segunda-feira, novembro 02, 2026

I'm on my way back

 Por enquanto ...




Entretanto no dia de hoje, 2 de novembro, homenageamos os que já não se encontram entre nós, mas deixaram saudades, lições e carinhos.
Fui às fontes virtuais para conhecer origem e tradição deste preito. 

Eis em uma apertada síntese: O “Dia de Finados” surgiu no século X, instituído em 998 d.C. pelo abade francês Odilo de Cluny (monge beneditino da Abadia de Cluny, na França). Ele determinou que, anualmente no dia 2 de novembro, todos os mosteiros da sua ordem deveriam rezar pelos fiéis defuntos.

A prática se espalhou rapidamente pela Europa e foi oficialmente adotada pela Igreja Católica no século XIII, sob o Papa João XXII. Em 1915, o Papa Bento XV autorizou que todos os sacerdotes celebrassem missas pelos mortos nesta data. 

No Brasil o dia 2 de novembro é feriado nacional desde a promulgação da Lei nº 10.607, de 2002, mantendo a tradição de visitar cemitérios, levar flores, acender velas e participar de missas.

Nota: eloqüente com a grafia antiga, na época em que o trema era um sinal diacrítico empregado no idioma português impresso.

sábado, outubro 31, 2026

RESCALDO

 Voltarei!!!




Words, words, words!!!




Aroeira, de novo, na mosca.


https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/charges/charge-do-aroeira-952


Falou e Disse




Ilegal e Imoral

O art. 296, § 1º, III, do Código Penal, Decreto-lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940, estabelece punição para quem altera, falsifica ou faz uso indevido de marcas, logotipos, siglas ou outros símbolos utilizados ou identificadores de órgãos ou entidades da Administração Pública.


https://www.migalhas.com.br/quentes/467472/carta-de-flavio-com-brasao-da-republica-pode-configurar-crime



Notas: 

2. Confirmada a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos, veio de lá uma missiva na qual o senador, num surto de grandeza histórica, compara-se a Rui Barbosa. Convém recordar: em 1893, Rui enfrentou o autoritarismo de Floriano Peixoto, defendeu presos políticos perante o Supremo e acabou no exílio, de onde escreveu suas célebres Cartas de Inglaterra. Flávio, derrotado nas urnas e proibido judicialmente de deixar o país, atravessou a fronteira e embarcou num jatinho. Um enfrentava o arbítrio; o outro, o resultado das eleições e uma ordem judicial. A Águia de Haia já teve comparações mais ilustradas. Entre os dois há um abismo que nem todas as milhas aéreas do mundo seriam capazes de vencer. Pobre Rui. Depois de tantos serviços à República, ainda lhe faltava essa pena.
Quinta-Feira, 29 de outubro de 2026 - Migalhas nº 6.465.


terça-feira, outubro 27, 2026

Quero ver governar

Ganhei uma causa que embora socialmente injusta era imperdível à luz do Direito. Ao final da audiência a Juíza comentou com seus botões, em voz baixa: "quero ver executar" .

Tinha razão. Com efeito até hoje tramita.

Estou comentando com meus botões: Lula ganhou, mas vai governar? 

Enfrentará um rombo orçamentário, que construiu no afã de se reeleger. Muitas benesses extemporâneas, eleitoreiras (como fez o Bozo em 2022), pouco se incomodando com desequilíbrio fiscal, dívida pública impagável, juros elevados e outras consequências danosas.

Ademais, terá um Congresso forte na oposição. Só poderá ser parcialmente neutralizado, se calhar como dizem os portugueses, se o Centrão, que "é como estas mulheres que só dizem sim." Que ajusta suas velas conforme o vento. Ou dança conforme a música como diz o provérbio popular, for (ele Centrão) cooptado.  Comprado.

Como Lula disse que pretende entrar no mundo virtual, pensa que o "Gugo" apontará caminhos. Não, não apontará.  A menos que apresentem a ele as IAs disponíveis: ChatGPT (OpenAI);  Gemini (Google);  Claude (Anthropic) ou Copilot (Microsoft).

Aliás quero ver pronunciar, corretamente, o nome Gemini. 



segunda-feira, outubro 26, 2026

Flávio se revela como Mr. Hyde, criatura malígna

Não votei no Bolsonaro "moderado", por absoluta falta de motivação. Aos 86 anos de idade, tendo visto de tudo um pouco no  período, seria idiota se enxergasse no Flávio um Dr. Jekyll.

Para mim sempre foi e sempre será um Mr. Edward Hyde. Está no DNA.

