4 de julho de 2011

Claude Monet, pintou e plantou

Monet não nos deixou apenas maravilhosas telas, senão também maravilhosos jardins, que ao final de sua vida foram magistralmenete reproduzidos em seus quadros.

Existiam pelo menos 14 aspectos do "jardim aquático de Giverny", no atelier de Monet. O motivo do jardim das ninféias e o seu espaço envolvente passaram a ocupar a maior parte do tempo do artista, a partir da construção até o final de sua vida. Nos seus últimos anos, Monet dedicou-se muito ao projeto de aplicar suas idéias decorativas tanto na casa como no jardim. Nesta tarefa, foi auxiliado por seu jardineiro chefe e mais cinco ajudantes.

O impressionista francês Claude Monet, alugou uma casa na pequena Giverny, um vilarejo que na época tinha apenas 300 habitantes e ficava a 70 km da capital francesa, a natureza, flores e a luz fascinaram Monet, que não teve dúvidas e comprou terrenos em volta de sua propriedade, criando um paraíso natural.

Foram plantadas diversas espécias de flores, plantas ornamentais e árvores frutíferas. Dois jardins foram criados de forma espontânea, o Jardim d’Água e o Jardim da Normandia, no fim da sua vida o artista havia plantado mais de 1.700 espécias de flores e plantas.



Um passeio maravilhoso sobretudo na primavera. Além da visita da casa do pintor e a sua coleção de estampas japonesas, o objetivo mesmo deste passeio é a visita dos jardins de Monet. Eles representam ao vivo os quadros do mestre do impressionismo.

Como chegar lá:

O mais fácil é ir de trem. Na estação Saint Lazare comprar uma passagem para o trajeto Paris/Rouen. Descer em Vernon. A distância entre Vernon e Giverny é de 7 km. Várias opções: pegar um ônibus que sai à cada 15 minutos de Vernon para Giverny; alugar um bicicleta na estação mesmo; pegar um táxi  e  até caminahndo, se tiver disposição.É pertinho.







Todas as fotos obtidas no Google

3 de julho de 2011

Horóscopo

Este blog, que trata de generalidades, já abordou política, esportes, religião e culinária. Faltava uma seção de horóscopo. Não temos, mesmo entre os colaboradores, nenhum astrólogo, então a empretitada ficou para mim mesmo.

Então vamos as previsões, com os sígnos em ordem aleatória.



VIRGEM : Porque quer. Atente para dois ditos populares: “mexer com os pauzinhos” e “antes tarde do que nunca”.


LIBRA: Mais valiosa do que o dólar e do que o euro. Mas com um inconveniente: só se dá bem na Inglaterra. Difícil achar o ponto de equilíbrio. Tende a pender para o lado mais forte.




TOURO: Vergonha da mãe? O cervo tem do pai. Mas os nascidos em 21 se abril são inteligentes, cultos, elegantes e charmosos. Pode confiar.




APRICÓRNIO: Alegre-se pois é o melhor trópico; o de câncer está em situação pior. Em estado terminal.



AQUÁRIO: Vida tranquila, águas mansas, sem ondas, não sofre influências de ventos e nem da lua. Ambiciona ser piscina. Mas lembre-se de Ramos. 





PEIXES: Cuidado com o mar nos próximos dias. A maré não está para vocês. Sua pior fase é a semana santa. Ultrapassada esta as suas chances melhoram.



CÂNCER: Vá ao INCA, é uma referência no tratamento. Se diagnosticado na primeira infância, tem cura; se ao contrário chegar a fase adulta, babáu.


 
ESCORPIÃO: Melhor evitar a piada da travessia do rio, para não morrer com o jacaré, por não poder negar sua natureza. Segue envenenando, apesar das criticas.






LEÃO: Sempre temido, seja na selva, seja na Receita Federal. Perdeu emprego na Metro e vive de carnê. Preferia sem o circunflexo.






SAGITÁRIO: Crise de identidade. Não sabe se é Robin Hood ou Minotauro? Tente arco e flecha nas olimpíadas.




