A Páscoa é a principal celebração cristã, comemorando a ressurreição de Jesus Cristo três dias após sua crucificação, simbolizando renovação, vida nova e esperança. Ocorre anualmente no domingo após a primeira lua cheia do equinócio (março/abril). Também representa a passagem da morte para a vida.
Como é sabido (ou não), para os judeus a comemoração é outra, o simbolismo é outro. Como é outro o período de comemoração.
O Pessach (Páscoa Judaica) comemora a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito, liderado por Moisés, conforme descrito no livro bíblico do Êxodo. A celebração, que dura sete ou oito dias, marca a passagem da escravidão para a liberdade, destacando a intervenção divina que poupou os primogênitos hebreus da décima praga.
Em 2026, o Nissan (que no calendário judaico corresponde, geralmente, aos meses de março ou abril do calendário gregoriano), que marca o início do ano religioso judaico, e o mês da Páscoa, começou ao pôr do sol de 19 de março, e terminará ao anoitecer de 17 de abril de 2026.
O calendário judeu - ou calendário hebraico - é conhecido por
ser lunissolar, isto é, que se baseia nos ciclos da lua e do sol.
Pessach é uma palavra do hebraico que significa passagem. O primeiro dia do Nissan, conhecido como Rosh Chodesh Nissa, marca o o início da primavera.
Nota: por honestidade intelectual, transparência e pela verdade, informo que estas considerações só foram possíveis com o auxílio luxuoso da IA.


6 comentários:
A abolição da escravatura (ou libertação dos escravos) no Brasil ocorreu em 13 de maio de 1888, com a assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel.
A data é comemorada, pelos negros e por brancos, sem caráter religioso.
Tudo cívico.
A abolicionismo, no Brasil, não teve um único líder.
Em 2013, ANA MARIA escreveu post sobre a PÁSCOA ...vale a pena reler.
https://jorgecarrano.blogspot.com/2013/03/pascoa.html
Sds a todos !!
Por sugestão do Riva, acessei o antigo post de minha irmã sobre a Páscoa e os costumes da época relatada.
Ela não mencionou que as emissoras de rádio não tocavam músicas populares, somente clássicas ou sacras; eventualmente uma valsinha dolente.
As imagens de santos, eventualmente existentes nas casas eram cobertas com pano roxo. Não se comia carne, somente peixe (o bacalhau é um deles, lembre-se). A propósito da malhação de Judas, boneco feito normalmente de pano, ou com aproveitamento de vestes usadas, vou comentar em apartado.
Se ainda é preservado o costume de malhação de Judas, amanhã (sábado) eles estarão travestidos de Trump, sendo agredidos a pauladas até ficarem rotos, em frangalhos.
Os “Judas” eram pendurados para malhação, e eram feitos geralmente de pano, com aproveitamento de roupas em desuso.
Todos participavam, mas as crianças eram as que mais se divertiam. A partir de certo momento social, os “Judas” passaram a ser caracterizados como bandidos, fraudadores ou políticos corruptos da época.
A plaqueta, no alto da cruz, tem a inscrição INRI acrônimo da frase em latim Iēsus Nazarēnus, Rēx Iūdaeōrum, que significa "Jesus Nazareno, Rei dos Judeus".Era um costume romano colocar uma placa com o "crime" cometido pelo condenado. A frase foi escrita como uma ironia ou acusação por ele se declarar rei.
Se Cristo era judeu ou não, já é outra história.
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