O colegiado supremo do judiciário no Brasil e o organismo multilateral internacional, evidenciam perdas de prestígio, de respeito, de autoridade.
A relevância
intrínseca, os propósitos justificativos de suas constituições são inquestionáveis.
Em suas operações estes
órgãos têm a importância e a credibilidade que lhes conferem as pessoas físicas
e Estados autônomos filiados lhes conferem.
Nossa corte
constitucional está sendo contestada não pela sua competência inata, mas pelo nível
ético/moral de seus atuais integrantes, ou parte deles. Estes são os
responsáveis pelo desgaste, pelo descrédito dos órgãos plúrimos.
A FIFA tem autoridade, assim como a LIESA, porque embora congreguem adversários, opositores entre sí, há um bem de maior valor a preservar, no caso competições esportivas e artísticas de música e dança.
A LIESA estabelece regras que são acatadas por todos depois de debatidas internamente. A FIFA igualmente, regulamenta e se impõe no universo do futebol.
Ambas as entidades punem, suspendem, estabelecem multas que são cumpridas por todos os filiados. Sem necessidade de braço armado.
Nota: esta postagem foi motivada pelas críticas crescentes ao Supremo Tribunal Federal, e ao esvaziamento e desprestígio da ONU e da OMC. O mundo assiste a conflitos como entre Paquistão/Afeganistão; Rússia/Ucrânia; Israel/Irã e na ONU só vemos retórica. Trump impõe tarifas a seu bel prazer e a OMC nada pode fazer.


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