Um dos nomes de destaque, muito influente nesta entidade, foi Otávio Pinto Guimarães. Os clubes considerados grandes (torcida e suporte financeiro) tinham dirigentes (presidente ou vice de futebol) quase vitalícios, de grande prestígio, como Agathyrno da Silva Gomes e Eurico Miranda, no Vasco, Gilberto Cardoso e Fadel Fadel, no Flamengo, Ney Cidade Palmeiro ou Rivadávia Corrêa Meyer Jr., no Botafogo, e outros cuja memória me faltam.
Além dos dirigentes os patronos tinham papel importante posto que bancavam gratificações. Por exemplo Guilherme da Silveira e Castor de Andrade, no Bangu. O Botafogo teve Emil Pinheiro, do mesmo ramo do Castor.
Já mencionei a péssima qualidade da grama utilizada nos campos de futebol, associada a falta de manutenção adequada, e a falta de iluminação para jogos noturnos, em especial nos estádios dos clubes menores.
O do Madureira na rua Conselheiro Galvão, o do Olaria na rua Bariri, o do São Cristóvão na rua Figueira de Melo, o do Bonsucesso na Teixeira de Castro, assim como os dos demais clubes denominados "pequenos" (não em história e tradição, mas em orçamento).
América e Bangu estavam na prateleira dos grandes. clubes aqui no campeonato regional. E até aprontavam algumas gracinhas vez ou outra.
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| Zizinho |
Grandes jogadores envergaram as camisas de Bangu e América, graças principalmente aos patronos.
Zizinho, o Mestre Ziza, por exemplo, jogou sete anos no Bangu.
Os estádios menores citados, eram chamados de alçapões, p1940 e 1950.orq e ue vez ou outra os clubes da casa aprontavam.
Uma curiosidade. Quando calhava um resultado surpreendente, como o São Cristóvão vencer o Vasco, as manchetes que os jornais estampavam no dia seguinte eram parecidas: Vasco perde!
Porque clube pequeno, de pouca torcida, não vendia jornal 😂😂😂.
Voltarei a comentar o passado do futebol no Rio, nas décadas de 1940 e 1950.



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