Estava me coçando, louco para quebrar compromisso público assumido aqui neste espaço, em:
https://jorgecarrano.blogspot.com/2026/09/autocontrole.html
Faltava um impulso inicial, assim como o Buick 1938 de meu pai precisava vez ou outra de um empurrão para pegar.
Aí vem o Riva e comenta:
Pronto!!!
Assisti de ponta a ponta. Da abertura ao encerramento. Com vergonha, constrangimento, decepção, com repulsa.
Quisera ser um poeta, ou um astronauta - porque ambos vivem no mundo da lua - ao invés de advogado.
Como consignado na postagem encontrável no link acima sempre fui combativo pelas minhas ideias, opiniões e princípios.
Aqui, conforme links a seguir, e nas páginas dos principais veículos informativos, no Rio e em São Paulo: O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, e outros veículos de menor circulação e abrangência.
Nestas postagens com links a seguir abordei a trapaça do ministro Nelson Jobim, ao incluir no texto constitucional matéria não discutida e aprovada em plenário.
https://jorgecarrano.blogspot.com/2018/07/cartas-para-as-redacoes.html
https://jorgecarrano.blogspot.com/2010/01/implicancias.html https://www.passeidireto.com/arquivo/6184194/george-marmelstein-o-caso-jobim-artigos-nao-votados-da-cf-88
https://jorgecarrano.blogspot.com/2019/10/prisao-em-segunda-instancia.html
https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u54227.shtml
https://congressoemfoco.uol.com.br/especial/noticias/o-segredo-constitucional-de-nelson-jobim-e-gastone-righi/
https://memoria.oglobo.globo.com/jornalismo/edicoes-especiais/sem-votaccedilatildeo-9938719
Sobre este assunto já havia, na época, me manifestado através da mídia impressa, conforme cópia abaixo, de matéria publicada em "O Globo", na edição de 12 de outubro de 2003, em "Muitas "maracutaias"

São dezenas, repito DEZENAS, de cartas publicadas (tenho recortes e cópias), sobre os mais diferentes temas, como esta a seguir, publicada na Revista da OAB, em julho de 2006, sobre o STF.
Nunca me omiti, nunca silenciei quando o assunto me incomodava. Posicionei-me publicamente sobre a adoção do divórcio, instituto mais socialmente justo do que o desquite então em vigor, e sobre a pena de morte, que defendi, como defendo; enviei muitas cartas, inclusive para o Congresso, e aderi a abaixo-assinados; enfim nunca temi me expor.
Caro Riva, enquanto acadêmico de Direito, o STF tinha como componentes, conforme a seguir, nomes respeitáveis, como na legenda da foto.
Composição do Supremo com 16
ministros, em 1965: Da esquerda para a direita, sentados: Ministros Victor
Nunes, Vilas Boas, Lafayette de Andrada, Ribeiro da Costa (Presidente), Candido
Motta Filho (Vice-Presidente), Luiz Gallotti, Gonçalves de Oliveira.
Na mesma ordem, de pé: Ministros Aliomar Baleeiro, Oswaldo Trigueiro, Prado
Kelly, Evandro Lins, Pedro Chaves, Hermes Lima, Adalicio Nogueira, Carlos
Medeiros e Dr. Alcino Salazar (Procurador-Geral da República). Ausente o
Ministro Hahnemann Guimarães.
Agora o notável saber jurídico e ilibada conduta foram substituídos por fatores tais como: ser tremendamente evangélico; ser amigo do presidente que o indica; ter sido advogado do presidente ou de seu partido político e alinhamento ideológico.
A Instituição - STF - é absolutamente necessária, fundamental num Estado Democrático de Direito, mas os critérios de constituição do colegiado hão de ser revistos.
Como? Não sei, mas há de ser encontrada uma fórmula, mais impessoal, objetiva, meritória, republicana.
Aí está Riva, a opinião de um cidadão, eleitor, louvado no que tem sido veiculado, sem acesso aos autos: Mendonça comportou-se como um moleque travesso, elucubrando "agora vou foder o Xandão". E o Alexandre está mais sujo do que pau de galinheiro, tantos e tão graves os indícios delituosos, se pesando sobre um ministro do STF.