12 de julho de 2026

COPA 2026: não haverá campeão inédito

O roteirista, o redator das histórias futebolísticas não poderia ter sido mais inspirado, no destino atribuído aos 4 selecionados que melhor se houveram.

Nas semifinais teremos: França x Espanha e Inglaterra x Argentina.

Além de tudo com a busca pela artilharia em aberto.

Sem examinar o escalonamento ao fazer minha previsão, errei ao apontar França e Espanha na final. Mas acertei ao tirar o Brasil na busca pelo tão esperado hexa, desde as oitavas.

Também pudera: ficou fácil. Foi um desastre o planejamento, escolha de técnicos, convocações, escalações e substituições.

Alguém me explica o que Luiz Henrique foi fazer nos bancos (ou porque neles ficou) sem ser cogitado para entrar em campo? Por que não defende? 

O pior: o "mister" se blindou convocando Neymar e Endrick em atenção aos apelos populares. Cá para nós, nem mesmo o  Rayan (de quem sou fã) estava preparado para assumir a titularidade. E escalado  com funções defensivas virou coadjuvante, ou melhor, figurante.

Achei bem bolado e bem realizado o protocolo que precedeu aos jogos. A exposição das bandeiras, a entrada dos 26 jogadores dos elencos, execução dos hinos. Em todos os estádios, nos 3 países que sediaram, o que denota treinamento, organização.

Para onde penderá minha torcida? Ainda não decidi na final, mas sim nas semis: torço pelo Messi, mas paradoxalmente contra a Argentina; ademais meu respeito e admiração pela Inglaterra fazem meu coração oscilar para o Reino Unido.

Na outra semi, fico com a França pelo conjunto, estilo vertical, objetivo. O objetivo num jogo é a busca pela vitória, mas não se chega a ela, no futebol, sem "goal" (se me permitem a redundância (goal, meta, objetivo).

Numa possível final envolvendo os dois lados do Canal da Mancha, fico com o lado britânico. O menos provável, entre os 4 países apontados como favoritos nas prévias.

Ao invés de "La Marseillaise",  prefiro cantar "God Save the King".


2 comentários:

Jorge Carrano disse...

Muitos "patriotas", acreditaram nas possibilidades do Brasil. Acho que é porque futebol é paixão. Mas ainda não nos recuperamos dos 7x1. Essa é a verdade.
Os nossos "Davi" (Marquinhos e Gabriel Magalhães) não seguraram o filisteu, ou melhor gigante norueguês, Golias (Haaland).

Jorge Carrano disse...

Qual é o palpite do polvo vidente?