Com perdão pela pobreza da construção idiomática, paráfrase da célebre frase do príncipe, em Hamlet, do bardo de Stratford-upon-Avon, vou dar pitacos:
1. Criação de tipos penais resolve? Utilizar um neologismo para rotular delitos antigos soluciona o comportamento antissocial?
Claro que não, criar o feminicídio só fez mexer com as estatísticas, com a criação de novo fator, novo extrato.
Vicaricídio e por decorrência misoginia só farão alguns poucos irem ao Aurélio ou ao Aulete ou Houaiss.
Minha opinião: pena de morte.
2. Trump, de novo, feito de babaca por Netanyahu. Os americanos ensaiam invadir, por terra, o Irã. Muitos deles morrerão, se acontecer, como no Vietnã no passado.
Enquanto isso Israel fica com o bombardeio e invasão do sul do Líbano, pais indefeso e de paz.
Minha opinião: Trump é babaca.
3. A Copa do Mundo cada vez me motiva menos. O crescimento do número de participantes, técnicos estrangeiros, uso de recursos como VAR e sensores nas bolas para confirmar gols, jogadores que atuam fora dos nossos olhos, cinco substituições, parada técnica ...
Sou saudosista, o modelo antigo era melhor. Só para lembrar fatos marcantes. Lembram do jogo Itália 4x3 Alemanha Ocidental, Estádio Azteca, na Cidade do México, em junho de 1970. Após um empate por 1 a 1 no tempo normal, na prorrogação teve cinco gols em apenas 17 minutos.
Franz Beckenbauer, o capitão alemão, continuou em campo com o braço enfaixado após deslocar o ombro, já que a Alemanha havia esgotado as substituições. A Itália saiu na frente, tomou a virada na prorrogação, buscou o empate e, finalmente, marcou o gol da vitória.
A derrota do Brasil para a Itália por 3 x 2 em 1982, conhecida como "Tragédia do Sarriá", na Copa do Mundo na Espanha. Paolo Rossi marcou os três gols da Itália, eliminando o favorito time de Telê Santana, que precisava apenas de um empate para avançar.
O Maracanaço, aqui em casa, na partida que decidiu a Copa do Mundo FIFA de 1950 disputada entre as Seleções do Brasil e do Uruguai, que venceu por 2x1 e deixou os brasileiros desolados, alguns em lágrimas. Também nos bastava um empate e saímos na frente no placar.
O que os casos relatados comprovam? Que técnico não ganha, senão Tele não teria perdido o mundial de 1982. E Feola (o dorminhoco) não ganharia em 1958. Que partidas heroicas como Alemanha x Itália não ocorrem mais, pois agora pode-se substituir quase toda a equipe.
Perdemos a identidade com boa parte dos jogadores selecionados, que jogam em ligas estrangeiras. Zizinho jogou até mesmo no Bangu, aqui diante de nossos olhos. Pelé foi para os Cosmos em 1975, já tetracampeão, em jogada de marketing.
Minha opinião: Ancelotti não ganha título em Copa do Mundo. Assim como Guardiola não ganharia, e nem o Jürgen Klopp tampouco. O convívio nos clubes é diário, nas seleções não.
4. Sobre as eleições presidenciais, comparo-as com a feita pelo amigo (e chefe) Marcos Telles de Almeida Santos, ao telefone, explicando a um amigo onde ficava seu novo local de trabalho, no Belenzinho (São Paulo capital).
Resumiu ele: "fica entre o deprimente e o degradante". Já contei o fato aqui no blog.
Minha opinião; consideradas as candidaturas postas, nossa escolha será entre o deprimente e o aviltante.
Melhor faltar que pelo menos não nos comprometemos como coautores.

4 comentários:
O título do post, como grafei e pretendia que fosse, era: "Opinion, to have or not to have, that is the question."
Razão pela qual iniciei "como paráfrase da célebre frase do príncipe, em Hamlet."
Não me pergunte porque o programa traduziu a minha revelia rsrsrs.
Sem que nada eu fizesse, regularizou.
Juro que tive uma boa noite de sono e não fumei ou cheirei algo exótico para mim.
Tenho, também, opinião sobre aborto e eutanásia. Qual é? Sou favorável.
Assim como sou sobre a liberação dos chamados jogos de azar, em cassinos.
Geraria emprego e renda, e reduziria o jogatina desenfreada desregulamentada, clandestina.
Redes sociais: comunidades dominadas por meliantes, delinquentes, malfeitores, malucos, analfabetos, pedófilos et caterva.
Em suma, extrato da sociedade.
Mera opinião, se é meu amigo e frequenta, considere-se exceção a regra.
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