GÊMEOS: Veja pelo lado bom; se não vai dar certo, manda seu irmão. Formem dupla de nado sincronizado ou caipira. Basta um ir ao fotógrafo: economizem nas 3/4. Acompanhará seu envelhecimento olhando pra o outro, sem precisar de espelho.


ÁRIES: Pertencente a família dos cornos, juntamente com Touro e Capricórnio. Deveriam casar entre sí, e o amor seria livre e o adultério assumido.





Era para ser engraçado.

Puladas de cerca

Não! Tranqüilizem-se, não vou voltar a falar de minha experiência de morar no campo.

Esta pulada de cerca é aquela famosa traiçãozinha, coisa pouca, tiquinho de nada, que o marido ou a mulher faz durante o casamento. Como não tenho experiência própria no assunto falarei pela boca de outros, e com base na experiência deles.

Um amigo me contou que traiu poucas vezes; contariam-se quantas nos dedos, incluindo os artelhos. E ria pelo chiste.

Mas, segundo contava, foram poucas e sempre por razões fortes e compreensíveis.

A começar o pavor de não dar no couro, não corresponder às expectativas. Homem detesta comparações, principalmente se ele não for colocado no topo

A segunda razão é inversa. Há o risco de agradar e a mulher não largar mais o seu pé (?). Em outras palavras, ela gosta e fica assediando o resto da vida. Quem não quer trocar de mulher, está feliz e satisfeito com a que tem, vai achar um saco aquela insistente.

Uma terceira razão seria o risco de você gostar muito, dizia, e querer trocar de mulher. Ou manter sempre as duas e alternar em função de TPM, menstruação e alterações de  humor.

Ele contava algumas destas aventuras e frisava que não haveria mais a mínima chance de recaída, porque “sossegara o facho.” Lecionava que por mais cuidadoso que você seja, sempre ficam rastros e a mulher, a oficial e companheira, acaba desconfiando. E arrematava, como conselho: “não admita nunca, negue sempre mesmo diante de todas as evidências e até provas materiais”. E lembrava a piada do baton na cueca.

Bem, eles estavam casados há muitos anos; e se amavam e respeitavam, aparentemente.

Como dizer que respeitava a mulher se a traiu desavergonhadamente? Respondia tranquilo: “Simples. Existem situações nas quais o homem não tem como se furtar da pulada de cerca. As mulheres, de uns tempos a esta parte, principalmente depois da revolução da queima dos sutiãs, partiram para o ataque. Em algumas ocasiões seria impróprio, inadequado e até perigoso não pegar. Você acaba com a pecha de "bicha", e sua mulher não há de querer isso."

Pois é, já foi assim, homem que era homem, tinha que traçar todas, principalmente se davam mole.

Este amigo tinha uma tese: “não existe amizade desinteressada, platônica, tipo maninha, entre homem e mulher. Ou um ou outro está a fim do outro e quer sexo”.

2 de julho de 2011

Minha deusa perdeu em Wimbledon...na quadra

Não assisti a partida, mas leio que Maria Sharapova era a favorita, começou melhor, mas sucumbiu diante de uma inspirada Petra Kvitova, oitava do ranking da WTA e estreante em finais de Grand Slam, neste sábado dia 2 de julho. A tenista tcheca surpreendeu a russa e venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6-3, 6-4, na grande decisão do torneio de Wimbledon em 2011.

Sete anos depois de sua primeira final - e seu primeiro título de Grand Slam - Sharapova tentava nova vitória em Londres ao entrar na quadra central do charmoso complexo de Wimbledon.. Sua adversária, desta vez, foi a tcheca Petra Kvitova, número 8 do mundo. Sharapova, de 24 anos, buscava seu quarto título de Grand Slam, eis que  tem no currículo os troféus de Wimbledon/2004, US Open/2006 e Australian Open/2008. Kvitova, por sua vez, disputou e ganhou (na quadra) sua primeira decisão em um torneio deste porte.

