A babaquice do politicamente correto não tem limites. Mas quando se trata de humor vale repercutir. Assistam ao vídeo abaixo, bem criativo.
A babaquice do politicamente correto não tem limites. Mas quando se trata de humor vale repercutir. Assistam ao vídeo abaixo, bem criativo.
Votado e aprovado o relatório final da CPI, aguardo ansioso as consequências do apurado e comprovado.
Ficarmos indignados somente, corresponderá a um atestado de nossa idiotice. Seremos palhaços assumidos.
Isto não pode terminar na gargalhada do Flávio, imitando a do pai. Não pode terminar em pizza, como acreditam os fieis seguidores do alienado que colocamos na presidência.
Três ou quatro falas, devidamente registradas em áudio e vídeo, seriam suficientes para provar o desprezo do irresponsável a quem demos o comando do país, em relação ao enfrentamento da pandemia:
1. Quem toma a vacina são os maricas.
2. Quem toma vacina pode virar jacaré.
3. Quem toma a vacina vai contrair Aids.
4. Isso não passa de uma gripezinha.
Errei e já me penitenciei pelo fato de haver votado no psicopata, mas vendo as consequência de minha insensatez, continuar apoiando, acreditando nele, faria de mim um idiota de carteirinha. Profissional, como diria o Nelson Rodrigues.
Espero a condenação dele em tribunal internacional, mesmo sabendo a falta de poder coercitivo do mesmo, mas para colocar o energúmeno no index das criaturas abomináveis, nefastas, com desequilíbrio mental e desumanas.
Não estudei na PUC-Rio e não fui aluno do prestigiado jurista Haroldo Teixeira Valladão, ex-Consultor-Geral e ex-Procurador-Geral da República.
Mas trabalhei e convivi com dois advogados formados na renomada instituição universitária de ensino e formação.
Certa feita um deles comentando uma tarefa que ainda não fora executada citou uma frase do seu professor de Direito Internacional Público, o supramencionado Haroldo Valladão.
O mestre teria dito que "não se deve fazer hoje o que pode ser deixado para amanhã, porque pode ser que não seja mais necessário".
Está bem, também achei criativa e bem-humorada. Mas na vida real esta assertiva é equivocada e pode trazer complicações, dificuldades evitáveis, se o que tiver que ser feito seja feito a tempo e hora.
Numa outra abordagem, "esperto é o que cumpre a lei" de forma tempestiva. Prego e assim procedo.
Alguns de meus casos profissionais mais complexos e consequentemente demorados decorrem ou decorreram de omissão, negligência, preguiça ou eventualmente falta de dinheiro no momento em que a providência deveria ser tomada.
O governo do Jair adota e recomenda aos seus ministros esta política de "não fazer hoje o que tem que ser feito", mas por negacionismo, por irresponsabilidade, porque quer porque quer se reeleger.
Foi o caso da omissão na compra de vacinas no momento oportuno. Resultado: mais de seiscentos mil óbitos. Quantos destes poderiam ter sido evitados? Não sei. Se fosse uma só morte evitada já teria se justificado a compra da vacina.
Pergunte a uma esposa que enviuvou, a uma criança que ficou órfã (eventualmente de pai e mãe), a um pai que perdeu o filho ou a um filho que ficou sem seu pai.
Foi assim, como charlatão pregando tratamento ineficaz (opinião do mundo científico) e brincando com coisa séria, como abaixo, que o capitão procedeu.
| Cloroquina para a ema |
Depois de cinco ou seis dias sem dar plantão, o sol voltou a fornecer luz e calor. O céu, sem voltar ao seu habitual azul celeste, pelo menos perdeu o cinza-chumbo que me deixa de pneus arriados, faróis baixos e triste.
| Até ontem, 21/10/21 |
| Hoje, dia 22/10/21 |
A ordem deve ter partido do mesmo "agrônomo/ engenheiro florestal/paisagista ou simplesmente "palpiteiro" que comanda o setor.
O mesmo despreparado, insensível e obtuso que implicou com um arbusto que os mecanismos da natureza fez brotar e crescer na "Pedra de Itapuca", ali em Icaraí, quase na junção com a Praia das Flechas".
