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| DEU RUIM |
Autonomia da vontade
A autonomia da vontade é o princípio do direito civil que garante às pessoas a liberdade para celebrar negócios jurídicos, definir o conteúdo de contratos e estabelecer obrigações entre si.
Mas e entre algoritmos? O princípío é valido?
1. OpenAI: IA desativa sistema de segurança feito para monitorá-la.
Ele é candidato da oposição, à presidência do clube.
2. Pedro Strozenberg fala sobre a eliminação para o Boca e apoio da torcida no Maracanã; veja vídeo.
Pena que é no Rio de Janeiro.
3. Rua de Niterói volta a ser atração no Mondial de la Bière.
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| Não é em Niterói, é no Pier Mauá, no Rio |
Mais um ponto turístico na cidade.
4. Monumento em Niterói ganhará obras para virar ponto turístico.
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| Monumento de N. S. Auxiliadora, em Santa Rosa |
Mais do que frases, são pensamentos, conceitos, aforismos, algumas bem-humoradas, que produzem efeito positivo quando citadas em palestras, discursos, ou meros encontros sociais. Aqui um repertório que não esgota as que mais gosto e faço uso corrente.
O roto versus o esfarrapado. Resultado? Não houve knock out (KO). Ambos perderam pontos e a disputa por votos terminou empata. Quase escrevo em patadas, o que talvez espelhasse melhor o ocorrido.
Um tem passado nebuloso e o outro um passado cinza. Invertida a ordem continua sendo uma verdade.
Com absoluta certeza, se havia não sei que percentual de indecisos, nas pesquisas de intenção de votos, o número vai crescer muito.
Os que pretendiam anular ou votar "em branco" vai crescer exponencialmente. E as abstenções atingirão números assustadores.
O mise en scène de um dos candidatos foi bizarro, desrespeitoso, canastrão. O outro demonstrou despreparo, insegurança. O que, cá para nós, é inadmissível para quem governa o país por 12 anos e faz o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, diante de estadistas, chefes de governo, governantes de vários matizes.
Se eu tivesse voz, púlpito, liderança, fosse influenciador, proporia "desobediência civil": Ninguém deve ir às urnas.
Como se trata de ato obrigatório, a abstenção em massa, ou expressivamente relevante, deveria ser encartada como protesto e, sem aplicação das sanções previstas em lei.
Deveríamos todos ser anistiados.
Reverenciados e reconhecidos, na comunidade internacional, como sociedade madura com consciência política; e apreço aos valores éticos e morais.
Este assunto chegou através de minha caixa de entrada de e-mails em 09 de novembro de 2005.
A história (história mesmo, e não ficção), curiosa, que agora
resgato, tem conexão factual com ataque terrorista que atingiu o World Trade
Center, em New York, em 11 de setembro de 2001, e tem como protagonista o
paranormal (médium) Jucelino Nóbrega da Luz, brasileiro de Maringá, Paraná.
Após o atentado às Torres Gêmeas, George Bush, então presidente
dos Estados Unidos, ofereceu uma recompensa de US$ 25.000,00 para quem
informasse o paradeiro de Saddam Hussein.
Deu-se que o personagem supracitado - Jucelino - após visões
premonitórias em sonhos, escreveu cartas, e as enviou registradas, às
autoridades americanas.
Com informações precisas, detalhando o buraco onde poderia se
encontrar o ditador. Informou o tamanho do buraco e com o que estava coberto.
Pois bem, como sabemos Bush encontrou Saddam e não pagou a
recompensa.
Inconformado, Jucelino foi à Justiça e aforou ação para que o
Estado brasileiro instasse os Estados Unidos da América do Norte a lhe pagar a
recompensa.
Acreditem, o Judiciário brasileiro acatou o pedido e mandou
citar George Bush, pela via diplomática, podendo aquele, querendo, exercer seu
direito às imunidades.
