sexta-feira, outubro 23, 2026

quinta-feira, outubro 22, 2026

BRIEFING

 Autonomia da vontade

A autonomia da vontade é o princípio do direito civil que garante às pessoas a liberdade para celebrar negócios jurídicos, definir o conteúdo de contratos e estabelecer obrigações entre si.

Mas e entre algoritmos? O  princípío é valido?

1. OpenAI: IA desativa sistema de segurança feito para monitorá-la.

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/inteligencia-artificial/openai-ia-desativa-sistema-de-seguranca-feito-para-monitora-la/


Ele é candidato da oposição, à presidência do clube.

2. Pedro Strozenberg fala sobre a eliminação para o Boca e apoio da torcida no Maracanã; veja vídeo.

https://netvasco.com.br/n/394961/pedro-strozenberg-fala-sobre-a-eliminacao-para-o-boca-e-apoio-da-torcida-no-maracana-veja-video


Pena que é no Rio de Janeiro.

3. Rua de Niterói volta a ser atração no Mondial de la Bière.

https://aseguirniteroi.com.br/colunas-e-blogs/rua-de-niteroi-volta-a-ser-atracao-no-mondial-de-la-biere/

Não é em Niterói, é no Pier Mauá, no Rio

Mais um ponto turístico na cidade.

4. Monumento em Niterói ganhará obras para virar ponto turístico.

https://enfoco.com.br/noticias/regiao/niteroi/monumento-em-niteroi-ganhara-obras-para-virar-ponto-turistico/

Monumento de N. S. Auxiliadora, em Santa Rosa


quarta-feira, outubro 21, 2026

FRASES

Mais do que frases, são pensamentos, conceitos, aforismos, algumas bem-humoradas, que produzem efeito positivo quando citadas em palestras, discursos, ou meros encontros sociais. Aqui um repertório que não esgota as que mais gosto e faço uso corrente.

                                         
























Há muito tempo brinquei com a ideia de vender frases utilizáveis em diferentes momentos.

O post está em:

segunda-feira, outubro 19, 2026

O debate

O roto versus o esfarrapado. Resultado? Não houve knock out (KO). Ambos perderam pontos e a disputa por votos terminou empata. Quase escrevo em patadas, o que talvez espelhasse melhor o ocorrido.

Um tem passado nebuloso e o outro um passado cinza. Invertida a ordem continua sendo uma verdade.

Com absoluta certeza, se havia não sei que percentual de indecisos, nas pesquisas de intenção de votos, o número vai crescer muito.

Os que pretendiam anular ou votar "em branco" vai crescer exponencialmente. E as abstenções atingirão números assustadores. 

O mise en scène de um dos candidatos foi bizarro, desrespeitoso, canastrão. O outro demonstrou despreparo, insegurança. O que, cá para nós, é inadmissível para quem governa o país por 12 anos e faz o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, diante de estadistas, chefes de governo, governantes de vários matizes.

Se eu tivesse voz, púlpito, liderança, fosse influenciador, proporia "desobediência  civil": Ninguém deve ir às urnas.

Como se trata de ato obrigatório, a abstenção em massa, ou expressivamente relevante, deveria ser encartada como protesto e, sem aplicação das sanções previstas em lei.

Deveríamos todos ser anistiados. 

Reverenciados e reconhecidos, na comunidade internacional, como sociedade madura com consciência política; e apreço aos valores éticos e morais. 

domingo, outubro 18, 2026

ASSUNTO JURÍDICO/POLÍTICO/INTERNACIONAL/DIPLOMÁTICO

Este assunto chegou através de minha caixa de entrada de e-mails em 09 de novembro de 2005.

A história (história mesmo, e não ficção), curiosa, que agora resgato, tem conexão factual com ataque terrorista que atingiu o World Trade Center, em New York, em 11 de setembro de 2001, e tem como protagonista o paranormal (médium) Jucelino Nóbrega da Luz, brasileiro de Maringá, Paraná.

Após o atentado às Torres Gêmeas, George Bush, então presidente dos Estados Unidos, ofereceu uma recompensa de US$ 25.000,00 para quem informasse o paradeiro de Saddam Hussein.

Deu-se que o personagem supracitado - Jucelino - após visões premonitórias em sonhos, escreveu cartas, e as enviou registradas, às autoridades americanas.

Com informações precisas, detalhando o buraco onde poderia se encontrar o ditador. Informou o tamanho do buraco e com o que estava coberto.

