Um eu abomino o outro execro, e vice-versa.
Mantenho minha equidistância de um e de outro. E distâncias consideráveis, que se ampliam a cada dia.
Lula deveria estar a caminho de seu lugar de destaque: o ostracismo. 😞
Para se opor ao Flávio, escolho o Ronaldo Caiado. Na definição precisa de um analista político, seria uma disputa entre um curriculum político com uma certidão de nascimento.
Diz alguma coisa nobre, dignificante, eficaz sobre Flávio. Nada a registrar, a mim só ocorrem coisas associadas: rachadinhas, loja de chocolates, compra de imóveis valiosos pagos a vista e outros indícios de imoralidade pública.
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/08/20/loja-de-chocolates-de-flavio-bolsonaro-recebeu-1512-depositos-em-dinheiro-entre-2015-e-2018.ghtml
https://exame.com/brasil/para-compra-de-mansao-flavio-bolsonaro-pagou-r-181-mil-a-vista-em-imposto-e-taxas/
Como o governador de Goiás tem bom índice de aprovação dos goianos, tem como atividade econômica o agronegócio, de vital importância para o Brasil, repele o PT e Lula, e suas práticas assistencialistas, e não endossa o negacionismo e o viés nazista dos Bolsonaro, fico com ele (por enquanto).
Preferiria óleo sobre tela, não havendo fico com o "caiado" mesmo.
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| Elaborada pelo médico Cesare Lombroso, a teoria defendia a ideia da predisposição biológica do indivíduo à conduta anti-social, ao qual ele chamou de criminoso nato. |
Já manifestei esta opinião há dias, aqui mesmo neste espaço virtual. E não mudei. A propósito lembrei de uma antiga piada sobre mudança de opinião.
Consta que em pequeno e pacato lugarejo, um cidadão mandou pintar no para-choque de seu carro a frase: "eu quero é rosetar".
Indignadas um grupo de senhoras católicas foi ao prefeito questionar e pedir providências. O alcaide alegou falta de amparo para coibir, e sugeriu ida ao delegado.
A autoridade policial, por sua vez, admitiu a possibilidade de atentado à moral e bons costumes, mas de igual sorte preferiu não se envolver.
A cidade era muito religiosa e à época era de prevalência de católicos, o que fazia com que a missa dominical, às 10 horas, fosse bastante prestigiada.
O pároco dependente do grupo de senhoras beatas, chamadas de "papa hóstia" ouviu as queixas e prometeu uma atitude.
E qual foi a atitude? Em pleno sermão na missa dominical, censurou o comportamento do dono do carro e insinuou até excomungar o audacioso motorista.
A repercussão foi grande e dado o prestígio da igreja, o recalcitrante proprietário do veículo resolveu trocar a frase polêmica. Como ficou? "Continuo querendo", estampado no para-choque.