Pode, claro. Se você caro leitor, como eu,
rejeita o bolsonarismo, mas tem como ideologia política viés de direita, e
descarta reeleger Lula, em quem votou como antídoto ao negacionista Bolsonaro, e
está decepcionado, então o Caiado é um nome a ser avaliado.
Médico, não se
opunha a vacina que Bolsonaro não aprovava o que levou a óbito uma grande
quantidade de brasileiros. A Covid-19 era uma "gripezinha", e a utilização de
cloroquina resolveria.
Caiado foi deputado federal e senador representando seu
Estado, com atuação de protagonista.
Em pesquisa recente foi aprovado com
percentual próximo aos 80%, pelos eleitores de Goiás, Estado que ele governa.
Produtor rural, muito envolvido com o agronegócio que tem sido a locomotiva de
nossa economia, com destaque nas exportações.
Sua bandeira principal é a segurança, que é uma preocupação dos brasileiros, em todo o país.
Não tem oratória brilhante, mas é
razoavelmente articulado, e tem voz firme e potente, aliado a uma boa estampa física. Muito melhor do que Lula,
por exemplo.
Mais na Wikipédia, que pode ser acessada em:
Voltarei ao assunto depois de ponderar com cuidado.


8 comentários:
Meu objetivo é encontrar uma terceira via, alternativa a dicotomia bolsonarismo x petismo. Alternativas repugnantes.
Tem experiência legislativa, nas duas casas do Congresso Nacional, e administrativa como governador de Goiás.
Tudo farinha do mesmo saco ! Seria uma 3ª Via esburacada precisando de um asfalto novo, de boa qualidade ?
Se tornou inelegível por 8 anos em 2024 pelo TRE de Goiás por abuso do poder político, e estranhamente alguns meses depois conseguiu a elegibilidade, mantendo as multas da condenação.
Brigou com Bolsonaro e depois o apoiou !!!??!! Tipo Alckmin hoje, depois de esmerdalhar o Cefalópode......
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2022/10/05/ronaldo-caiado-declara-apoio-a-bolsonaro.ghtml
Enfim ...... é tudo a mesmíssima coisa ! Melhor ponderar mesmo rsrsrsrs.
Em se tratando de um político, os delitos seriam considerados de pequenas causas, e apreciados em juizados especiais. São baixo poder ofensivo.
E tem mais, apoiar Bolsonaro num pleito contra Lula é virtude e não crime.
Caro Riva, aproveitando seu link fui dar um olhada. Afinal não quero comprar gato por lebre. E aí encontrei:
"LEIA TAMBÉM
Ronaldo Caiado é reeleito governador de Goiás no 1º turno com 51,81% dos votos
Caiado foi o mais votado em 240 das 246 cidades de Goiás; veja quais
Caiado critica fala de Bolsonaro, diz que presidente não pode 'lavar as mãos' e que só falará com ele por comunicados oficiais
A assessoria do governador ainda detalhou ao g1 que, durante a reunião, o governador fez uma espécie de "consulta" com os presentes para entender qual o posicionamento dos parlamentares de sua base, antes de declarar seu apoio; a maioria foi a favor de um apoio ao presidente Jair Bolsonaro.
Na segunda-feira (3), Caiado havia dito em entrevista à TV Anhanguera que seu apoio no segundo turno das eleições para presidente se tratava de uma decisão partidária. Por isso, aguardava uma reunião do União Brasil para tomar sua decisão.
"É uma decisão partidária..."
Ainda na mesma matéria (usar o link) ponto para Caiado quando:
"No entanto, a relação entre o presidente da República e o governador de Goiás acabou estremecida durante a pandemia da Covid-19, quando Caiado criticou falas de Bolsonaro, que pregava o retorno à normalidade, e afirmou que só se comunicaria com ele por meio de comunicados oficiais."
De novo, na mesma matéria sugerida por você, caro Riva:
"Fui aliado de primeira hora, durante todo tempo [de Bolsonaro], mas não posso admitir que venha agora um presidente da República lavar as mãos e responsabilizar outras pessoas por um colapso econômico ou pela falência de empregos que amanhã venha a acontecer. Não faz parte da postura de um governante", disse Caiado.
Pena que a polarização tenha sedimentado tanto, de um lado e de outro, que sobrou pouco espaço para uma terceira via.
Deve vencer um dos, para mim, indesejáveis, Lula ou Flávio.
Pena, vou continuar ponderando, com calma, posto que tenho alternativa para não sujar minhas mãos: usar a prerrogativa de não comparecer as urnas. Ou indo, anular o voto.
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