Lamento por quem irá às urnas. A dificuldade para escolher 6 (seis) nomes confiáveis é equiparável aos 12 trabalhos de Hércules.
Um presidente, um governador, dois senadores, um deputado federal e um deputado estadual.
Duvido e faço pouco!!!
Que critérios, que fatores serão considerados? E as justificativas: gratidão, simpatia, aparência física, histórico profissional e familiar, religião ...
Ou bandeiras, princípios, programas ...?
E os partidos políticos terão influência?
Tenho pena de quem irá porque é obrigatório. Não é um direito, como apregoado, é uma punição.
O critério seletivo deveria priorizar o mérito, como fator determinante. Reproduzo, a seguir, trecho de postagem onde isto foi abordado (link em notas):
"Difícil, eu sei, mas fiquei vivamente impressionado com uma história que li, como apêndice num livro que tratava sobre a Lei de Parkinson, sobre um método oriental para escolha de um embaixador.
Não vou contar a história, mas resumirei o final dizendo que a conclusão da banca de seleção, composta por membros de notório saber, e sabedoria adquirida em anos de vida (Nelson Rodrigues aprovaria), foi a de que nenhum dos candidatos, todos titulados e interessados na função, preencheria todos os requisitos exigidos. Foi quando um deles mencionou um nome como sendo a pessoa de melhor perfil para a função tão importante. Todos acenaram que efetivamente seria um ótimo nome. Só que, alguém lembrou, ele não se candidatou.
Então aquele que mencionou o nome da pessoa mais qualificada respondeu: pois é, precisamos convencê-lo a aceitar."
Notas:
Abordado em :


Um comentário:
Haja Alka-Celsior, Engov, Sal de Fruta Eno e similares.
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