Estou frisando que venceu na quadra, porque no meu coração a Sharapova continua reinando.
A história só registra vencedores, mas não eu. Presto minhas homenagens a bela russa, com as fotos abaixo.











Ninguém fez melhor do que...

Cinema foi a melhor – e única – diversão da garotada nos longínquos anos 1940/1950, excluindo-se as brincadeiras de rua (passar o anel, roda, píque, chicotinho queimado e outras).

Estribado na grande frequência aos cinemas de Niterói, na infância; na bastante regular frequência na adolescência e na esporádica frequência na fase adulta, elegi meus heróis, os “mocinhos” a serem imitados e os legendários bandidos galantes.

Evidentemente que um personagem acaba por tomar o rosto de seu interprete nas telas, principalmente se não se conhece a verdadeira feição da figura real, quando existiu, ou da ficcional.

Vejamos alguns casos, com recursos de memória e o auxílio luxuoso e indispensável da Wikpédia/Google.

Os verdadeiros irmãos Jesse e Frank James
 Jesse Woodson James foi um fora-da-lei, do Velho Oeste dos Estados Unidos da América, conhecido por seus roubos. Porém, Jesse nem sempre foi um fora-da-lei. Antes de entrar para o mundo do crime, ele e seu irmão Frank eram agricultores.

É considerado por muitos historiadores como um dos melhores cowboys a utilizar a arma. Alguns dizem que seu primeiro assassinato ocorreu com 14 anos de idade.

Um dos bandidos do velho oeste mais celebrado pelo cinema, Jesse James. O homem que se viu falido depois da Guerra da Secessão e aterrorizou, pelo menos, seis estados norteamericanos em poucos anos, foi morto por Robert Ford em 3 de abril de 1882 e acabou entrando para a mitologia contemporânea como uma pessoa resoluta, firme e de ótimas intenções.

Com sua gangue debandada por prisões, mortes e desistências, Jesse achou que só restavam dois homens em que ele podia confiar: os irmãos Robert Ford e Charley Ford. Charley já conhecia Jesse, mas Bob era um recém-recrutado. Jesse levou os irmãos Ford para acompanhar ele a a família. Houve rumores de que Jesse tinha tido um caso com a irmã dos Fords, Martha Bolton. Jesse não sabia que Bob Ford havia secretamente negociado com o governador do Missouri, para entregá-lo.
Em 3 de abril de 1882, após comer o café da manhã, os Fords e Jesse James faziam os preparativos para outro roubo e cuidavam dos cavalos. Jesse estava sem o paletó e sem as armas e foi descrito que ele removia o pó de um quadro, subindo em uma cadeira. Robert Ford aproveitou a oportunidade e atirou em Jesse na cabeça.

O personagem real - Jesse James - matava mesmo, e como se viu começou cedo, aos 14 anos de idade, segundo relatos históricos; roubava muito e era tão contra a abolição da escravatura que jurou matar todo negro livre do Missouri, mas mesmo assim Hollywood sempre o retratou como um herói trágico, o homem que não teve saída a não ser cair no crime.

Contam-se as dezenas os livros relatando as aventuras deste bandido/herói, e as biografias pouco discrepam. Sua vida, suas aventuras e sua morte por assassinato, num ato de traição de um dos integrantes da quadrilha, já foram adaptados para o cinema e foram vários os atores que fizeram o papel de Jesse James.

Curiosamente, o primeiro cara a retratar Jesse James no cinema (mudo) foi justamente Jesse James Jr, seu filho. Ele era advogado, passeava por aí com pseudônimo de Tim Edwards, justamente para não ficar relacionado com o pai, mas quando o velho foi reabilitado pela história como um produto social da America pos-Guerra Civil, pode sair do ostracismo e estrear dois filmes em 1921. Em um deles, sua irmã atuou como coadjuvante.

Esta versão eu não assisti. Mas assisti a filmada em 1939, quando o bandido caiu nas graças do público porque foi interpretado por Tyrone Power, astro e símbolo sexual (para as mulheres) da época. O título do filme é “Lenda de Uma Era sem Lei”, de Henry King, e Henry Fonda fazia seu irmão, Frank James.