A alegação do preocupado e diligente "expert", de que se transformado em árvore, o arbusto em desenvolvimento causaria danos à pedra, era de cortar o coração: coitada da "Pedra de Itapuca".
| Arbusto condenado à morte |
Se queria aparecer poderia pendurar uma melancia no pescoço, ou se pretendia mostrar serviço poderia ter planejado e determinado o que plantar nos canteiros criados na calçada da Rua Paulo Alves (e bordas da "Praça César Tinoco)", para que não resultasse em desastre como está correndo.
| Um dos vários canteiros na Rua Paulo Alves, hoje. |
| Plantas inadequadas na Praça Cesar Tinoco |
| Por vezes esta é a situação na Praça César Tinoco |
No mais, idosos - como eu - fixando a vitamina "D" caminhando com esposa, ou acompanhante, aproveitando o sol que andou sumido.
Penso que teremos um belo final de semana, para gáudio de nós outros, seres urbanos, em geral sedentários, que precisamos do "astro rei" como dínamo que recarrega nossa bateria.
PS: a solitária garça voltou a frequentar a "Pedra do Índio", e seu entorno, como tem feito nos últimos anos.
Em 1981 eu era um jovem executivo de 41 anos de idade. Era contrário a tentativa de setores governamentais que pretendiam transformar o Brasil numa república sindicalista. Repudiava a esquerda sem cérebro, só impulso.
Por isso apoiei o "movimento militar" que certos setores chamam de "golpe militar" ou "ditadura militar", que abortou a tentativa da esquerda tupiniquim. Sem derramamento de sangue.
Mas dai a aceitar o terrorismo da direita, como ocorreu no atentado no Riocentro, no supracitado ano de 1981, existe uma enorme diferença. No horizonte alguns sinais são preocupantes, é preciso ficarmos atentos.
O terrorismo de direita me incomoda tanto quanto as revoluções sociais sangrentas de viés populista. Repudio a violência em todas as suas formas, venha de onde vier, seja qual for a motivação, independentemente da cor da bandeira empunhada.
Por isso tenho mais um motivo (que se soma a outros) para abominar o Bolsonaro. A sua política armamentista, tem o objetivo claro de armar a extrema direita. Os terroristas radicais extremistas de direita, como os que praticaram um atentado contra o consulado chinês, no Rio de Janeiro, no mês passado.
Sabem os generosos leitores que me distinguem com a leitura destas linhas mal esculpidas, que somente no ano passado foram registradas 179.771 armas de fogo no país? E que destas cerca de 45.000 são de grande poder destrutivo, como fuzis, rifles e pistolas de grosso calibre?
Como Bolsonaro teme - com toda razão neste caso - perder a eleição do próximo ano, poderá, em desespero de causa, apelar para a violência, o autoritarismo, a imposição pelas armas, incitando seus mais fanáticos seguidores. Vade retro!!!
Nunca fui e não sou adepto da barbárie, do vandalismo, por isso lamento que em nome da defesa dos desassistidos sejam necessárias revoluções como a francesa, no século XVIII e a soviética no século XX.
Abro parêntesis para lamentar, porque oportuno, também o golpe militar (e aqui foi golpe mesmo) que derrubou a monarquia no país. Sem comparar os cenários, ações e consequências com os episódios na França e na Rússia.
O golpe, agora, seria contra a democracia. Os indícios estão aí. Não enxerga que não quer.
Matérias jornalísticas e Wikipédia:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Atentado_do_Riocentro
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Russa_de_1917
Já contei aqui (mais de uma vez), um episódio que casualmente presenciei, na sede da Matarazzo Têxtil, então localizada no bairro do Belenzinho, em São Paulo, capital.
Um amigo era diretor da supramencionada empresa, e ao telefone informava a um outro amigo onde estava. Supostamente este outro amigo não conhecia bem a cidade e deve ter manifestado algum tipo de dúvida.
Foi quando o Marcos Teles de Almeida Santos, (um de meus personagens inesquecíveis) explicou: fica entre o degradante e o deprimente.
