![]() |
| Rodovia dos Imigrantes - SP 160 |
"Rodovia brasileira ganha fama mundial ao cortar a Mata Atlântica com viadutos de até 70 metros: 20 km de curvas suaves reduzem riscos sob neblina. "
![]() |
| Via Anchieta - SP 150 |
![]() |
| Guarujá |
![]() |
| Rodovia dos Imigrantes - SP 160 |
"Rodovia brasileira ganha fama mundial ao cortar a Mata Atlântica com viadutos de até 70 metros: 20 km de curvas suaves reduzem riscos sob neblina. "
![]() |
| Via Anchieta - SP 150 |
![]() |
| Guarujá |
Estava me coçando, louco para quebrar compromisso público assumido aqui neste espaço, em:
https://jorgecarrano.blogspot.com/2026/09/autocontrole.html
Faltava um impulso inicial, assim como o Buick 1938 de meu pai precisava vez ou outra de um empurrão para pegar.
Aí vem o Riva e comenta:
Será que nosso caro BM teve controle ontem e resistiu a ligar a TV para ver como andava a sessão (no Twitter se escreve ceção) no PSTF ?
Se não viu ou ainda não sabe (o que eu duvido kkk), adianto que foi uma VERGONHA TOTAL !!!
.................. omissis .............
Pronto!!!
Assisti de ponta a ponta. Da abertura ao encerramento. Com vergonha, constrangimento, decepção, com repulsa.
Quisera ser um poeta, ou um astronauta - porque ambos vivem no mundo da lua - ao invés de advogado.
Como consignado na postagem encontrável no link acima sempre fui combativo pelas minhas ideias, opiniões e princípios.
Aqui, conforme links a seguir, e nas páginas dos principais veículos informativos, no Rio e em São Paulo: O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, e outros veículos de menor circulação e abrangência.
Nestas postagens com links a seguir abordei a trapaça do ministro Nelson Jobim, ao incluir no texto constitucional matéria não discutida e aprovada em plenário.
https://jorgecarrano.blogspot.com/2018/07/cartas-para-as-redacoes.html
https://jorgecarrano.blogspot.com/2010/01/implicancias.html https://www.passeidireto.com/arquivo/6184194/george-marmelstein-o-caso-jobim-artigos-nao-votados-da-cf-88
https://jorgecarrano.blogspot.com/2019/10/prisao-em-segunda-instancia.html
https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u54227.shtml
https://memoria.oglobo.globo.com/jornalismo/edicoes-especiais/sem-votaccedilatildeo-9938719
Composição do Supremo com 16
ministros, em 1965: Da esquerda para a direita, sentados: Ministros Victor
Nunes, Vilas Boas, Lafayette de Andrada, Ribeiro da Costa (Presidente), Candido
Motta Filho (Vice-Presidente), Luiz Gallotti, Gonçalves de Oliveira.
Na mesma ordem, de pé: Ministros Aliomar Baleeiro, Oswaldo Trigueiro, Prado
Kelly, Evandro Lins, Pedro Chaves, Hermes Lima, Adalicio Nogueira, Carlos
Medeiros e Dr. Alcino Salazar (Procurador-Geral da República). Ausente o
Ministro Hahnemann Guimarães.
Foram estas matérias, com links de acesso a seguir, que motivaram esta postagem.
"Colocar o papel higiênico para a frente ou para trás: qual é a posição correta e por que é recomendado fazê-lo apenas desta forma?"
Papel higiênico para frente ou para trás: qual é o jeito certo e recomendado.
https://www.itatiaia.com.br/trends/papel-higienico-frente-tras/
Antes de ingressar na questão do posicionamento do rolo, resgato antiga piada sobre papel higiênico.
Numa reunião de engenheiros aeronáuticos, que discutiam a solução para sério problema que ocorria com um novo projeto de avião (as asas partiam ao meio quando a aeronave atingia certa altura), o português que integrava equipe apresentou uma solução: picotar as asas exatamente no ponto onde de partiam. Denominou de teoria do papel higiênico.
