5 de maio de 2026

Pedras: literárias, históricas, misteriosas e de escombros

 E preciosas, que conheço de ouvir falar 😉, como esta abaixo:



Uma pedra no meio do caminho: o que sobrou do muro que beirava o mar e ia do Centro à Glória.


Resto de demolição - ver matéria


"O muro se estendia da Ponta do Calabouço (onde fica hoje o Museu Histórico Nacional), passava em frente à Santa Casa de Misericórdia e ia até a região da Glória. A estrutura foi erguida na administração do prefeito Francisco Pereira Passos (1902-1906)."

Outras pedras, ou conjunto delas:


No meio do caminho, remete a poema de Drummond



Stonehenge - Inglaterra

E picos (cumes agudos de pedras) que conheço, e são cartões postais das cidades onde localizados, pela ordem: Itabira (Cachoeiro de Itapemirim), Dedo de Deus (Teresópolis), Maria Comprida (Araras) e Agulhas Negras (Itatiaia).






2 comentários:

Jorge Carrano disse...

E tem pedra citada na clássica "Águas de Março", de Tom Jobim:
"É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá candeia, é o matita-pereira."

Jorge Carrano disse...

Dito popular:
"A expressão "pedra no meu sapato" refere-se a um obstáculo persistente, um problema mal resolvido ou uma pessoa que atrapalha e importuna constantemente, causando desconforto, similar a uma pedra real dentro do calçado. É algo que incomoda e atrapalha o andamento normal das coisas."