Antes foi a Ku Klux Klan , agora são os agentes do ICE (U.S. Immigration and Customs Enforcement), os repressores de latinos e asiáticos.
Os norte-americanos, em especial os republicanos, são supremacistas brancos que conservam o ranço escravagista.
Mas quando se trata de desportistas, atletas, gente do showbusiness, são tidos e havidos como celebridades yankees.
Os gêneros spiritual e gospel, que originaram o jazz, o blues e adjacências, eram entoados nos cultos dos escravos no sul do país.
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Com a consagração do estilo e aceitação em quase todo mundo, nomearam o Satchmo como embaixador do jazz.
No campo esportivo consagraram e louvaram Jesse Owens porque com ele foi humilhada a Alemanha nazista nas Olimpíadas de 1936.
Vendem a NBA como a grande competição de basketball, onde imperam os gigantes negros e habilidosos, como Michael Jordan.
No mundo artísticos mulheres talentosas como as abaixo (apenas como exemplo), lotavam as casas de show e vendiam milhares de LPs:
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| Billie Holiday |
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| Ella Fitzgerald |
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| Sarah Vaughan |
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| Etta James |
Um extrato da sociedade norte-americana é preconceituosa, intolerante, farsante, dissimulada.
E agora têm um presidente imperialista, beligerante, com alto nível de testosterona, segundo se gaba (e poucos neurônios, digo eu), que se arvora possuir a magnitude de semideus.
Bizarro e ridículo.










Um comentário:
O Brasil convive com uma contradição profunda: enquanto se proclama como uma sociedade miscigenada e “cordial”, práticas de preconceito e hipocrisia continuam enraizadas em suas estruturas sociais, políticas e culturais. Essa hipocrisia se manifesta no discurso oficial de igualdade, contrastando com a realidade de exclusão e violência contra grupos marginalizados.
Obrigado IA, pelo resumo analítico do tema por aqui. Por lá é problema deles.
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