Deixo de lado a novela de Robert Louis Stevenson, porque muitos, a exemplo de Lula, jamais leram um livro, e portanto não compreenderão o significado.

Vou às fábulas, mais precisamente a Esopo, porque a tradição oral  tem mais penetração no estrato social que acessa este blog.

E resgato a narrativa do fabulista grego sobre a efêmera parceria entre o sapo e o escorpião.

Recordem:

Um escorpião precisa atravessar um rio, mas não sabe nadar. Ele pede ajuda a um animal que consegue fazer a travessia. No caso um sapo.

O sapo, desconfiado pelo histórico do escorpião, recusa no início, com medo de ser picado e morrer.

O escorpião argumenta que seria ilógico picá-lo, pois se o animal morrer e afundar, o ele (escorpião) morrerá afogado junto.

Convencido pelo argumento racional, o sapo aceita levá-lo nas costas. No meio do rio, o escorpião pica o animal.

Quando ambos começam a afundar, o sapo pergunta por que ele fez isso. O escorpião responde: "Porque é da minha natureza".

Nunca me iludi com escorpiões que simulam ser racionais.

Não entendeu a razão desta postagem? Ouça o pronunciamento do filho do capitão negacionista, após a derrota. 

Ao invés do protocolar, civilizado e elegante telefonema ao vencedor, reconhecendo a derrota e desejando sucesso na sua gestão, o que fez  escorpião, ou Bolsonaro moderado?

Revelou-se um Dr. Hyde, incontrolável, nocivo, de natureza perversa.


Mau perdedor, farsante. A verdade dos fatos: como alguns municípios descumpriram a obrigação legal de manter a frota de ônibus funcionando regularmente a campanha de Lula foi ao TSE pedir pedir a prorrogação do horário de funcionamento dos urnas.

O pedido foi formulado, por volta das 13:00 horas, ao tribunal competente, ou seja o Tribunal Superior Eleitoral.

O presidente da corte eleitoral, que tem cara de alfaiate, um certo Kassio, ligado umbilicalmente à campanha contrária, omitiu-se, decidiu não decidir.

Face a omissão do TSE, a campanha prejudicada recorreu ao STF. O presidente da corte suprema, que tem cara de pároco do interior,  preferiu sortear um relator para apreciar o caso.

O sorteio randômico decidiu que a relatoria caberia ao Zanin, que está no tribunal porque foi advogado do presidente do momento. Assim como o presidente do TSE, também ministro do STF, cumulativamente, está nos colegiados porque é tremendamente evangélico.

Erros e omissões:

1. Nunes Marques tinha que decidir, e preferiu não decidir. Seria porque teoricamente iria favorecer o Lula? Não sei, só suscito a dúvida. No pleito passado, pedido semelhante, foi prontamente respondido pelo TSE, então presidido pelo Alexandre  de Moraes, pela negativa.

2. Fachin, poderia ter ele mesmo, unilateralmente, decidido, afinal preside o tribunal.

3. Zanin, deveria ter declinado, sob justificativa que o caso está sob apreciação do TSE, que tem a competência originária.

Mentiras, omissões e narrativas falsas do Flávio:

1. O seu partido, ou seu comitê de campanha, também recorreu ao TSE. Ele omite tal fato.

2. Ele mente ao afirmar que fiscais de seu partido foram impedidos de atuar. Tal fato é negado até mesmo por seu ministro de algibeira: o Nunes Marques.

3. É risível argumentar que a prorrogação do horário, em algumas pouca seções eleitorais, deram ao Lula a vantagem de mais de 4.000.000 (QUATRO MILHÕES) de votos. Ridículo, bizarro, para dizer o mínimo. 

Que estirpe!!!


PS: Quem me conhece sabe que não sou petista e muito menos lulista. As razões caberiam numa outra postagem. Quem sabe um dia escrevo.

Há quem prefira o abstrato

 

Concurso internacional reúne modelos criadas por inteligência artificial de 71 países.

Não lembro quem, criativamente, há anos, definiu a Vera Fischer como gasosa, ou abstrata, porque ele não conseguia pegar.

Agora criaram as virtuais. Não são sólidas, de carne e osso. Só satisfazem aos voyeurs. (atenção revisão, aqui o verbo é transitivo direto ou indireto?)

Bem, as bonecas infláveis podem ser abraçadas, acarinhadas e penetradas. Ou seja, é possível pega-las, mas não é e mesma coisa.

Tem coisas que me incomodam. Por exemplo, busto siliconado. A sensação é a de estar pegando uma bexiga (bola de inflar). E sexo com camisinha? É como chupar bala sem tirar o papel do invólucro.

