Tenho acompanhado a série "Fauda", apresentada pela Netflix, com bastante interesse, inobstante as cenas cruéis, violentas, que em geral rejeito. Mas não são gratuitas e emolduram o quadro de conflito entre israelenses e palestinos.
Sou fã de boas séries, como já declarado em https://jorgecarrano.blogspot.com/2025/06/series-nos-servicos-de-streaming.html, de diferentes matizes.
Friends, comentada em
https://jorgecarrano.blogspot.com/2019/10/friends-25-anos.html
Downton Abbey em
https://jorgecarrano.blogspot.com/2025/06/series-nos-servicos-de-streaming.html
The Crown em
https://jorgecarrano.blogspot.com/2017/12/the-crown.html
Ao invés de comentar, vou me permitir, mencionando a fonte, publicar excertos da entrevista com o co-roteirista, também ator, ex-agente - Lior Raz - por causa de dois trechos, a seguir (matéria em https://www.estadao.com.br/internacional/radar-global/ator-israelense-de-fauda-se-inspira-na-propria-experiencia-de-ex-agente-infiltrado/ )
"...a série tenta humanizar ambos os lados. "Mostramos as famílias e filhos dos dois adversários; mostramos que eles têm amor, sofrem."
E isto está retratado no seriado. E encerra a entrevista com uma afirmativa, que coincide com o senso comum de todos quantos estamos equidistantes do conflito histórico:
"Entretanto, ele
admite não saber se existe solução para o conflito. "Quisemos mostrar que
não importa se quem mata é israelense ou palestino, se é em território de um,
de outro: esse círculo de vingança continua e provavelmente não terá fim".
Não tenho, não ousaria por pura ignorância dos antecedentes históricos, da origem dos desentendimentos, opinião a respeito desta interminável e sangrenta guerra.
Entretanto, parece-me razoável que tendo Israel um território para chamar de seu, e nele instalar seu Estado, a Palestina tenha igual direito.
Nota: A palavra fauda significa literalmente "caos" ou "bagunça". (Google).


3 comentários:
Algumas cenas chocam, mas as exibidas pelos noticiários, no auge do conflito, mostrando as ruínas em Gaza; outras a que assistimos, com membros do Estado Islâmico degolando diante das câmeras, também são/foram difíceis de assistir. E não eram de ficção.
Parafraseando Ken Follett, em “O Buraco da Agulha”, a palavra HORROR foi inventada para expressar o que foi o massacre de Nir Oz, ocorrido em 7 de outubro de 2023, durante o ataque surpresa a Israel por terroristas do Hamas; e o que ocorreu em Gaza no rrevide dos israelenses.
Não conheço a série FAUDA nem pretendo conhecer. Basta ter assistido algumas cenas do ataque do Hamas em 2023, não mostradas na TV. Vi uma vez para nunca mais ver. Muita maldade, muito ódio. Imagina nom cativeiro.
Assim é o ser humano. Dezenas, talvez centenas de episódios similares em nossa história.
Caro BM, deve ser bem melhor para vc voltar a assistir aos programas e noticiários da política brasileira. Com certeza deve fazer menos mal a você !! Não é possível que não seja uma escolha melhor ......
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