12 de outubro de 2022

Memórias nikitiquenses

" A Samaritana",  tradicional sapataria, funcionava da Rua Almirante Teffé, no  centro da cidade.

Por vezes vendia ingressos para o Maracanã.


Em 1950



Abaixo ambulantes vendendo os tradicionais biscoitos "Globo", na Praia de Charitas, nos anos 1970. Doces e salgados.


Anos 1970


Na sequência transporte marítimo para travessia Rio-Niterói. Passageiros e veículos.

A velha barca da Cantareira, à esquerda na foto.




Década de 1950



A Auto Viação Fluminense, abaixo, tinha uma frota grande e servia o bairro do Fonseca, Ia até o Largo do Moura. Década de 1970. No centro da cidade, seu ponto final era na Av. Amaral Peixoto, junto a Visconde do Rio Branco. Mais central impossível.




1970


3 comentários:

Jorge Carrano disse...


Bom dia!

A cidade era uma aldeia global. Todo mundo se conhecia ou, conhecia alguém que conhecia.

A construção da ponte atraiu muita gente para cá. Era melhor morar em Niterói do que por exemplo na Zona Norte carioca.

AS barcas e lanchas deixavam no centro do Rio, onde as pessoas trabalhavam em escritórios, sedes de grandes empresas ou comércio pujante.

Jorge Carrano disse...


Antes dos cariocas suburbanos e da zona norte da capital federal que vieram depois da inauguração da ponte, eram nomes familiares tradicionais do interior da Estado que vinham ou aqui mantinham residência, por causa dos filhos que vinham fazer curso superior aqui, antiga capital do Estado do Rio, antes da fusão.

Conheci muitos: Mello Simão, Bustamante, Sader, etc

RIVA disse...

Eu durante décadas brincava dizendo que quando me aposentasse iria trabalhar na SAMARITANAS, vendendo sandálias para elas .... rsrs. Não deu tempo. Fecharam !

Lá comprei meu ingresso para o famoso BRASIL 1X0 PARAGUAI nas eliminatórias de 1969 para a Copa de 1970, com 183.000 pagantes no Maracanã.

Foi uma loucura ... cheguei no entorno do Maraca às 9:30 com ingresso de arquibancada, entrei às 12:30, não consegui sentar, saí do estádio e consegui um ingresso de geral, de onde assisti o jogo, narrando o tempo todo para meu amigo baixinho Otavio Bonvini Lopes ....kkkkkkkkk.

Já a travessia de carro nas barcaças era um espetáculo para nós crianças ( Opa, hoje é o nosso dia !!! hehehe ). Lembro dos peizes voadores, da redução de velocidade das barcas para não esbarrarem nos casais de botos da baía.

Coisas que não existem mais ........

Em tempo : ainda não sei o que vou ser quando crescer.