Na minha memória e no meu imaginário, Tyrone Power era a imagem de Jesse James. E ninguém interpretou e jamais interpretará o vilão real, e ao mesmo tempo lendário, do que Tyrone Power.

James Bond, também conhecido pelo código 007, é um agente secreto fictício do serviço de espionagem britânico MI-6, criado pelo escritor Ian Fleming em 1953.

O personagem foi apresentado ao público em livros de bolso na década de 1950, com a novela Casino Royale, tornando-se um sucesso de venda e popularidade entre os britânicos e, logo a seguir, entre os países de língua inglesa. Na década seguinte, os livros viraram uma grande franquia no cinema, a mais duradora e bem sucedida financeiramente, com um total de vinte dois filmes oficiais, começando com O Satânico Dr. No, em 1962.

Ian Fleming escreveu doze livros e dois contos sobre ele, antes de morrer, em 1964. Após sua morte, outros livros subsequentes foram escritos por Kingsley Amis e Raymond Benson, entre outros. Quem primeiro interpretou o famoso agente que tem licença para matar foi o ator Sean Connery, no citado filme “O satânico Dr. No”.

E, desde então, pelo menos para mim, o Agente 007 tem a imagem e semelhança do ator escocês. Nenhum outro fez, ou fará, já que é inesgotável a fonte (franquia), este agente do serviço secreto britânico.


Tarzan é um personagem de ficção criado pelo escritor estadunidense Edgar Rice Burroughs no romance Tarzan of the Apes, de 1912. O personagem aparece em dezenas de livros e em diversos contos avulsos. Outros escritores também escreveram obras com o herói, como Barton Werper, Fritz Leiber, Philip José Farmer e outros.

Tarzan é filho de ingleses, porém foi criado por macacos ("manganis", na linguagem dos símios, criada por Burroughs) na África, depois da morte de seus pais. Seu verdadeiro nome é John Clayton III, Lorde Greystoke. Tarzan é o nome dado a ele pelos macacos e significa "Pele Branca".

E quem, na minha opinião, representou o filho das selvas de maneira definitiva, senão o ator Johnny Weissmuller, ex-campeão olímpico de natação.


Robin Hood é um herói mítico inglês, um fora-da-lei que roubava dos ricos para dar aos pobres, aos tempos do Rei Ricardo Coração de Leão. Era hábil no arco e flecha e vivia na floresta de Sherwood. Era ajudado por seus amigos "João Pequeno" e "Frei Tuck", entre outros moradores de Sherwood. Teria vivido no século XIII, gostava de vaguear pela floresta e prezava a liberdade. Ficou imortalizado como "Príncipe dos ladrões".

Tenha ou não existido tal como o conhecemos, Robin Hood é, para muitos, um dos maiores heróis de Inglaterra.

E no cinema foi representado, entre outros, pelo ato Erroll Flynn. Inigualável neste papel.







Hector Savinien de Cyrano de Bergerac ( Saviniano Hércules Cyrano de Bergerac foi um escritor e duelista que se tornou mais conhecido pelos muitos trabalhos de ficção que têm sido feitos sobre sua vida. Nessas histórias, ele é sempre retratado com um grande nariz, em especial na peça feita por Edmond Rostand sobre sua vida. 
Cyrano de Bergerac
numa gravura do século XVII






Cyrano de Bergerac nasceu em uma família parisiense, e passou a infância em Saint-Forget Estudou e viveu em Paris, enquanto não estava em campanha militar. Ele não era, portanto, um gascão. Somente em 1638 adiciona “de Bergerac” a seu nome, quando deixou a casa paterna e foi para Paris.

Li o romance, que peguei na Biblioteca Pública Estadual, existente na Praça da República, em Niterói, bem defronte ao Liceu NiloPaçanha, onde eu estudava.

Mas só assisti a uma versão cinematográfica, que foi o quanto bastou para eu associar, definitivamente, o personagem, ao ator Stewart Granger. NInguém fez ou fará melhor do que ele.