Pois bem, como sabemos Bush encontrou Saddam e não pagou a recompensa.

Inconformado, Jucelino foi à Justiça e aforou ação para que o Estado brasileiro instasse os Estados Unidos da América do Norte a lhe pagar a recompensa.

Acreditem, o Judiciário brasileiro acatou o pedido e mandou citar George Bush, pela via diplomática, podendo aquele, querendo, exercer seu direito às imunidades.

Tentei, hoje, sem êxito, acesso ao processo. O máximo que consegui foi o número original do mesmo: 200438000174994, Justiça Federal de Primeira Instância – Minas Gerais – TRF1.

Se alguém quiser dar sequência à pesquisa, mais informações estão na certidão a seguir, gerada no website do Superior Tribunal de Justiça (STJ).




 O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, com base nos seus registros processuais eletrônicos, acessados no dia e hora abaixo referidos

                                       CERTIFICA

que, sobre o(a) RECURSO ORDINÁRIO nº 39/MG, do(a) qual é Relator o Excelentíssimo Senhor Ministro JORGE SCARTEZZINI e no qual figuram, como RECORRENTE, JUCELINO NÓBREGA DA LUZ, advogados(as) CARLOS

ALBERTO FERREIRA E OUTRO(S) (SP027990) e, como RECORRIDO, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, constam as seguintes fases: em 23 de junho de 2004:

PROCESSO DISTRIBUÍDO AUTOMATICAMENTE EM 23/06/2004 - MINISTRO

JORGE SCARTEZZINI - QUARTA TURMA; em 28 de junho de 2004, CONCLUSÃO

AO(À) MINISTRO(A) RELATOR(A) - PELA CSEP; em 07 de julho de 2004,

PROCESSO RECEBIDO NA COORDENADORIA; em 14 de julho de 2004, VISTA

AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA PARECER; em 30 de agosto de 2004,

PROCESSO RECEBIDO NA COORDENADORIA DO MPF (COM PARECER); em

01 de setembro de 2004, CONCLUSÃO AO(À) MINISTRO(A) RELATOR(A) COM

PARECER; em 24 de janeiro de 2005, INCLUÍDO NA PAUTA DO DIA 03/02/2005

DA QUARTA TURMA NO DIÁRIO DA JUSTIÇA DE 31/01/2005; em 05 de abril de

2005, RESULTADO DE JULGAMENTO PARCIAL: O PROCESSO FOI RETIRADO

DE PAUTA POR INDICAÇÃO DO SR. MINISTRO RELATOR.; em 28 de setembro

de 2005, INCLUÍDO NA PAUTA DO DIA 06/10/2005 DA QUARTA TURMA NO

DIÁRIO DA JUSTIÇA DE 03/10/2005; em 06 de outubro de 2005, RESULTADO DE

JULGAMENTO FINAL: A TURMA, POR UNANIMIDADE, CONHECEU DO

RECURSO ORDINÁRIO E DEU-LHE PROVIMENTO, NOS TERMOS DO VOTO DO

SR. MINISTRO RELATOR.; em 06 de outubro de 2005, PROCESSO RECEBIDO NA

COORDENADORIA; em 02 de março de 2006, ACÓRDÃO AGUARDANDO

PUBLICAÇÃO; em 06 de março de 2006, ACÓRDÃO PUBLICADO; em 29 de março

de 2006, ACÓRDÃO TRANSITADO EM JULGADO EM 22/03/2006; em 31 de março

de 2006, PROCESSO REMETIDO AO TRF DA 1ª REGIÃO ,VIA CORREIO.

Certifica, por fim, que o assunto tratado no mencionado processo é: DIREITO CIVIL,

Responsabilidade Civil.

Certidão gerada via internet com validade de noventa dias corridos.

Esta certidão pode ser validada no site do STJ com os seguintes dados:

Número da Certidão: 5233711

Código de Segurança: E3F2.B962.C644.9B63

Data de geração: 13 de outubro de 2026, às 15:15:46

 

 Mais pistas sobre o processo:



http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/detalhe.asp?numreg=200400885222&pv=000000000000&cmdSubmit=Mostrar


sábado, outubro 17, 2026

CAPITAL x TRABALHO

Opor o capital ao trabalho foi ganha-pão de cientistas políticos, antropólogos, sindicalistas, políticos profissionais e diletantes, jornalistas dos dois lados, estudantes pró  e contra o imperialismo, demagogos e estadistas, líderes empresariais, tolos e chatos.

