3 de maio de 2026

Cores e cantos, aves silvestres

Na minha infância gostava de admirar algumas desta aves a seguir, confinadas em viveiros amplos, sempre com água fresca e alimentação adequada, mas nem por isso deixando de ser aprisionamento.

Eram dois tios, por coincidência de nome João, um por parte de pai e outro pelo lado materno; um morava em Vila Izabel e o outro em São Gonçalo. Não se conheciam, portanto não mantinham contato.

Eu mesmo já admiti em recente postagem que tive canário-da-terra mantido em gaiola.

Eram outros tempos. Outra consciência. Diferente visão da natureza. Sem dúvida que seu devem viver em liberdade, por isso dotadas de asas, alimentando-se de frutos, larvas ou insetos

Única e exclusiva justificativa para mantê-las (as aves) presas, era a proteção assegurada contra predadores. E suprimento normal e contínuo de alimentação.

Bem-te-vi (nunca vi em cativeiro)

Sabiá

Beija-flor

Coleiro

Pintassilgo

Canário-da-terra


Tie-sangue

Azulão

Galo-da-serra


Graúna


João-de-barro










Predadores naturais, parte da cadeia alimentar.

Gavião

Anu-branco

Falcão
Os cantos nem sempre suaves, deleite para os ouvidos. Todos confinados em gaiolas, pela ordem: azulão, sabiá, pintassilgo e curió.






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