O roteirista, o redator das histórias futebolísticas não poderia ter sido mais inspirado, no destino atribuído aos 4 selecionados que melhor se houveram.
Nas semifinais teremos: França x Espanha e Inglaterra x Argentina.
Além de tudo com a busca pela artilharia em aberto.
Sem examinar o escalonamento ao fazer minha previsão, errei ao apontar França e Espanha na final. Mas acertei ao tirar o Brasil na busca pelo tão esperado hexa, desde as oitavas.
Também pudera: ficou fácil. Foi um desastre o planejamento, escolha de técnicos, convocações, escalações e substituições.
Alguém me explica o que Luiz Henrique foi fazer nos bancos (ou porque neles ficou) sem ser cogitado para entrar em campo? Por que não defende?
O pior: o "mister" se blindou convocando Neymar e Endrick em atenção aos apelos populares. Cá para nós, nem mesmo o Rayan (de quem sou fã) estava preparado para assumir a titularidade. E escalado com funções defensivas virou coadjuvante, ou melhor, figurante.
Achei bem bolado e bem realizado o protocolo que precedeu aos jogos. A exposição das bandeiras, a entrada dos 26 jogadores dos elencos, execução dos hinos. Em todos os estádios, nos 3 países que sediaram, o que denota treinamento, organização.
Para onde penderá minha torcida? Ainda não decidi na final, mas sim nas semis: torço pelo Messi, mas paradoxalmente contra a Argentina; ademais meu respeito e admiração pela Inglaterra fazem meu coração oscilar para o Reino Unido.
Na outra semi, fico com a França pelo conjunto, estilo vertical, objetivo. O objetivo num jogo é a busca pela vitória, mas não se chega a ela, no futebol, sem "goal" (se me permitem a redundância (goal, meta, objetivo).
Numa possível final envolvendo os dois lados do Canal da Mancha, fico com o lado britânico. O menos provável, entre os 4 países apontados como favoritos nas prévias.
Ao invés de "La Marseillaise", prefiro cantar "God Save the King".


5 comentários:
Muitos "patriotas", acreditaram nas possibilidades do Brasil. Acho que é porque futebol é paixão. Mas ainda não nos recuperamos dos 7x1. Essa é a verdade.
Os nossos "Davi" (Marquinhos e Gabriel Magalhães) não seguraram o filisteu, ou melhor gigante norueguês, Golias (Haaland).
Qual é o palpite do polvo vidente?
Dá vergonha alheia relembrar aquele circo da convocação dos nossos 26 atletas.
Muito marketing em cima do HEXA, muita, mas muita grana pra todos os lados, pra muitos felizardos ... de atletas a artistas e profissionais do jornalismo esportivo.
E a realidade surgiu cedo, como era prevista por muitos de nós. Um futebol medíocre, sem intensidade, sem entrosamento, sem estratégia, e mais uma desclassificação frustrante para a torcida brasileira.
Hum ano de trabalho regiamente pago, e não tínhamos um time de 11 atletas formado ..... e Lancelot dessa vez não tirou coelhos da cartola como costuma fazer em clubes europeus - afinal, uma seleção nacional não é um clube.
Vamos às Semifinais mais que justas, sem Brasil, Alemanha, Holanda, Portugal e Uruguay.
Palpites ? Não ouso, só acho que a FRANÇA é a melhor das quatro seleções.
PS 1 : lamentável essa pausa para hidratação com fins comerciais. Sim, meu FLU jogou 2x no Maracanã essa semana, com temperaturas tipo 20º, com pausas para hidratação !! Na COPA é válida claro em função do calor reinante no torneio.
PS 2 : Faleceu RATTIN ontem aos 89 anos. Pra quem não conheceu, foi um atleta argentino cuja expulsão no jogo Argentina x Inglaterra na COPA de 1966 provocou a criação dos cartões amarelo e vermelho no FUTEBOL, utilizados na Copa de 1970.
Como ? O juiz que era alemão o expulsou, e ele não entendia o que o juiz falava pra ele, e deu a maior confusão até todos entenderem que era uma expulsão. A FIFA então criou os cartões para o entendimento imediato.
Algumas opiniões (Fonte UOL) :
O Ancelotti para o Canadá pode ser normal sempre, não é normal agora. O Vinícius Júnior ir para a Ibiza pode ser normal sempre, não é normal agora. O capitão não dar entrevista na volta ao Brasil e o avião voltar vazio pode ser normal, não é normal agora. O Neymar ir para a Vegas jogar pôquer durante a Copa do Mundo pode ser normal, mas não é normal agora.
(Arnaldo Ribeiro)
Me chateia tanto falar do Neymar, porque essa ostentação, essa falta de compromisso em relação à profissão dele. Primeiro foi aquela ostentação de comprar o relógio, no dia de folga, em Nova York, a ostentação de comprar um relógio de 5 milhões de reais. Pode comprar 20 relógios daqueles, 200. Mas você tirar foto com o sujeito que vender, orgulhosamente mostrar o relógio... Ostentação num país de tanta desigualdade como o nosso, sabe? É uma provocação.
(José Trajano)
Eu acho que existe uma tensão muito grande em cima do Neymar. Eu não acho que ele está fazendo nada de muito diferente do que os outros jogadores estão fazendo, mas como ele é o símbolo do futebol brasileiro nos últimos 15 anos ele também acaba sendo símbolo dessa desconexão da seleção brasileira com o momento, com a torcida, com as pessoas. Essa força mental, a fonte dela para a torcida argentina é nessa conexão com o país, com as pessoas, com a torcida que a gente perdeu, na minha visão, há muito tempo.
(Pedro Lopes)
Andrew Downie: ‘É difícil descrever o brilhantismo de Pelé para quem nunca o viu jogar’.
https://veja.abril.com.br/esporte/andrew-downie-e-dificil-descrever-o-brilhantismo-de-pele-para-quem-nunca-o-viu-jogar/
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