquilinos", crustáceos conhecidos como cracas, que se fixam nesses animais como ostras o fazem em rochedos. 
PARASITAS









Um comentário:
E no mundo animal? Parasita tem utilidade?
Na política são altamente danosas. Seus hospedeiros são o poder e o erário público.
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