Claro que para quem como ele, morador dos Jardins, e viajado, o bairro em questão era muito feio e mal conservado. Uma espécie de São Gonçalo no início do século XX, se me faço entender.
Noutro dia, lendo a coluna do Merval Pereira, jornalista e acadêmico (ABL), que ele intitulou de "Inaceitável e indesejável", referindo-se e adjetivando as candidaturas Lula e Bolsonaro, lembrei-me, de novo, do comentário ferino, mas pertinente, sobre o Belenzinho.
O aspone mais recente é o ex-ministro Pazuello. Acaba de ser nomeado como "Assessor Especial da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos". Muito especial, notaram?
Esta nomeação foi feita como reconhecimento a sua lealdade. Afinal um manda e o outro obedece.
Essa benesse acrescenta aos R$ 32.000,00 que o "estrategista" recebe como general, mais R$ 12.000,00 por mês. Nada mal para não fazer por...caria nenhuma.
https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2021/10/15/interna_politica,1314194/a-agenda-vazia-do-assessor-pazuello.shtml
https://noticias.r7.com/brasilia/pazuello-perde-status-de-secretario-e-vira-assessor-no-governo-federal-01102021
A discricionaridade aludida no título, qualidade atribuída a alguns titulares de cargos e funções públicas, tem sido objeto de muitas criticas.
O que me chama a atenção é que quando o poder discricionário é exercido por alguém que está do nosso lado, nada comentamos sobre o exercício do poder de forma ilimitada.
Dou como exemplo o caso do presidente da Câmara dos Deputados, que tem a prerrogativa de colocar em trâmite naquela casa legislativa, ou engavetar, os pedidos de impeachment do presidente da República.
Os bolsonaristas, por óbvio (já são mais de 130 os pedidos lá apresentados), emudecem sobre o caso, achando sensato.
Mas quando o presidente da comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, que tem a competência privativa, deixa de apreciar, para programar a sabatina de indicado pelo Bolsonaro para cadeira no STF, os mesmos bolsonaristas ficam indignados, recorrem à via judicial, apelam para que o presidente do Senado intervenha, achando um absurdo que um único senador, que representa um Estado sem expressão nacional (opinião deles), detenha tanto poder.
Mais polêmica nesta linha, dá-se com ministros do STF que têm competência para decidirem monocraticamente algumas demandas.
Se estas decisões singulares ocorrem na direção do que gostaríamos ou apoiamos, o ministro prolator revela coragem profissional, saber jurídico, apego à democracia e defesa da Constituição Federal.
Em todos estes casos aplica-se a lendária pauta atribuída a um jornalista que deveria fazer uma matéria sobre Jesus Cristo.
Assim que lhe foi delegada a tarefa indagou do editor-chefe: mas deve ser contra ou a favor?
Desde há muito o tema refugiados habita as pautas das mídias, mundo afora, não sai das agendas de chefes de Estado das grandes potências, frequenta os plenários legislativos de congressos e câmaras nacionais e continentais, e organismos internacionais.
Não há consenso entre
as lideranças mundiais. Claro, são culturas diferentes, estágios de
desenvolvimento econômico diferentes, lideranças com visões e ideologias
distintas.
Trata-se, com efeito,
de um problema sério. Humano, social e econômico. O tema é polêmico, mas a tendência é de não aceitação de refugiados.
Diante da fome que
deixa marcas e sequelas na vida de levas de refugiados, de diferentes etnias,
que fogem de perseguição política e de falta de atenção de poderes públicos em
locais menos desenvolvidos, não há como não se comover.
O problema não é
continental, não é nacional, é planetário.
Erguer muros, impedir o
desembarque de refugiados que aportam acotovelados em embarcações sem
segurança, sem recursos de água e alimentos para seus ocupantes, é ato
desumano.
Acolher refugiados não
é simples em todo o mundo. Uns podem mais, outros podem menos, e outros
simplesmente não podem mesmo. E há os que podem e deveriam.
Vejamos o Brasil.