Os atores abaixo encarnaram de forma definitiva os personagens acima relacionados. E  nenhum outro, de tantos quantos fizeram os mesmos papeis no cinema, sequer se aproximou da imagem por eles criada.

Stewart Granger (Londres, 6 de maio de 1913 - Santa Mônica, 16 de agosto de 1993) foi um ator norte-americano nascido na Grã Bretanha. Interpretava galãs heróicos e românticos em filmes de ação e aventura, tendo sido durante os anos 50 um dos mais bem-sucedidos sucessores do astro do gênero Errol Flynn. Em 1956 Granger se naturalizou americano.




Errol Leslie Thomson Flynn (Hobart, 20 de junho de 1909 — Vancouver, 14 de outubro de 1959) foi um ator nascido na Austrália e radicado nos Estados Unidos da América, tendo se naturalizado cidadão estadunidense em 1942.










Johnny Weissmuller, nascido János Weißmüller, (Timişoara, Romênia, 2 de junho de 1904 - Acapulco, México, 20 de janeiro de 1984) foi um atleta e ator estadunidense, por naturalização, famoso por interpretar Tarzan, o personagem de ficção criado pelo escritor Edgar Rice Burroughs.


Edmund Power, Jr. (5 de maio de 1914 – 15 de novembro de 1958), creditado geralmente sob o nome Tyrone Power e conhecido, algumas vezes, como "Ty Power", foi um ator americano de cinema e de teatro, que atuou em diversos filmes entre os anos 30 e 50, em papéis de capa-e-espada ou personagens românticos.



Thomas Sean Connery (Edimburgo, 25 de agosto de 1930) é um ator britânico, nascido na Escócia. É famoso desde a década de 1960 pelo papel no cinema do agente secreto do MI-6 britânico, James Bond, criado pelo escritor Ian Fleming. Nestes mais de quarenta anos de estrelato, Connery construiu uma sólida carreira cinematográfica após deixar o personagem de 007 em 1971, estrelando filmes importantes e populares nos anos seguintes. Por sua contribuição às artes cinematográficas e ao Império Britânico, foi sagrado Sir* pela rainha Elizabeth II em 2000, apesar de ao longo de toda a vida ter lutado pela causa da independência da Escócia do Reino Unido.




*Sir ("Senhor", em inglês) é o título nobiliárquico britânico superior a baronete, inferior a barão, e significa aquele que tem domínio sobre algo ou alguém.

1 de julho de 2011

Meia-noite em Paris

Já comentei neste blog sobre o filme de Woody Allen, com o título acima, no qual ele consegue  mostrar aquelas recorrentes imagens de Paris, de maneira mais bela e charmosa ainda. Os pontos turísticos obrigatórios estão exibidos no filme, com uma trilha muito bem escolhida e é impossível não se emocionar.
Louvre

D'Orsay
O desfile das imagens e a chuva caindo, levaram-me de volta ao outono do ano de 2000, quando saiamos do Museu do Louvre (Musée du Louvre), eu e minha mulher, e corriamos em direção a outra margem do Senna, para uma visita ao d'Orsay (Musée d'Orsay), onde se encontram importantes obras dos maiores mestres do impressionismo, que é meu estilo preferido de pintura.

Assim, além de assistir a um belo filme, reavivei na memória uma bela viagem, e um dia especial no qual me decepcionei com a Mona Lisa (La Gioconda), mas confimei tudo que pensava sobre Monet, Renoir e outros da mesma escola.
Para que possa recordar vez ou outra, até uma proxima viagem à Cidade Luz, registro os mais conhecidos e visitados recantos da capital francesa. Para quem não teve ainda a oportunidade de visita-la, fica como sugestão de roteiro inicial.


Avenida dos Champs-Elysees
 
Catedral de Notre Dame


Torre Eiffel


Arco do Triunfo


Basilica de Sacré-Couer


Jardim de Monet


Jardim de Luxemburgo



Praça de La Concorde


Praça Des Voges


Ponte Neuf



Imagens obtidas em pesquisa no Google