Mulher criada por IA serve para que? Lavar louça? NÃO. Inspiração? P'ra quê?

Há sessenta anos, restavam-nos, para inspiração/prática, as revistas eróticas suecas e as do Carlos Zéfiro.



Algumas chegavam as nossas mãos, depois de muito circularem, com algumas folhas coladas, por causa de desastrados, ansiosos, com ejaculação precoce. Enfim, era o que tínhamos.

As revistas Playboy, Status e Ele & Ela, que nos deslumbravam, encantavam, com as mulheres mais cobiçadas, desejadas da época, chegaram mais tarde. 

Vera Fischer
Luma de Oliveira

O sexo já não era solitário e sim praticado ao vivo, nos lupanares, casas de tolerância ou  rendez vous, na Rua Alice.

Já que mencionei a Vera Fischer, recorro ao João Ubaldo Ribeiro, para lembrar que o celebrado escritor comentava que ela era o maior e melhor teste de virilidade, de masculinidade, de macheza.

Se diante dela, despida, os joelhos não batessem um no outro, não desse tremedeira nas pernas, o cara estava aprovado como macho hétero.

Não posso encerrar este post, no qual falo de erotismo, nudez, libido, mulheres feitas à mão, personagens oníricos, sem mencionar Magda Cotrofe. Quem viu, mesmo impressa, viu. Quem não viu, perdeu uma prova da existência de Deus, que se não não a projetou/materializou, conferiu a alguém poderes para tanto.

Magda Cotrofe




Notas:

1. No link um repertório delas, geradas ou modificadas com recursos de IA:

3. As imagens da deusas foram obtida na rede mundial. Nas revistas "masculinas", que comprávamos por causa de uma entrevista do Delfin Neto. Diminuía o sentimento de culpa.

4. E tinha as pin-ups de Hollywood, que levantavam o moral das tropas americanas em missão fora do país.

5. Onde pesquisar:



sábado, outubro 24, 2026

O debate - parte II : último round

 

Sob o título "Último round" Julio Cortázar publicou uma coletânea de textos.

Aqui a ideia era comentar o último debate entre os candidatos à presidência .

Mas não há o que comentar. O Aroeira* sintetizou.




Rejeito um e abomino o outro, ou abomino um e rejeito o outro; extrapolando execro os dois. 

Todavia, por apego a verdade dos fatos, consigno o que, a meu juízo, distingue um do outro. O um tem curriculum, o outro certidão de nascimento.


Nos salvará!!!

Nota:
* Renato Aroeira

Agora é tarde, Marcelo.

Finalmente admitido. Um dos muitos favorecimentos aos urubus.

Assistam ao vídeo que tem na matéria cujo link de acesso está a seguir:

"Árbitro diz que gostaria de apagar da carreira a final do Carioca de 2014 entre Vasco e Urubu."


https://www.netvasco.com.br/n/393472/arbitro-diz-que-gostaria-de-apagar-da-carreira-a-final-do-carioca-de-2014-entre-vasco-e-urubu

O pior, sobre este lance foi a declaração do goleiro Felipe, do Flamengo.

“Felipe pede desculpas por dizer que título ‘roubado é mais gostoso”

‘Roubado eu peguei pesado. Um atleta não pode falar isso’, afirmou."

O Globo 14/04/2014 - 16:18 / Atualizado em 14/04/2014 - 16:26.

https://oglobo.globo.com/esportes/felipe-pede-desculpas-por-dizer-que-titulo-roubado-mais-gostoso-12192680

RIO - O goleiro Felipe pediu desculpas nesta segunda-feira por ter dito que ganhar o título carioca “roubado é mais gostoso” . Em entrevista ao programa “Arena Sportv”, o jogador do Flamengo reconheceu que “pegou pesado” na provocação ao Vasco.

- Falou mais o lado torcedor do que outra coisa. Roubado eu peguei pesado. Um atleta não pode falar isso. Até peço desculpas aos vascaínos que não gostaram. Brincadeira pode, mas se fosse o contrário os vascaínos estariam zoando os flamenguistas. Do meu modo de ver, foi um pouco pesado o roubado, mas as zoações estão aí - afirmou.

O Flamengo conquistou seu 33º título estadual após o empate em 1 a 1 com o Vasco . O gol do título rubro-negro foi marcado pelo volante Márcio Araújo, aos 45 minutos do segundo tempo. No lance, o jogador do Flamengo estava impedido, mas o bandeirinha não marcou a infração. A Comissão de Arbitragem da Ferj reconheceu que o gol foi irregular .