Perplexidade total. Então veio a explicação dada pelo lusitano para sua proposta: o papel higiênico nunca rasga no picotado. 😂😂😂.
Hoje pode não ter graça, mas na época fazia rir.
Vamos ao que estimulou este tema, da colocação do papel higiênico para a frente ou para trás: qual é a posição correta?
De novo recorro ao passado. Li em algum lugar que as mulheres sempre colocavam o papel para trás. E os homens, sempre para a frente. Fiquei intrigado e resolvi testar, na família.
Com a foto a seguir indaguei como cada um colocava o papel no dispositivo.
Não deu outra, as mulheres o colocavam virado para trás.
Esta matéria citada na abertura do texto, afirma que só há uma posição correta e enumera razões.
Como o momento político-jurdico tangencia a utilidade do papel higiênico, elejo as peanuts como referência para abordar.
Nota:
"Peanuts" é o título original da famosa tira de quadrinhos criada por Charles M. Schulz, da qual o Snoopy e o Charlie Brown fazem parte. A distribuidora escolheu o nome Peanuts (uma gíria em inglês que significa "múltiplas coisinhas pequenas", "miudezas" ou "insignificantes").
Peanuts em inglês é amendoim.
Estou orgulhoso - de mim mesmo - por estar conseguindo me controlar, mantendo-me silente diante do quadro estarrecedor que se delineia em face da implosão do STF.
Em outros tempos estaria enviando correspondência datilografada, antes da informatização, ou e-mails depois dela, para as redações dos principais veículos de informação do país, manifestando opinião e verberando contra o estado de coisas.
Experimentei satisfação semelhante em 1982, quando dos preparativos da viagem que faríamos na Semana Santa, para refúgio em nossa modesta casa em Inoã, distrito de Maricá.
Resolvido a parar de fumar, decidi não levar cigarros sabedor da dificuldade que teria em lá comprar posto que a casa ficava distante da birosca mais próxima onde eventualmente encontraria o Carlton que fumava.
Assim fiz e nunca mais fumei e já lá se vão mais de quarenta anos.
Algo semelhante, sob o ponto de vista de determinação levada a cabo, deu-se em 1995, quando decidi abandonar o cargo de diretor estatutário (eleito em AGE), de um laboratório farmacêutico constituído sob a forma de sociedade anônima, para retornar a Niterói.
Deixei boa renda e mordomias (fringe benefits) inerentes ao cargo, como carro (Santana) com todas as despesas pagas, bom plano de saúde e outros penduricalhos, para começar tudo de novo sem ideias claras, sem projeto estruturado, senão o desejo de voltar ao lar, ao lugar onde tinha raízes.
Estou resistindo e me mantendo calado, ansioso com as mãos nos bolsos, como o personagem torcedor da velha piada.
Para os mais novos e os de má memória, recordo a piada. Um amigo comentou com um torcedor apaixonado como ele conseguia se controlar e manter comportamento aparentemente tranquilo durante a partida de seu time.
O indagado retirou as mãos dos bolsos e exibiu as mãos cheias de pelos pubianos (pentelhos para os íntimos) dizendo apenas "cada um torce como pode."
Virou tema musical.
Cada um torce como pode - Sivucahttps://www.youtube.com/watch?v=cgg0uUOAM-A
Pesquisa utilizando o mecanismo disponível qui mesmo, encontrará uma série de postagens sobre a malsinada ferramenta.
Agora vejo que estou beirando a paranoia, mas muito bem acompanhado, até mesmo por descendentes, ou parentes próximos dos algoritimos. Vejam:
![]() |
| Robôs protestam nas ruas da Polônia contra o avanço da IA. |
Cerca de 30 robôs foram às ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artificial. A marcha foi promovida pelo Democratism, iniciativa que debate os efeitos da IA e da robotização no mercado de trabalho.
As principais críticas à inteligência artificial (IA) envolvem riscos éticos, sociais, econômicos e de segurança, destacando o avanço descontrolado da tecnologia e a falta de transparência nos algoritmos.
