Na minha infância gostava de admirar algumas desta aves a seguir, confinadas em viveiros amplos, sempre com água fresca e alimentação adequada, mas nem por isso deixando de ser aprisionamento.
Eram dois tios, por coincidência de nome João, um por parte de pai e outro pelo lado materno; um morava em Vila Izabel e o outro em São Gonçalo. Não se conheciam, portanto não mantinham contato.
Eu mesmo já admiti em recente postagem que tive canário-da-terra mantido em gaiola.
Eram outros tempos. Outra consciência. Diferente visão da natureza. Sem dúvida que seu devem viver em liberdade, por isso dotadas de asas, alimentando-se de frutos, larvas ou insetos
Única e exclusiva justificativa para mantê-las (as aves) presas, era a proteção assegurada contra predadores. E suprimento normal e contínuo de alimentação.
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| Bem-te-vi (nunca vi em cativeiro) |
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| Sabiá |
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| Beija-flor |
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| Coleiro |
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| Pintassilgo |
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| Canário-da-terra |
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| Tie-sangue |
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| Azulão |
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| Galo-da-serra |
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| Graúna |
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| João-de-barro |
Predadores naturais, parte da cadeia alimentar.
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| Gavião |
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| Anu-branco |
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| Falcão |
Os cantos nem sempre suaves, deleite para os ouvidos. Todos confinados em gaiolas, pela ordem: azulão, sabiá, pintassilgo e curió.
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