Tentei, hoje, sem êxito, acesso ao processo. O máximo que
consegui foi o número original do mesmo: 200438000174994, Justiça Federal de
Primeira Instância – Minas Gerais – TRF1.
Se alguém quiser dar sequência à pesquisa, mais informações
estão na certidão a seguir, gerada no website do Superior Tribunal de Justiça
(STJ).
CERTIFICA
que, sobre o(a) RECURSO ORDINÁRIO nº 39/MG, do(a) qual é Relator o Excelentíssimo Senhor Ministro JORGE SCARTEZZINI e no qual figuram, como RECORRENTE, JUCELINO NÓBREGA DA LUZ, advogados(as) CARLOS
ALBERTO FERREIRA E OUTRO(S) (SP027990) e, como RECORRIDO, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, constam as seguintes fases: em 23 de junho de 2004:
PROCESSO DISTRIBUÍDO AUTOMATICAMENTE EM 23/06/2004 - MINISTRO
JORGE SCARTEZZINI - QUARTA TURMA; em 28 de junho de 2004, CONCLUSÃO
AO(À) MINISTRO(A) RELATOR(A) - PELA CSEP; em 07 de julho de 2004,
PROCESSO RECEBIDO NA COORDENADORIA; em 14 de julho de 2004, VISTA
AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA PARECER; em 30 de agosto de 2004,
PROCESSO RECEBIDO NA COORDENADORIA DO MPF (COM PARECER); em
01 de setembro de 2004, CONCLUSÃO AO(À) MINISTRO(A) RELATOR(A) COM
PARECER; em 24 de janeiro de 2005, INCLUÍDO NA PAUTA DO DIA 03/02/2005
DA QUARTA TURMA NO DIÁRIO DA JUSTIÇA DE 31/01/2005; em 05 de abril de
2005, RESULTADO DE JULGAMENTO PARCIAL: O PROCESSO FOI RETIRADO
DE PAUTA POR INDICAÇÃO DO SR. MINISTRO RELATOR.; em 28 de setembro
de 2005, INCLUÍDO NA PAUTA DO DIA 06/10/2005 DA QUARTA TURMA NO
DIÁRIO DA JUSTIÇA DE 03/10/2005; em 06 de outubro de 2005, RESULTADO DE
JULGAMENTO FINAL: A TURMA, POR UNANIMIDADE, CONHECEU DO
RECURSO ORDINÁRIO E DEU-LHE PROVIMENTO, NOS TERMOS DO VOTO DO
SR. MINISTRO RELATOR.; em 06 de outubro de 2005, PROCESSO RECEBIDO NA
COORDENADORIA; em 02 de março de 2006, ACÓRDÃO AGUARDANDO
PUBLICAÇÃO; em 06 de março de 2006, ACÓRDÃO PUBLICADO; em 29 de março
de 2006, ACÓRDÃO TRANSITADO EM JULGADO EM 22/03/2006; em 31 de março
de 2006, PROCESSO REMETIDO AO TRF DA 1ª REGIÃO ,VIA CORREIO.
Certifica, por fim, que o assunto tratado no mencionado processo é: DIREITO CIVIL,
Responsabilidade Civil.
Certidão gerada via internet com validade de noventa dias corridos.
Esta certidão pode ser validada no site do STJ com os seguintes dados:
Número da Certidão: 5233711
Código de Segurança: E3F2.B962.C644.9B63
Data de geração: 13 de outubro de 2026, às 15:15:46
Opor o capital ao trabalho foi ganha-pão de cientistas políticos, antropólogos, sindicalistas, políticos profissionais e diletantes, jornalistas dos dois lados, estudantes pró e contra o imperialismo, demagogos e estadistas, líderes empresariais, tolos e chatos.
Humoristas também se inspiravam no conflito ficto e criavam boas piadas e charges. E quando o humorista é, também, um bom escritor/jornalista tudo fica divertido.
Na minha infância, já tangenciando a adolescência, na estante de casa tinha dois exemplares de histórias fantasiosas, envolvendo um pároco e um prefeito comunista.