É preciso, e urgente, deixar o campo crítico a partir para a regulamentação, para o estabelecimento de regras auditáveis, controláveis por organismo internacional.
Sei que organismos internacionais atravessam uma quadra de descrédito, esvaziamento, vide a ONU; e também outros regionais ou mais específicos, como a OTAN, e até mesmo a União Europeia está sendo colocada em xeque.Mas alguma coisa deverá ser feita, e logo. Não tenho que ter solução ... ter opinião num assunto tão hermético e desconhecido para mim já é uma temeridade.
As grandes potências devem ter interesses comuns que precisam preservar colocando a salvo do descontrole agressivo como um câncer mortal.
Perdão por expor minha fraqueza, minha insegurança ante o desconhecido (para mim).
NOTAS:
1.A principal organização internacional que monitora e fiscaliza a energia nuclear é a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), fundada em 1957 e tem sede em Viena, na Áustria. A função principal da AIEA é promover o uso pacífico da tecnologia nuclear e impedir que ela seja desviada para fins militares ou armas nucleares.
2. Links de acesso a postagens (algumas):
https://jorgecarrano.blogspot.com/2024/08/a-inteligencia-artificial-se-impondo.html
https://jorgecarrano.blogspot.com/2026/08/brincando-com-fogo.html
https://jorgecarrano.blogspot.com/2026/08/do-ghost-writer-inteligencia-artificial.html
3. Matéria sobre protesto dos robôs
4. Matérias críticas sobre IA
https://dialogosembalados.com.br/blog/inteligencia-artificial-pode-ser-chamada-de-inteligencia/
https://jornal.usp.br/artigos/inteligencia-artificial-na-pesquisa-ferramenta-ou-ameaca/
https://periodicos.unb.br/index.php/fmc/article/view/57831
https://posdigital.pucpr.br/blog/riscos-inteligencia-artificial/
Fui criado no meio de uma família portuguesa. Vó e duas tias mais velhas nascidas em Viseu, Portugal.
Daí que inevitavelmente comi muito bolinho de chuva nos lanches das tardes.
Existem algumas versões da iguaria, e até mesmo no seio da família existiam diferenças de receitas, ingredientes e até mesmo nome do bolinho.
Minha mãe, nascida no Brasil, herdou da mãe e irmãs mais velhas, o modo de preparo e simplificação de ingredientes.
Em nossa (de meus pais) casa chamávamos de "sola" ou "solado". Mas em outros lares da família chamavam de "orelha" (o formato esparramado lembrava), e até de "sonho" pela semelhança, sem recheio.
Ingredientes
• 2 ovos
• 1 xícara (chá) de açúcar
• 1 xícara (chá) de leite
• 2 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
• 3 colheres (sopa) de açúcar para polvilhar
• 1 colher (sopa) de canela para polvilhar
• 1 litro de óleo para fritar
Os nossos, quando nos mudamos para Niterói (eu já contava 3 anos de idade), não levavam leite, que era substituído por um pouco de água, para misturar a farinha e o açúcar. Eventualmente era acrescida a clara de um ovo, para dar mais liga.
E não colocávamos fermento, o que justificava o nome dado ao bolinho: sola ou solado.
Mais simples impossível.
Bem, o inverno está por terminar, mas dias de chuva virão ad aeternum. E cada vez mais.
Notas explicativas:
1. Minha primeira infância foi vivida durante os últimos meses da II Guerra, quando havia racionamento. A farinha de trigo, por exemplo, não era pura de trigo. Era misturada com farinha de outros grãos ou fubá, sei lá. Era escura. Comprar pão era difícil.
2. O orçamento doméstico era apertado.
3. Atualmente, em minha casa, fazemos praticamente seguindo a receita supramencionada, que, convenhamos, é semelhante a do bolo comum, tradicional. A masa fica igual só que uma é frita (bolinho) e a outra (bolo) assada.
a farinha, com o
... ou causa imensa surpresa. Explico.
![]() |
| https://especiais.gazetadopovo.com.br/guerra-do-paraguai/ |
![]() |
| Minha mulher amuada, com forme |