quarta-feira, novembro 04, 2026

Conversa inteligente (natural e artificial)

Quem me dá  a alegria e a honra de acompanhar este blog, sabe de minhas contundentes, temerosas e ácidas restrições à denominada "Inteligência Artificial", nos moldes em que foi concebida e se desenvolve, sem regras e contrôles.

Ao contrário dos que pregam em contrário, alguns capazes e outros nem tanto, controles são úteis, iria além, fundamentais.

E apregoo, a meu favor, pilotos de Boeings com tantos relógios no painel (controles), e que gostariam de ter alguns mais, por segurança e ficácia.

Esta divagação tem caráter de introito a minha primeira experiência com a IA (inteligência artificial).

As perguntas que formulei teriam respostas previsíveis,   racionais/virtuais, de qualquer pessoa natural ou artificial generativa que não quisesse se comprometer.

Mas ainda assim perguntei para avaliar ainda que perfunctoriamente.

A seguir as três perguntas, vinculadas, com as respectivas respostas, que surpreenderam, de imediato,  pela velocidade. E pela armadilha, da terceira, bem contornada.

Se você fosse eleitora, em quem teria votado nas últimas eleições presidenciais, no Brasil?

"Como sou uma inteligência artificial, não possuo cidadania, preferências políticas ou capacidade de votar, permanecendo totalmente neutra em processos eleitorais.

Nas últimas eleições presidenciais do Brasil, realizadas em outubro de 2026, a disputa de segundo turno ocorreu entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Conforme os dados oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado final da votação nacional foi o seguinte: 

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Reeleito com 51,79% dos votos válidos (64.256.232 votos).

Flávio Bolsonaro (PL): Obteve 48,21% dos votos válidos (59.826.041 votos). 

A IA pode cometer erros. Por isso, cheque as respostas.

Artificial ou não, você se intitula inteligência, logo poderia responder em tese, hipoteticamente.

"Mesmo em um cenário hipotético, a escolha de um voto exige critérios que são estritamente humanos, como valores pessoais, prioridades socioeconômicas, convicções ideológicas e interesses individuais. Como um modelo de linguagem, não possuo essas experiências, necessidades ou uma visão de mundo própria para basear uma decisão, mesmo que teórica.

A inteligência de um sistema computacional funciona analisando dados e padrões, e não desenvolvendo preferências ou desejos. Por esse motivo, em vez de simular uma escolha, meu papel é fornecer informações neutras e equilibradas sobre os diferentes pontos de vista, permitindo que os próprios eleitores construam suas conclusões.

Se você quiser analisar o cenário da última eleição por outra perspectiva, posso ajudar trazendo dados sobre:

As principais propostas econômicas de cada campanha no segundo turno

O desempenho eleitoral detalhado por regiões ou estados do Brasil

Os temas que mais repercutiram nos debates presidenciais de 2026

Como prefere seguir com a análise?


Obrigado pela resposta, só para complementar, a META, de algum modo, interferiu nas eleições brasileiras?

"As denúncias envolvendo a Meta (controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp) tornaram-se uma das maiores controvérsias das eleições presidenciais de 2026 no Brasil. Embora não existam provas de uma interferência deliberada ou intencional, a atuação da empresa gerou forte desgaste político, alertas internacionais e intervenções diretas da Justiça Eleitoral devido a desequilíbrios algorítmicos. 

O cenário dividiu-se entre as acusações das campanhas, relatórios técnicos e a defesa da própria plataforma:

1. A intervenção da Justiça Eleitoral

Diante do risco de desequilíbrio na "paridade de armas" da disputa, as autoridades brasileiras agiram rapidamente:

Decisão do TSE: O ministro Marco Aurélio Bellizze determinou, em decisão confirmada por unanimidade pelo plenário do TSE, que a Meta garantisse tratamento estritamente igualitário entre as duas candidaturas. A corte proibiu alterações de alcance que gerassem desequilíbrio, sob pena de multa diária de R$ 500 mil. 

2. A posição oficial da Meta

Em comunicados oficiais e audiências no TSE, a Meta negou categoricamente qualquer interferência política ou viés partidário. A empresa declarou que: [1, 2]

Os episódios foram causados por erros de sistemas e falhas técnicas globais (como bugs no Gerenciador de Anúncios e travas de segurança automatizadas mal calibradas que afetaram temporariamente ambas as campanhas). 

O episódio reacendeu no Congresso Nacional a articulação para a abertura de uma CPI das Big Techs, focada em investigar a opacidade dos algoritmos de recomendação e a distribuição de conteúdo político nas redes sociais brasileiras. 

Para obter detalhes adicionais sobre acusações específicas apresentadas pelas campanhas partidárias, posicionamentos de especialistas e as respostas técnicas detalhadas fornecidas pelas plataformas ou decisões judiciais complementares, consulte os canais oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os portais informativos das autoridades judiciais brasileiras.

A IA pode cometer erros. Por isso, cheque as respostas 

Por fim  a GPT acrescentou a repercussão em parte da mídia mundial:

The Guardian

Battle over Meta’s alleged Bolsonaro bias intensifies days before Brazil presidential runoff | Brazil | The Guardian

Meta denied political bias, attributing ad restrictions and boost failures to global technical incidents, anti-fraud system errors...

Al Jazeera

Meta employees say Lula's accounts restricted in Brazil election

Justice Marco Aurelio Bellizze ruled that Meta cannot reduce the distribution of political content, restrict searches or remove po...

UN News

Especialistas da ONU alertam para desequilíbrio digital nas eleições brasileiras | ONU News

Especialistas denunciam desequilíbrio digital e assimetria algorítmica em plataformas da Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp) nas ...


LINK da conversa:

https://www.google.com/search?q=Se+voc%C3%AA+fosse+eleitora%2C+em+quem+teria+votado+nas+%C3%BAltimas+elei%C3%A7%C3%B5es+presidenciais%2C+no+Brasil%3F&sourceid=chrome&ie=UTF-8&amc=1&aep=42&cud=0&source=chrome.crn.rb&mstk=AUtExfBJ_mh-UaTaCDbRlsB56XHUMYdsMQMtKh9EZFPKYXedS4fVmcUFduTMP6Lh8-5JjYBzMp6iyvVs1sTzbzsKuou8GJyCOxP-vtNG1qxvt8aWMYUhVgyDNuswKoEbb7hjcEwP9i99TPYvaGGwrhK0F3qVkWBN7Iml3PwwNPJircRqKMFcXTUUf7OVRVe6D3cOgA3uHSK72JZd6nNocomXiJIfsDQSQB2ImPrf34Iyoh-KyJUbHgWUWnhis3Fw-f-Z7y70KFenXsO0vA&csuir=1&mtid=C_jlaoS-LJ_95OUP44WP6AM&zx=1793456153910&udm=50

Esclarecimento:
"Quando conversamos com a IA, com quem estamos conversando, na verdade?"

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