Acolhemos, segundo dados oficiais, 53 mil refugiados venezuelanos, nos últimos
três anos. Não foi fácil.
Foi preciso
interioriza-los, dar assistência médico/hospitalar, e principalmente empregos
(ocupações) dignos, que lhes permitam deixar de depender de programas
assistenciais. Ou caridade de humana.
Os brasileiros somos
uma nação de desassistidos. Os beneficiários de auxílio emergencial, bolsa
família ou que nome seja dado aos programas sociais atingem a casa de milhões.
Cabe, aqui e agora,
explicar porque suscito este assunto que não domino e sobre o qual sequer tenho
informações suficientes para, sem ser leviano, comentar.
A aposentadoria de
Angela Merkel, chanceler alemã, é uma razão, a outra é a premiação do Nobel, em
especial os de medicina e de literatura, conferidos a refugiados nos USA e no
Reino Unido.
Merkel, ao cabo de 16
anos deixa o comando da maior potência econômica da Europa. E deixa
espontaneamente, não obstante seus 77% recebidos na pesquisa de aprovação,
nível mais alto obtido por qualquer outro líder mundial.
Isto ao final de seu
quarto mandato. Segundo registro jornalístico nenhum outro chanceler alemão
deixou o poder espontaneamente.
Pretende se dedicar as
coisas simples da vida, como “assar um bolo de ameixa”.
Enquanto aqui no Brasil
torcedores cogitam entregar o comando de nossa seleção ao Guardiola, de
minha parte, aqui de meu cantinho, se possível fosse, gostaria de ver Merkel
dirigindo nosso país.
Mas por que ela está
citada no post sobre refugiados? Porque ao contrário da maioria dos demais
dirigentes da Europa, e reagindo a eles, acolheu mais de um milhão de necessitados da Síria, Iraque e Afeganistão, entre outros.
Conta com o
reconhecimento e as homenagens destas famílias acolhidas. É grande o número de
crianças, como se verifica nos batismos de filhas, e até filhos deles nascidos na
Alemanha, aos quais dão o nome de Angela ou Angie, e até Angela Merkel.
“Ela nos deu teto e
futuro para nossos filhos”, explica uma agradecida refugiada.
Outra diz que no futuro
explicará ao filho porque ele se chama Merkel e contarei a ele nossa história.
Ao filho ela deu o nome de Cristo Merkel.
Exagero? Penso que não.
Quando todas as portas estavam fechadas e, segundo matéria que li, alguns
outros líderes europeus (incrível) pagavam à Líbia e a Turquia para impedir que
necessitados cruzassem o Mar Egeu ou o Mediterrâneo, Angela Merkel abriu as
fronteiras da Alemanha e acolheu mais de um milhão de refugiados.
Outras histórias, dignificantes, exemplares, de refugiados, precisam ser replicadas. Eles – os necessitados – não são meros números de estatísticas assistencialistas. São pessoas com potencial, anseios, sonhos, que muitas vezes dão retornos.
Vejam por exemplo o
caso de Ardem Patapoutian, biólogo molecular, de origem armênia, nascido no
Líbano, e que ainda criança refugiou-se com a família nos USA, por causa da guerra civil libanesa.
Construiu carreira
acadêmica em Universidades americanas, e acaba de ser agraciado com o Nobel de Medicina.
Também o Nobel de Literatura – Abdulrazak Gurnah – nascido
em Zanzibar, na Tanzânia, e chegou à Inglaterra como refugiado na década de
1960.
Poucas pessoas sabem –
e só soube hoje – que tem um vencedor de Nobel nascido no Brasil.
Peter Brian Medawar, biólogo,
nasceu em Petrópolis, em 1915, filho de imigrante libanês com imigrante inglesa,
que mudaram para Inglaterra com o filho ainda criança.
Ele ganhou o Nobel de
Fisiologia (medicina) em 1960.
Não eram refugiados, entrou aqui na postagem pelo inédito prêmio entre nascidos no Brasil.
Como já temos santo brasileiro (Frei Galvão), um Nobel nascido aqui nestas terras, está faltando um Papa. A Argentina já tem.