E mantive canário-da-terra em cativeiro.
Sem consciência ecológica, durante os anos 1940. E, cá para nós, não havia a classificação entre o que é politicamente correto e incorreto. Distinção esta meio babaca, estraga diversão, em certos aspectos.
Chamar um negro de negro não pode, mas pode chamar de mais moreno (infeliz eufemismo), o que é pior.
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| Canários-da-terra |
O que aqui trago e condeno, é o tráfico de aves silvestres. Aplaudo a decisão tomada e que li na matéria em https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/noticias/2026/brasil-devolve-440-canarios-da-terra-a-venezuela-apos-acao-contra-o-trafico-de-fauna
Ainda sobre o tema ver em https://www.metropoles.com/brasil/mais-de-500-animais-silvestres-sao-resgatados-de-cativeiros-ilegais
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| Várias espécies |
A fiscalização anda mais atenta e eficiente, o que resultou em prisão em flagrante:
Até mesmo a PRF está atenta, e agindo:
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Usei cerol, como arma defensiva, pois nunca ataquei outra cafifa com o objetivo de estragar a alegria, o prazer, de quem a empinava.
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Dava trabalho preparar. Era preciso moer, bem moído, o vidro. Usávamos, em geral, um paralelepípedo para tal fim. Comprar um pedaço de cola de sapateiro, no Osni, instalado na rua Visconde Uruguai. Ferver água numa lata, para derreter a cola, acrescentar o vidro moído, esperar esfriar para poder aplicar na linha.
Morava numa vila o que me permitia estivar a linha (nº 10) entre um poste e outro, para poder aplicar o cerol com a mão em cuia. Esperar secar e pronto. Era conveniente dar uma leve sacudida na linha logo após a aplicação, para tirar o excesso, antes de enrolar no carretel.
Hoje o cerol tem seu uso proibido. Na época relatada, não tomei conhecimento de acidentes envolvendo motociclistas. Nem de motociclistas 😂😂😂.
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Nunca fraturei braços ou pernas, na infância, e na velhice até agora não também 🙏🙏🙏.
Mas sofri acidentes, Escorreguei numa pedreira e abri o queixo. Foram necessários pontos. Resultou em cicatriz hoje oculta pela barba.
E pisei num fundo de garrafa quebrada, oculto no mato, que resultou num corte grande e profundo no pé (corte abrangendo parte do dorso e parte da planta. Muito sangue e costura. Esta cicatriz está exposta.
Em ambos os casos, socorro foi prestado num Posto de Saúde, municipal, existente na Rua Visconde de Uruguai na altura do Jardim de São João. No prédio, ainda existente, funciona algum órgão da PMN, não mais um posto de saúde público e eficiente ... e, claro, gratuito.






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