Humoristas também se inspiravam no conflito ficto e criavam boas piadas e charges. E quando o humorista é, também, um bom escritor/jornalista tudo fica divertido.

Na minha infância, já tangenciando a adolescência,  na estante de casa tinha dois exemplares de histórias fantasiosas, envolvendo um pároco e um prefeito comunista. 

O personagem principal era D. Camilo, o padre.  Peppone, o prefeito comunista.

A história de Dom Camilo e Peppone, criada pelo jornalista e escritor italiano Giovannino Guareschi, gira em torno dos confrontos cômicos, ideológicos e humanos em uma pequena cidade fictícia do vale do Pó, na Itália, logo após a Segunda Guerra Mundial. 

Dom Camilo é o pároco local, um sacerdote de forte personalidade, temperamento explosivo e mãos pesadas, mas profundamente devoto e bondoso. Ele costuma desabafar e pedir conselhos conversando diretamente com a imagem de Jesus Cristo no altar da sua igreja. 

Peppone, no registro civil Giuseppe Bottazzi, é o prefeito da cidade e líder da seção local do Partido Comunista. É um homem forte, de origem operária, anticlerical, que defende a revolução vermelha, mas que, no fundo, tem um bom coração e um senso de dever prático. 

A Itália do pós-guerra estava dividida, hoje dizemos polarizada, entre dois grandes blocos — os católicos, representados pela Igreja e por Dom Camilo e os comunistas representados pelo partido e por Peppone. Embora vivessem em pé de guerra, brigando por votos, pela influência na vila e em disputas políticas diárias, os dois se respeitavam. 

Ambos lutaram juntos na Resistência Italiana contra o fascismo durante a guerra, um laço invisível que fazia com que, nos momentos de crise real na aldeia, eles deixassem as ideologias de lado e se unissem para ajudar a comunidade. 

Um dos dois volume que tinha a minha disposição na estante doméstica era "O Pequeno Mundo de Dom Camilo".

Não se tratava de um romance tradicional, mas uma coletânea de crônicas e contos curtos publicados inicialmente em jornais e revistas. 

Vivendo o pós-guerra e crescendo e amadurecendo, encantei-me com as curtas histórias, e adquiri outras obras do autor - Giovannino Guareschi - envolvendo os mesmos personagens: D. Camilo e Peppone.

Muito divertido, leitura que flui fácil  e acaba, aqui e ali, nos levando a tomada de partido pelo espírito humanitário.

Acho tanta babaquice antepor capital ao trabalho, ou vice-versa, que narro aqui episódio de minha vida profissiponal.

Era chegado o Natal e a empresa em que trabalhava, em São Paulo (capital) resolveu reunir os empregados, não muitos, cerca de oitenta ao todo, entre operacionais e administrativos, para congraçamento com refrigerantes e guloseimas.

Como era o gerente administrativo/financeiro, fui instado a dizer algumas palavras antes de encerrar a reunião.

Ao invés de, como politicamente correto, e praxe em situações que tais, agradecer aos empregados a colaboração e empenho, agradeci ao presidente e acionista controlador (era uma S.A.), e enalteci o fato dele colocar seu dinheiro em uma atividade de risco, gerando emprego para nós, e pagando impostos, ao invés de aplicá-lo no mercado finaceiro, e ir para a praia desfrutar a vida.

Eram tempos de overnight e open market.

Não era puxassaquismo, era o que eu pensava de verdade. 

Tirante alguns profissionais autônomos, que empresário pode prescindir de empregados? E onde empregados conseguiriam emprego, com garantias trabalhistas, para ganhar a vida?

Como flanelinhas? Entregador de pizzas? O problema está no ajuste, na conjuminância entre o "capitalismo selvagem" e o "nivelamento por baixo"

sexta-feira, outubro 16, 2026

Um ano sem a presença física de Ana Maria

ANA MARIA CARRANO


22 de março de 1945




16 de outubro de 2025




Numa postagem, em 2014, provocada por mim a descrever usos e costumes de sua infância e adolescência, ela arrematou o texto asseverando:

"Tenho por hábito e costume viver o hoje, com os olhos no amanhã, respeitando as características de cada fase da minha vida. Curto, aproveito e saboreio cada experiência e sensação que a vida me proporciona, até que se fechem as cortinas."

As cortinas se fecharam. Que seu espirito siga seu caninho. Com muita luz.