Como mencionei foram vários, mas elejo como exemplo o Sargento Emil Foley um personagem icônico interpretado por Louis Gossett Jr. no filme de 1982 "A Força do Destino" (An Officer and a Gentleman). Como um instrutor rígido e exigente da Marinha.
Assim é o Fernando Diniz, técnico do Vasco da Gama, que encarna, à perfeição o personagem "sargentão", arbitrário, destemperado, típico do militarismo americano.
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| Aqui a vítima da fúria foi o português Nuno |
Coloquei ALGUNS em caixa alta porque ele é seletivo, não se comporta da mesma maneira com todos. Ele grita e xinga o fragilizado, o vulnerável.
Fico imaginando um filho, ou uma mãe de um jogador tomando um esporro do Diniz protótipo do desequilibrado.
Além da falta de equilíbrio emocional, Diniz revela falta de leitura do jogo. Escala mal e substitui de forma pior.
O Vasco não tem elenco, é verdade, mas tem comando técnico? Não, não tem.
Vou direto aos exemplos. Jogo Flamengo e Vasco. O árbitro expulsa um jogador do sistema defensivo do Vasco. Que faz o Diniz? Usa o surrado manual para casos que tais. Tira um atacante e repõe a defesa.
Lembram quem ele substituiu? O jovem GB, cria da casa, que tem 1,90 m e pesa 85 kg, portanto dono de imposição física e vocação de artilheiro, e deixa em campo o Coutinho. Você dirá, que o Coutinho tem talento criativo, mas criaria para quem com o time do recuado, acuado?
Conclusão? Trouxe o Flamengo todo para o ataque, inclusive os zagueiros, sem preocupação. Não seriam, como não foram, molestados.
Se ele tira o Coutinho (precisava ter colhão o que o Diniz não tem), que se arrastava para lá e para cá, sem espaço para jogar, e deixava o GB plantado sobre a linha divisória do campo, poderia, sim no condicional, endurecer o jogo.
Com esta medida seguraria os dois zagueiros do Flamengo lá atrás, o que já seria um ganho. Mas além disso poderia criar dificuldades para o Flamengo se determinasse que fizessem lançamentos longos para o ataque, onde o GB estaria em seu campo defensivo (sobre a linha divisória), portanto sem impedimento, e na força física disputasse as bolas ofensivas. Seria uma preocupação para o adversário.
O Flamengo amassou o Vasco, jugando o tempo todo na defesa cruz-maltina. Até que uma bola entrou.
No jogo contra o Mirassol, com o mesmo GB no banco, os alas e os atacantes jogando abertos nas pontas, cruzaram trocentas bolas na área, e não havia um atacante lá dentro para disputar.
Vocês dirão que ainda assim o Vasco fez um gol e com o Coutinho que nem é do ramo e não tem estatura. Coisas do futebol, mas não se pode contar com a imprevisibilidade.
Quando o GB entrou em campo, não havia mais cruzamentos na área adversária. Se não confia no garoto, por ser inexperiente, colocava o David que tem boa complexão física.
O GB, como o Rayan teve, precisa ser estimulado, prestigiado, pois tem potencial. E força física, boa arrancada e impulsão.
O brilhareco do Diniz no Fluminense (e foi só lá) deveu-se a fatores especiais que não estão presentes no Vasco de hoje.
Técnico de uma nota só, que se resume na definição que dele faz um amigo, que o apelidou de Pepe Diniz. Entenderam não? Pensa que é o Guardiola.
O espanhol tem ovos para quebrar e fazer omeletes, o Diniz não.
Já há uma reação concreta de sócia do clube, conforme link a seguir. Da mesma matéria foi pinçada a foto ilustrativa da conversa do Diniz com os jogadores.



9 comentários:
https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/casagrande/2026/01/30/diniz-nao-motiva-ele-constrange-e-faz-seu-jogador-ter-vergonha-da-familia.htm
O Vasco tem, em casa, Zuccarello, Estrela, JP e muitos outros e o Diniz inventa e insiste com Mathews França.
Fora os dois!
É realmente um caso típico de ASSÉDIO MORAL. De fácil conclusão, basta saber o valor da indenização/penalização. Eu pediria uns 500 mil reais pra fechar em 250.000 (dá pra comprar um bom carro).
Pepe Diniz é psicólogo, vcs sabiam disso ? Inacreditável.
Em termos futebolísticos, pensei que ele tinha desistido dessas saídas de bola kamikaze, só possível de sucesso com craques em campo, como o Pepe (o Guardiola) fazia no Manchester City.
Com o elenco que tem em mãos, tem que povoar o local onde a bola vai cair (treinamento), com uma bicuda do goleiro.
Eu fazia assim com meus times de crianças no Instituto Abel. Da série #feijãocomarroz.
Houve um lance estranhíssimo nesse Vasco x Mirassol - quem viu isso na TV ?
Com uma prancheta na mão, o auxiliar do Pepe Diniz pergunta a ele : quem vai sair ?
Pepe fecha os olhos e abaixa a cabeça, em transe, e responde o nome, depois de alguns segundos !!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Que entidade ele teria incorporado ali ???????
Em tempo : ótima estreia do RAYAN no Bournemouth
O atacante Rayan, ex-Vasco, estreou pelo Bournemouth neste sábado (31). O jovem, de 19 anos, entrou em campo aos 22 minutos do segundo tempo do duelo contra o Wolverhampton, fora de casa, pela Premier League. O time vencia por 1 a 0.
Vestindo a camisa 37, o brasileiro fez boas jogadas pelo lado esquerdo e se mostrou à vontade.
A atuação foi coroada aos 45 minutos. O atacante recebeu, dominou de direita, girou em cima da marcação e avançou para cruzar de perna esquerda. Alex Scott apareceu na área para completar para o fundo do gol, fazer 2 a 0 e garantir o triunfo.
Os veteranos hão de lembrara do Dorival Knipel, o Yustrich , um lendário e polêmico treinador (e goleiro brasileiro), conhecido como "Homão". Destacou-se como disciplinador rígido e explosivo entre as décadas de 1940 e 1970, dirigindo grandes clubes.
Coutinho não é o meia-armador clássico, no estilo Didi, Gerson, Dirceu Lopes. Destacou-se como atacante, jogando aberto pelo lado esquerdo. E fazia muitos gols, chutando em diagonal curva. No Liverpool fez história. Claro que tabelava muito bom, pois é talentoso.
Década de 60/70 :
Não posso deixar passar em branco o folclórico Sargento Ferreira (acho que era esse o nome), que selecionava no 3º RI em Niterói, quais entre os candidatos presentes iriam servir o Exército aos 18 anos de idade ...todos enfileirados e nus para a "revista".
Quem era dispensado, recebia um enorme X no peito , pintado com mercúrio cromo.
O sargento folclórico que conheci no 3º RI, onde servi antes de ser transferido para a 2ª CR, chamava-se Nazaré. Figuraça.
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