O personagem principal era D. Camilo, o padre. Peppone, o prefeito comunista.
A história de Dom Camilo e Peppone, criada pelo jornalista e escritor italiano Giovannino Guareschi, gira em torno dos confrontos cômicos, ideológicos e humanos em uma pequena cidade fictícia do vale do Pó, na Itália, logo após a Segunda Guerra Mundial.
Dom Camilo é o pároco local, um sacerdote de forte personalidade, temperamento explosivo e mãos pesadas, mas profundamente devoto e bondoso. Ele costuma desabafar e pedir conselhos conversando diretamente com a imagem de Jesus Cristo no altar da sua igreja.
Peppone, no registro civil Giuseppe Bottazzi, é o prefeito da cidade e líder da seção local do Partido Comunista. É um homem forte, de origem operária, anticlerical, que defende a revolução vermelha, mas que, no fundo, tem um bom coração e um senso de dever prático.
A Itália do pós-guerra estava dividida, hoje dizemos polarizada, entre dois grandes blocos — os católicos, representados pela Igreja e por Dom Camilo e os comunistas representados pelo partido e por Peppone. Embora vivessem em pé de guerra, brigando por votos, pela influência na vila e em disputas políticas diárias, os dois se respeitavam.
Ambos lutaram juntos na Resistência Italiana contra o fascismo durante a guerra, um laço invisível que fazia com que, nos momentos de crise real na aldeia, eles deixassem as ideologias de lado e se unissem para ajudar a comunidade.
Um dos dois volume que tinha a minha disposição na estante doméstica era "O Pequeno Mundo de Dom Camilo".
Não se tratava de um romance tradicional, mas uma coletânea de crônicas e contos curtos publicados inicialmente em jornais e revistas.
Vivendo o pós-guerra e crescendo e amadurecendo, encantei-me com as curtas histórias, e adquiri outras obras do autor - Giovannino Guareschi - envolvendo os mesmos personagens: D. Camilo e Peppone.
Muito divertido, leitura que flui fácil e acaba, aqui e ali, nos levando a tomada de partido pelo espírito humanitário.
Acho tanta babaquice antepor capital ao trabalho, ou vice-versa, que narro aqui episódio de minha vida profissiponal.
Era chegado o Natal e a empresa em que trabalhava, em São Paulo (capital) resolveu reunir os empregados, não muitos, cerca de oitenta ao todo, entre operacionais e administrativos, para congraçamento com refrigerantes e guloseimas.
Como era o gerente administrativo/financeiro, fui instado a dizer algumas palavras antes de encerrar a reunião.
Ao invés de, como politicamente correto, e praxe em situações que tais, agradecer aos empregados a colaboração e empenho, agradeci ao presidente e acionista controlador (era uma S.A.), e enalteci o fato dele colocar seu dinheiro em uma atividade de risco, gerando emprego para nós, e pagando impostos, ao invés de aplicá-lo no mercado finaceiro, e ir para a praia desfrutar a vida.
Eram tempos de overnight e open market.
Não era puxassaquismo, era o que eu pensava de verdade.
Tirante alguns profissionais autônomos, que empresário pode prescindir de empregados? E onde empregados conseguiriam emprego, com garantias trabalhistas, para ganhar a vida?
Como flanelinhas? Entregador de pizzas? O problema está no ajuste, na conjuminância entre o "capitalismo selvagem" e o "nivelamento por baixo"
ANA MARIA CARRANO
22 de março de 1945
16 de outubro de 2025
Numa postagem, em 2014, provocada por mim a descrever usos e costumes de sua infância e adolescência, ela arrematou o texto asseverando:
"Tenho por hábito e costume viver o hoje, com os olhos no amanhã, respeitando as características de cada fase da minha vida. Curto, aproveito e saboreio cada experiência e sensação que a vida me proporciona, até que se fechem as cortinas."