Meu amigo Carlos Lopes publicou um post reverenciando o recém-falecido
Muhammad Ali, um dos maiores lutadores de boxe de todos os tempos. Leiam em:
http://calfilho.blogspot.com.br/2016/06/muhammad-ali-ou-cassius-clay.html
http://calfilho.blogspot.com.br/2016/06/muhammad-ali-ou-cassius-clay.html
| Foreman |
| Cassius Clay |
E eu pensava que o Sonny Liston e o George Foreman seriam imbatíveis tendo em vista a envergadura e a força física. Entretanto ambos foram à lona.
Dentre os que tive o privilégio de assistir lutando, via TV,
ele (Cassius Clay) foi sem dúvida o mais completo, com suas esquivas, pegada
forte e agilidade nas pernas (quase bailarino).
Meu pai, falecido em 1963, fazia alusão a alguns grandes
campeões mundiais de pesos-pesados, mas não os vi nos ringues senão em imagens
de arquivos utilizados em reportagens cinematográficas. Ele citava muito o Rocky Marciano.
Mas o post do Carlinhos levou-me à reflexão de que nossa geração,
e as mais próximas, antes e depois dela, foram privilegiadas. Quem mais, senão nós,
tivemos o prazer e alegria de ver, ao vivo e em cores, em plena forma,
atletas de diferentes modalidades, que entraram para história, e dela jamais sairão,
do nível de Di Stefano, Pelé e Maradona, numa ordem cronológica de aparecimento? Estou falando, por ora, de futebol.
E continuamos tendo a satisfação de ver Messi e Cristiano
Ronaldo, depois de Ronaldo e Romário, Zidane e Cruijff para citar apenas alguns
de gerações anteriores.
Claro que alguns não viram Di Stéfano, pois eu mesmo, nascido
em 1940, pouco vi deste excelente jogador, ao tempo em que defendia o Real Madrid. Mas foi fenomenal, como foi o nosso
Zizinho.
E no basquete? Vimos o Michael Jordan, o Schaquille O’Neal, o
Magic Johnson, e mais recentemente o LeBron James e o Kobe Bryant.
No tênis,
esporte que nunca pratiquei mas que
gosto de assistir quando as partidas são realizadas entre jogadores de alto
nível, posso mencionar John McEnroe,
Jimmy Connors, Bjorn Borg e Pete Sampras. Na era mais atual, ainda acho o Roger Federer tecnicamente melhor não obstante
o sucesso do Djokovic.Bem, quando tinha a Sharapova na quadra não perdia mesmo. Acho que ela praticava tênis, não é?
Até mesmo no
elitista esporte dos belos campos que é o golf (imbatível em visual), tive oportunidade de ver o lendário Tiger Woods, já agora em sua fase
outonal na carreira.
E no
automobilismo, em especial da Fórmula 1? Vi Juan Manuel Fangio, várias vezes
campeão na época em que nosso mais famoso piloto era o Chico Landi. Fangio só
foi superado pelo alemão Michael Schumacher, que também superou, em vitórias, o
nosso querido e saudoso Ayrton Senna.
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| Fangio |
É isso, se por
um lado ter nascido logo no pós-guerra hoje nos trás o peso da idade, por outro
lado vivemos de lá até aqui, um período maravilhoso com o surgimento de grandes
esportistas e artistas.
Mas dos
artistas inolvidáveis – tipo Beatles, Ella Fitzgerald e Louis Armstrong - falaremos outro dia.
















