2 de março de 2026

ONU, FIFA, STF e LIESA

O colegiado supremo do judiciário no Brasil e o organismo multilateral internacional, evidenciam perdas de prestígio, de respeito, de autoridade.

A relevância intrínseca, os propósitos justificativos de suas constituições são inquestionáveis.

Em suas operações estes órgãos têm a importância e a credibilidade que lhes conferem as pessoas físicas e Estados autônomos filiados lhes conferem.

Nossa corte constitucional está sendo contestada não pela sua competência inata, mas pelo nível ético/moral de seus atuais integrantes, ou parte deles. Estes são os responsáveis pelo desgaste, pelo descrédito dos órgãos plúrimos.

A FIFA tem autoridade, assim como a LIESA, porque embora congreguem adversários, opositores entre sí, há um bem de maior valor a preservar, no caso competições esportivas e artísticas de música e dança.



A LIESA estabelece regras que são acatadas por todos depois de debatidas internamente. A FIFA igualmente, regulamenta e se impõe no universo do futebol.

Ambas as entidades punem, suspendem, estabelecem multas que são cumpridas por todos os filiados. Sem necessidade de braço armado.

Nota: esta postagem foi motivada pelas críticas crescentes ao Supremo Tribunal Federal, e ao esvaziamento e desprestígio da ONU e da OMC. O mundo assiste a conflitos como entre Paquistão/Afeganistão; Rússia/Ucrânia; Israel/Irã e na ONU só vemos retórica. Trump impõe tarifas a seu bel prazer e a OMC nada pode fazer.