28 de julho de 2026

Preconceituosos e hipócritas





Antes foi a Ku Klux Klan , agora são os agentes do ICE (U.S. Immigration and Customs Enforcement), os repressores de latinos e asiáticos.

Os norte-americanos, em especial os republicanos, são supremacistas brancos que conservam  o ranço escravagista.

Mas quando se trata de desportistas, atletas, gente do showbusiness, são tidos e havidos como celebridades yankees.

Os gêneros spiritual e gospel, que originaram o jazz, o blues e adjacências, eram entoados nos cultos dos escravos  no sul do país.


Com a consagração do estilo e aceitação em quase todo mundo, nomearam o Satchmo como embaixador do jazz.


No campo esportivo consagraram e louvaram Jesse Owens porque com ele foi humilhada a Alemanha nazista nas Olimpíadas de 1936.


Vendem a NBA como a grande competição de basketball, onde imperam os gigantes negros e habilidosos, como Michael Jordan.


No mundo artísticos mulheres  talentosas como as abaixo (apenas como exemplo), lotavam as casas de show e vendiam milhares de LPs:

Billie Holiday

Ella Fitzgerald

Sarah Vaughan

Etta James


Um extrato da sociedade norte-americana é preconceituosa, intolerante, farsante, dissimulada.

E agora têm um presidente imperialista, beligerante, com alto nível de testosterona, segundo se gaba (e poucos neurônios, digo eu), que se arvora  possuir a magnitude de semideus.

Bizarro e ridículo.

Um comentário:

RIVA disse...

O Brasil convive com uma contradição profunda: enquanto se proclama como uma sociedade miscigenada e “cordial”, práticas de preconceito e hipocrisia continuam enraizadas em suas estruturas sociais, políticas e culturais. Essa hipocrisia se manifesta no discurso oficial de igualdade, contrastando com a realidade de exclusão e violência contra grupos marginalizados.

Obrigado IA, pelo resumo analítico do tema por aqui. Por lá é problema deles.