Uma coisa leva à outra. Como escrevi sobre as funções cognitivas, cabe tratar dos sinais vitais.
https://jorgecarrano.blogspot.com/2026/09/as-funcoes-cognitivas.html
Tratar no sentido de abordar o tema também, e não tratar com recursos médicos para obter cura.
Inicio por definir quais são os sinais considerados vitais.
Como visto na imagem acima, os cinco sinais vitais padrão incluem:
Pressão arterial; Frequência cardíaca (pulso); Frequência respiratória; Temperatura corporal; e o quinto a dor.
A medição pontual dos valores pode ser feita em casa ou clinicamente em visitas médicas.
Meu cardiologista já me submeteu, duas vezes, à tortura dos exames mais completos, tais como MAPA e HOLTER. Tortura não porque causem sofrimento e dor, senão desconforto.
E diagnosticou arritmia cardíaca. Não pretendo morrer dela, mas com ela. Assim como próstata dilatada, gordura no fígado ...
Internado em UTI, com problema de síndrome respiratória aguda (SRA) tinha sobre minha cama, na parede, um equipamento que monitorava tudo isso que é vital. Ou quase. E emitia sinais sonoros desagradáveis pela continuidade.
Os valores considerados aceitos, ou normais, seriam, segundo o Google, charlatão virtual, falível:
Pressão arterial: O valor normal ideal fica abaixo de 120/80 mmHg, sendo aceitável entre 90/60 mmHg e 120/80 mmHg.
Frequência cardíaca (pulso): O ritmo normal para adultos é de 60 a 100 batimentos por minuto (bpm).
Frequência respiratória: A quantidade normal de respirações completas por minuto varia de 12 a 18 (ou até 20) movimentos por minuto.
Temperatura corporal: A faixa considerada normal fica entre 36,5°C e 37,3°C, com média em torno de 37°C.
Dor: Frequentemente adotada como o quinto sinal vital, é avaliada de forma subjetiva por escalas de intensidade (geralmente de 0 a 10). (Nota: Em alguns protocolos modernos, a saturação de oxigênio também substitui a dor ou complementa a lista como o quinto elemento.
Aí estão os sinais vitais que conhecia de nome, e que após pesquisas para "cometer" este post, conheço superficialmente, sem ter intimidade.
Viva os cientistas e/ou pesquisadores que criaram vacinas, fármacos e drogas em geral, do porte de Linus Pauling, Alexander Fleming e Albert Sabin, aqui reverenciados sem dependência da ordem de relevância de seus trabalhos, e apenas a guisa de exemplo.
































