Falo do nosso futebol (football), e não daquela coisa estranha, jogada com uma bola oval, que os americanos amam.
Aquele e muitos outros esportes que eles praticam precisam de shows para dar consistência ao evento.
Não, o nosso futebol, paixão em todo o planeta, prescinde de um Super Bowl.
Precisa de bons jogadores, com habilidades técnicas, e aplicação tática ofensiva. Não de Madonas e Shakiras (com todo o respeito).
O dia em que me virem assistindo a uma apresentação de Justin Bieber, por favor, providenciem minha internação. Trata-se demência senil.
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| https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyvgqx9e14o |
Além, claro, dos artistas do espetáculo - os jogadores - bastam apenas um campo de futebol oficial, padrão FIFA, cujas medidas exigidas são de 105m de comprimento por 68m de largura (área de 7.140 m²). As balizas devem ter largura: 7,32 metros (distância interna entre os dois postes) e altura: 2,44 metros (distância da base do solo até a parte inferior do travessão). A espessura dos postes (traves) e do travessão devem ter a mesma largura e espessura, que não devem exceder 12 centímetros, e sempre pitadas, obrigatoriamente, na cor branca.
Idealmente os padrões de altura do gramado seriam 20 mm a 25 mm (favorece a velocidade e a precisão do toque de bola). Deve ainda o gramado, convenientemente, ser irrigado antes da partida.
As partida têm a duração de 90 minutos, divididos em dois tempos de 45 minutos.
Fazer pausas de 3 minutos no meio de cada etapa, criando 4 tempos de partida é invencionice americana para atender conveniências comerciais nas transmissões.
Outra babaquice é a premiação com anéis. Bastam as medalhas e o troféu habitualmente conferidos.
Pronto o cenário, nada mais além disso. Minto, há um outro elemento importante: a arbitragem. É um problema a ser equacionado.
Não posso ir a um passado muito remoto, mas posso ir aos anos 1940, quando jogavam Zizinho, Di Stefano, Puskas e outros.
Acompanhei Pelé e Maradona. Zidane, os Ronaldos (incluindo o Cristiano), e Messi.
Agora Lamine Yamal, Estevão, Max Dowman, e outros que estão surgindo.
Eles foram, são, e sempre serão as atrações.
A precocidade, assim como a longevidade, são fenômenos visíveis. Os jogadores estão se mantendo em atividade durante mais tempo, e em bom nível, como Cristiano Ronaldo, e o goleiro Fábio, do Fluminense.
Na outra ponta, os talentos se destacam desde os 15 anos nas categorias de base, e alguns aos 16 já brilham em equipes das maiores ligas.














